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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O que têm em comum os Beatles, Hemingway, François Truffaut, Woody Allen, Tchékhov, um rapaz chamado Gregor Samsa, um médico doente de amor e o dono de um bar de jazz? Haruki Murakami, pois claro. São sete os contos que dão forma ao mais recente livro: Homens sem Mulheres. Sete homens desencantados e a contas com a solidão. Sete histórias de solidão, mágoa e luto que desafiam os lugares- -comuns sobre o amor. Sete maneiras de traduzir a mesma melancolia, enquanto lá fora "a chuva continua a cair, provocando no mundo inteiro um interminável calafrio". Mas não se deixem enganar: este livro está repleto de mulheres: desejadas, sonhadas, traídas, ouvidas, invocadas, incompreendidas, sobrevalorizadas, eternamente amadas e perdidas para sempre. Um dia, o leitor corre o risco de se transformar num homem sem mulheres. Depois não digam que não avisámos.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O que têm em comum os Beatles, Hemingway, François Truffaut, Woody Allen, Tchékhov, um rapaz chamado Gregor Samsa, um médico doente de amor e o dono de um bar de jazz? Haruki Murakami, pois claro. São sete os contos que dão forma ao mais recente livro: Homens sem Mulheres. Sete homens desencantados e a contas com a solidão. Sete histórias de solidão, mágoa e luto que desafiam os lugares- -comuns sobre o amor. Sete maneiras de traduzir a mesma melancolia, enquanto lá fora "a chuva continua a cair, provocando no mundo inteiro um interminável calafrio". Mas não se deixem enganar: este livro está repleto de mulheres: desejadas, sonhadas, traídas, ouvidas, invocadas, incompreendidas, sobrevalorizadas, eternamente amadas e perdidas para sempre. Um dia, o leitor corre o risco de se transformar num homem sem mulheres. Depois não digam que não avisámos.
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Olá. Stop. O meu nome é Bernardo. Stop. Tenho trinta anos. Stop. Acredito no amor para sempre. Stop. Ando à procura da mulher da minha vida. Stop.Mas caramba! É muito difícil!Há dois anos que não tenho namorada. Tive uma daquelas paixões que me deixaram emocionalmente lesionado. Também já passaram por uma dessas, não?Há uns dias comecei a sentir algo muito estranho pela minha melhor amiga... que tem um namorado.Acho que as próximas semanas poderão ser bastante interessantes. Façamos o seguinte: levam este livro e eu deixo-vos seguir a minha vida. Que tal?
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Olá. Stop. O meu nome é Bernardo. Stop. Tenho trinta anos. Stop. Acredito no amor para sempre. Stop. Ando à procura da mulher da minha vida. Stop.Mas caramba! É muito difícil!Há dois anos que não tenho namorada. Tive uma daquelas paixões que me deixaram emocionalmente lesionado. Também já passaram por uma dessas, não?Há uns dias comecei a sentir algo muito estranho pela minha melhor amiga... que tem um namorado.Acho que as próximas semanas poderão ser bastante interessantes. Façamos o seguinte: levam este livro e eu deixo-vos seguir a minha vida. Que tal?
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Edição: Jul 2009
Nº Páginas: 256
Sinopse:
“Como disse tenho trinta anos, sou publicitário e vivo sozinho. Esta última parte estou a dizer pela primeira vez. Quando andava na Quarta classe tinha a certeza que nesta idade já deveria ter barba branca, uma mulher e três filhos. Até agora: não, não e não. E porquê? Mais vale só que mal acompanhado. Ando à procura da mulher perfeita. (...) Para além de ser um knock out visual, ela é doce, carinhosa, divertida e querida. Ao longo da minha vida só me foram parecendo esboços dessa mulher.”
Nº Páginas: 256
Sinopse:
“Como disse tenho trinta anos, sou publicitário e vivo sozinho. Esta última parte estou a dizer pela primeira vez. Quando andava na Quarta classe tinha a certeza que nesta idade já deveria ter barba branca, uma mulher e três filhos. Até agora: não, não e não. E porquê? Mais vale só que mal acompanhado. Ando à procura da mulher perfeita. (...) Para além de ser um knock out visual, ela é doce, carinhosa, divertida e querida. Ao longo da minha vida só me foram parecendo esboços dessa mulher.”
