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Edição: Jan 2026
Nº Páginas: 164
Sinopse:
Nova coleção 80 cartões de revisão Esta coleção consolida o estudo através de uma revisão rápida e fácil dos conteúdos de Português de 9.º ano. Com ela, o aluno pode estudar sozinho, com um colega ou em grupo. Inclui: - Questões na frente; - Respostas no verso; - Todos os conteúdos do 3.º Ciclo; - Acesso ao explicador online
Nº Páginas: 164
Sinopse:
Nova coleção 80 cartões de revisão Esta coleção consolida o estudo através de uma revisão rápida e fácil dos conteúdos de Português de 9.º ano. Com ela, o aluno pode estudar sozinho, com um colega ou em grupo. Inclui: - Questões na frente; - Respostas no verso; - Todos os conteúdos do 3.º Ciclo; - Acesso ao explicador online
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Edição: Jun 2009
Nº Páginas: 144
Sinopse:
A Cartilha Maternal é uma obra de natureza pedagógica, escrita pelo poeta e pedagogo João de Deus e publicada em 1876, que se destinava a servir de base a um método de ensino da leitura às crianças. A Cartilha Maternal é uma das obras mais vezes reimpressas em Portugal, tendo sido extensivamente usada nas escolas portuguesas por quase meio século, ainda mantendo alguns seguidores.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
A Cartilha Maternal é uma obra de natureza pedagógica, escrita pelo poeta e pedagogo João de Deus e publicada em 1876, que se destinava a servir de base a um método de ensino da leitura às crianças. A Cartilha Maternal é uma das obras mais vezes reimpressas em Portugal, tendo sido extensivamente usada nas escolas portuguesas por quase meio século, ainda mantendo alguns seguidores.
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 128
Sinopse:
A personalidade literária do Sr. Pantaleão, que se manifesta nos anos 1908-1910, encarna a fase de maturação cívica e política do jovem Fernando Pessoa, confrontado com a dura realidade portuguesa dos finais da Monarquia. Assume, assim, uma atitude crítica e satírica, porventura mais anti-monárquica do que republicana, em relação aos males da pátria e, sobretudo, aos seus mais directos responsáveis. Mas não deixa também de antecipar, em muitos escritos de carácter reflexivo, o pendor filosofante que viria a marcar exemplarmente a obra pessoana. O presente volume reúne, pela primeira vez, o conjunto dos textos atribuídos ou atribuíveis a este pouco conhecido "alter ego" de Fernando Pessoa — cartas, "visões", versos, aforismos e outros escritos — dos quais 39 são inéditos e 3, só agora, têm publicação integral.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
A personalidade literária do Sr. Pantaleão, que se manifesta nos anos 1908-1910, encarna a fase de maturação cívica e política do jovem Fernando Pessoa, confrontado com a dura realidade portuguesa dos finais da Monarquia. Assume, assim, uma atitude crítica e satírica, porventura mais anti-monárquica do que republicana, em relação aos males da pátria e, sobretudo, aos seus mais directos responsáveis. Mas não deixa também de antecipar, em muitos escritos de carácter reflexivo, o pendor filosofante que viria a marcar exemplarmente a obra pessoana. O presente volume reúne, pela primeira vez, o conjunto dos textos atribuídos ou atribuíveis a este pouco conhecido "alter ego" de Fernando Pessoa — cartas, "visões", versos, aforismos e outros escritos — dos quais 39 são inéditos e 3, só agora, têm publicação integral.
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Ficção, realidade? Na abertura deste livro, Pedro Eiras explica como descobriu, no antigo Hôtel de Nice, em Paris, as cartas que Fernando Pessoa enviou a Mário de Sá-Carneiro entre julho de 1915 e abril de 1916. Estas cartas reencontradas deixam entrever o quotidiano de Pessoa, os seus projectos, entusiasmos e dúvidas, cem anos depois de "Orpheu". Pedro Eiras nasceu em 1975. É Professor de Literatura Portuguesa na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Desde 2001, publicou diversas obras de ficção ("Bach, A Cura, Os Três Desejos de Octávio C."), teatro ("Bela Dona, Um Punhado de Terra, Uma Carta a Cassandra, Um Forte Cheiro a Maçã") e ensaio ("Platão no Rolls-Royce, Os Ícones de Andrei, Tentações, Esquecer Fausto"). Os seus livros têm sido publicados e as peças de teatro apresentadas em mais de dez países.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Ficção, realidade? Na abertura deste livro, Pedro Eiras explica como descobriu, no antigo Hôtel de Nice, em Paris, as cartas que Fernando Pessoa enviou a Mário de Sá-Carneiro entre julho de 1915 e abril de 1916. Estas cartas reencontradas deixam entrever o quotidiano de Pessoa, os seus projectos, entusiasmos e dúvidas, cem anos depois de "Orpheu". Pedro Eiras nasceu em 1975. É Professor de Literatura Portuguesa na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Desde 2001, publicou diversas obras de ficção ("Bach, A Cura, Os Três Desejos de Octávio C."), teatro ("Bela Dona, Um Punhado de Terra, Uma Carta a Cassandra, Um Forte Cheiro a Maçã") e ensaio ("Platão no Rolls-Royce, Os Ícones de Andrei, Tentações, Esquecer Fausto"). Os seus livros têm sido publicados e as peças de teatro apresentadas em mais de dez países.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 404
Sinopse:
Saul Bellow escreveu, ao longo de toda a sua longa vida, cartas maravilhosamente perspicazes, impiedosas, ternurentas, ferozes, hilariantes e sábias. Entre as melhores estão algumas das que mandou aos seus companheiros de escrita - William Faulkner, John Cheever, Ralph Ellison, Cynthia Ozick, Philip Roth, Martin Amis, entre outros. Esta é, na verdade, a autobiografia que Bellow nunca escreveu - que mostra as influências no trabalho de um homem e ilumina o seu duradouro legado: os romances e as histórias que lhe granjearam o Nobel e a admiração de leitores de todo o Mundo.
