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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 132
Sinopse:
Talvez um tom, os livros com tons (cores, agressividades, velocidades) e não géneros literários. Um tom, este: como flui o mal, a excitação, a passividade, a violência, pelos muitos solos da terra? Passado num período de pós-guerra, num movimento de ressaca colectiva. É um livro onde o meio aí está, logo no início, e aí fica até ao final. Três homens e uma mulher apanhados num ponto das suas violentas vidas (quase) felizes. A felicidade tem muitas variantes e algumas nada benignas. Kahnnak, Albert Mulder, Maria Llurbai, Vassliss Rânia, três homens e uma mulher. Um livro duro e triste.
Nº Páginas: 132
Sinopse:
Talvez um tom, os livros com tons (cores, agressividades, velocidades) e não géneros literários. Um tom, este: como flui o mal, a excitação, a passividade, a violência, pelos muitos solos da terra? Passado num período de pós-guerra, num movimento de ressaca colectiva. É um livro onde o meio aí está, logo no início, e aí fica até ao final. Três homens e uma mulher apanhados num ponto das suas violentas vidas (quase) felizes. A felicidade tem muitas variantes e algumas nada benignas. Kahnnak, Albert Mulder, Maria Llurbai, Vassliss Rânia, três homens e uma mulher. Um livro duro e triste.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Quando os espetaculares avanços tecnológicos dos nossos dias nos facilitaram o acesso ao conhecimento como nunca antes, quando vivemos mais e melhor, quando o "terceiro mundo" se desenvolve... Quando, pela primeira vez, se poderia conduzir a humanidade a uma era de liberdade e progresso, o mundo parece seguir na direção oposta, rumo à destruição de tudo o que foi alcançado. Como chegámos aqui? Há alguns anos, Amin Maalouf disse que as nossas civilizações estão esgotadas e forneceu os motivos: desconfiança em relação ao "Outro", xenofobia, intolerância política e religiosa, populismo, individualismo e a insularidade do nacionalismo, racismo... Hoje em dia fala diretamente de "naufrágio iminente". Não há desejo de um passado melhor nas suas palavras, ele está apenas preocupado com o futuro desta "era desconcertante", o futuro das novas gerações, que possa desaparecer o que deu sentido à aventura humana. Tão-pouco se deixa levar pelo pessimismo ou prega o desânimo, apenas faz um apelo lúcido à responsabilidade coletiva, deixando a porta da esperança entreaberta para o mundo se reorientar, pois como escreveu: "Melhor enganar-se na esperança do que acertar no desespero". A América, embora ainda seja a única superpotência, está a perder toda a credibilidade moral. A Europa, que ofereceu ao seu povo e ao resto da humanidade o projeto mais ambicioso e mais reconfortante do nosso tempo, está a fragmentar-se. O mundo árabe-muçulmano atravessa uma profunda crise que mergulha o seu povo no desespero e tem repercussões calamitosas em todo o mundo. Grandes nações "emergentes" ou "renascentes", como a China, a Índia ou a Rússia estão a surgir no cenário mundial num ambiente deletério, onde reina o cada um por si e a lei do mais forte. Uma nova corrida ao armamento parece inevitável. Sem mencionar as sérias ameaças (clima, meio ambiente, saúde) que estão a pesar no planeta e que só poderíamos enfrentar com uma solidariedade global que precisamente nos falta. Há mais de meio século que o autor observa o mundo e o percorre. Estava em Saigão no final da Guerra do Vietname, em Teerão durante o advento da República Islâmica. Neste livro poderoso e abrangente, faz de espectador engajado e pensador, misturando histórias e reflexões, às vezes contando grandes eventos de que foi uma das poucas testemunhas oculares, e depois elevando-se ao papel de historiador acima da sua própria experiência para nos explicar por que sucessivos desvios a humanidade passou para se encontrar assim no limiar do naufrágio.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Quando os espetaculares avanços tecnológicos dos nossos dias nos facilitaram o acesso ao conhecimento como nunca antes, quando vivemos mais e melhor, quando o "terceiro mundo" se desenvolve... Quando, pela primeira vez, se poderia conduzir a humanidade a uma era de liberdade e progresso, o mundo parece seguir na direção oposta, rumo à destruição de tudo o que foi alcançado. Como chegámos aqui? Há alguns anos, Amin Maalouf disse que as nossas civilizações estão esgotadas e forneceu os motivos: desconfiança em relação ao "Outro", xenofobia, intolerância política e religiosa, populismo, individualismo e a insularidade do nacionalismo, racismo... Hoje em dia fala diretamente de "naufrágio iminente". Não há desejo de um passado melhor nas suas palavras, ele está apenas preocupado com o futuro desta "era desconcertante", o futuro das novas gerações, que possa desaparecer o que deu sentido à aventura humana. Tão-pouco se deixa levar pelo pessimismo ou prega o desânimo, apenas faz um apelo lúcido à responsabilidade coletiva, deixando a porta da esperança entreaberta para o mundo se reorientar, pois como escreveu: "Melhor enganar-se na esperança do que acertar no desespero". A América, embora ainda seja a única superpotência, está a perder toda a credibilidade moral. A Europa, que ofereceu ao seu povo e ao resto da humanidade o projeto mais ambicioso e mais reconfortante do nosso tempo, está a fragmentar-se. O mundo árabe-muçulmano atravessa uma profunda crise que mergulha o seu povo no desespero e tem repercussões calamitosas em todo o mundo. Grandes nações "emergentes" ou "renascentes", como a China, a Índia ou a Rússia estão a surgir no cenário mundial num ambiente deletério, onde reina o cada um por si e a lei do mais forte. Uma nova corrida ao armamento parece inevitável. Sem mencionar as sérias ameaças (clima, meio ambiente, saúde) que estão a pesar no planeta e que só poderíamos enfrentar com uma solidariedade global que precisamente nos falta. Há mais de meio século que o autor observa o mundo e o percorre. Estava em Saigão no final da Guerra do Vietname, em Teerão durante o advento da República Islâmica. Neste livro poderoso e abrangente, faz de espectador engajado e pensador, misturando histórias e reflexões, às vezes contando grandes eventos de que foi uma das poucas testemunhas oculares, e depois elevando-se ao papel de historiador acima da sua própria experiência para nos explicar por que sucessivos desvios a humanidade passou para se encontrar assim no limiar do naufrágio.
