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Edição: Jan 2008
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Há uma maré nos negócios dos homens, Que, apanhada na subida, conduz à fortuna…" Mais precisamente à fortuna do desafortunado Gordon Cloade. Morto num bombardeamento nazi durante a Segunda Guerra Mundial, todos os seus bens passaram para as mãos da sua jovem mulher, a ex-Mrs. Underhay. No entanto, a família está tudo menos satisfeita. Apanhado entre uma fortuna e relações difíceis, Poirot tem de fazer os possíveis para evitar que Rosaleen Cloade se junte ao seu marido no Além… "Maré de Sorte" (Taken at the Flood) foi originalmente publicado na Grã-Bretanha em 1948, ano em que seria igualmente editado nos Estados Unidos com o título There is a Tide. Foi adaptado para a televisão em 2006, contando com David Suchet no papel de Hercule Poirot.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Há uma maré nos negócios dos homens, Que, apanhada na subida, conduz à fortuna…" Mais precisamente à fortuna do desafortunado Gordon Cloade. Morto num bombardeamento nazi durante a Segunda Guerra Mundial, todos os seus bens passaram para as mãos da sua jovem mulher, a ex-Mrs. Underhay. No entanto, a família está tudo menos satisfeita. Apanhado entre uma fortuna e relações difíceis, Poirot tem de fazer os possíveis para evitar que Rosaleen Cloade se junte ao seu marido no Além… "Maré de Sorte" (Taken at the Flood) foi originalmente publicado na Grã-Bretanha em 1948, ano em que seria igualmente editado nos Estados Unidos com o título There is a Tide. Foi adaptado para a televisão em 2006, contando com David Suchet no papel de Hercule Poirot.
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Edição: Out 2007
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Uma casa de campo inglesa durante o período natalício, com a crepitação da lareira e a excelente comida, não parece ser o local mais indicado para um crime, mas um bilhete sinistro deixado na almofada de Hercule Poirot diz-lhe que nem tudo é o que parece ser. Há ainda a terrível descoberta de um corpo num local inusitado, uma discussão que acaba numa morte, o estranho caso do morto que alterou os seus hábitos alimentares ou o enigma da vítima que sonhou com o seu próprio suicídio. Uma sucessão de casos que, em comum, têm apenas o mistério e nos quais os poderes de dedução de Hercule Poirot e Miss Marple são a cereja em cima do bolo… A Aventura do Bolo de Natal (The Adventure of the Christmas Pudding) foi originalmente publicado na Grã-Bretanha em 1960. Todos os seus contos, com a excepção de "O Desvario de Greenshaw", foram adaptados para televisão em 1991, com David Suchet no papel de Poirot.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Uma casa de campo inglesa durante o período natalício, com a crepitação da lareira e a excelente comida, não parece ser o local mais indicado para um crime, mas um bilhete sinistro deixado na almofada de Hercule Poirot diz-lhe que nem tudo é o que parece ser. Há ainda a terrível descoberta de um corpo num local inusitado, uma discussão que acaba numa morte, o estranho caso do morto que alterou os seus hábitos alimentares ou o enigma da vítima que sonhou com o seu próprio suicídio. Uma sucessão de casos que, em comum, têm apenas o mistério e nos quais os poderes de dedução de Hercule Poirot e Miss Marple são a cereja em cima do bolo… A Aventura do Bolo de Natal (The Adventure of the Christmas Pudding) foi originalmente publicado na Grã-Bretanha em 1960. Todos os seus contos, com a excepção de "O Desvario de Greenshaw", foram adaptados para televisão em 1991, com David Suchet no papel de Poirot.
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Edição: Ago 2007
Nº Páginas: 224
Sinopse:
St. Mary Mead encheu-se de glamour quando a estrela de cinema Marina Gregg escolheu viver na, até então, pacata aldeia. Mas quando uma fã local é envenenada, Marina dá por si a protagonizar um mistério da vida real - secundada por uma performance arrebatadora de Miss Marple, que suspeita que o cocktail letal estava destinado a outra pessoa. Mas quem? E, se estava de facto destinado a Marina, qual era o motivo? "O Espelho Quebrado" (The Mirror Crack’d from Side to Side) foi originalmente publicado na Grã-Bretanha em 1962, ano em que seria igualmente publicado nos Estados Unidos sob o título "The Mirror Crack’d". Foi adaptado ao cinema em 1980, com Angela Lansbury no papel de Miss Marple, contando ainda com as interpretações de Elizabeth Taylor e Kim Novak. 1992 seria o ano da sua adaptação à televisão, com Joan Hickson como Miss Marple.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
St. Mary Mead encheu-se de glamour quando a estrela de cinema Marina Gregg escolheu viver na, até então, pacata aldeia. Mas quando uma fã local é envenenada, Marina dá por si a protagonizar um mistério da vida real - secundada por uma performance arrebatadora de Miss Marple, que suspeita que o cocktail letal estava destinado a outra pessoa. Mas quem? E, se estava de facto destinado a Marina, qual era o motivo? "O Espelho Quebrado" (The Mirror Crack’d from Side to Side) foi originalmente publicado na Grã-Bretanha em 1962, ano em que seria igualmente publicado nos Estados Unidos sob o título "The Mirror Crack’d". Foi adaptado ao cinema em 1980, com Angela Lansbury no papel de Miss Marple, contando ainda com as interpretações de Elizabeth Taylor e Kim Novak. 1992 seria o ano da sua adaptação à televisão, com Joan Hickson como Miss Marple.