Nº Páginas: 404
Sinopse:
Saul Bellow escreveu, ao longo de toda a sua longa vida, cartas maravilhosamente perspicazes, impiedosas, ternurentas, ferozes, hilariantes e sábias. Entre as melhores estão algumas das que mandou aos seus companheiros de escrita - William Faulkner, John Cheever, Ralph Ellison, Cynthia Ozick, Philip Roth, Martin Amis, entre outros. Esta é, na verdade, a autobiografia que Bellow nunca escreveu - que mostra as influências no trabalho de um homem e ilumina o seu duradouro legado: os romances e as histórias que lhe granjearam o Nobel e a admiração de leitores de todo o Mundo.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Este livro reúne um conjunto de documentos do Arquivo Fundação Mário Soares escritos e/ou publicados entre 1970 e 1974 e que retraçam a atividade política do autor durante o exílio em França e a forma como esta atividade se articulava com a de diversas figuras da oposição ao regime, tanto em Portugal como noutros destinos de exílio. Inclui: - Correspondência entre o autor e Raúl Rêgo, Piteira Santos, Pinto Balsemão, Medeiros Ferreira, Tito de Morais, Vitorino Magalhães Godinho, Victor da Cunha Rego, António Macedo e Jorge Campinos - Artigos publicados no República e no Portugal Socialista, Revue Politique International, L’Unité, Combat Socialiste e Le Monde (França); The Nation (EUA), Express Español (Espanha) e Weltwoche (Suíça) - Entrevistas publicadas na Veja (Brasil), L’Espresso (Itália) e Combat (França) - Outros documentos de grande interesse histórico. Com prefácio do historiador David Castaño.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Este livro reúne um conjunto de documentos do Arquivo Fundação Mário Soares escritos e/ou publicados entre 1970 e 1974 e que retraçam a atividade política do autor durante o exílio em França e a forma como esta atividade se articulava com a de diversas figuras da oposição ao regime, tanto em Portugal como noutros destinos de exílio. Inclui: - Correspondência entre o autor e Raúl Rêgo, Piteira Santos, Pinto Balsemão, Medeiros Ferreira, Tito de Morais, Vitorino Magalhães Godinho, Victor da Cunha Rego, António Macedo e Jorge Campinos - Artigos publicados no República e no Portugal Socialista, Revue Politique International, L’Unité, Combat Socialiste e Le Monde (França); The Nation (EUA), Express Español (Espanha) e Weltwoche (Suíça) - Entrevistas publicadas na Veja (Brasil), L’Espresso (Itália) e Combat (França) - Outros documentos de grande interesse histórico. Com prefácio do historiador David Castaño.
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Edição: Set 2007
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Designar como "essencial" esta colectânea de obras pessoanas pode parecer, à primeira vista, um abuso, já que não se trata de um único volume, nem mesmo de três volumes, mas sim de sete. Acontece que a multifacetada obra de Pessoa — escrita sob mais de 70 nomes e em três línguas, abrangendo um apreciável número de géneros, estilos e temas — não tem uma essência una e linear. Ramifica-se ou, como diria o poeta de muitos rostos, pluraliza-se. Se, por "essencial ", queremos dizer "indispensável", então os três volumes consagrados à poesia correspondem a esse conceito. Eles contêm toda a grande poesia de Pessoa, quer ortónima (assinada por si próprio) quer heterónima (assinada por "outros eus"), em português e em inglês, bem como os melhores exemplos dos seus versos em francês. A palavra "essencial" assume um significado diferente quando aplicada aos quatro volumes que dedicamos à prosa. Nesta parte da obra pessoana, há certas áreas — ficção, teatro, crítica literária, textos filosóficos, escritos sobre o Neopaganismo e as tradições esotéricas, bem como outras — que são pouco visíveis na presente edição. Recorde-se que os mais de 25 000 papéis originais deixados por Pessoa correspondem, na sua maioria, a textos em prosa, muitos dos quais, pelos assuntos abordados e o seu carácter frequentemente lacunar e inacabado, têm reduzido interesse para o grande público a que esta edição se destina. Além disso, ainda será necessário um apurado trabalho de investigação e transcrição para que algumas vertentes da prosa pessoana possam ser publicadas com o devido rigor.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Designar como "essencial" esta colectânea de obras pessoanas pode parecer, à primeira vista, um abuso, já que não se trata de um único volume, nem mesmo de três volumes, mas sim de sete. Acontece que a multifacetada obra de Pessoa — escrita sob mais de 70 nomes e em três línguas, abrangendo um apreciável número de géneros, estilos e temas — não tem uma essência una e linear. Ramifica-se ou, como diria o poeta de muitos rostos, pluraliza-se. Se, por "essencial ", queremos dizer "indispensável", então os três volumes consagrados à poesia correspondem a esse conceito. Eles contêm toda a grande poesia de Pessoa, quer ortónima (assinada por si próprio) quer heterónima (assinada por "outros eus"), em português e em inglês, bem como os melhores exemplos dos seus versos em francês. A palavra "essencial" assume um significado diferente quando aplicada aos quatro volumes que dedicamos à prosa. Nesta parte da obra pessoana, há certas áreas — ficção, teatro, crítica literária, textos filosóficos, escritos sobre o Neopaganismo e as tradições esotéricas, bem como outras — que são pouco visíveis na presente edição. Recorde-se que os mais de 25 000 papéis originais deixados por Pessoa correspondem, na sua maioria, a textos em prosa, muitos dos quais, pelos assuntos abordados e o seu carácter frequentemente lacunar e inacabado, têm reduzido interesse para o grande público a que esta edição se destina. Além disso, ainda será necessário um apurado trabalho de investigação e transcrição para que algumas vertentes da prosa pessoana possam ser publicadas com o devido rigor.