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Portugal, Verão Quente de 1975. A fervilhante Revolução dos Cravos deu subitamente lugar a um imenso caos social e político; o País, em plena convulsão, está à beira da guerra civil. O poder disputa-se nos quartéis, nas ruas, nos campos, nas fábricas… O velho império de Quinhentos agoniza, com a independência das colónias e o êxodo de centenas de milhares de pessoas que regressam à velha metrópole. Entre estas, vêm também africanos num exílio forçado, imposto pela guerra e pela instabilidade, sobretudo de Angola. Esta é a história de um punhado desses homens em busca da sua identidade e de um lugar, num Portugal fragmentado que desconhecem. Operários de estradas labutam de sol a sol; estão fora e dentro do mundo, vivendo sob o manto de uma poeira que os torna fantasmas e sombras num teatro de mudança, cujo palco é um país que também parece andar à procura de si próprio. Às vezes choram, acreditam, lutam, apaixonam-se, perguntam que será feito dos que ficaram. Discreta e irónica, a presente narrativa interroga o leitor sobre os limites da utopia e da realidade, e a importância da palavra e do sonho na construção das nossas vidas.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Portugal, Verão Quente de 1975. A fervilhante Revolução dos Cravos deu subitamente lugar a um imenso caos social e político; o País, em plena convulsão, está à beira da guerra civil. O poder disputa-se nos quartéis, nas ruas, nos campos, nas fábricas… O velho império de Quinhentos agoniza, com a independência das colónias e o êxodo de centenas de milhares de pessoas que regressam à velha metrópole. Entre estas, vêm também africanos num exílio forçado, imposto pela guerra e pela instabilidade, sobretudo de Angola. Esta é a história de um punhado desses homens em busca da sua identidade e de um lugar, num Portugal fragmentado que desconhecem. Operários de estradas labutam de sol a sol; estão fora e dentro do mundo, vivendo sob o manto de uma poeira que os torna fantasmas e sombras num teatro de mudança, cujo palco é um país que também parece andar à procura de si próprio. Às vezes choram, acreditam, lutam, apaixonam-se, perguntam que será feito dos que ficaram. Discreta e irónica, a presente narrativa interroga o leitor sobre os limites da utopia e da realidade, e a importância da palavra e do sonho na construção das nossas vidas.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Poético e irreverente, arrojado e político. "Agora o major estremecia, imaginando o modo como o rapaz tinha abraçado Anwar Sadat, enquanto as suas mandíbulas lhe mordiam o pescoço." Pouco tempo depois de o cadáver de Anwar Sadat, um artista lascivo e preguiçoso, ser descoberto, Margio é detido pela polícia, havendo poucas dúvidas de que é ele o assassino. No entanto, o que terá levado o jovem e dócil Margio a afundar os dentes na garganta de um homem e perpetrar um crime tão hediondo permanece um mistério para todos os habitantes da pequena povoação. A verdade é que, no momento do ataque, Margio não estava em controlo das suas ações; nesse momento, um tigre fêmea branco tinha tomado posse do seu corpo. Poético e irreverente, arrojado e político, "Homem-Tigre" é o retrato de duas famílias atormentadas, ligadas entre si por um casamento trágico e brutal, e de uma Indonésia rural e pobre a braços com um passado recente de abusos e violência, sedenta por justiça, onde o folclore e o mundo real colidem.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Poético e irreverente, arrojado e político. "Agora o major estremecia, imaginando o modo como o rapaz tinha abraçado Anwar Sadat, enquanto as suas mandíbulas lhe mordiam o pescoço." Pouco tempo depois de o cadáver de Anwar Sadat, um artista lascivo e preguiçoso, ser descoberto, Margio é detido pela polícia, havendo poucas dúvidas de que é ele o assassino. No entanto, o que terá levado o jovem e dócil Margio a afundar os dentes na garganta de um homem e perpetrar um crime tão hediondo permanece um mistério para todos os habitantes da pequena povoação. A verdade é que, no momento do ataque, Margio não estava em controlo das suas ações; nesse momento, um tigre fêmea branco tinha tomado posse do seu corpo. Poético e irreverente, arrojado e político, "Homem-Tigre" é o retrato de duas famílias atormentadas, ligadas entre si por um casamento trágico e brutal, e de uma Indonésia rural e pobre a braços com um passado recente de abusos e violência, sedenta por justiça, onde o folclore e o mundo real colidem.
