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Edição: Out 2023
Nº Páginas: 384
Sinopse: «O Mundo às Avessas é a crónica do nosso mundo, onde o regresso da guerra, a surpresa da pandemia e a ressurgência do autoritarismo vieram pôr em causa a paz, o direito e a estabilidade que prevaleceram na política internacional durante 30 anos.» ¿ Carlos Gaspar, Prefácio O Mundo às Avessas é um exercício de opinião. E, como toda a opinião, é um exercício de cidadania. A opinião exige três coisas em simultâneo: atenção constante à actualidade, capacidade analítica para a interpretar e tomada de posição sobre ela. Na política internacional cada caso é um caso, mas há um princípio geral que atravessa todas as crónicas deste livro: a importância dos valores na política internacional. Porque, no longo prazo, quem sacrifica os valores em função dos interesses acaba por perder também os próprios interesses. E é por isso que Severiano Teixeira toma partido. Contra a lei da força, a favor da força da lei.
Edição: Out 2023
Nº Páginas: 400
Sinopse: COMO AS RAÍZES OCULTAS DA CIÊNCIA MODERNA E A BUSCA PELA VERDADE INCENDIARAM A DISPUTA ENTRE CIÊNCIA E RELIGIÃO, INCENTIVANDO A PROCURA DE CONHECIMENTO. Em 1543, no seu leito de morte, o astrónomo Nicolau Copérnico publicou uma obra fundamental que mudou o mundo, estabelecendo o modelo do cosmos centrado no Sol. Para a maioria dos historiadores, foi este facto que marcou o início da Revolução Científica, mas uma visão alternativa demonstra que ela foi desencadeada pela descoberta de antigos manuscritos egípcios há muito desaparecidos, como o Corpus Hermeticum. Os espantosos segredos dos textos herméticos espalharam o seu fascínio pelas mentes mais brilhantes da época. Pioneiros da ciência, como Copérnico, Bruno, Kepler, Galileu, Bacon, Leibniz ou Newton, inspiraram-se na sabedoria de Hermes Trismegisto para lançar as bases da revolução do pensamento científico que constituiu a base do Iluminismo.
Edição: Set 2023
Nº Páginas: 416
Sinopse: Uma reconstrução detalhada de uma época traumática da História mundial Durante três séculos, os navios negreiros transportaram milhões de pessoas das costas de África até à América. Apesar do muito que já se conhece sobre a escravatura, pouco se sabe sobre estas embarcações e os seus passageiros. Através de uma investigação detalhada, Markus Rediker recria com pormenores assustadores a vida, a morte e o terror dos escravos ¿ mas também das tripulações ¿, bem como o dia a dia nos navios e as doenças, motins e violência. Apresentando histórias reais ¿ como a do jovem raptado da sua aldeia e vendido como escravo por uma tribo vizinha, ou a do capitão que nutria um prazer sádico em manter o seu inferno particular ¿, Rediker relata a tragédia e o desespero, mas igualmente a coragem e resiliência de pessoas despojadas das suas vidas e dispostas a tudo pela sua liberdade.
Edição: Set 2023
Nº Páginas: 176
Sinopse: O que há de comum entre Vladimir Putin e Elon Musk? Uma admiração ilimitada pelos cosmistas russos.
Edição: Mai 2023
Nº Páginas: 360
Sinopse: Um antropólogo audacioso conduz-nos numa viagem pelo mosaico complexo dos rituais humanos, mostrando que alguns dos nossos comportamentos mais irracionais são um fator crucial para o nosso bem-estar.
Edição: Mai 2023
Nº Páginas: 112
Sinopse: O professor Jorge Rio Cardoso, autor de vários best-sellers na área da educação, tem percorrido centenas de escolas para falar com os alunos e pais portugueses e conhecer de perto os seus problemas. Mais do que formar um aluno com boas classificações, interessa prepará-lo para as competências do futuro: novas formas de pensar e trabalhar, novos instrumentos de trabalho e novas formas de viver. Como costuma dizer nas suas palestras: «Não sei qual será o emprego de sonho daqui a cinco anos, mas sei, com certeza absoluta, que ser honesto, solidário e pugnar por um mundo melhor será essencial para todo o sempre.»