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Edição: Jan 2013
Nº Páginas: 208
Sinopse:
No verão de 1757, o aventureiro Giacomo Casanova, que se evadira pouco antes da prisão dos Piombi, em Veneza, desembarca em Lisboa. O espetáculo das ruínas provocadas pelo terramoto ultrapassa tudo aquilo que ele podia imaginar. Durante seis semanas, Casanova faz os possíveis por entender os portugueses: como é possível que a vida dos habitantes da cidade se tenha acomodado a uma tal desorganização? Conhece o comerciante Ratton e o conde de S. Lourenço, o livreiro Reycend e o marquês de Alegrete, o poeta Correia Garção e a condessa de Pombeiro. E até se encontra com o misterioso marquês de X. Chega finalmente à fala com Sebastião José de Carvalho e Melo, ainda não Oeiras, ainda não Pombal, a quem tenta vender o projeto de uma lotaria real. Exaspera-se e diverte-se, seduz e perde ao jogo, e encontra tempo para escrever seis cartas a cinco personagens importantes da sua vida. ""Rien ne pourra faire que je ne me sois amusé"" é a divisa que o guia. Mesmo em Lisboa. Mesmo depois do Grande Terramoto.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
No verão de 1757, o aventureiro Giacomo Casanova, que se evadira pouco antes da prisão dos Piombi, em Veneza, desembarca em Lisboa. O espetáculo das ruínas provocadas pelo terramoto ultrapassa tudo aquilo que ele podia imaginar. Durante seis semanas, Casanova faz os possíveis por entender os portugueses: como é possível que a vida dos habitantes da cidade se tenha acomodado a uma tal desorganização? Conhece o comerciante Ratton e o conde de S. Lourenço, o livreiro Reycend e o marquês de Alegrete, o poeta Correia Garção e a condessa de Pombeiro. E até se encontra com o misterioso marquês de X. Chega finalmente à fala com Sebastião José de Carvalho e Melo, ainda não Oeiras, ainda não Pombal, a quem tenta vender o projeto de uma lotaria real. Exaspera-se e diverte-se, seduz e perde ao jogo, e encontra tempo para escrever seis cartas a cinco personagens importantes da sua vida. ""Rien ne pourra faire que je ne me sois amusé"" é a divisa que o guia. Mesmo em Lisboa. Mesmo depois do Grande Terramoto.
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Edição: Jun 2012
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Pela primeira vez, as cartas de amor de Fernando Pessoa e de Ofélia Queiroz são apresentadas em edição conjunta. Uma edição conjunta é a forma mais adequada para dar a ler uma correspondência, que pressupõe sempre um diálogo, uma interação, a existência concreta de dois interlocutores. Cada carta é, em si mesma, ou a resposta a outra carta ou pretexto para ela. Até quando o destinatário opta por não responder, de algum modo, o seu silêncio se inscreve na carta seguinte. Assim, uma relação amorosa, sustentada epistolarmente, como a de Pessoa e Ofélia, só é, na verdade, entendível quando os dois discursos se cruzam e mutuamente se refletem. Neste livro a ideia comum de que estaríamos perante um namoro platónico, sem réstia de erotismo, desfaz-se por inteiro. Vemos, enfim, surgir um Pessoa diferente do outro lado do espelho. Um Pessoa não só sujeito e manipulador da escrita, mas um Pessoa indefeso, objeto do discurso (e do afecto) de outrem, personagem de uma história real.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Pela primeira vez, as cartas de amor de Fernando Pessoa e de Ofélia Queiroz são apresentadas em edição conjunta. Uma edição conjunta é a forma mais adequada para dar a ler uma correspondência, que pressupõe sempre um diálogo, uma interação, a existência concreta de dois interlocutores. Cada carta é, em si mesma, ou a resposta a outra carta ou pretexto para ela. Até quando o destinatário opta por não responder, de algum modo, o seu silêncio se inscreve na carta seguinte. Assim, uma relação amorosa, sustentada epistolarmente, como a de Pessoa e Ofélia, só é, na verdade, entendível quando os dois discursos se cruzam e mutuamente se refletem. Neste livro a ideia comum de que estaríamos perante um namoro platónico, sem réstia de erotismo, desfaz-se por inteiro. Vemos, enfim, surgir um Pessoa diferente do outro lado do espelho. Um Pessoa não só sujeito e manipulador da escrita, mas um Pessoa indefeso, objeto do discurso (e do afecto) de outrem, personagem de uma história real.
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Edição: Nov 2021
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Durante treze anos, a guerra colonial enviou para África uma geração de rapazes sem qualquer preparação para o que iriam encontrar e onde tantas vezes tiveram de matar para não morrer. Na metrópole deixaram as vidas em suspenso, na esperança do regresso dois anos mais tarde. De camuflado vestido, embarcados em navios que partiam para Angola, Moçambique e Guiné enquanto os lenços brancos acenavam no cais, estes jovens deixaram para trás os afetos: mães e pais, namoradas e esposas, irmãos e irmãs ficavam em terra a lidar com as saudades e o medo de os perder. A troca de correspondência, através do Serviço Postal Militar, foi fundamental para os que partiam e para os que ficavam - e por isso dez toneladas de correio ligavam diariamente os militares às suas famílias. Entre 1961 e 1975 circularam milhões de aerogramas que levavam e traziam a saudade, o amor… e tantas notícias devastadoras para ambos os lados. Marta Martins Silva volta a dar voz aos ex-combatentes do Ultramar, revelando as cartas que trocavam com aqueles que lhes eram queridos e mostrando como, através dessa correspondência, podemos compreender melhor o país que fomos nos anos sessenta e setenta do século passado.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Durante treze anos, a guerra colonial enviou para África uma geração de rapazes sem qualquer preparação para o que iriam encontrar e onde tantas vezes tiveram de matar para não morrer. Na metrópole deixaram as vidas em suspenso, na esperança do regresso dois anos mais tarde. De camuflado vestido, embarcados em navios que partiam para Angola, Moçambique e Guiné enquanto os lenços brancos acenavam no cais, estes jovens deixaram para trás os afetos: mães e pais, namoradas e esposas, irmãos e irmãs ficavam em terra a lidar com as saudades e o medo de os perder. A troca de correspondência, através do Serviço Postal Militar, foi fundamental para os que partiam e para os que ficavam - e por isso dez toneladas de correio ligavam diariamente os militares às suas famílias. Entre 1961 e 1975 circularam milhões de aerogramas que levavam e traziam a saudade, o amor… e tantas notícias devastadoras para ambos os lados. Marta Martins Silva volta a dar voz aos ex-combatentes do Ultramar, revelando as cartas que trocavam com aqueles que lhes eram queridos e mostrando como, através dessa correspondência, podemos compreender melhor o país que fomos nos anos sessenta e setenta do século passado.