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Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 160
Sinopse:
E se a América não estivesse em guerra com o Iraque mas consigo própria? Nesta América, as Torres Gémeas não caíram e as eleições presidenciais de 2000 conduziram à secessão, com estado após estado a abandonar a união e uma sangrenta guerra civil a instalar-se. Este mundo paralelo é criado pela mente e coração perturbados de August Brill, um crítico literário vítima de insónias. Com 72 anos, Brill está a recuperar de um acidente de viação em casa da filha, no Vermont e, para afastar recordações que preferia esquecer - a morte da mulher e o violento assassinato do namorado da neta -, conta histórias a si próprio. Gradualmente, o que Brill tenta desesperadamente impedir insiste em ser contado. Com a neta a juntar-se-lhe de madrugada, ele arranja finalmente coragem para revisitar os seus piores dramas. Chocante e apaixonante, "Homem na Escuridão" é o exemplar romance do nosso tempo, um livro que nos obriga a confrontar a escuridão da noite, celebrando a existência das pequenas alegrias do dia-a-dia num mundo capaz da mais grotesca violência.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
E se a América não estivesse em guerra com o Iraque mas consigo própria? Nesta América, as Torres Gémeas não caíram e as eleições presidenciais de 2000 conduziram à secessão, com estado após estado a abandonar a união e uma sangrenta guerra civil a instalar-se. Este mundo paralelo é criado pela mente e coração perturbados de August Brill, um crítico literário vítima de insónias. Com 72 anos, Brill está a recuperar de um acidente de viação em casa da filha, no Vermont e, para afastar recordações que preferia esquecer - a morte da mulher e o violento assassinato do namorado da neta -, conta histórias a si próprio. Gradualmente, o que Brill tenta desesperadamente impedir insiste em ser contado. Com a neta a juntar-se-lhe de madrugada, ele arranja finalmente coragem para revisitar os seus piores dramas. Chocante e apaixonante, "Homem na Escuridão" é o exemplar romance do nosso tempo, um livro que nos obriga a confrontar a escuridão da noite, celebrando a existência das pequenas alegrias do dia-a-dia num mundo capaz da mais grotesca violência.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Quando ocorreu a Shoá e que etapas levaram a esse crime? Quando souberam os Aliados e o mundo da Shoá, e poder-se-ia tê-la evitado? Como e quando soube o governo português do genocídio nazi dos judeus europeus? Esteve também Portugal, embora neutral, na rota da Shoá? Como foram descobertos os campos de concentração e de extermínio e de que forma foram julgados os criminosos nazis? E a opinião pública portuguesa, a viver em ditadura, quando e o que soube?
Nº Páginas: 592
Sinopse:
Quando ocorreu a Shoá e que etapas levaram a esse crime? Quando souberam os Aliados e o mundo da Shoá, e poder-se-ia tê-la evitado? Como e quando soube o governo português do genocídio nazi dos judeus europeus? Esteve também Portugal, embora neutral, na rota da Shoá? Como foram descobertos os campos de concentração e de extermínio e de que forma foram julgados os criminosos nazis? E a opinião pública portuguesa, a viver em ditadura, quando e o que soube?
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Este livro marcante responde a duas das mais fundamentais questões da História: como e porquê aconteceu o Holocausto. Laurence Rees passou 25 anos a entrevistar sobreviventes e responsáveis pelo Holocausto, e agora, neste importante livro, conjuga esses testemunhos com a mais recente pesquisa académica sobre o tema, para criar o primeiro relato acessível e fidedigno do Holocausto em mais de três décadas. Nesta verdadeiramente nova e inédita história do Holocausto, Rees cria uma narrativa vertiginosa, que contém muitos testemunhos nunca antes divulgados, enquadrando-os no contexto da análise do processo de decisão do Estado Nazi. Contudo, não cinge o seu estudo ao universo alemão, abrangendo todos os intervenientes neste período de perseguições e mortes que espalharam o horror por todo o continente europeu, não apenas entre os judeus mas também entre homossexuais, ciganos e deficientes.