Edição: Abr 2023
Nº Páginas: 224
Sinopse: O guia prático para quem se quer destacar na hotelaria, na restauração, no alojamento local, na aviação e na atividade turística
Edição: Abr 2023
Nº Páginas: 168
Sinopse: Morrer no espaço virtual não é fácil. Evitamos um convívio próximo com o fantasma da morte, considerado, na nossa cultura, inoportuno, macabro e de mau gosto. Contudo, online, ele está por todo o lado.
Edição: Fev 2023
Nº Páginas: 112
Sinopse: Um ensaio consagrado aos meios que permitem medir o racismo e lutar contra as discriminações mediante uma política social e económica baseada no universalismo.
Edição: Jan 2023
Nº Páginas: 264
Sinopse: Uma elegia ao poder curativo da natureza, algo de que precisamos mais do que nunca, num mundo dominado pela ansiedade e pela iminente catástrofe ecológica.
Edição: Ago 2022
Nº Páginas: 320
Sinopse: O ano de 1177 a. C. foi um ponto de viragem para o mundo antigo. Grupos conhecidos como Povos do Mar invadiram o Egito.
Edição: Jul 2022
Nº Páginas: 448
Sinopse: No ano de 1357 nasce João, mais um filho ilegítimo do infante D. Pedro. Ascende, ainda criança, a Mestre de Avis e, liderando a ordem e frequentando a corte, atravessará os governos de seu pai e de seu irmão D. Fernando.
Edição: Abr 2022
Nº Páginas: 416
Sinopse: Em 1965, o Governo dos EUA ajudou as forças militares indonésias a matarem cerca de um milhão de civis inocentes. Este foi um dos mais importantes pontos de viragem na história do século XX.
Edição: Abr 2022
Nº Páginas: 472
Sinopse: O filósofo Martin Hägglund escreveu um livro original mas acessível, onde desafia as noções estabelecidas de fé e de liberdade.
Edição: Abr 2022
Nº Páginas: 288
Sinopse: Durante grande parte da sua existência, a Terra foi um astro inóspito em constante fluxo químico, com mares revoltos, atividade vulcânica de proporções planetárias e uma atmosfera em permanente transformação.
Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 328
Sinopse: Nunca a boa literatura teve tanta importância na vida e na formação de leitores atentos ao mundo. E nunca Mario Vargas Llosa foi tão sábio e eloquente.
Edição: Nov 2021
Nº Páginas: 832
Sinopse: a história de jerusalém é a história do mundo. jerusalém é capital de dois povos, lugar santo para três religiões, é o cenário destinado ao dia do juízo final, o campo de batalha do atual choque de civilizacões. como foi que esta pequena e longínq
Edição: Nov 2021
Nº Páginas: 488
Sinopse: A magia de Pompeia redescoberta ¿ pela mão do principal arqueólogo. Com fotografias a cores e cerca de 200 imagens inéditas que revelam pela primeira vez essas descobertas recentes. Soterrada sob três camadas de lava, Pompeia só foi descoberta em 1748 ¿ ou seja, 1600 anos depois da erupção do Vesúvio ¿ durante uma escavação fortuita.
Edição: Out 2021
Nº Páginas: 384
Sinopse: «Daniel Sokatch fez um trabalho notável nesta história do conflito, usando uma linguagem clara e acessível. Nenhum leitor concordará com tudo o que ele escreve. Isso é bom! Mas todos os leitores serão capazes de reconhecer a sua honestidade, paixão, inteligência e humanidade.»