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Edição: Set 2010
Nº Páginas: 440
Sinopse:
Um romance histórico psicológico em dois volumes do escritor francês Stendhal, publicado em 1830. É frequentemente citado como o primeiro romance realista. Definido no período entre o final de setembro de 1826 até o final de julho de 1831, trata das tentativas de um jovem de subir na vida, apesar do seu nascimento plebeu, através de uma combinação de talento, trabalho duro, engano e hipocrisia, apenas para se encontrar traído pelas suas próprias paixões.
Nº Páginas: 440
Sinopse:
Um romance histórico psicológico em dois volumes do escritor francês Stendhal, publicado em 1830. É frequentemente citado como o primeiro romance realista. Definido no período entre o final de setembro de 1826 até o final de julho de 1831, trata das tentativas de um jovem de subir na vida, apesar do seu nascimento plebeu, através de uma combinação de talento, trabalho duro, engano e hipocrisia, apenas para se encontrar traído pelas suas próprias paixões.
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Edição: Jul 2022
Nº Páginas: 382
Sinopse: O ano é 1962, e o Tenente-Coronel do KGB Alexander Vasin persegue um elefante branco: a presença há muito suspeitada de um espião americano incrustado nas mais altas hierarquias do poder soviético. Nessa caça aos gambozinos, Vasin vê-se envolvido em espionagem de alto risco contra uma agência estatal rival. Com a crise dos mísseis em Cuba como pano de fundo, algures ao largo da Flórida, um submarino soviético aguarda o sinal para desencadear a primeira guerra nuclear da história.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Em março de 1926, verificou-se em Lisboa o assassínio da atriz Maria Alves, estrangulada num táxi com o número 9297 e lançada para a valeta. Investigando por conta própria e baseando-se em anteriores crimes semelhantes, o jornalista Reinaldo Ferreira, conhecido como Repórter X, sugere, nos jornais, que o culpado é o ex-empresário da vítima, Augusto Gomes. Posteriores investigações policiais confirmam a hipótese. No ano seguinte, Reinaldo Ferreira aluga os estúdios Invicta Film, no Porto, para realizar o filme "O Táxi N.º 9297", que tem como ponto de partida a morte de Maria Alves e vai obter os elogios da crítica e a adesão do público. Entre os atores, está a já então famosa Maria Emília Castelo Branco no papel de Raquel de Monteverde. Aproveitando o êxito do filme, Reinaldo Ferreira adaptou o enredo ao teatro, escrevendo a peça que agora se reedita como novela policial. Trata-se de um dos primeiros "policiais" escritos por um autor português, onde um enigma surge envolto num enredo de estranhas personagens e uma conspiração internacional que tem Lisboa como cenário.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Em março de 1926, verificou-se em Lisboa o assassínio da atriz Maria Alves, estrangulada num táxi com o número 9297 e lançada para a valeta. Investigando por conta própria e baseando-se em anteriores crimes semelhantes, o jornalista Reinaldo Ferreira, conhecido como Repórter X, sugere, nos jornais, que o culpado é o ex-empresário da vítima, Augusto Gomes. Posteriores investigações policiais confirmam a hipótese. No ano seguinte, Reinaldo Ferreira aluga os estúdios Invicta Film, no Porto, para realizar o filme "O Táxi N.º 9297", que tem como ponto de partida a morte de Maria Alves e vai obter os elogios da crítica e a adesão do público. Entre os atores, está a já então famosa Maria Emília Castelo Branco no papel de Raquel de Monteverde. Aproveitando o êxito do filme, Reinaldo Ferreira adaptou o enredo ao teatro, escrevendo a peça que agora se reedita como novela policial. Trata-se de um dos primeiros "policiais" escritos por um autor português, onde um enigma surge envolto num enredo de estranhas personagens e uma conspiração internacional que tem Lisboa como cenário.