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Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 192
Sinopse:
O ENIGMA DAS CARTAS ANÓNIMAS AGATHA CHRISTIE OBRAS AGATHA CHRISTIE NR.4 MISS MARPLE ENTRA DE NOVA EM CENA... Após um acidente grave, Jerry Burton escolhe a aldeia de Lymstock para convalescer sob os cuidados da irmã, Joanna. Mas a tranquilidade da aldeia vai ser abalada por uma sucessão de cartas anónimas. Afinal, em Lymstock a calma é apenas aparente – a povoação está cheia de intrigas e mistérios – e o caso das cartas, inicialmente pouco perturbador, acaba por assumir contornos de tragédia quando uma das destinatárias aparentemente se suicida. E enquanto o caos, o pânico e a desconfiança se instalam, surge a dúvida: estarão os habitantes a ser vítimas de um psicopata ou de si próprios, dos seus segredos, erros e pequenas infâmias, cuidadosamente guardados ao longo dos anos? A ajuda chegará de onde menos se espera: de uma velha senhora, de visita à aldeia e hospedada em caso do vigário. Nem mais nem menos que Miss Jane Marple.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
O ENIGMA DAS CARTAS ANÓNIMAS AGATHA CHRISTIE OBRAS AGATHA CHRISTIE NR.4 MISS MARPLE ENTRA DE NOVA EM CENA... Após um acidente grave, Jerry Burton escolhe a aldeia de Lymstock para convalescer sob os cuidados da irmã, Joanna. Mas a tranquilidade da aldeia vai ser abalada por uma sucessão de cartas anónimas. Afinal, em Lymstock a calma é apenas aparente – a povoação está cheia de intrigas e mistérios – e o caso das cartas, inicialmente pouco perturbador, acaba por assumir contornos de tragédia quando uma das destinatárias aparentemente se suicida. E enquanto o caos, o pânico e a desconfiança se instalam, surge a dúvida: estarão os habitantes a ser vítimas de um psicopata ou de si próprios, dos seus segredos, erros e pequenas infâmias, cuidadosamente guardados ao longo dos anos? A ajuda chegará de onde menos se espera: de uma velha senhora, de visita à aldeia e hospedada em caso do vigário. Nem mais nem menos que Miss Jane Marple.
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Edição: Nov 2005
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Bagdade é a cidade escolhida para levar a cabo uma secretíssima cimeira entre super-potências mundiais, preocupadas - mas não totalmente convencidas – com a invenção de uma arma secreta ainda não totalmente identificada. Apenas um homem tem provas capazes de confirmar a existência e natureza desta fantástica arma: um agente britânico chamado Carmichael. Infelizmente, a organização criminosa responsável pelo desenvolvimento da arma não se deterá perante nada para impedir a sua entrada em Bagdade. Face a estas circunstâncias, conseguirá Carmichael entrar na cidade? É nesta conjuntura explosiva que aparece Victoria Jones, uma rapariga cuja sede de aventura vai ser largamente ultrapassada pelos acontecimentos quando Carmichael morre nos seus braços. Se ela pelo menos conseguisse perceber o sentido das suas últimas palavras: “...Lucifer ...Basrah ...Lefarge...” "Intriga em Bagdade" ("They Came to Baghdad") foi publicado no Reino Unido e nos Estados Unidos em 1951.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Bagdade é a cidade escolhida para levar a cabo uma secretíssima cimeira entre super-potências mundiais, preocupadas - mas não totalmente convencidas – com a invenção de uma arma secreta ainda não totalmente identificada. Apenas um homem tem provas capazes de confirmar a existência e natureza desta fantástica arma: um agente britânico chamado Carmichael. Infelizmente, a organização criminosa responsável pelo desenvolvimento da arma não se deterá perante nada para impedir a sua entrada em Bagdade. Face a estas circunstâncias, conseguirá Carmichael entrar na cidade? É nesta conjuntura explosiva que aparece Victoria Jones, uma rapariga cuja sede de aventura vai ser largamente ultrapassada pelos acontecimentos quando Carmichael morre nos seus braços. Se ela pelo menos conseguisse perceber o sentido das suas últimas palavras: “...Lucifer ...Basrah ...Lefarge...” "Intriga em Bagdade" ("They Came to Baghdad") foi publicado no Reino Unido e nos Estados Unidos em 1951.
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Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Uma nova história de Poirot no terceiro título das Obras de Agatha Christie. Poirot estava presente quando Jane Wilkinson manifestou o desejo de se livrar do marido, o aristocrata Lorde Edgware, e terminar um casamento há muito fracassado. Foi também na presença de Poirot, que o próprio confirmou o desejo de conceder o divórcio a Jane. Tudo isto não passaria de um episódio meramente passional se não envolvesse um homicídio. Agora que o corpo de Edgware é encontrado sem vida na sua própria biblioteca, todos os olhares recaem sobre a viúva e a "Scotland Yard" não vai descansar enquanto não resolver a questão. Mas, para Poirot, os factos não são assim tão fáceis de explicar e, por uma só vez, o detective belga sente-se ludibriado. Afinal, como poderia Jane ter assassinado Lorde Edgware e, ao mesmo tempo, jantar com amigos? E qual poderia ser o seu motivo, já que o aristocrata concordara finalmente com o divórcio?
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Uma nova história de Poirot no terceiro título das Obras de Agatha Christie. Poirot estava presente quando Jane Wilkinson manifestou o desejo de se livrar do marido, o aristocrata Lorde Edgware, e terminar um casamento há muito fracassado. Foi também na presença de Poirot, que o próprio confirmou o desejo de conceder o divórcio a Jane. Tudo isto não passaria de um episódio meramente passional se não envolvesse um homicídio. Agora que o corpo de Edgware é encontrado sem vida na sua própria biblioteca, todos os olhares recaem sobre a viúva e a "Scotland Yard" não vai descansar enquanto não resolver a questão. Mas, para Poirot, os factos não são assim tão fáceis de explicar e, por uma só vez, o detective belga sente-se ludibriado. Afinal, como poderia Jane ter assassinado Lorde Edgware e, ao mesmo tempo, jantar com amigos? E qual poderia ser o seu motivo, já que o aristocrata concordara finalmente com o divórcio?