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Edição: Fev 2011
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Cartas de Pablo Neruda à sua mulher Matilde Urrutia, com quem viveu um amor intenso e prolongado. Perdurou desde 1949 até ao momento da morte do poeta, em Setembro de 1973. A correspondência inédita reunida neste volume reflecte alguns dos principais momentos deste amor: ciúmes, carícias e alegrias enchem estas cartas, notas, desenhos e postais que se estendem desde finais de 1950 até meados de 1973 e que mostram o lado mais íntimo do poeta. Uma relação fortíssima que produziu muitos poemas e muitos livros ("Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada", ou "Poemas de Amor", por ex.) À semelhança das suas outras obras, este é um livro por onde perpassa todo um universo de magia e paixão, que sempre caracterizaram a escrita do autor.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Cartas de Pablo Neruda à sua mulher Matilde Urrutia, com quem viveu um amor intenso e prolongado. Perdurou desde 1949 até ao momento da morte do poeta, em Setembro de 1973. A correspondência inédita reunida neste volume reflecte alguns dos principais momentos deste amor: ciúmes, carícias e alegrias enchem estas cartas, notas, desenhos e postais que se estendem desde finais de 1950 até meados de 1973 e que mostram o lado mais íntimo do poeta. Uma relação fortíssima que produziu muitos poemas e muitos livros ("Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada", ou "Poemas de Amor", por ex.) À semelhança das suas outras obras, este é um livro por onde perpassa todo um universo de magia e paixão, que sempre caracterizaram a escrita do autor.
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Edição: Jun 2022
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Num jantar a 15 de Dezembro de 1922, Virginia Woolf conheceu a escritora e aristocrata Vita Sackville-West, que lhe haveria de inspirar mais tarde a personagem de Orlando. Virginia Woolf parece não ter apreciado particularmente as opiniões de Vita, mas a impressão que esta lhe causou foi intensa. Foi o início de uma relação amorosa, de amizade e colaboração literária. A correspondência entre elas prolongou-se por quase vinte anos, até ao suicídio de Virginia Woolf em 1941. Através desta antologia, conhecemos a evolução dessa relação sentimental.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Num jantar a 15 de Dezembro de 1922, Virginia Woolf conheceu a escritora e aristocrata Vita Sackville-West, que lhe haveria de inspirar mais tarde a personagem de Orlando. Virginia Woolf parece não ter apreciado particularmente as opiniões de Vita, mas a impressão que esta lhe causou foi intensa. Foi o início de uma relação amorosa, de amizade e colaboração literária. A correspondência entre elas prolongou-se por quase vinte anos, até ao suicídio de Virginia Woolf em 1941. Através desta antologia, conhecemos a evolução dessa relação sentimental.
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Edição: Nov 2005
Nº Páginas: 576
Sinopse:
"As cartas deste livro foram escritas por um homem de 28 anos na privacidade da sua relação com a mulher, isolado de tudo e de todos durante dois anos de guerra colonial em Angola, sem pensar que algum dia viriam a ser lidas por mais alguém. Não vamos aqui descrever o que são essas cartas: cada pessoa irá lê-las de forma diferente, seguramente distinta da nossa. Mas qualquer que seja a abordagem, literária, biográfica, documento de guerra ou história de amor, sabemos que é extraordinária em todos esses aspectos (...) Este é o livro do amor dos nossos pais, de onde nascemos e do qual nos orgulhamos. Nascemos de duas pessoas invulgares em tudo, que em parte vos damos a conhecer nestas cartas. O resto é nosso." Maria José Lobo Antunes Joana Lobo Antunes Do Prefácio
Nº Páginas: 576
Sinopse:
"As cartas deste livro foram escritas por um homem de 28 anos na privacidade da sua relação com a mulher, isolado de tudo e de todos durante dois anos de guerra colonial em Angola, sem pensar que algum dia viriam a ser lidas por mais alguém. Não vamos aqui descrever o que são essas cartas: cada pessoa irá lê-las de forma diferente, seguramente distinta da nossa. Mas qualquer que seja a abordagem, literária, biográfica, documento de guerra ou história de amor, sabemos que é extraordinária em todos esses aspectos (...) Este é o livro do amor dos nossos pais, de onde nascemos e do qual nos orgulhamos. Nascemos de duas pessoas invulgares em tudo, que em parte vos damos a conhecer nestas cartas. O resto é nosso." Maria José Lobo Antunes Joana Lobo Antunes Do Prefácio
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Através destas cartas, Mario Vargas Llosa fala-nos com grande lucidez da arte de narrar, da vocação literária e do exercício dessa vocação. Nesse sentido, discorre sobre o poder de persuasão das histórias, o estilo, os vários tipos de narrador, o espaço e o tempo, os níveis de realidade, a estrutura do romance, a autenticidade e a eficácia da escrita e, claro, a coerência interna da narrativa, que emana da própria linguagem. Uma demonstração de sabedoria e experiência, ilustrada por inúmeros exemplos de escritores e romances, descritos com pinceladas breves e certeiras, e que acaba com um conselho definitivo: «Querido amigo: estou a tentar dizer-lhe que esqueça tudo o que leu nas minhas cartas sobre a forma romanesca e que se ponha a escrever romances de uma vez por todas."
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Através destas cartas, Mario Vargas Llosa fala-nos com grande lucidez da arte de narrar, da vocação literária e do exercício dessa vocação. Nesse sentido, discorre sobre o poder de persuasão das histórias, o estilo, os vários tipos de narrador, o espaço e o tempo, os níveis de realidade, a estrutura do romance, a autenticidade e a eficácia da escrita e, claro, a coerência interna da narrativa, que emana da própria linguagem. Uma demonstração de sabedoria e experiência, ilustrada por inúmeros exemplos de escritores e romances, descritos com pinceladas breves e certeiras, e que acaba com um conselho definitivo: «Querido amigo: estou a tentar dizer-lhe que esqueça tudo o que leu nas minhas cartas sobre a forma romanesca e que se ponha a escrever romances de uma vez por todas."