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Edição: Jan 2018
Nº Páginas: 192
Sinopse:
O Santinho é um marco na obra de Simenon. O livro é um ponto de viragem para o autor, pois é a primeira vez que retrata a vida como algo que se desenvolve serenamente sem ameaças de desintegração. O pequeno Louis é o filho ilegítimo de uma vendedora ambulante de fruta e legumes que deambula pela Rue Mouffetard, num dos bairros mais sinistros de Paris. É pequeno e delicado, uma exceção num mundo rude e violento. A mãe, a quem Louis é particularmente ligado, apesar de promíscua, é calorosa e enérgica. Simenon dá-nos a sensação do isolamento da criança de modo discreto. Recriando de forma meticulosa todas as mudanças na vida, moda e conforto que se viviam em Paris antes da Primeira Guerra Mundial, este romance é um elogio aos tempos de Lautrec, Picasso, Braque e Matisse.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
O Santinho é um marco na obra de Simenon. O livro é um ponto de viragem para o autor, pois é a primeira vez que retrata a vida como algo que se desenvolve serenamente sem ameaças de desintegração. O pequeno Louis é o filho ilegítimo de uma vendedora ambulante de fruta e legumes que deambula pela Rue Mouffetard, num dos bairros mais sinistros de Paris. É pequeno e delicado, uma exceção num mundo rude e violento. A mãe, a quem Louis é particularmente ligado, apesar de promíscua, é calorosa e enérgica. Simenon dá-nos a sensação do isolamento da criança de modo discreto. Recriando de forma meticulosa todas as mudanças na vida, moda e conforto que se viviam em Paris antes da Primeira Guerra Mundial, este romance é um elogio aos tempos de Lautrec, Picasso, Braque e Matisse.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Considerado um dos grandes clássicos da literatura infanto-juvenil, este livro de alcance intemporal, revela um segredo muito simples e ao mesmo tempo muito sábio: é que as coisas realmente importantes são muitas vezes invisíveis para os olhos e só podem ser vistas com o coração.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Considerado um dos grandes clássicos da literatura infanto-juvenil, este livro de alcance intemporal, revela um segredo muito simples e ao mesmo tempo muito sábio: é que as coisas realmente importantes são muitas vezes invisíveis para os olhos e só podem ser vistas com o coração.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Esta edição reproduz o texto original de "O Retrato de Dorian Gray", enviado em Março ou Abril de 1890 por Oscar Wilde a J. M. Stoddart, director de uma revista literária de Filadélfia. Mas este publicou a novela que havia solicitado a Oscar Wilde depois de ter retirado algumas centenas de palavras com referências homossexuais e que, em sua opinião, poderiam ofender as susceptibilidades dos leitores. Em 1891, ao preparar a edição em livro, o próprio Oscar Wilde decidiu ampliá-la com novos capítulos, mas excluiu ao mesmo tempo várias referências homoeróticas que haviam escapado à censura de Stoddart. Como é explicado na nota acerca do texto, de Paulo Faria, esta edição retoma o texto original, enviado para a Lippincott’s Monthly Magazine.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Esta edição reproduz o texto original de "O Retrato de Dorian Gray", enviado em Março ou Abril de 1890 por Oscar Wilde a J. M. Stoddart, director de uma revista literária de Filadélfia. Mas este publicou a novela que havia solicitado a Oscar Wilde depois de ter retirado algumas centenas de palavras com referências homossexuais e que, em sua opinião, poderiam ofender as susceptibilidades dos leitores. Em 1891, ao preparar a edição em livro, o próprio Oscar Wilde decidiu ampliá-la com novos capítulos, mas excluiu ao mesmo tempo várias referências homoeróticas que haviam escapado à censura de Stoddart. Como é explicado na nota acerca do texto, de Paulo Faria, esta edição retoma o texto original, enviado para a Lippincott’s Monthly Magazine.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Deste livro faz parte um prefácio de Alexis Tsipras, um debate entre este e Žižek sobre "O Papel da Esquerda Europeia", e uma abordagem de Žižek à questão da dívida.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Deste livro faz parte um prefácio de Alexis Tsipras, um debate entre este e Žižek sobre "O Papel da Esquerda Europeia", e uma abordagem de Žižek à questão da dívida.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este livro reúne duas das mais importantes novelas de Stefan Zweig. Em Confusão de Sentimentos, um jovem estudante é enviado pelo seu pai para a universidade de uma pequena cidade da província. É ali que um brilhante professor desperta nele o amor pelo saber. Em O Medo, Irene é obcecada pelo pavor, suscitado pela relação com um amante.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este livro reúne duas das mais importantes novelas de Stefan Zweig. Em Confusão de Sentimentos, um jovem estudante é enviado pelo seu pai para a universidade de uma pequena cidade da província. É ali que um brilhante professor desperta nele o amor pelo saber. Em O Medo, Irene é obcecada pelo pavor, suscitado pela relação com um amante.