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Este livro marcante responde a duas das mais fundamentais questões da História: como e porquê aconteceu o Holocausto. Laurence Rees passou 25 anos a entrevistar sobreviventes e responsáveis pelo Holocausto, e agora, neste importante livro, conjuga esses testemunhos com a mais recente pesquisa académica sobre o tema, para criar o primeiro relato acessível e fidedigno do Holocausto em mais de três décadas. Nesta verdadeiramente nova e inédita história do Holocausto, Rees cria uma narrativa vertiginosa, que contém muitos testemunhos nunca antes divulgados, enquadrando-os no contexto da análise do processo de decisão do Estado Nazi. Contudo, não cinge o seu estudo ao universo alemão, abrangendo todos os intervenientes neste período de perseguições e mortes que espalharam o horror por todo o continente europeu, não apenas entre os judeus mas também entre homossexuais, ciganos e deficientes.
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Bukowski nunca teve grande consideração pela indústria do cinema, mas quando foi convidado a escrever um guião para um filme sobre si próprio percebeu que a realidade era muito mais terrível do que alguma vez poderia ter imaginado. Charles Bukowski dizia que escrevia quando se sentia zangado. Hollywood é, pelas suas palavras, um romance de indignação. Edição limitada em capa dura
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Bukowski nunca teve grande consideração pela indústria do cinema, mas quando foi convidado a escrever um guião para um filme sobre si próprio percebeu que a realidade era muito mais terrível do que alguma vez poderia ter imaginado. Charles Bukowski dizia que escrevia quando se sentia zangado. Hollywood é, pelas suas palavras, um romance de indignação. Edição limitada em capa dura
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Hoje vai ser diferente! - pensa Eleanor. E, de facto, vai… mas não da maneira que ela imagina. A vida de Eleanor Flood é um caos. Mas ela está decidida a mudar. Hoje vai ser diferente, acredita. Hoje vai tomar duche e vestir roupa elegante. Vai à aula de ioga depois de deixar o filho, Timby, na escola. Vai almoçar com uma amiga. Não vai dizer asneiras. Vai tomar a iniciativa na cama com o marido, Joe. Mas antes de conseguir pôr em prática o seu plano, a realidade obriga-a a travar… a fundo. Pois hoje é o dia em que Timby decide fingir-se doente para ficar com a mãe. É também o dia em que Joe resolve gozar uns dias de férias mas se "esquece" de avisar Eleanor. E quando parece impossível as coisas piorarem, um antigo colega desencanta uma relíquia do passado, obrigando-a confrontar-se com velhos segredos de família e uma irmã desaparecida. Introspetivo, trágico e cómico, "Hoje Vai Ser Diferente" marca o tão-aguardado regresso de Maria Semple após o sucesso de "Até Ao Fim do Mundo".
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Hoje vai ser diferente! - pensa Eleanor. E, de facto, vai… mas não da maneira que ela imagina. A vida de Eleanor Flood é um caos. Mas ela está decidida a mudar. Hoje vai ser diferente, acredita. Hoje vai tomar duche e vestir roupa elegante. Vai à aula de ioga depois de deixar o filho, Timby, na escola. Vai almoçar com uma amiga. Não vai dizer asneiras. Vai tomar a iniciativa na cama com o marido, Joe. Mas antes de conseguir pôr em prática o seu plano, a realidade obriga-a a travar… a fundo. Pois hoje é o dia em que Timby decide fingir-se doente para ficar com a mãe. É também o dia em que Joe resolve gozar uns dias de férias mas se "esquece" de avisar Eleanor. E quando parece impossível as coisas piorarem, um antigo colega desencanta uma relíquia do passado, obrigando-a confrontar-se com velhos segredos de família e uma irmã desaparecida. Introspetivo, trágico e cómico, "Hoje Vai Ser Diferente" marca o tão-aguardado regresso de Maria Semple após o sucesso de "Até Ao Fim do Mundo".