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Edição: Out 2011
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Nestas cartas procurei dividir com o leitor, especialmente os mais jovens, experiências que vivi em meus vinte e sete anos de política, lições que aprendi dentro e fora do governo e conhecimentos que fui adquirindo ao longo da vida." - Fernando Henrique Cardoso.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
"Nestas cartas procurei dividir com o leitor, especialmente os mais jovens, experiências que vivi em meus vinte e sete anos de política, lições que aprendi dentro e fora do governo e conhecimentos que fui adquirindo ao longo da vida." - Fernando Henrique Cardoso.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 400
Sinopse:
1943, nas ruínas de uma Londres arrasada pelo Blitz. Stella é casada. Dan é um soldado americano prestes a partir para a guerra. Quando um encontro acidental os junta, os dois apaixonam-se de forma inesperada. Mas o amor deles é tão intenso quanto impossível. Obrigados a uma separação dolorosa, Stella e Dan começam a trocar cartas todos os dias, sendo esta a única forma de se manterem juntos. Setenta anos depois. Dan ainda não desistiu de voltar a encontrar a sua amada. Apesar da idade, vai tentar uma última vez. A carta que envia, para a única morada que conhece, é recebida por Jess. Embora assoberbada com os seus problemas, ao ler a história comovente da carta, Jess ganha uma nova determinação. É impossível ignorar um amor tão bonito, que ardeu tão forte, e que a vida separou.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
1943, nas ruínas de uma Londres arrasada pelo Blitz. Stella é casada. Dan é um soldado americano prestes a partir para a guerra. Quando um encontro acidental os junta, os dois apaixonam-se de forma inesperada. Mas o amor deles é tão intenso quanto impossível. Obrigados a uma separação dolorosa, Stella e Dan começam a trocar cartas todos os dias, sendo esta a única forma de se manterem juntos. Setenta anos depois. Dan ainda não desistiu de voltar a encontrar a sua amada. Apesar da idade, vai tentar uma última vez. A carta que envia, para a única morada que conhece, é recebida por Jess. Embora assoberbada com os seus problemas, ao ler a história comovente da carta, Jess ganha uma nova determinação. É impossível ignorar um amor tão bonito, que ardeu tão forte, e que a vida separou.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Compiladas pela primeira vez em volume em 1945, as quatro cartas que aqui se apresentam foram escritas por Albert Camus durante a ocupação de França pelas forças nazis e publicadas na clandestinidade. Nelas encontra-se expressa a doutrina desenvolvida em A Peste ou O Homem Revoltado: de que o homem é um ser mortal, mas que não deve morrer sem resistência, sem lutar pela justiça. Cartas a Um Amigo Alemão é, nas palavras do próprio autor, um "documento da luta contra a violência" e, prestando testemunho de um dos momentos mais avassaladores da história recente da Europa, revela-se, acima de tudo, um texto de defesa do ideal europeu, cujos argumentos permanecem ainda hoje tão pertinentes.
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Compiladas pela primeira vez em volume em 1945, as quatro cartas que aqui se apresentam foram escritas por Albert Camus durante a ocupação de França pelas forças nazis e publicadas na clandestinidade. Nelas encontra-se expressa a doutrina desenvolvida em A Peste ou O Homem Revoltado: de que o homem é um ser mortal, mas que não deve morrer sem resistência, sem lutar pela justiça. Cartas a Um Amigo Alemão é, nas palavras do próprio autor, um "documento da luta contra a violência" e, prestando testemunho de um dos momentos mais avassaladores da história recente da Europa, revela-se, acima de tudo, um texto de defesa do ideal europeu, cujos argumentos permanecem ainda hoje tão pertinentes.
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Edição: Set 2010
Nº Páginas: 108
Sinopse:
Cartas a Sandra, a simbiose entre o privado e o filosófico Cartas a Sandra é uma obra póstuma de Vergílio Ferreira, que morreu dias antes da sua publicação. Consiste numa longa carta de amor composta por 10 missivas de Paulo para Sandra.
Nº Páginas: 108
Sinopse:
Cartas a Sandra, a simbiose entre o privado e o filosófico Cartas a Sandra é uma obra póstuma de Vergílio Ferreira, que morreu dias antes da sua publicação. Consiste numa longa carta de amor composta por 10 missivas de Paulo para Sandra.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 136
Sinopse:
James Joyce encontrou Nora Barnacle em 1904 em Dublin quando ela era ainda uma jovem de cabelos ruivos e ondulados e andar altivo. Joyce era então um jovem tímido que passeava as suas ambições literárias em longos passeios solitários pela cidade. Estas cartas de Joyce tornaram-se famosas há duas décadas pela crua descrição das suas fantasias sexuais, mas são muito mais do que isso. Nora desempenhou um papel essencial na vida de Joyce e na criação das personagens femininas. O próprio Joyce reconhece numa das cartas que o corpo "musical e estranho e perfumado" de Gretta Conroy em "Os Mortos" é inspirado em Nora, que reaparece na Bertha de Exílios, na Molly Bloom de Ulisses, e até na Anna Livia de Finnegans Wake. As cartas a Nora concentram-se em dois grandes períodos. O primeiro é em 1904, ano do seu encontro. É a emocionante crónica do surgimento de uma paixão amorosa, ao mesmo tempo romântica e erótica, atravessada pelas dúvidas e os ciúmes de Joyce. Outro período tem começo em Julho de 1909, quando Joyce está em Dublin com o filho e Nora permanece em Trieste, onde o casal se havia fixado. Esta separação e a provável intriga de um amigo do escritor vão provocar uma profunda crise em Joyce, cujos ciúmes se intensificam. É neste período que as cartas oscilam entre o céu e o inferno, o ciúme e a entrega, o romântico e o obsceno.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