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Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 172
Sinopse:
"O Mal-Estar na Civilização" é a obra em que Sigmund Freud (1856-1939) analisa o modo como a espécie humana sacrificou a vida instintiva e reprimiu a espontaneidade para permitir o progresso social e cultural. É também este o livro em que Freud analisa a origem dos sentimentos de culpa e, de um modo geral, procede à mais completa exposição das suas ideias sobre a história da humanidade. O livro integra também o ensaio Reflexões em Tempos de Guerra e de Morte.
Nº Páginas: 172
Sinopse:
"O Mal-Estar na Civilização" é a obra em que Sigmund Freud (1856-1939) analisa o modo como a espécie humana sacrificou a vida instintiva e reprimiu a espontaneidade para permitir o progresso social e cultural. É também este o livro em que Freud analisa a origem dos sentimentos de culpa e, de um modo geral, procede à mais completa exposição das suas ideias sobre a história da humanidade. O livro integra também o ensaio Reflexões em Tempos de Guerra e de Morte.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Através dos ensaios reunidos neste livro, o semiólogo italiano recentemente desaparecido reflete sobre os diferentes géneros do "romance popular", que vão desde o policial ao histórico, e investiga as suas relações com as personagens de super-homens que foram sendo criadas
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Através dos ensaios reunidos neste livro, o semiólogo italiano recentemente desaparecido reflete sobre os diferentes géneros do "romance popular", que vão desde o policial ao histórico, e investiga as suas relações com as personagens de super-homens que foram sendo criadas
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 272
Sinopse:
O romance "O Outono em Pequim" é de 1947, o mesmo ano em que Vian escreveu "A Espuma dos Dias". Publicado pela primeira vez nas Éditions du Scorpion, o livro contém elementos surrealistas. A Pequim que surge no título não é literal. Os protagonistas têm em comum dirigirem-se a um deserto imaginário chamado Exopotâmia, onde está em construção uma estação de comboios. A narrativa começa com as peripécias de Amadis Dudu, que, não tendo conseguido apanhar o autocarro para ir trabalhar, acaba a bordo do 975, que o leva a esse deserto. Esse acaso revela-se frutuoso para Amadis. "O Outono em Pequim" é uma narrativa de desilusão do mundo adulto, construído sobre o absurdo da sociedade industrial. Mas é também, tal como "A Espuma dos Dias", uma história de amor sem esperança. O narrador detém por vezes deliberadamente o desenrolar da história para comentar o que se está a passar. E é esse seu olhar irónico que evidencia os aspectos absurdos do romance.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
O romance "O Outono em Pequim" é de 1947, o mesmo ano em que Vian escreveu "A Espuma dos Dias". Publicado pela primeira vez nas Éditions du Scorpion, o livro contém elementos surrealistas. A Pequim que surge no título não é literal. Os protagonistas têm em comum dirigirem-se a um deserto imaginário chamado Exopotâmia, onde está em construção uma estação de comboios. A narrativa começa com as peripécias de Amadis Dudu, que, não tendo conseguido apanhar o autocarro para ir trabalhar, acaba a bordo do 975, que o leva a esse deserto. Esse acaso revela-se frutuoso para Amadis. "O Outono em Pequim" é uma narrativa de desilusão do mundo adulto, construído sobre o absurdo da sociedade industrial. Mas é também, tal como "A Espuma dos Dias", uma história de amor sem esperança. O narrador detém por vezes deliberadamente o desenrolar da história para comentar o que se está a passar. E é esse seu olhar irónico que evidencia os aspectos absurdos do romance.