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Edição: Abr 2005
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Numa casa de campo isolada, seis pessoas preparam-se para uma sessão de espiritismo. À volta da mesa, a tensão aumenta quando os apelos são atendidos e os espíritos se fazem ouvir através de uma mensagem arrepiante: “O capitão Trevelyan… morto… crime.” Terá isto sido fruto de magia negra ou poderá não ter passado de uma piada macabra? A única forma de esclarecer a situação é localizar o visado. Infelizmente, Trevelyan mora a alguns quilómetros de distância. Com a neve a bloquear as estradas, alguém terá de enfrentar o temporal e a escuridão da noite, e fazer o percurso a pé… Para encontrar Trevelyan assassinado. "O Mistério de Sittaford" ("The Sittaford Mystery") foi originalmente publicado na Grã-Bretanha em 1931. Para mais informações pode consultar o site oficial de Agatha Christie em: www.agathachristie.com
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Numa casa de campo isolada, seis pessoas preparam-se para uma sessão de espiritismo. À volta da mesa, a tensão aumenta quando os apelos são atendidos e os espíritos se fazem ouvir através de uma mensagem arrepiante: “O capitão Trevelyan… morto… crime.” Terá isto sido fruto de magia negra ou poderá não ter passado de uma piada macabra? A única forma de esclarecer a situação é localizar o visado. Infelizmente, Trevelyan mora a alguns quilómetros de distância. Com a neve a bloquear as estradas, alguém terá de enfrentar o temporal e a escuridão da noite, e fazer o percurso a pé… Para encontrar Trevelyan assassinado. "O Mistério de Sittaford" ("The Sittaford Mystery") foi originalmente publicado na Grã-Bretanha em 1931. Para mais informações pode consultar o site oficial de Agatha Christie em: www.agathachristie.com
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Edição: Abr 2005
Nº Páginas: 226
Sinopse:
Luke Fitzwilliam não deu qualquer importância àquilo que, para ele, não passava de um fantasioso produto da imaginação de Miss Lavinia Pinkerton, a quem acabara de conhecer no comboio e cuja teoria a levava a dirigirse à Scoland Yard. Segundo a velhinha, as mortes que assolaram a pacata aldeia onde vivia deviam-se à acção de um assassino em série. Mas Lavinia não se ficava por aqui e acreditava conhecer a identidade da próxima vítima: Dr. Humbleby, o médico local. Algumas horas depois, Misss Pinkerton morre vítima de atropelamento. Mera Coincidência? Luke sentia-se inclinado a acreditar que sim… até que ao ler o The Times se depara com a notícia da inesperada morte do Dr. Humbleby… "Matar é Fácil" ("Murder is Easy") foi originalmente publicado na Grã-bretanha em 1939, ano em que seria igualmente publicado nos Estados Unidos, com o título "Easy to Kill". O romance foi, em 1981, adaptado para televisão. Para mais informações pode consultar o site oficial de Agatha Christie em: www.agathachristie.com
Nº Páginas: 226
Sinopse:
Luke Fitzwilliam não deu qualquer importância àquilo que, para ele, não passava de um fantasioso produto da imaginação de Miss Lavinia Pinkerton, a quem acabara de conhecer no comboio e cuja teoria a levava a dirigirse à Scoland Yard. Segundo a velhinha, as mortes que assolaram a pacata aldeia onde vivia deviam-se à acção de um assassino em série. Mas Lavinia não se ficava por aqui e acreditava conhecer a identidade da próxima vítima: Dr. Humbleby, o médico local. Algumas horas depois, Misss Pinkerton morre vítima de atropelamento. Mera Coincidência? Luke sentia-se inclinado a acreditar que sim… até que ao ler o The Times se depara com a notícia da inesperada morte do Dr. Humbleby… "Matar é Fácil" ("Murder is Easy") foi originalmente publicado na Grã-bretanha em 1939, ano em que seria igualmente publicado nos Estados Unidos, com o título "Easy to Kill". O romance foi, em 1981, adaptado para televisão. Para mais informações pode consultar o site oficial de Agatha Christie em: www.agathachristie.com
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Edição: Abr 2004
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A jovem Elinor Carlisle é acusada da morte de Mary Gerrard, sua rival, e levada por isso a juízo. As provas são esmagadoras: apenas Elinor tinha o motivo, a oportunidade e os meios para administrar o veneno fatal. Na sala de audiências o ambiente é hostil e só uma pessoa acredita ainda na presumível inocência de Elinor: Hercule Poirot. Ele é tudo o que resta entre Elinor e a forca.<><> As Aparências Iludem (Sad Cypress) foi publicado na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos em 1940.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A jovem Elinor Carlisle é acusada da morte de Mary Gerrard, sua rival, e levada por isso a juízo. As provas são esmagadoras: apenas Elinor tinha o motivo, a oportunidade e os meios para administrar o veneno fatal. Na sala de audiências o ambiente é hostil e só uma pessoa acredita ainda na presumível inocência de Elinor: Hercule Poirot. Ele é tudo o que resta entre Elinor e a forca.<><> As Aparências Iludem (Sad Cypress) foi publicado na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos em 1940.
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O jovem Anthony Cade não podia suspeitar que, ao fazer um favor a um amigo, se transformaria na peça-chave de uma temível conspiração internacional capaz de tudo para impedir que a monarquia fosse restaurada na distante Herzoslováquia. A Scotland Yard e a French Sûreté não conseguem mais do que andar em círculos – até que se dá o fatídico assassínio em Chimneys, uma mansão onde se esconde um extraordinário segredo… O Segredo de Chimneys (The Secret of Chimneys) foi originalmente publicado na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos em 1925.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O jovem Anthony Cade não podia suspeitar que, ao fazer um favor a um amigo, se transformaria na peça-chave de uma temível conspiração internacional capaz de tudo para impedir que a monarquia fosse restaurada na distante Herzoslováquia. A Scotland Yard e a French Sûreté não conseguem mais do que andar em círculos – até que se dá o fatídico assassínio em Chimneys, uma mansão onde se esconde um extraordinário segredo… O Segredo de Chimneys (The Secret of Chimneys) foi originalmente publicado na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos em 1925.
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 240
Sinopse:
A jovem Anne vai para Londres em busca de aventura. E encontra-a rapidamente: na plataforma de embarque do metro de Hyde Park Corner, onde um homem perde o equilíbrio e morre electrocutado nos carris. O veredicto da Scotland Yard aponta para morte acidental. Mas Anne não fica satisfeita. Afinal, quem era o homem de fato castanho que examinou o corpo fazendo-se passar por médico? De que forma é que este assassinato pode estar relacionado com a morte da misteriosa Nadina? Determinada a resolver o mistério, Anne parte num cruzeiro com destino à Cidade do Cabo, na África do Sul. Mas esta poderá vir a ser a sua derradeira viagem…
Nº Páginas: 240
Sinopse:
A jovem Anne vai para Londres em busca de aventura. E encontra-a rapidamente: na plataforma de embarque do metro de Hyde Park Corner, onde um homem perde o equilíbrio e morre electrocutado nos carris. O veredicto da Scotland Yard aponta para morte acidental. Mas Anne não fica satisfeita. Afinal, quem era o homem de fato castanho que examinou o corpo fazendo-se passar por médico? De que forma é que este assassinato pode estar relacionado com a morte da misteriosa Nadina? Determinada a resolver o mistério, Anne parte num cruzeiro com destino à Cidade do Cabo, na África do Sul. Mas esta poderá vir a ser a sua derradeira viagem…
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Publicado em 1930, este conjunto de histórias de Agatha Christie (com um personagem que não voltaria a aparecer na sua obra) marca o início da sua relação com a 7ª arte: a primeira das histórias do livro foi o primeiro trabalho da autora a ser adaptado ao cinema.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Publicado em 1930, este conjunto de histórias de Agatha Christie (com um personagem que não voltaria a aparecer na sua obra) marca o início da sua relação com a 7ª arte: a primeira das histórias do livro foi o primeiro trabalho da autora a ser adaptado ao cinema.