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Edição: Ago 2011
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Fui intimada." Na viagem de elétrico que a leva às instalações da Polícia Secreta, hora marcada, dez em ponto, a jovem narradora vê a sua vida passada em revista: a infância na cidade de província, a fixação semierótica no pai, a deportação dos avós, o casamento ingénuo com o filho do "comunista perfumado", a felicidade precária que vive com Paul, apesar do fardo que a bebida impõe ao amor que ela lhe dedica. No exterior: marcações intransigentes, paragens, passageiros que entram e saem, o desfilar das ruas. Tudo pretende distrair a sua atenção, que constantemente regressa ao ponto de partida: "Fui intimada." Quase chegada ao destino, levanta-se de repente uma altercação no carro elétrico que leva o guarda-freio a saltar precisamente a paragem em que devia sair. Vê-se então numa rua desconhecida, onde descobre Paul com um velho de aspeto suspeito. Decide então não comparecer ao interrogatório.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Fui intimada." Na viagem de elétrico que a leva às instalações da Polícia Secreta, hora marcada, dez em ponto, a jovem narradora vê a sua vida passada em revista: a infância na cidade de província, a fixação semierótica no pai, a deportação dos avós, o casamento ingénuo com o filho do "comunista perfumado", a felicidade precária que vive com Paul, apesar do fardo que a bebida impõe ao amor que ela lhe dedica. No exterior: marcações intransigentes, paragens, passageiros que entram e saem, o desfilar das ruas. Tudo pretende distrair a sua atenção, que constantemente regressa ao ponto de partida: "Fui intimada." Quase chegada ao destino, levanta-se de repente uma altercação no carro elétrico que leva o guarda-freio a saltar precisamente a paragem em que devia sair. Vê-se então numa rua desconhecida, onde descobre Paul com um velho de aspeto suspeito. Decide então não comparecer ao interrogatório.
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Em Hoje Estarás Comigo no Paraíso, Bruno Vieira Amaral, desenha uma investigação do assassínio do primo João Jorge - morto no bairro em que ambos viviam no início dos anos 80 - e usa essa investigação como estratégia de recuperação e construção da sua própria memória: a infância, a família, o bairro e as suas personagens, Angola antes da Independência e nos anos que se lhe seguiram, e a figura (ausente) do pai. Na reconstituição da personalidade e do percurso da vítima, da noite em que tudo aconteceu, na apropriação que o narrador faz de uma ligação com João Jorge (mais ou menos forjada pelos mecanismo da memória) - e de que faz parte essa busca mais ampla das dobras do tempo e do esquecimento - são utilizados os mais diversos materiais: arquivos da imprensa da época, arquivos judiciais, testemunhos de amigos e familiares, e a literatura, propriamente dita - como uma possibilidade de verdade, sempre.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Em Hoje Estarás Comigo no Paraíso, Bruno Vieira Amaral, desenha uma investigação do assassínio do primo João Jorge - morto no bairro em que ambos viviam no início dos anos 80 - e usa essa investigação como estratégia de recuperação e construção da sua própria memória: a infância, a família, o bairro e as suas personagens, Angola antes da Independência e nos anos que se lhe seguiram, e a figura (ausente) do pai. Na reconstituição da personalidade e do percurso da vítima, da noite em que tudo aconteceu, na apropriação que o narrador faz de uma ligação com João Jorge (mais ou menos forjada pelos mecanismo da memória) - e de que faz parte essa busca mais ampla das dobras do tempo e do esquecimento - são utilizados os mais diversos materiais: arquivos da imprensa da época, arquivos judiciais, testemunhos de amigos e familiares, e a literatura, propriamente dita - como uma possibilidade de verdade, sempre.
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Celebraram-se, a 30 de abril de 2015, os setenta anos sobre o suicídio de Hitler. No entanto, terá Hitler realmente morrido no seu bunker? Os seus restos mortais nunca foram encontrados… Eric Frattini teve acesso a numerosos testemunhos e documentação da época que demonstram a incerteza que rodeia a sua morte e as pistas sobre a suposta fuga de Hitler e da sua esposa, Eva Braun, colocando-as agora, pela primeira vez, ao dispor dos leitores. O autor consultou mais de duas mil páginas de documentos que falam da fuga de Hitler nos arquivos do FBI, CIA, MI6, OSS, KGB, FSB e CEANA (Comissão de Esclarecimento das Atividades Nazis na Argentina). Ficará nas mãos do leitor decidir se o homem mais odiado do mundo acabou os seus dias com um disparo na cabeça fechado num bunker obscuro ou numa confortável casa nalgum local perdido na Patagónia.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
Celebraram-se, a 30 de abril de 2015, os setenta anos sobre o suicídio de Hitler. No entanto, terá Hitler realmente morrido no seu bunker? Os seus restos mortais nunca foram encontrados… Eric Frattini teve acesso a numerosos testemunhos e documentação da época que demonstram a incerteza que rodeia a sua morte e as pistas sobre a suposta fuga de Hitler e da sua esposa, Eva Braun, colocando-as agora, pela primeira vez, ao dispor dos leitores. O autor consultou mais de duas mil páginas de documentos que falam da fuga de Hitler nos arquivos do FBI, CIA, MI6, OSS, KGB, FSB e CEANA (Comissão de Esclarecimento das Atividades Nazis na Argentina). Ficará nas mãos do leitor decidir se o homem mais odiado do mundo acabou os seus dias com um disparo na cabeça fechado num bunker obscuro ou numa confortável casa nalgum local perdido na Patagónia.