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"O mundo das repartições e dos arquivos, dos gabinetes e dos quartos escuros, bafientos e degradados, é o mundo de Kafka. (…) "O Processo" deixa-nos perceber que o procedimento judicial que é levantado contra o réu não lhe deixa, regra geral, qualquer esperança, inclusivamente nos casos em que poderia subsistir a esperança da absolvição. Ora, talvez seja precisamente esse desespero que transforma os réus nas únicas personagens belas no universo kafkiano."Do Posfácio de Walter Benjamin
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"O mundo das repartições e dos arquivos, dos gabinetes e dos quartos escuros, bafientos e degradados, é o mundo de Kafka. (…) "O Processo" deixa-nos perceber que o procedimento judicial que é levantado contra o réu não lhe deixa, regra geral, qualquer esperança, inclusivamente nos casos em que poderia subsistir a esperança da absolvição. Ora, talvez seja precisamente esse desespero que transforma os réus nas únicas personagens belas no universo kafkiano."Do Posfácio de Walter Benjamin
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"A História de Job e da sua progenitura irrompe, de onde em onde, por entre lugares recônditos e as muitas personagens: o Porto, com a Ribeira, o Barredo, o Douro, desliza através do olhar de Lourença, das visões de Purinha, de Filipe e de uma memória que percorre gentes, pedras, cheiros, casas e se desdobra num pulsar profundo e secreto em luz, quase sempre coada, para que a cidade se nos descubra, em demora, como um palácio abandonado." [Do Prefácio]
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"A História de Job e da sua progenitura irrompe, de onde em onde, por entre lugares recônditos e as muitas personagens: o Porto, com a Ribeira, o Barredo, o Douro, desliza através do olhar de Lourença, das visões de Purinha, de Filipe e de uma memória que percorre gentes, pedras, cheiros, casas e se desdobra num pulsar profundo e secreto em luz, quase sempre coada, para que a cidade se nos descubra, em demora, como um palácio abandonado." [Do Prefácio]
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Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 40
Sinopse:
O passatempo preferido do Pedro é cozinhar. E mais ainda quando o pode fazer para e com quem mais gosta! Esta é uma história de partilha de sabores, onde o Pedro nos vai guiando pelas mais variadas e deliciosas receitas que compõem os seus dias. Pelo meio, alguns ingredientes, como a Alfarroba, vão roubar-lhe a fala. «As pessoas que não me conhecem, confundem-me com o chocolate! Um ultraje! Eu sou muito mais exclusiva, de sabor muito mais requintado, e posso, inclusivamente, ser plantada em Portugal. Normalmente encontras-me em forma de farinha, na zona dos produtos saudáveis.» Um livro de receitas para que pequenos chefs se possam ir inspirando e, quem sabe, descobrir um talento.
Nº Páginas: 40
Sinopse:
O passatempo preferido do Pedro é cozinhar. E mais ainda quando o pode fazer para e com quem mais gosta! Esta é uma história de partilha de sabores, onde o Pedro nos vai guiando pelas mais variadas e deliciosas receitas que compõem os seus dias. Pelo meio, alguns ingredientes, como a Alfarroba, vão roubar-lhe a fala. «As pessoas que não me conhecem, confundem-me com o chocolate! Um ultraje! Eu sou muito mais exclusiva, de sabor muito mais requintado, e posso, inclusivamente, ser plantada em Portugal. Normalmente encontras-me em forma de farinha, na zona dos produtos saudáveis.» Um livro de receitas para que pequenos chefs se possam ir inspirando e, quem sabe, descobrir um talento.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 200
Sinopse:
A ultradireita veio para ficar. Depois de várias décadas na sombra, estas políticas regressaram ao centro da ribalta. Três das maiores democracias mundiais - o Brasil, a Índia e os Estados Unidos da América - são lideradas por governantes da direita radical. Também na Europa, os partidos de ultradireita afirmam-se cada vez mais. Neste livro oportuno, Cas Mudde, um dos peritos mais destacados à escala global no tema do extremismo político, apresenta uma visão concisa da quarta vaga de políticas de ultradireita do pós-guerra, explorando a sua história, a ideologia, a organização, as causas e as consequências, assim como as respostas de que a sociedade civil, os partidos e as instituições se devem munir para desafiar as suas ideias e a sua influência. Segundo Cas Mudde, o que define o atual ressurgimento da ultradireita é a sua inclusão e normalização no panorama político contemporâneo. Ao desafiar o pensamento ortodoxo na relação entre políticas convencionais e políticas de ultradireita, Mudde oferece um ensaio complexo e perspicaz sobre um dos desafios políticos decisivos da atualidade.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
A ultradireita veio para ficar. Depois de várias décadas na sombra, estas políticas regressaram ao centro da ribalta. Três das maiores democracias mundiais - o Brasil, a Índia e os Estados Unidos da América - são lideradas por governantes da direita radical. Também na Europa, os partidos de ultradireita afirmam-se cada vez mais. Neste livro oportuno, Cas Mudde, um dos peritos mais destacados à escala global no tema do extremismo político, apresenta uma visão concisa da quarta vaga de políticas de ultradireita do pós-guerra, explorando a sua história, a ideologia, a organização, as causas e as consequências, assim como as respostas de que a sociedade civil, os partidos e as instituições se devem munir para desafiar as suas ideias e a sua influência. Segundo Cas Mudde, o que define o atual ressurgimento da ultradireita é a sua inclusão e normalização no panorama político contemporâneo. Ao desafiar o pensamento ortodoxo na relação entre políticas convencionais e políticas de ultradireita, Mudde oferece um ensaio complexo e perspicaz sobre um dos desafios políticos decisivos da atualidade.
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Edição: Dez 2017
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Uma onda gigante ameaça inundar o Vale dos Mumins. No momento em que a família Mumin é expulsa de casa, parte de imediato em busca de uma nova morada. E, como os Mumins são pequenas criaturas cheias de recursos, rapidamente encontram um novo lar muito original: um teatro flutuante.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Uma onda gigante ameaça inundar o Vale dos Mumins. No momento em que a família Mumin é expulsa de casa, parte de imediato em busca de uma nova morada. E, como os Mumins são pequenas criaturas cheias de recursos, rapidamente encontram um novo lar muito original: um teatro flutuante.