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Edição: Abr 2002
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Um policial de Natal. Na noite de consoada, a família Lee está reunida. Subitamente ouve-se um enorme barulho de mobília que se parte. Segue-se um grito de agonia. No andar de cima, Simeon Lee, pai tirano, jaz morto, num lago de sangue, a garganta cortada. Chega o inspector Hercule Poirot para desvendar o caso e encontra uma família cheia de mútuas suspeitas. Para ler nestes dias de frio e chuva, no aconchego da casa.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Um policial de Natal. Na noite de consoada, a família Lee está reunida. Subitamente ouve-se um enorme barulho de mobília que se parte. Segue-se um grito de agonia. No andar de cima, Simeon Lee, pai tirano, jaz morto, num lago de sangue, a garganta cortada. Chega o inspector Hercule Poirot para desvendar o caso e encontra uma família cheia de mútuas suspeitas. Para ler nestes dias de frio e chuva, no aconchego da casa.
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Edição: Abr 2002
Nº Páginas: 238
Sinopse:
Roger Ackroyd sabia de mais. Sabia que a mulher que amava envenenera o primeiro marido, um homem extremamente violento, e suspeitava que ela era vítima de chantagem. Agora, que as trágicas notícias sobre a sua morte apontavam para um suícidio por overdose, eram muitas as perguntas que pareciam não ter resposta. Mas quando pensava estar perante as primeiras pistas sobre o caso, Ackroyd ver-se-ía envolvido num homicídio brutal: o seu! O Dr. Sheppard, médico da aldeia, fala então com o vizinho, um detective reformado que escolhera o campo para passar tranquilamente os seus últimos anos de vida. A escolha não podia ser mais acertada pois o pacato vizinho era nem mais nem menos que o belga Hercule Poirot...
Nº Páginas: 238
Sinopse:
Roger Ackroyd sabia de mais. Sabia que a mulher que amava envenenera o primeiro marido, um homem extremamente violento, e suspeitava que ela era vítima de chantagem. Agora, que as trágicas notícias sobre a sua morte apontavam para um suícidio por overdose, eram muitas as perguntas que pareciam não ter resposta. Mas quando pensava estar perante as primeiras pistas sobre o caso, Ackroyd ver-se-ía envolvido num homicídio brutal: o seu! O Dr. Sheppard, médico da aldeia, fala então com o vizinho, um detective reformado que escolhera o campo para passar tranquilamente os seus últimos anos de vida. A escolha não podia ser mais acertada pois o pacato vizinho era nem mais nem menos que o belga Hercule Poirot...
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Edição: Jul 2014
Nº Páginas: 736
Sinopse:
Publicados entre 1961 e 1964, nos livros aqui reunidos sobressai o escritor de resistência dos anos sessenta e setenta que, regressado a Portugal, se empenha a fundo na denúncia do sistema, tornando a sua ficção grito de revolta. "Os Insubmissos" é disso exemplo. Nele, um grupo de jornalistas conscientes e inconformados com o estado do país une-se para criar uma publicação - "Acção Cultural" - escrita "sem conivência com a mentira, sem louvaminhices, sem transigências, sem favores pessoais", destinada a esclarecer o povo e a tornar a cultura acessível. Este romance, acabado em 1959, revelar-se-ia profético nas palavras de uma das suas personagens, Lício, que, referindo-se à situação que então vivem, declara que ainda terão de esperar pelo menos quinze anos para que tudo mude. E, até ao 25 e Abril de 1974, foram de facto quinze anos. É de salientar ainda que "Terra Ocupada" marca um ponto de viragem na obra de Urbano. Os textos que o compõem apresentam-nos alegorias sociais cujo tom dominante é a esperança num futuro melhor e a crença numa acção colectiva. Como o próprio autor destaca na sua Nota Prévia ao livro: "os anos sessenta impunham-nos a dimensão do testemunho e do protesto, a que não me furtei. "Terra Ocupada", obra de interrogações e dilucidações psicológicas, é também um livro de combate".
Nº Páginas: 736
Sinopse:
Publicados entre 1961 e 1964, nos livros aqui reunidos sobressai o escritor de resistência dos anos sessenta e setenta que, regressado a Portugal, se empenha a fundo na denúncia do sistema, tornando a sua ficção grito de revolta. "Os Insubmissos" é disso exemplo. Nele, um grupo de jornalistas conscientes e inconformados com o estado do país une-se para criar uma publicação - "Acção Cultural" - escrita "sem conivência com a mentira, sem louvaminhices, sem transigências, sem favores pessoais", destinada a esclarecer o povo e a tornar a cultura acessível. Este romance, acabado em 1959, revelar-se-ia profético nas palavras de uma das suas personagens, Lício, que, referindo-se à situação que então vivem, declara que ainda terão de esperar pelo menos quinze anos para que tudo mude. E, até ao 25 e Abril de 1974, foram de facto quinze anos. É de salientar ainda que "Terra Ocupada" marca um ponto de viragem na obra de Urbano. Os textos que o compõem apresentam-nos alegorias sociais cujo tom dominante é a esperança num futuro melhor e a crença numa acção colectiva. Como o próprio autor destaca na sua Nota Prévia ao livro: "os anos sessenta impunham-nos a dimensão do testemunho e do protesto, a que não me furtei. "Terra Ocupada", obra de interrogações e dilucidações psicológicas, é também um livro de combate".
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 1408
Sinopse:
Acerca da obra de Ruy Cinatti, e sobre as reacções que ela provoca em quem a lê, fala-nos Joana Matos Frias, no prefácio a este livro: "Um murro no gosto [do] público. É com certeza aqui que se encontra a razão da resistência e do fascínio, da fuga e da força, da distância e da intimidade que esta obra parece provocar. Porque é difícil encontrar na poesia portuguesa um poeta como Ruy Cinatti, ao mesmo tempo tão introspectivo e tão inteiramente atento ao exterior: uma consciência infeliz transformada em consciência poética vigilante, um poeta "singularmente repartido entre o céu e a terra", na síntese precisa de Luís Amaro, que soube criar uma obra de dimensão ética e estética, activa e contemplativa, social e pura, realista, neo-realista e surrealista, sem qualquer prejuízo da sua coerência interna. Pelo que à entrada e à saída deste livro, o leitor deverá simplesmente alegrar-se com ele e dizer: ""Sou feliz! Hoje vibra a poesia até ao fim."" A presente edição, organizada e revista por Luis Manuel Gaspar com a colaboração de Joana Matos Frias e Peter Stilwell, reúne toda a poesia publicada em vida do autor. Será posteriormente publicado um segundo volume, onde se reunirá toda a sua poesia póstuma ou inédita.