James Joyce encontrou Nora Barnacle em 1904 em Dublin quando ela era ainda uma jovem de cabelos ruivos e ondulados e andar altivo. Joyce era então um jovem tímido que passeava as suas ambições literárias em longos passeios solitários pela cidade. Estas cartas de Joyce tornaram-se famosas há duas décadas pela crua descrição das suas fantasias sexuais, mas são muito mais do que isso. Nora desempenhou um papel essencial na vida de Joyce e na criação das personagens femininas. O próprio Joyce reconhece numa das cartas que o corpo "musical e estranho e perfumado" de Gretta Conroy em "Os Mortos" é inspirado em Nora, que reaparece na Bertha de Exílios, na Molly Bloom de Ulisses, e até na Anna Livia de Finnegans Wake. As cartas a Nora concentram-se em dois grandes períodos. O primeiro é em 1904, ano do seu encontro. É a emocionante crónica do surgimento de uma paixão amorosa, ao mesmo tempo romântica e erótica, atravessada pelas dúvidas e os ciúmes de Joyce. Outro período tem começo em Julho de 1909, quando Joyce está em Dublin com o filho e Nora permanece em Trieste, onde o casal se havia fixado. Esta separação e a provável intriga de um amigo do escritor vão provocar uma profunda crise em Joyce, cujos ciúmes se intensificam. É neste período que as cartas oscilam entre o céu e o inferno, o ciúme e a entrega, o romântico e o obsceno.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 272
Sinopse:
""A ti, por sua causa e tua, uma pessoa pode dizer a verdade como a mais ninguém, mais até, pode saber a sua verdade directamente de ti." Talvez como mais nenhum outro, este passo da carta escrita por Franz Kafka em 25 de Setembro de 1920 a Milena Pollak dá testemunho não apenas da intensidade da relação entre ambos — provavelmente, a relação amorosa mais profunda da vida de Kafka —, mas também do extremo de exposição pessoal a que o autor d’O Processo estava disposto no âmbito dessa relação. "Poucos dias antes, a 22 de Setembro, esse extremo expressara-se numa imagem de inultrapassável violência — "o amor é seres para mim a faca com que remexo as minhas entranhas" —, mostrando com clareza como, analogamente à escrita literária e aos textos diarísticos, as cartas constituem para Kafka um meio de exploração o mais intensa possível dos seus próprios e de todos os limites." Do Prefácio Esta é a primeira edição integral das "Cartas a Milena" de Kafka
Nº Páginas: 272
Sinopse:
""A ti, por sua causa e tua, uma pessoa pode dizer a verdade como a mais ninguém, mais até, pode saber a sua verdade directamente de ti." Talvez como mais nenhum outro, este passo da carta escrita por Franz Kafka em 25 de Setembro de 1920 a Milena Pollak dá testemunho não apenas da intensidade da relação entre ambos — provavelmente, a relação amorosa mais profunda da vida de Kafka —, mas também do extremo de exposição pessoal a que o autor d’O Processo estava disposto no âmbito dessa relação. "Poucos dias antes, a 22 de Setembro, esse extremo expressara-se numa imagem de inultrapassável violência — "o amor é seres para mim a faca com que remexo as minhas entranhas" —, mostrando com clareza como, analogamente à escrita literária e aos textos diarísticos, as cartas constituem para Kafka um meio de exploração o mais intensa possível dos seus próprios e de todos os limites." Do Prefácio Esta é a primeira edição integral das "Cartas a Milena" de Kafka
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Edição: Dez 2003
Nº Páginas: 126
Sinopse:
"As sugestões que Virginia Woolf e Rilke fazem aos jovens poetas vão em sentidos opostos - e daí o interesse maior da sua publicação conjunta. Rilke e Woolf coincidem apenas no conselho que dão aos seus correspondentes para que não tenham pressa em publicar (...). É provável que as suas diferentes abordagens da criação poética tenham a ver com a diversidade da poesia alemã e inglesa no início do século XX e o facto de Rilke ser sobretudo um poeta e Woolf uma romancista. Mas isso foi certamente acentuado pela sensibilidade de cada um e por as disposições dos jovens poetas a que escrevem, John e Kappus, serem também elas distintas - o primeiro voltado para a expressão das suas emoções mais íntimas e Kappus para o exterior." (Do Prefácio)
Nº Páginas: 126
Sinopse:
"As sugestões que Virginia Woolf e Rilke fazem aos jovens poetas vão em sentidos opostos - e daí o interesse maior da sua publicação conjunta. Rilke e Woolf coincidem apenas no conselho que dão aos seus correspondentes para que não tenham pressa em publicar (...). É provável que as suas diferentes abordagens da criação poética tenham a ver com a diversidade da poesia alemã e inglesa no início do século XX e o facto de Rilke ser sobretudo um poeta e Woolf uma romancista. Mas isso foi certamente acentuado pela sensibilidade de cada um e por as disposições dos jovens poetas a que escrevem, John e Kappus, serem também elas distintas - o primeiro voltado para a expressão das suas emoções mais íntimas e Kappus para o exterior." (Do Prefácio)
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 408
Sinopse:
As cartas do amor proibido de Arendt e Heidegger. Que estranha afinidade electiva poderá ter juntado a estudante judia e o filósofo filiado no partido nazi? Toda a correspondência entre Hannah Arendt e Martin Heidegger reunida num único volume. Este é o diálogo entre duas das mais importantes vozes filosóficas do século XX. Arendt conheceu Heidegger na Universidade de Marburgo. Ela era estudante, ele era professor. Ela tinha 19 anos. O professor tinha 36 e era casado. Tiveram uma relação amorosa, central na vida de ambos. Heidegger afirmou que o romance deles foi o "mais excitante, mais orientado e mais rico" período da sua vida e que essa criatividade foi fecundadora do Ser e Tempo - a mais importante e seminal das suas obras. Como é que se pode compreender que Hannah Arendt e Martin Heidegger - a judia alemã que denunciou o totalitarismo e o filósofo seduzido pelo nazismo - tenham sido amantes antes da Guerra e tenham voltado a ser amigos depois do Holocausto?