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Edição: Jun 2010
Nº Páginas: 232
Sinopse:
De novo um grupo de jornalistas uniu-se em torno de uma boa causa.Desta vez contribuindo para uma ONG que, na Guiné, tem como missão combater as garras e as intenções cruéis de exploradores de crianças talibãs.De novo um grupo de jornalistas ateou uma chama para alertar as consciências para esse mundo que não tem nada de cetim.Nada de tão novo nem de tão velho que não exija ações concretas e quotidianas, tenham elas a dimensão que tiverem.Naturalmente convencidos que este pequeno exemplo não resolverá as necessidades totais dessa Organização, cada um de nós reescreveu histórias conhecidas, pondo nas linhas e nas entrelinhas a sua mensagem contemporânea, obedecendo a uma clara vontade de, às velhas e maléficas práticas, contribuir para esperanças novas dos que, no terreno, lutam honorificamente e cheios de dificuldades para atenuar terríveis sofrimentos.EDUARDO ÁGUABOALUÍS CASTRO
Nº Páginas: 232
Sinopse:
De novo um grupo de jornalistas uniu-se em torno de uma boa causa.Desta vez contribuindo para uma ONG que, na Guiné, tem como missão combater as garras e as intenções cruéis de exploradores de crianças talibãs.De novo um grupo de jornalistas ateou uma chama para alertar as consciências para esse mundo que não tem nada de cetim.Nada de tão novo nem de tão velho que não exija ações concretas e quotidianas, tenham elas a dimensão que tiverem.Naturalmente convencidos que este pequeno exemplo não resolverá as necessidades totais dessa Organização, cada um de nós reescreveu histórias conhecidas, pondo nas linhas e nas entrelinhas a sua mensagem contemporânea, obedecendo a uma clara vontade de, às velhas e maléficas práticas, contribuir para esperanças novas dos que, no terreno, lutam honorificamente e cheios de dificuldades para atenuar terríveis sofrimentos.EDUARDO ÁGUABOALUÍS CASTRO
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Todos conhecemos os pontos nevrálgicos da História de Portugal, um dos mais antigos estados-nação do mundo, casa paterna de um dos idiomas mais falados no planeta e paciente assaltado por recorrentes crises de auto-estima. Mas saberemos das zonas cinzentas? Das pequenas histórias? Dos episódios passados na sombra dos acontecimentos ditos históricos? Ao longo de 15 histórias que encerram muitas outras dentro si, contamos a pequena História de Portugal, a versão menos conhecida dos factos, tal como foi vivida pelos reis portugueses, não esquecendo alguns daqueles que, tendo nascido em Portugal, reinaram longe do solo pátrio, ou outros que, não sendo formalmente reconhecidos como tal, foram para o povo, em determinadas circunstâncias e lugares, verdadeiramente reis. Da ante-câmara espiritual e cultural do reino fundado por Afonso Henriques aos ecos que ainda ressoam nos nossos dias. Da intimidade torturada de soberanos confrontados com o destino às grandes vitórias nacionais. Este é um lado B possível da nossa História. E a História não é o que aconteceu. É a razão de estarmos aqui e agora, da forma como aqui e agora estamos.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Todos conhecemos os pontos nevrálgicos da História de Portugal, um dos mais antigos estados-nação do mundo, casa paterna de um dos idiomas mais falados no planeta e paciente assaltado por recorrentes crises de auto-estima. Mas saberemos das zonas cinzentas? Das pequenas histórias? Dos episódios passados na sombra dos acontecimentos ditos históricos? Ao longo de 15 histórias que encerram muitas outras dentro si, contamos a pequena História de Portugal, a versão menos conhecida dos factos, tal como foi vivida pelos reis portugueses, não esquecendo alguns daqueles que, tendo nascido em Portugal, reinaram longe do solo pátrio, ou outros que, não sendo formalmente reconhecidos como tal, foram para o povo, em determinadas circunstâncias e lugares, verdadeiramente reis. Da ante-câmara espiritual e cultural do reino fundado por Afonso Henriques aos ecos que ainda ressoam nos nossos dias. Da intimidade torturada de soberanos confrontados com o destino às grandes vitórias nacionais. Este é um lado B possível da nossa História. E a História não é o que aconteceu. É a razão de estarmos aqui e agora, da forma como aqui e agora estamos.