Nº Páginas: 1408
Sinopse:
Acerca da obra de Ruy Cinatti, e sobre as reacções que ela provoca em quem a lê, fala-nos Joana Matos Frias, no prefácio a este livro: "Um murro no gosto [do] público. É com certeza aqui que se encontra a razão da resistência e do fascínio, da fuga e da força, da distância e da intimidade que esta obra parece provocar. Porque é difícil encontrar na poesia portuguesa um poeta como Ruy Cinatti, ao mesmo tempo tão introspectivo e tão inteiramente atento ao exterior: uma consciência infeliz transformada em consciência poética vigilante, um poeta "singularmente repartido entre o céu e a terra", na síntese precisa de Luís Amaro, que soube criar uma obra de dimensão ética e estética, activa e contemplativa, social e pura, realista, neo-realista e surrealista, sem qualquer prejuízo da sua coerência interna. Pelo que à entrada e à saída deste livro, o leitor deverá simplesmente alegrar-se com ele e dizer: ""Sou feliz! Hoje vibra a poesia até ao fim."" A presente edição, organizada e revista por Luis Manuel Gaspar com a colaboração de Joana Matos Frias e Peter Stilwell, reúne toda a poesia publicada em vida do autor. Será posteriormente publicado um segundo volume, onde se reunirá toda a sua poesia póstuma ou inédita.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 1264
Sinopse:
Este primeiro volume da Obra Poética de António Ramos Rosa reúne os poemas publicados em livro ou folheto entre 1958 e 1987. A edição foi organizada e revista por Luis Manuel Gaspar, com a colaboração de Agripina Costa Marques e Maria Filipe Ramos Rosa. O posfácio é de Silvina Rodrigues Lopes, e nele podemos ler: "É muito nítida a importância das imagens de árvores e da palavra “árvore” nos poemas de Ramos Rosa. […] Num dado momento ou numa longa maturação, a poesia de Ramos Rosa tornou-se expressão irreconciliável da luz e da sombra, do aqui e do retorno, do sentido e do sem-sentido. Porque as linhas do sem-sentido se cruzam e destecem o poema. […] Ramagens são dispersão, imagens moventes, imagens que se desprendem. Será esse o essencial da poesia de Ramos Rosa: persistir na perplexidade diante do que se apresenta, abanar a árvore das imagens, para que estas se desprendam dos ramos (da ordem) e se alterem, independentemente do sentido, se alterem para que o tecido do poema não seja um muro de palavras."
Nº Páginas: 1264
Sinopse:
Este primeiro volume da Obra Poética de António Ramos Rosa reúne os poemas publicados em livro ou folheto entre 1958 e 1987. A edição foi organizada e revista por Luis Manuel Gaspar, com a colaboração de Agripina Costa Marques e Maria Filipe Ramos Rosa. O posfácio é de Silvina Rodrigues Lopes, e nele podemos ler: "É muito nítida a importância das imagens de árvores e da palavra “árvore” nos poemas de Ramos Rosa. […] Num dado momento ou numa longa maturação, a poesia de Ramos Rosa tornou-se expressão irreconciliável da luz e da sombra, do aqui e do retorno, do sentido e do sem-sentido. Porque as linhas do sem-sentido se cruzam e destecem o poema. […] Ramagens são dispersão, imagens moventes, imagens que se desprendem. Será esse o essencial da poesia de Ramos Rosa: persistir na perplexidade diante do que se apresenta, abanar a árvore das imagens, para que estas se desprendam dos ramos (da ordem) e se alterem, independentemente do sentido, se alterem para que o tecido do poema não seja um muro de palavras."
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 992
Sinopse:
A presente edição agrupa num único tomo a obra poética da autora, seguindo e atualizando os critérios de fixação de texto adotados nas edições anteriores, graças ao notável trabalho de Maria Andresen Sousa Tavares e Carlos Mendes de Sousa, que assinam, respetivamente, o prefácio a esta edição, e a Nota de Edição. São aqui incluídos, pela primeira vez, alguns poemas inéditos que integram o espólio da autora, em depósito na Biblioteca Nacional. Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Também recomendado para a Formação de Adultos, como sugestão de leitura - Grau de Dificuldade III.
Nº Páginas: 992
Sinopse:
A presente edição agrupa num único tomo a obra poética da autora, seguindo e atualizando os critérios de fixação de texto adotados nas edições anteriores, graças ao notável trabalho de Maria Andresen Sousa Tavares e Carlos Mendes de Sousa, que assinam, respetivamente, o prefácio a esta edição, e a Nota de Edição. São aqui incluídos, pela primeira vez, alguns poemas inéditos que integram o espólio da autora, em depósito na Biblioteca Nacional. Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Também recomendado para a Formação de Adultos, como sugestão de leitura - Grau de Dificuldade III.