Nº Páginas: 408
Sinopse:
As cartas do amor proibido de Arendt e Heidegger. Que estranha afinidade electiva poderá ter juntado a estudante judia e o filósofo filiado no partido nazi? Toda a correspondência entre Hannah Arendt e Martin Heidegger reunida num único volume. Este é o diálogo entre duas das mais importantes vozes filosóficas do século XX. Arendt conheceu Heidegger na Universidade de Marburgo. Ela era estudante, ele era professor. Ela tinha 19 anos. O professor tinha 36 e era casado. Tiveram uma relação amorosa, central na vida de ambos. Heidegger afirmou que o romance deles foi o "mais excitante, mais orientado e mais rico" período da sua vida e que essa criatividade foi fecundadora do Ser e Tempo - a mais importante e seminal das suas obras. Como é que se pode compreender que Hannah Arendt e Martin Heidegger - a judia alemã que denunciou o totalitarismo e o filósofo seduzido pelo nazismo - tenham sido amantes antes da Guerra e tenham voltado a ser amigos depois do Holocausto?
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Edição: Jun 2008
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"As duas principais correntes filosóficas helenísticas, o epicurismo e o estoicismo, surgiram quase em simultâneo, tendo os seus fundadores, Epicuro e Zenão de Cício, formado em Atenas escolas rivais."
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"As duas principais correntes filosóficas helenísticas, o epicurismo e o estoicismo, surgiram quase em simultâneo, tendo os seus fundadores, Epicuro e Zenão de Cício, formado em Atenas escolas rivais."
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Edição: Jan 2021
Nº Páginas: 80
Sinopse:
"A carta de Caminha é algo inteiramente novo e, repitase, um documento único na história da humanidade. Estou consciente de que me restrinjo à «humanidade europeia» (e especificamente ocidental), mas na minha vasta ignorância não tenho notícia de nada que se lhe assemelhe. Nem Marco Polo revela tal candura perante o inesperado, o maravilhoso descoberto, mesmo se planeado (e a isso já iremos mais adiante). A narrativa de Pêro Vaz de Caminha confesso que prefiro não entrar em pormenores sobre ela para que o leitor a descubra virgem, e a aprecie por si próprio, pois ela dispensa glosas basta lê-la atentamente para nos darmos conta da abertura de horizontes dos recém-chegados a um universo novo, inteiramente inesperado. Vemo-los fascinados perante a natureza e a beleza de um povo que os deslumbra. Tudo surge descrito numa linguagem gostosa, ditada por um olhar eivado de quase ingénua inocência." Onésimo Teotónio Almeida
Nº Páginas: 80
Sinopse:
"A carta de Caminha é algo inteiramente novo e, repitase, um documento único na história da humanidade. Estou consciente de que me restrinjo à «humanidade europeia» (e especificamente ocidental), mas na minha vasta ignorância não tenho notícia de nada que se lhe assemelhe. Nem Marco Polo revela tal candura perante o inesperado, o maravilhoso descoberto, mesmo se planeado (e a isso já iremos mais adiante). A narrativa de Pêro Vaz de Caminha confesso que prefiro não entrar em pormenores sobre ela para que o leitor a descubra virgem, e a aprecie por si próprio, pois ela dispensa glosas basta lê-la atentamente para nos darmos conta da abertura de horizontes dos recém-chegados a um universo novo, inteiramente inesperado. Vemo-los fascinados perante a natureza e a beleza de um povo que os deslumbra. Tudo surge descrito numa linguagem gostosa, ditada por um olhar eivado de quase ingénua inocência." Onésimo Teotónio Almeida
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Edição: Dez 2004
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"Claro que não quero dizer que aquilo que sou se deve apenas à tua influência. Seria um grande exagero (e eu até tenho tendência para estes exageros). É bem possível que, mesmo se tivesse crescido completamente fora da tua influência, não conseguisse vir a ser um indivíduo a teu contento. Ter-me-ia tornado, talvez, um indivíduo mais fraco, mais ansioso, mais indeciso, mais inquieto, nem um Robert Kafka, nem um Karl Hermann, mas um ser completamente diferente daquilo que sou, e teríamos conseguido darmo-nos às mil maravilhas. Ter-me-ia sentido feliz por te ter como amigo, chefe, tio, avô, e até mesmo (se bem que com alguma reserva) como sogro. Só que como pai foste forte de mais para mim, sobretudo atendendo a que os meus irmãos morreram de tenra idade, e que só muito mais tarde viriam as minhas irmãs, pelo que tive de aguentar o primeiro embate completamente sozinho, sendo eu fraco de mais para isso."
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"Claro que não quero dizer que aquilo que sou se deve apenas à tua influência. Seria um grande exagero (e eu até tenho tendência para estes exageros). É bem possível que, mesmo se tivesse crescido completamente fora da tua influência, não conseguisse vir a ser um indivíduo a teu contento. Ter-me-ia tornado, talvez, um indivíduo mais fraco, mais ansioso, mais indeciso, mais inquieto, nem um Robert Kafka, nem um Karl Hermann, mas um ser completamente diferente daquilo que sou, e teríamos conseguido darmo-nos às mil maravilhas. Ter-me-ia sentido feliz por te ter como amigo, chefe, tio, avô, e até mesmo (se bem que com alguma reserva) como sogro. Só que como pai foste forte de mais para mim, sobretudo atendendo a que os meus irmãos morreram de tenra idade, e que só muito mais tarde viriam as minhas irmãs, pelo que tive de aguentar o primeiro embate completamente sozinho, sendo eu fraco de mais para isso."
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Edição: Set 2010
Nº Páginas: 102
Sinopse:
Carta ao Futuro é exactamente aquilo que o titulo indica - é uma longa carta, escrita por Vergílio Ferreira, destinada a ser lida daqui a alguns séculos ou milénios, cujo propósito é, identificando todas as questões existenciais existentes agora e desde sempre, perguntar ao futuro se lá essas ainda existem ou se já foram resolvidas.
Nº Páginas: 102
Sinopse:
Carta ao Futuro é exactamente aquilo que o titulo indica - é uma longa carta, escrita por Vergílio Ferreira, destinada a ser lida daqui a alguns séculos ou milénios, cujo propósito é, identificando todas as questões existenciais existentes agora e desde sempre, perguntar ao futuro se lá essas ainda existem ou se já foram resolvidas.