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Edição: Set 2023
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Depois de ter reparado que o pai lia a versão abreviada da sua história preferida, o menino rapaz, filho dum homem livreiro muito ocupado e duma mãe salvadora de corações avariados, decide montar uma banca de tempo para comprar tempo aos próprios pais. Entre avós (com muito tempo acumulado) e crianças (com tanto tempo para acumular), esta é uma leitura para pensar sobre a preciosidade de cada minuto e a urgência do verbo desacelerar num mundo inexplicavelmente apressado.
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Depois de ter reparado que o pai lia a versão abreviada da sua história preferida, o menino rapaz, filho dum homem livreiro muito ocupado e duma mãe salvadora de corações avariados, decide montar uma banca de tempo para comprar tempo aos próprios pais. Entre avós (com muito tempo acumulado) e crianças (com tanto tempo para acumular), esta é uma leitura para pensar sobre a preciosidade de cada minuto e a urgência do verbo desacelerar num mundo inexplicavelmente apressado.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Estamos em 2003 e Romy Hall enfrenta duas penas de prisão perpétua consecutivas na penitenciária feminina de Stanville, em Central Valley, na Califórnia. Lá fora está o mundo do qual foi privada: a cidade de São Francisco da sua juventude e o filho, Jackson. Dentro, uma nova realidade: milhares de mulheres que lutam por bens essenciais à sobrevivência; os jogos, ostentações e atos casuais de violência perpetrados por guardas e reclusas; e o modo inoperante e absurdo que pauta a vida institucional nas prisões, que Kushner evoca com humor e precisão. Rachel Kushner foi duas vezes finalista do National Book Award. O seu livro "Os Lança-Chamas" foi considerado "o melhor, mais corajoso e interessante livro do ano" por Kathryn Schulz da revista New York.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Estamos em 2003 e Romy Hall enfrenta duas penas de prisão perpétua consecutivas na penitenciária feminina de Stanville, em Central Valley, na Califórnia. Lá fora está o mundo do qual foi privada: a cidade de São Francisco da sua juventude e o filho, Jackson. Dentro, uma nova realidade: milhares de mulheres que lutam por bens essenciais à sobrevivência; os jogos, ostentações e atos casuais de violência perpetrados por guardas e reclusas; e o modo inoperante e absurdo que pauta a vida institucional nas prisões, que Kushner evoca com humor e precisão. Rachel Kushner foi duas vezes finalista do National Book Award. O seu livro "Os Lança-Chamas" foi considerado "o melhor, mais corajoso e interessante livro do ano" por Kathryn Schulz da revista New York.
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Finalmente, um livro que nenhum rapaz deve perder! Um livro que garante horas de puro entretenimento, que encoraja os mais novos a desligarem a televisão e o computador e a fazerem algo divertido, e que fará os mais velhos recordar com emoção e carinho as suas brincadeiras de crianças e dá-las a conhecer aos filhos e netos. São 104 actividades, tão variadas e divertidas, como, por exemplo: como pilotar um helicóptero, como rasgar uma lista telefónica ao meio, como piar com as mãos, como hipnotizar uma galinha, como salvar o mundo, como reconhecer uma bruxa, etc.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Finalmente, um livro que nenhum rapaz deve perder! Um livro que garante horas de puro entretenimento, que encoraja os mais novos a desligarem a televisão e o computador e a fazerem algo divertido, e que fará os mais velhos recordar com emoção e carinho as suas brincadeiras de crianças e dá-las a conhecer aos filhos e netos. São 104 actividades, tão variadas e divertidas, como, por exemplo: como pilotar um helicóptero, como rasgar uma lista telefónica ao meio, como piar com as mãos, como hipnotizar uma galinha, como salvar o mundo, como reconhecer uma bruxa, etc.