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Edição: Set 2012
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Neste primeiro volume de poesia reúnem-se os livros O Fervor de Buenos Aires, Lua Defronte, Caderno de San Martín.O Fervor de Buenos Aires, de 1923, foi o primeiro livro de Jorge Luis Borges a ser publicado. Mas o reconhecimento internacional só chegou em 1961, com o Prémio Formentor, a que se seguiram inúmeros outros.A par da poesia, Borges escreveu ficção - é sem dúvida um dos nomes maiores do conto ou da narrativa breve -, crítica e ensaio - género que praticou com grande originalidade e lucidez. A sua obra é como um mise en abîme de uma enorme biblioteca, uma construção fantástica e metafísica que cruza todos os saberes, e a súmula dos grandes temas universais: o tempo, o "eu e o outro", Deus, o infinito, o sonho.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Neste primeiro volume de poesia reúnem-se os livros O Fervor de Buenos Aires, Lua Defronte, Caderno de San Martín.O Fervor de Buenos Aires, de 1923, foi o primeiro livro de Jorge Luis Borges a ser publicado. Mas o reconhecimento internacional só chegou em 1961, com o Prémio Formentor, a que se seguiram inúmeros outros.A par da poesia, Borges escreveu ficção - é sem dúvida um dos nomes maiores do conto ou da narrativa breve -, crítica e ensaio - género que praticou com grande originalidade e lucidez. A sua obra é como um mise en abîme de uma enorme biblioteca, uma construção fantástica e metafísica que cruza todos os saberes, e a súmula dos grandes temas universais: o tempo, o "eu e o outro", Deus, o infinito, o sonho.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Artur do Cruzeiro Seixas é agora um homem com o tamanho de cem anos. Cada um dos seus gestos é um século em movimento. Penso nisso em todos os encontros, penso em como os génios sempre independem do tempo e se definem pelo incrível. Na ansiedade de Cruzeiro Seixas, essa imparável pulsão começadora, nada se exclui. Tantas vezes lhe ouvi o protesto contra qualquer existência estúpida, aquela incapaz do sensível e do criativo, aquela incapaz da humanização que a arte e o conhecimento comportam. Para o grande e genial mestre a vida é uma gula que se revela em todas as formas de maravilha, a partir do fascínio ou do susto, a partir do belo e do que se torna belo em seu genuíno tremendismo. A "elogio da sombra" repõe agora os volumes organizados por Isabel Meyrelles e que atónito, há umas décadas, encontrei inéditos na casa do mestre, ainda na carismática casa da Rua da Rosa. Mais adiante, daremos à estampa um quarto volume recolhendo os poemas dispersos. Nesta vasta obra se encontra um surrealismo pleno, a relação mais indomável que ao espírito humano revela sobretudo o que tem de inexplicável e, ainda assim, profundamente necessário. Uma das figuras maiores do surrealismo do mundo, Artur do Cruzeiro Seixas ergue a poesia como "a boca que olha". Tão feita do improvável quanto de presciência. Graça alquímica. A transcendência dos que foram eleitos para ver. Valter Hugo Mãe
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Artur do Cruzeiro Seixas é agora um homem com o tamanho de cem anos. Cada um dos seus gestos é um século em movimento. Penso nisso em todos os encontros, penso em como os génios sempre independem do tempo e se definem pelo incrível. Na ansiedade de Cruzeiro Seixas, essa imparável pulsão começadora, nada se exclui. Tantas vezes lhe ouvi o protesto contra qualquer existência estúpida, aquela incapaz do sensível e do criativo, aquela incapaz da humanização que a arte e o conhecimento comportam. Para o grande e genial mestre a vida é uma gula que se revela em todas as formas de maravilha, a partir do fascínio ou do susto, a partir do belo e do que se torna belo em seu genuíno tremendismo. A "elogio da sombra" repõe agora os volumes organizados por Isabel Meyrelles e que atónito, há umas décadas, encontrei inéditos na casa do mestre, ainda na carismática casa da Rua da Rosa. Mais adiante, daremos à estampa um quarto volume recolhendo os poemas dispersos. Nesta vasta obra se encontra um surrealismo pleno, a relação mais indomável que ao espírito humano revela sobretudo o que tem de inexplicável e, ainda assim, profundamente necessário. Uma das figuras maiores do surrealismo do mundo, Artur do Cruzeiro Seixas ergue a poesia como "a boca que olha". Tão feita do improvável quanto de presciência. Graça alquímica. A transcendência dos que foram eleitos para ver. Valter Hugo Mãe
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Edição: Jul 2018
Nº Páginas: 312
Sinopse:
A irreverência de José Sesinando, ausente das livrarias há duas décadas, regressa agora, na Colecção de Literatura de Humor de Ricardo Araújo Pereira. Edição e prefácio de Abel Barros Baptista e Luísa Costa Gomes. Trocadilhos, aforismos, paródia, troça, variações literárias, inteligência e, acima de tudo, um exercício radical de liberdade criativa - José Sesinando foi um caso único do humor em língua portuguesa, marcou a sua própria geração e as que lhe sucederam, e tornou-se quase um mito, alimentado pela sua prolongada ausência das livrarias. Obra Perfeitamente Incompleta reúne num único volume os livros Obra Ântuma, Heteropsicografia e Olha, Daisy, oferecendo de novo aos leitores uma verve humorística muito singular, que esteve indisponível por demasiado tempo. Opinião da crítica, ou seja , de José Sesinando: "Cadência fortemente sugestiva, encadeamento complexo das imagens, autêntico sortilégio verbal, riqueza expressiva reveladora de uma vincada personalidade — nada disso, infelizmente, se encontra na obra de José Sesinando." "Esta obra de José Sesinando ficará assinalando, como um marco geodésico, um momento da literatura portuguesa. Um momento péssimo."
Nº Páginas: 312
Sinopse:
A irreverência de José Sesinando, ausente das livrarias há duas décadas, regressa agora, na Colecção de Literatura de Humor de Ricardo Araújo Pereira. Edição e prefácio de Abel Barros Baptista e Luísa Costa Gomes. Trocadilhos, aforismos, paródia, troça, variações literárias, inteligência e, acima de tudo, um exercício radical de liberdade criativa - José Sesinando foi um caso único do humor em língua portuguesa, marcou a sua própria geração e as que lhe sucederam, e tornou-se quase um mito, alimentado pela sua prolongada ausência das livrarias. Obra Perfeitamente Incompleta reúne num único volume os livros Obra Ântuma, Heteropsicografia e Olha, Daisy, oferecendo de novo aos leitores uma verve humorística muito singular, que esteve indisponível por demasiado tempo. Opinião da crítica, ou seja , de José Sesinando: "Cadência fortemente sugestiva, encadeamento complexo das imagens, autêntico sortilégio verbal, riqueza expressiva reveladora de uma vincada personalidade — nada disso, infelizmente, se encontra na obra de José Sesinando." "Esta obra de José Sesinando ficará assinalando, como um marco geodésico, um momento da literatura portuguesa. Um momento péssimo."
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Neste seu mais recente livro de poesia Daniel Jonas regressa ao soneto, num livro desconcertante e surpreendente. Como nos diz o poeta, "Assim no meu soneto aqui gravei / Quem não sou nem fui e menos serei." Jamais tive eu amor senão por ti. Paixões o vento as trouxe e as levou Qual ave migratória que pousou Em temporário ninho onde vivi. Amor, porém, é ave que povoa O coração da gente e nele exulta E ocupa de outra ave mais estulta O coração partido e o perdoa. Mas que fazer, se amor o dei ao vento E sinto o coração ninho vazio E sinto um grão calor e grande frio E amo em oração no meu convento? Eu amo quem amei e me deixou; Não amo quem pousou — só quem voou.