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Edição: Ago 2022
Nº Páginas: 56
Sinopse:
Numa carta ao seu misterioso amigo Cavaleiro de Nada, o pequeno Fernando Pessoa conta a fantástica aventura que viveu a bordo de um barco chamado Castelo, a caminho da África do Sul. Aí, perseguiu um gato ladrão, desvendou enigmas e conheceu três novos amigos, todos especiais e diferentes - o Alberto, o Álvaro e o Ricardo.
Nº Páginas: 56
Sinopse:
Numa carta ao seu misterioso amigo Cavaleiro de Nada, o pequeno Fernando Pessoa conta a fantástica aventura que viveu a bordo de um barco chamado Castelo, a caminho da África do Sul. Aí, perseguiu um gato ladrão, desvendou enigmas e conheceu três novos amigos, todos especiais e diferentes - o Alberto, o Álvaro e o Ricardo.
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 64
Sinopse:
"Quando, em dezembro de 1940, atravessei Portugal de passagem para os Estados Unidos, Lisboa surgiu-me como uma espécie de paraíso luminoso e triste. Falava-se então muito de uma invasão iminente, e Portugal apegava-se à ilusão da sua felicidade. Lisboa, que organizara a mais encantadora exposição que já se vira no mundo, sorria com um sorriso um tanto pálido, semelhante ao daquelas mães que, não tendo notícias de um filho que está na guerra, se esforçam por o salvar através da sua confiança: "O meu filho está vivo, porque eu estou a sorrir…", "Vejam como estou feliz, tranquila e bem iluminada…", assim dizia Lisboa. O continente inteiro pesava sobre Portugal como uma montanha selvagem cheia de tribos predatórias; Lisboa em festa desafiava a Europa: "Como poderão tomar-me por alvo quando tenho tanto cuidado em não me esconder! Quando eu sou tão vulnerável!…""
Nº Páginas: 64
Sinopse:
"Quando, em dezembro de 1940, atravessei Portugal de passagem para os Estados Unidos, Lisboa surgiu-me como uma espécie de paraíso luminoso e triste. Falava-se então muito de uma invasão iminente, e Portugal apegava-se à ilusão da sua felicidade. Lisboa, que organizara a mais encantadora exposição que já se vira no mundo, sorria com um sorriso um tanto pálido, semelhante ao daquelas mães que, não tendo notícias de um filho que está na guerra, se esforçam por o salvar através da sua confiança: "O meu filho está vivo, porque eu estou a sorrir…", "Vejam como estou feliz, tranquila e bem iluminada…", assim dizia Lisboa. O continente inteiro pesava sobre Portugal como uma montanha selvagem cheia de tribos predatórias; Lisboa em festa desafiava a Europa: "Como poderão tomar-me por alvo quando tenho tanto cuidado em não me esconder! Quando eu sou tão vulnerável!…""
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Edição: Out 2014
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Na Carta a um Bom Português, o autor apresenta-nos um manual para fazer a Revolução de Cidadania que falta no País de modo a que se possa criar uma Economia mais produtiva e uma Sociedade mais equilibrada; uma Revolução de Cidadania para ajudar os governantes a resolver os bloqueios gravíssimos que nos prejudicam; para obrigar os políticos a fazerem o que têm de fazer: reduzir a influência dos lóbis que nos esmagam a todos, cidadãos e empresas. Uma Revolução que à partida não é destinada a derrubar Governos, mas sim a fixar-lhes um objectivo prioritário - Obrigá-los a reconstruir Portugal. E se não forem capazes, então sim, forçar os políticos incapazes a abandonar o Poder.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Na Carta a um Bom Português, o autor apresenta-nos um manual para fazer a Revolução de Cidadania que falta no País de modo a que se possa criar uma Economia mais produtiva e uma Sociedade mais equilibrada; uma Revolução de Cidadania para ajudar os governantes a resolver os bloqueios gravíssimos que nos prejudicam; para obrigar os políticos a fazerem o que têm de fazer: reduzir a influência dos lóbis que nos esmagam a todos, cidadãos e empresas. Uma Revolução que à partida não é destinada a derrubar Governos, mas sim a fixar-lhes um objectivo prioritário - Obrigá-los a reconstruir Portugal. E se não forem capazes, então sim, forçar os políticos incapazes a abandonar o Poder.
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 244
Sinopse:
Em Julho de 1945, depois de sobreviver ao campo de concentração de Bergen-Belsen, Miklós, um jovem húngaro de vinte e cinco anos, é enviado para um campo de refugiados na Suécia. Pele e osso, desdentado, doente, o médico dá-lhe poucos meses de vida. Mas morrer depois de sobreviver a uma guerra não está nos planos de Miklós. Ele não se sente sozinho. Sabe que há 117 mulheres da sua terra a viver em campos de refugiados na Suécia. Ignorando a sentença de morte da febre que o atormenta todas as manhãs, envia uma carta a cada uma delas. Alguma haverá de sucumbir à sua veia poética e sedutora caligrafia. A centena de quilómetros, Lili responde. Assim começa uma história de amor redentora e inesquecível entre dois sobreviventes que eram também sonhadores. Baseada na história real dos pais do autor e narrada a partir das cartas trocadas entre os dois, o romance de Péter Gárdos relembra-nos que o amor é uma força de vida, capaz de vencer a própria morte.
Nº Páginas: 244
Sinopse:
Em Julho de 1945, depois de sobreviver ao campo de concentração de Bergen-Belsen, Miklós, um jovem húngaro de vinte e cinco anos, é enviado para um campo de refugiados na Suécia. Pele e osso, desdentado, doente, o médico dá-lhe poucos meses de vida. Mas morrer depois de sobreviver a uma guerra não está nos planos de Miklós. Ele não se sente sozinho. Sabe que há 117 mulheres da sua terra a viver em campos de refugiados na Suécia. Ignorando a sentença de morte da febre que o atormenta todas as manhãs, envia uma carta a cada uma delas. Alguma haverá de sucumbir à sua veia poética e sedutora caligrafia. A centena de quilómetros, Lili responde. Assim começa uma história de amor redentora e inesquecível entre dois sobreviventes que eram também sonhadores. Baseada na história real dos pais do autor e narrada a partir das cartas trocadas entre os dois, o romance de Péter Gárdos relembra-nos que o amor é uma força de vida, capaz de vencer a própria morte.
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