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Edição: Abr 2012
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Uma família numerosíssima vive debaixo da cama do Manel, a zunir-lhe aos ouvidos pela madrugada dentro: é a família dos medos. O pai medo é um Terror, a mãe Apavorante solta uns uivos de fazer estremecer a trovoada e, quando o tio aparece, acreditem que é um Susto. Há também um medito medricas e pequenote, um medinho miúdo que tem um grande segredo: é o Miúfa, um medo que tem medo ao próprio medo. O Manel, bom miúdo, tenta ajudá-lo. Mas será que faz bem? Foi uma carga de complicadices bem complicadas conseguir depois expulsá-lo de dentro de si.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Uma família numerosíssima vive debaixo da cama do Manel, a zunir-lhe aos ouvidos pela madrugada dentro: é a família dos medos. O pai medo é um Terror, a mãe Apavorante solta uns uivos de fazer estremecer a trovoada e, quando o tio aparece, acreditem que é um Susto. Há também um medito medricas e pequenote, um medinho miúdo que tem um grande segredo: é o Miúfa, um medo que tem medo ao próprio medo. O Manel, bom miúdo, tenta ajudá-lo. Mas será que faz bem? Foi uma carga de complicadices bem complicadas conseguir depois expulsá-lo de dentro de si.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"As irmãs Teixeiras, Assunta e Matilde, sobretudo, mesmo a resvalar, caminham direitas, sem a melancolia indolente da aristocracia falida, com a diligente prudência dos desiludidos. Aquele contínuo movimento esconde, para quem está de fora, o declínio, substituindo-o por uma aparência de estabilidade em que a decadência se torna imperceptível, a ponto de não parecer decadência, mas apenas o tempo a passar. São profetas da normalidade, gestoras da desilusão, do fracasso e da ruína. Contra a vida como “cerimonial da loucura”, que também as condiciona, proclamam o triunfo da normalidade: “Normais somos nós. Tudo nos vence e nada nos ilude.” Vence quem admite a inevitável derrota e, mesmo assim, opta pela recusa estóica da ilusão e das suas armadilhas. A decadência, que enfrentam com dignidade, refractárias à ilusão, ao ruído das revoluções exteriores, assenta-lhes bem." Do Prefácio de Bruno Vieira Amaral
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"As irmãs Teixeiras, Assunta e Matilde, sobretudo, mesmo a resvalar, caminham direitas, sem a melancolia indolente da aristocracia falida, com a diligente prudência dos desiludidos. Aquele contínuo movimento esconde, para quem está de fora, o declínio, substituindo-o por uma aparência de estabilidade em que a decadência se torna imperceptível, a ponto de não parecer decadência, mas apenas o tempo a passar. São profetas da normalidade, gestoras da desilusão, do fracasso e da ruína. Contra a vida como “cerimonial da loucura”, que também as condiciona, proclamam o triunfo da normalidade: “Normais somos nós. Tudo nos vence e nada nos ilude.” Vence quem admite a inevitável derrota e, mesmo assim, opta pela recusa estóica da ilusão e das suas armadilhas. A decadência, que enfrentam com dignidade, refractárias à ilusão, ao ruído das revoluções exteriores, assenta-lhes bem." Do Prefácio de Bruno Vieira Amaral
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Edição: Abr 1993
Nº Páginas: 230
Sinopse:
E de súbiro, nas noites da rádio, um programa falou de sexualidade de um modo terno e audacioso, rigoroso e divertido. E isso aconteceu tanto a propósito de um filme, da carta de um ouvinte, de um poema de Eugénio de Andrade ou de um romance de Kundera. Este livro recolhe uma série desses programas, acompanhada de novos textos do autor. Júlio Machado Vaz é psiquiatra e responsável pelo programa televisivo «Sexualidades».
Nº Páginas: 230
Sinopse:
E de súbiro, nas noites da rádio, um programa falou de sexualidade de um modo terno e audacioso, rigoroso e divertido. E isso aconteceu tanto a propósito de um filme, da carta de um ouvinte, de um poema de Eugénio de Andrade ou de um romance de Kundera. Este livro recolhe uma série desses programas, acompanhada de novos textos do autor. Júlio Machado Vaz é psiquiatra e responsável pelo programa televisivo «Sexualidades».
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Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Transforma a tua vida graças ao poder cósmico da positividade. Com uma afirmação, vive um dia de cada vez. O Poder das Afirmações Astrológicas oferece-te uma afirmação astrológica todos os dias do ano, concebida para capacitar, elevar, inspirar e motivar. Uma «afirmação de aniversário» é dada adicionalmente a cada data, de modo a reforçar a influência astrológica do signo solar sob o qual nasceste. Estas frases simples refletem o «clima astrológico» de cada signo, as características da energia que representam, qual das doze casas regem e o impacto do planeta regente de cada signo. Ajudarão a aumentar a confiança, superar pensamentos negativos, desafiar a autossabotagem e cultivar uma maior consciência das coisas positivas que já acontecem na tua vida. Mesmo quando o mundo muda (para melhor ou para pior), as afirmações podem ser usadas para te adaptares e enfrentares o que a ocasião exige. Este é o companheiro de cabeceira perfeito. Abre o livro para receberes conselhos pertinentes e para te preparares para o dia seguinte. Com O Poder das Afirmações Astrológicas, encontrarás a melhor versão de ti e da tua vida.