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Naquela noite, o céu estava repleto de estrelas. Eu e ele sentámo-nos lado a lado. De mão dada. No terraço do nosso café favorito. Onde nos podíamos esconder por um bocado, onde existiríamos apenas nós e as nossas histórias. E por vezes tocavam algumas canções antigas. Falávamos sobre vidas. A sua, a minha e as possibilidades da nossa. Estávamos na verdade a falar de coisas de que já faláramos antes. Estávamos apenas a repetir as coisas, uma e outra vez. Como nos tínhamos conhecido, as canções de que mais gostávamos, e contávamos as mesmas piadas repetidamente. Tal como diz a canção dos Pet Shop Boys, "nunca nos sentíamos aborrecidos... / - Ei, amas -me? - perguntou ele assim do nada. Com os olhos a brilharem de tal forma que dardejaram nos meus. Como se estivesse pronto para me devorar. - É claro que amo. - Podemos ficar assim para sempre? Bem, isso era algo a que eu não podia responder, para ser honesta. Para sempre era algo demasiado forte para ser pronunciado."
Cada história de amor é diferente, mas todas as histórias de amor são iguais: o primeiro toque, os primeiros beijos, os primeiros dias juntos, a conquista, a perda, a saudade, o desamor; os sonhos, as esperanças, as ilusões e desilusões; os amores que nos falham e os amigos que nunca falham, ou viceversa. Histórias para Dias de Chuva são histórias que todos já vivemos ou conhecemos, mas a que queremos sempre voltar.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Naquela noite, o céu estava repleto de estrelas. Eu e ele sentámo-nos lado a lado. De mão dada. No terraço do nosso café favorito. Onde nos podíamos esconder por um bocado, onde existiríamos apenas nós e as nossas histórias. E por vezes tocavam algumas canções antigas. Falávamos sobre vidas. A sua, a minha e as possibilidades da nossa. Estávamos na verdade a falar de coisas de que já faláramos antes. Estávamos apenas a repetir as coisas, uma e outra vez. Como nos tínhamos conhecido, as canções de que mais gostávamos, e contávamos as mesmas piadas repetidamente. Tal como diz a canção dos Pet Shop Boys, "nunca nos sentíamos aborrecidos... / - Ei, amas -me? - perguntou ele assim do nada. Com os olhos a brilharem de tal forma que dardejaram nos meus. Como se estivesse pronto para me devorar. - É claro que amo. - Podemos ficar assim para sempre? Bem, isso era algo a que eu não podia responder, para ser honesta. Para sempre era algo demasiado forte para ser pronunciado."
Cada história de amor é diferente, mas todas as histórias de amor são iguais: o primeiro toque, os primeiros beijos, os primeiros dias juntos, a conquista, a perda, a saudade, o desamor; os sonhos, as esperanças, as ilusões e desilusões; os amores que nos falham e os amigos que nunca falham, ou viceversa. Histórias para Dias de Chuva são histórias que todos já vivemos ou conhecemos, mas a que queremos sempre voltar.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 640
Sinopse:
Melhor que um romane de Nora Roberts, só mesmo…3 romances num só livro! "Construir um amor", "Uma luz na tempestade" e "O homem dos seus sonhos" são três fantásticos enredos bem ao jeito da autora número um de vendas no The New York Times.