Edição: Out 2021
Nº Páginas: 368
Sinopse: «alerta: juventude em perigo!» estamos a viver uma situação muitíssimo preocupante.o autor deste livro afirmou, numa entrevista à bbc que se tornou viral, que os nativos digitais são os primeiros filhos a terem um qi inferior ao dos pais
Edição: Out 2021
Nº Páginas: 304
Sinopse: um retrato vivo e profusamente ilustrado da mais louca e veloz época de que há memória.entre os novos eletrodomésticos que agilizavam a vida doméstica, aos automóveis mais modernos, à frenética vida noturna, dos clubes e cabarets, dos c o mundo respirava de alivio.saida da grande guerra, ao ritmo de charlestons e foxtrots, a europa vivia um periodo de otimismo, esperanca, progresso e de alguma excentricidade.e portugal nao queria ficar de fora destes loucos anos 20.o p
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 320
Sinopse: 29 510 PRESOS POLÍTICOS DEVIAM FALAR POR SI. MAS ESTAS HISTÓRIAS NÃO NOS DEIXAM ESQUECER A PRINCIPAL GUARDIÃ DA MAIS LONGA DITADURA PESSOAL DO SÉCULO XX. Reunião de investigações feitas pelo jornalista José Pedro Castanheira ao longo dos anos para o Expresso. Este primeiro volume reporta ao período de Salazar, o segundo incidirá sobre a época de Marcello Caetano. Em 1965, o general Humberto Delgado, inimigo público número 1 de Salazar, foi assassinado perto de Badajoz por uma brigada da PIDE. A chefiá-la estava Rosa Casaco, que, fugido do país a seguir ao 25 de Abril de 1974, viria a ser condenado a oito anos de prisão e a tornar-se, após uma entrevista incluída neste livro, um dos rostos mais emblemáticos desta força policial. Sólido e temido bastião do Estado Novo, ninguém escapava ao raio de acção da PIDE: nem Calouste Gulbenkian, o homem mais rico do mundo, que foi preso em 1942; nem o ex-presidente da República marechal Craveiro Lopes, vítima de chantagem de carácter sexual; nem sequer o bispo D. Eurico Dias Nogueira, submetido a constante vigilância, com cartas interceptadas até para o Vaticano e para o próprio Salazar. «A PIDE foi, antes de tudo o mais, o principal guardião da mais longa ditadura pessoal do século XX e um inimigo jurado da liberdade. Ao longo dos seus 41 anos de existência, sob as designações de PVDE, PIDE ou DGS, fez dezenas de milhares de vítimas. Só presos políticos nominais foram 29 510, o que dava para encher um estádio de futebol de média dimensão. E isto apenas em Portugal, já que nas colónias se ignora o seu número, mas que é seguramente muito superior, atendendo designadamente à extensão, violência e duração das três guerras coloniais.»
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 208
Sinopse: Como o amor por um continente pode transformar tantas vidas Marta Martins Silva regressa a África e leva-nos numa viagem que se conta pelas histórias dos que lá nasceram ou viveram quando o «Império português» se estendia àquela terra que se pinta de tons ocre e onde o horizonte se mistura com um céu como não há igual. Num caleidoscópio emocional, portugueses de todas as geografias recordam o absoluto deslumbramento perante os costumes, as cores e a alegria exuberantes de um continente tão diferente da bafienta metrópole. Relembram também a vida que se fazia de misturas descomplexadas, de tempo e de liberdade, partilhando ainda a perda de quem deixou tudo de um dia para o outro e a resignação ¿ único caminho possível ¿ para tantos que tiveram de recomeçar num Portugal que lhes era estranho, sabendo-se «amputados» nas vistas e no coração. Revisitando marcos tão importantes da nossa História, como a Guerra Colonial e a Descolonização, a autora, num equilíbrio entre a acutilância experimentada do jornalismo e a sensibilidade da palavra literária, traz-nos relatos extraordinários de mulheres e homens que não resistiram ao apelo da terra-mãe e de outros que, passados tantos anos, continuam a alimentar a esperança de regressar a esta África-casa, um encontro, para muitos, continuamente adiado. Porém, quando a memória os convida, embarcam numa ponte aérea emocional que os leva a esta África (para sempre) deles e que agora partilham nestas páginas.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 216