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Neste seu mais recente livro de poesia Daniel Jonas regressa ao soneto, num livro desconcertante e surpreendente. Como nos diz o poeta, "Assim no meu soneto aqui gravei / Quem não sou nem fui e menos serei." Jamais tive eu amor senão por ti. Paixões o vento as trouxe e as levou Qual ave migratória que pousou Em temporário ninho onde vivi. Amor, porém, é ave que povoa O coração da gente e nele exulta E ocupa de outra ave mais estulta O coração partido e o perdoa. Mas que fazer, se amor o dei ao vento E sinto o coração ninho vazio E sinto um grão calor e grande frio E amo em oração no meu convento? Eu amo quem amei e me deixou; Não amo quem pousou — só quem voou.
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Edição: Ago 2011
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Parece um paradoxo, mas muitos objectivos têm maiores probabilidades de serem alcançados quando são abordados de forma indirecta; as empresas mais lucrativas não são as mais agressivas a perseguir os lucros, os homens e mulheres mais ricos não são os mais materialistas e as pessoas mas felizes não correm atrás da felicidade. É este o conceito da "obliquidade". O economista John Kay aplica a sua teoria provocadora a tudo, desde os negócios à guerra e desde o futebol ao combate dos fogos florestais. Revela-nos como ela é tão surpreendentemente universal e por que razão as abordagens oblíquas são, com tanta frequência, as mais bem sucedidas - e como compreendê-lo conduz a melhores tomadas de decisão.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Parece um paradoxo, mas muitos objectivos têm maiores probabilidades de serem alcançados quando são abordados de forma indirecta; as empresas mais lucrativas não são as mais agressivas a perseguir os lucros, os homens e mulheres mais ricos não são os mais materialistas e as pessoas mas felizes não correm atrás da felicidade. É este o conceito da "obliquidade". O economista John Kay aplica a sua teoria provocadora a tudo, desde os negócios à guerra e desde o futebol ao combate dos fogos florestais. Revela-nos como ela é tão surpreendentemente universal e por que razão as abordagens oblíquas são, com tanta frequência, as mais bem sucedidas - e como compreendê-lo conduz a melhores tomadas de decisão.
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Edição: Jul 2015
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Recém-chegada de um internamento breve num hospital psiquiátrico, Camille Preaker tem um trabalho difícil entre mãos. O jornal onde trabalha envia-a para a cidade onde foi criada com o intuito de fazer a cobertura de um caso de homicídio de duas raparigas. Há anos que Camille mal fala com a mãe, um mulher neurótica e hipocondríaca, e quase nem conhece a meia-irmã, uma bela rapariga de treze anos que exerce um estranho fascínio sobre a cidade. Agora, instalada no seu antigo quarto na mansão vitoriana da família, Camille dá por si a identificar-se com as vítimas. As suas pistas não a conduzem a lado algum e Camille vê-se obrigada a desvendar o quebra-cabeças psicológico do seu passado para chegar ao cerne da história. Acossada pelos seus próprios fantasmas, terá de confrontar o que lhe aconteceu anos antes se quiser sobreviver a este regresso a casa.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Recém-chegada de um internamento breve num hospital psiquiátrico, Camille Preaker tem um trabalho difícil entre mãos. O jornal onde trabalha envia-a para a cidade onde foi criada com o intuito de fazer a cobertura de um caso de homicídio de duas raparigas. Há anos que Camille mal fala com a mãe, um mulher neurótica e hipocondríaca, e quase nem conhece a meia-irmã, uma bela rapariga de treze anos que exerce um estranho fascínio sobre a cidade. Agora, instalada no seu antigo quarto na mansão vitoriana da família, Camille dá por si a identificar-se com as vítimas. As suas pistas não a conduzem a lado algum e Camille vê-se obrigada a desvendar o quebra-cabeças psicológico do seu passado para chegar ao cerne da história. Acossada pelos seus próprios fantasmas, terá de confrontar o que lhe aconteceu anos antes se quiser sobreviver a este regresso a casa.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Está escrito na história e no Zodíaco: Portugal vai voltar a estar no centro do mundo. O Euro de Eder ou a Eurovisão de Salvador foram apenas os primeiros sinais. No dia 13 de Maio de 2017 o Papa Francisco canonizava em Fátima os pastorinhos Francisco e Jacinta. A milhares de quilómetros dali, na Ucrânia, outros dois irmãos (um "Salvador" e a sua irmã) subiam vitoriosos ao palco do Festival Eurovisão da Canção… Simples coincidência? João Medeiros garante que não. O astrólogo tem lido, no Zodíaco, nos mitos e nos ciclos do nosso país, evidências reveladoras de que estamos a viver uma fase única e potencialmente gloriosa: o início do Quarto Apogeu da História de Portugal. João Medeiros, autor de A Carta, apresenta agora uma obra sobre o destino coletivo da nação: O Zodíaco de Portugal. Recorda mitos como o sebastianismo, os Templários ou o Quinto Império e relaciona-os com o presente; analisa os nossos ciclos históricos, desde a fundação à república. E conclui: Portugal, e os portugueses, podem desempenhar um papel absolutamente fulcral no futuro da humanidade, que atravessa um momento crítico. Voltaremos a ser o centro do mundo, mas agora a nível espiritual, científico e cultural. É esse o nosso desígnio, que cumpriremos se para tal tivermos visão, coragem e iniciativa.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Está escrito na história e no Zodíaco: Portugal vai voltar a estar no centro do mundo. O Euro de Eder ou a Eurovisão de Salvador foram apenas os primeiros sinais. No dia 13 de Maio de 2017 o Papa Francisco canonizava em Fátima os pastorinhos Francisco e Jacinta. A milhares de quilómetros dali, na Ucrânia, outros dois irmãos (um "Salvador" e a sua irmã) subiam vitoriosos ao palco do Festival Eurovisão da Canção… Simples coincidência? João Medeiros garante que não. O astrólogo tem lido, no Zodíaco, nos mitos e nos ciclos do nosso país, evidências reveladoras de que estamos a viver uma fase única e potencialmente gloriosa: o início do Quarto Apogeu da História de Portugal. João Medeiros, autor de A Carta, apresenta agora uma obra sobre o destino coletivo da nação: O Zodíaco de Portugal. Recorda mitos como o sebastianismo, os Templários ou o Quinto Império e relaciona-os com o presente; analisa os nossos ciclos históricos, desde a fundação à república. E conclui: Portugal, e os portugueses, podem desempenhar um papel absolutamente fulcral no futuro da humanidade, que atravessa um momento crítico. Voltaremos a ser o centro do mundo, mas agora a nível espiritual, científico e cultural. É esse o nosso desígnio, que cumpriremos se para tal tivermos visão, coragem e iniciativa.