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Transforma a tua vida graças ao poder cósmico da positividade. Com uma afirmação, vive um dia de cada vez. O Poder das Afirmações Astrológicas oferece-te uma afirmação astrológica todos os dias do ano, concebida para capacitar, elevar, inspirar e motivar. Uma «afirmação de aniversário» é dada adicionalmente a cada data, de modo a reforçar a influência astrológica do signo solar sob o qual nasceste. Estas frases simples refletem o «clima astrológico» de cada signo, as características da energia que representam, qual das doze casas regem e o impacto do planeta regente de cada signo. Ajudarão a aumentar a confiança, superar pensamentos negativos, desafiar a autossabotagem e cultivar uma maior consciência das coisas positivas que já acontecem na tua vida. Mesmo quando o mundo muda (para melhor ou para pior), as afirmações podem ser usadas para te adaptares e enfrentares o que a ocasião exige. Este é o companheiro de cabeceira perfeito. Abre o livro para receberes conselhos pertinentes e para te preparares para o dia seguinte. Com O Poder das Afirmações Astrológicas, encontrarás a melhor versão de ti e da tua vida.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas:
Sinopse:
"Ao lermos as obras escritas por viajantes, importa ter em conta a "Weltanschauung", um termo inventado pelo filósofo alemão W. Dilthey para designar a visão do mundo que, consciente ou inconscientemente, está presente em cada um de nós. Desde meados do século XVIII que a literatura de viagens se tornara um género apreciado, mas a maneira como os estrangeiros olharam o meu país tem de ser vista criticamente: não basta escolher as citações que se adequam às nossas teses. Na selecção dos testemunhos que a seguir apresento, escolhi não apenas os escritos com maior qualidade literária, mas ainda aqueles sobre cujos autores dispunha dos elementos biográficos que me permitissem entender o quadro mental que os levara a deixar os retratos que nos legaram." [Da Introdução]
Nº Páginas:
Sinopse:
"Ao lermos as obras escritas por viajantes, importa ter em conta a "Weltanschauung", um termo inventado pelo filósofo alemão W. Dilthey para designar a visão do mundo que, consciente ou inconscientemente, está presente em cada um de nós. Desde meados do século XVIII que a literatura de viagens se tornara um género apreciado, mas a maneira como os estrangeiros olharam o meu país tem de ser vista criticamente: não basta escolher as citações que se adequam às nossas teses. Na selecção dos testemunhos que a seguir apresento, escolhi não apenas os escritos com maior qualidade literária, mas ainda aqueles sobre cujos autores dispunha dos elementos biográficos que me permitissem entender o quadro mental que os levara a deixar os retratos que nos legaram." [Da Introdução]
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Neste seu livro, Thomas Bernhard fala da morte. A do músico Gould e a de Wertheimer, igualmente músico, que se suicidou.O narrador é o único que abandonou a música, oferecendo o piano à filha de um professor de província, quando compreendeu que nunca poderia igualar Glenn Gould.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Neste seu livro, Thomas Bernhard fala da morte. A do músico Gould e a de Wertheimer, igualmente músico, que se suicidou.O narrador é o único que abandonou a música, oferecendo o piano à filha de um professor de província, quando compreendeu que nunca poderia igualar Glenn Gould.
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Edição: Abr 1998
Nº Páginas: 524
Sinopse:
Clara Pinto Correia é também uma "intelectual europeia" - no mais admirável dos sentidos - uma pessoa que conhece várias línguas e culturas pela vivência das mesmas, enquanto a maioria dos investigadores americanos apenas as aprendem academicamente, se é que as aprendem de todo." Prefácio de Stephen Jay Gould
Nº Páginas: 524
Sinopse:
Clara Pinto Correia é também uma "intelectual europeia" - no mais admirável dos sentidos - uma pessoa que conhece várias línguas e culturas pela vivência das mesmas, enquanto a maioria dos investigadores americanos apenas as aprendem academicamente, se é que as aprendem de todo." Prefácio de Stephen Jay Gould
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Edição: Abr 1999
Nº Páginas: 210
Sinopse:
Depois do sucesso de "O Ovário de Eva", a bióloga e romancista Clara Pinto Correia, publica agora um livro sobre a ciência da reprodução humana. Uma escrita apaixonada, com um toque de humor, fazem de O MISTÉRIO DOS MISTÉRIOS um livro irresistível para leigos e especialistas.
Nº Páginas: 210
Sinopse:
Depois do sucesso de "O Ovário de Eva", a bióloga e romancista Clara Pinto Correia, publica agora um livro sobre a ciência da reprodução humana. Uma escrita apaixonada, com um toque de humor, fazem de O MISTÉRIO DOS MISTÉRIOS um livro irresistível para leigos e especialistas.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"Foi ao escrever este livro que compreendi serem o nacionalismo e o patriotismo coisas diferentes: o primeiro é inseparável do desejo de poder, enquanto o segundo é meramente defensivo. O facto de a minha pátria ser Portugal não me leva a pensar que seja a melhor do mundo: reconheço tão-só que foi aqui que nasci, foi aqui que cresci, foi aqui que tive filhos e netos. E agora, que me foge a curta vida, gosto mais dela porque finalmente me deu a oportunidade de pensar, falar e escrever livremente."
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"Foi ao escrever este livro que compreendi serem o nacionalismo e o patriotismo coisas diferentes: o primeiro é inseparável do desejo de poder, enquanto o segundo é meramente defensivo. O facto de a minha pátria ser Portugal não me leva a pensar que seja a melhor do mundo: reconheço tão-só que foi aqui que nasci, foi aqui que cresci, foi aqui que tive filhos e netos. E agora, que me foge a curta vida, gosto mais dela porque finalmente me deu a oportunidade de pensar, falar e escrever livremente."
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