Sinopse: O 25 de Abril de 1974 desencadeou um processo revolucionário, que se concluiu, dois anos depois, com a vitória do modelo de democracia pluralista e forte dimensão social consagrado na Constituição. Esta revolução democrática acabou com o ciclo colonial, recentrou Portugal na Europa e abriu caminho a uma profunda transformação em todos os domínios, da demografia aos padrões de comportamento. Obrigou os portugueses a repensarem-se como comunidade, respondendo à pergunta: quem somos nós, quem queremos ser? Este ensaio procura interpretar o 25 de Abril e a Revolução a partir da literatura e do cinema produzidos durante ou logo após o seu curso. Para isso, explora o seguinte desafio: se olharmos a partir dos romances de Lobo Antunes, Saramago, Lídia Jorge, Olga Gonçalves, Almeida Faria, ou da poesia de Sophia, Sena, Ruy Belo, Knopfli, ou dos diários de Torga, Vergílio Ferreira e Natália Correia, ou dos filmes de António Reis, Seixas Santos, Fernando Lopes, Oliveira e tantos outros, que Revolução dos Cravos vemos? «Não trato da cultura como consequência da Revolução. \[¿] O que pretendo é outra coisa: é precisamente olhar para a Revolução a partir da cultura, é usar a cultura como um prisma que permita ver de certa maneira a Revolução. É que a perspetiva cultural, que projeta imagens de certa natureza e conformação, é elemento necessário e principal do que é uma revolução: não há revolução sem as imagens a seu propósito construídas.»
Edição: Jul 2025
Nº Páginas: 280
Sinopse: Portugal foi pioneiro na abolição da escravatura? Olivença é mesmo nossa? Quando é que nasceram, de facto, os três grandes do futebol português? O 25 de Abril foi realmente uma revolução pacífica? «Fomos o primeiro país a acabar com a pena de morte!» Ora aqui está um bom exemplo de uma mentira repetida tantas vezes que acabou promovida a verdade absoluta. Infelizmente, este «orgulho nacional» não passa de um mito: não só não fomos os primeiros, como mantivemos a pena capital, em certos contextos, até bastante mais tarde do que outros países. A mentira tem perna curta, mas esta parece ter perdurado. Neste livro, Ricardo Raimundo, historiador e autor de referência na área da divulgação histórica, analisa as versões mais populares - e nem sempre verdadeiras - da nossa História. Com base numa investigação sólida, ele desmonta mitos, corrige falsidades repetidas ao longo de gerações e expõe manipulações de acontecimentos que marcaram os séculos XIX, XX e XXI. Um livro indispensável para repensar o que julgávamos saber sobre a História de Portugal.
Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 400
Sinopse: Cleópatra, uma das figuras mais icónicas da história, é justamente lembrada como uma governante inteligente e carismática. Mas poucos hoje sabem que ela foi a última de uma longa linha de rainhas egípcias conhecidas por esse nome.¿¿ ¿Em As Cleópatras, o historiador Lloyd Llewellyn-Jones conta a história dramática dessas sete mulheres incomparáveis, reconstituindo vividamente o mundo perdido do Egito helenístico e traçando os últimos séculos do reino antes da sua queda nas mãos de Roma. As Cleópatras eram descendentes de língua grega de Ptolomeu, o general que conquistou o Egito ao lado de Alexandre, o Grande. Eram muito próximas como mães, filhas, irmãs, meias-irmãs e sobrinhas. Cada uma exercia poder absoluto, ofuscando facilmente os seus maridos ou os seus filhos, e todas demonstraram ser líderes astutas e competentes. Assumindo-se como deusas-rainhas, as Cleópatras governaram através da implantação de rituais arcanos, espetáculos opulentos e riqueza incomparável. Governaram no meio de turbulências políticas e intrigas da corte, lideraram exércitos em batalhas e comandaram frotas de navios, e impiedosamente aniquilaram os seus rivais dinásticos.¿¿¿ As Cleópatras é uma biografia fascinante e de sete mulheres extraordinárias, devolvendo-lhes o seu merecido lugar entre os maiores governantes da História.