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Edição: Out 2011
Nº Páginas: 320
Sinopse:
O Zahir conta a história de um escritor de sucesso com uma vida confortável e um casamento estável; um homem satisfeito. Até que, sem qualquer motivo ou explicação, Esther, a sua mulher, desaparece. Este acontecimento inexplicável leva-o a repensar toda a sua vida e tudo aquilo a que dava valor. Pouco a pouco, a sua necessidade de compreender o sucedido transforma-se numa obsessão. Uma obsessão que o leva a partir numa viagem para se reencontrar com Esther... e consigo próprio. O seu estilo fluido e cativante faz de "O Zahir", uma das obras mais reveladoras de Paulo Coelho, uma reflexão autêntica e ponderada acerca do amor, da liberdade e do destino.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
O Zahir conta a história de um escritor de sucesso com uma vida confortável e um casamento estável; um homem satisfeito. Até que, sem qualquer motivo ou explicação, Esther, a sua mulher, desaparece. Este acontecimento inexplicável leva-o a repensar toda a sua vida e tudo aquilo a que dava valor. Pouco a pouco, a sua necessidade de compreender o sucedido transforma-se numa obsessão. Uma obsessão que o leva a partir numa viagem para se reencontrar com Esther... e consigo próprio. O seu estilo fluido e cativante faz de "O Zahir", uma das obras mais reveladoras de Paulo Coelho, uma reflexão autêntica e ponderada acerca do amor, da liberdade e do destino.
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Edição: Set 2009
Nº Páginas: 28
Sinopse:
E se todos tivéssemos o dom de mudar de corpo ao longo da vida? E se voar fosse mesmo possível para todos os que sempre desejaram ter asas? Esta é a estória de um golfinho que queria ser passarinho…
Nº Páginas: 28
Sinopse:
E se todos tivéssemos o dom de mudar de corpo ao longo da vida? E se voar fosse mesmo possível para todos os que sempre desejaram ter asas? Esta é a estória de um golfinho que queria ser passarinho…
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Verão de 1940: Witold Pilecki, um polaco combatente da Resistência, aceitou a missão audaciosa de descobrir o destino de milhares de detidos num novo campo de concentração, de denunciar os crimes nazis e de criar uma rede de resistência para levar a cabo uma revolta. O nome do campo era Auschwitz. Nos dois anos e meio seguintes, Witold formou um exército clandestino que sabotou instalações, eliminou informadores e oficiais nazis e reuniu provas das terríveis atrocidades e assassínios em massa. Sacrificaria a sua vida para salvar a de milhares de outras pessoas? Ao constatar a horrível realidade de que o campo se estava a tornar o epicentro dos planos nazis de exterminar os judeus da Europa, percebeu que teria de arriscar os seus homens, a sua vida e a sua família para alertar o Ocidente. Mas fazer isso significava tentar o impossível: fugir de Auschwitz. Com imagens dramáticas de Auschwitz
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Verão de 1940: Witold Pilecki, um polaco combatente da Resistência, aceitou a missão audaciosa de descobrir o destino de milhares de detidos num novo campo de concentração, de denunciar os crimes nazis e de criar uma rede de resistência para levar a cabo uma revolta. O nome do campo era Auschwitz. Nos dois anos e meio seguintes, Witold formou um exército clandestino que sabotou instalações, eliminou informadores e oficiais nazis e reuniu provas das terríveis atrocidades e assassínios em massa. Sacrificaria a sua vida para salvar a de milhares de outras pessoas? Ao constatar a horrível realidade de que o campo se estava a tornar o epicentro dos planos nazis de exterminar os judeus da Europa, percebeu que teria de arriscar os seus homens, a sua vida e a sua família para alertar o Ocidente. Mas fazer isso significava tentar o impossível: fugir de Auschwitz. Com imagens dramáticas de Auschwitz
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Edição: Abr 2005
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Estas são histórias de pessoas com quem nos cruzamos anonimamente na rua ou das quais podemos ser vizinhos. Pessoas que, num gesto de cirúrgica confissão, falam dos pequenos grandes dramas do seu quotidiano - os segredos, as traições, as manias, os sentimentos comezinhos, os crimes. Em tom coloquial, com pudor ou sem qualquer embaraço, desvendam parte da sua intimidade, quase sempre buscando a cumplicidade do leitor. Uma trintena de narrativas breves que se lêem de um só fôlego e convidam a espreitar para dentro das pulsões mais básicas do ser humano - ou da inusitada realidade dos indivíduos comuns -, num registo por vezes grave, mas de indisfarçável humor e ironia.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Estas são histórias de pessoas com quem nos cruzamos anonimamente na rua ou das quais podemos ser vizinhos. Pessoas que, num gesto de cirúrgica confissão, falam dos pequenos grandes dramas do seu quotidiano - os segredos, as traições, as manias, os sentimentos comezinhos, os crimes. Em tom coloquial, com pudor ou sem qualquer embaraço, desvendam parte da sua intimidade, quase sempre buscando a cumplicidade do leitor. Uma trintena de narrativas breves que se lêem de um só fôlego e convidam a espreitar para dentro das pulsões mais básicas do ser humano - ou da inusitada realidade dos indivíduos comuns -, num registo por vezes grave, mas de indisfarçável humor e ironia.
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O Rúben, a Beatriz e a Lúcia ficam muito entusiasmados quando descobrem que um rapaz da sua idade acaba de se mudar para a casa do lado. Mas esse rapaz, o Quim, está ali para se esconder e proteger de raptores, por isso é suposto que ninguém o veja. Entre eles nasce então uma amizade secreta, à medida que todos elaboram um plano para ajudar o Quim a fugir…
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O Rúben, a Beatriz e a Lúcia ficam muito entusiasmados quando descobrem que um rapaz da sua idade acaba de se mudar para a casa do lado. Mas esse rapaz, o Quim, está ali para se esconder e proteger de raptores, por isso é suposto que ninguém o veja. Entre eles nasce então uma amizade secreta, à medida que todos elaboram um plano para ajudar o Quim a fugir…
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