Nº Páginas: 640
Sinopse:
Melhor que um romane de Nora Roberts, só mesmo…3 romances num só livro! "Construir um amor", "Uma luz na tempestade" e "O homem dos seus sonhos" são três fantásticos enredos bem ao jeito da autora número um de vendas no The New York Times.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 624
Sinopse:
"Nesta antologia recuperei de uma dispersão por jornais e livros alguns dos textos de ficção de Camilo Castelo Branco que se me afiguraram mais representativos entre os que ele escreveu e publicou desde o início dos anos 50 a finais dos anos 80 do século XIX. Daí me tenha servido para título de uma obra pensada pelo autor, mas nunca escrita. Histórias do Meu Tempo é título encontrado numa carta de Camilo ao seu amigo Vieira de Castro, chegando mesmo a dizer-lhe que figurava entre os seus últimos trabalhos que estavam "a gemer na estampa", destinados a um editor lisboeta. Folheando esta obra, sentimos logo estarmos ante um fantástico álbum videográfico dominado pelos tons a sépia das imagens de uma sociedade que mais ninguém conseguiu amostrar como o autor de Amor de Perdição. Ler as ficções que conformam Histórias do Meu Tempo é uma lição de escrita que compreende uma seleção de páginas entre milhares que saíram da banca de trabalho de um dos mais fecundos escritores da nossa Literatura." Conteúdo da obra • Uma Praga Rogada nas Escadas da Forca • A Formosa das Violetas • Vingança Dum Rinoceronte de Amor • Uma Viscondessa Que não Era • Mil por Um • Gracejos Que Matam • Dois Santos não Beatificados em Roma • O Comendador • Um Parente de Cinquenta e Três Monarcas • Maria Moisés • A Mulher da Azinhaga • O Degredado • Dois Corações Guisados • A Viúva do Enforcado • O Livro V da Ordenação, Título 22 • Aquela Casa Triste • Que Segredos São Estes? • O Senhor Ministro • O Filósofo de Trapeira • O Cofre do Capitão-Mor • Quarto dos Doze Casamentos Felizes
Nº Páginas: 624
Sinopse:
"Nesta antologia recuperei de uma dispersão por jornais e livros alguns dos textos de ficção de Camilo Castelo Branco que se me afiguraram mais representativos entre os que ele escreveu e publicou desde o início dos anos 50 a finais dos anos 80 do século XIX. Daí me tenha servido para título de uma obra pensada pelo autor, mas nunca escrita. Histórias do Meu Tempo é título encontrado numa carta de Camilo ao seu amigo Vieira de Castro, chegando mesmo a dizer-lhe que figurava entre os seus últimos trabalhos que estavam "a gemer na estampa", destinados a um editor lisboeta. Folheando esta obra, sentimos logo estarmos ante um fantástico álbum videográfico dominado pelos tons a sépia das imagens de uma sociedade que mais ninguém conseguiu amostrar como o autor de Amor de Perdição. Ler as ficções que conformam Histórias do Meu Tempo é uma lição de escrita que compreende uma seleção de páginas entre milhares que saíram da banca de trabalho de um dos mais fecundos escritores da nossa Literatura." Conteúdo da obra • Uma Praga Rogada nas Escadas da Forca • A Formosa das Violetas • Vingança Dum Rinoceronte de Amor • Uma Viscondessa Que não Era • Mil por Um • Gracejos Que Matam • Dois Santos não Beatificados em Roma • O Comendador • Um Parente de Cinquenta e Três Monarcas • Maria Moisés • A Mulher da Azinhaga • O Degredado • Dois Corações Guisados • A Viúva do Enforcado • O Livro V da Ordenação, Título 22 • Aquela Casa Triste • Que Segredos São Estes? • O Senhor Ministro • O Filósofo de Trapeira • O Cofre do Capitão-Mor • Quarto dos Doze Casamentos Felizes
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Compilada em 1900, quando Rilke tinha vinte e quatro anos, a sucessão de contos que compõe as "Histórias do Bom Deus" terá sido inspirada pela viagem que levara o autor até à Rússia no ano anterior. A vastidão da paisagem russa e a profunda espiritualidade que encontrou nas pessoas simples com quem se cruzou terão levado o poeta a refletir sobre a forma como Deus se dá a conhecer, descobrindo-O em tudo o que nos rodeia. Este é um conjunto de contos, parábolas e fábulas que quis que fosse particularmente destinado a falar às crianças sobre o divino, sobre o amor e a devoção, e que veio a revelar-se um dos seus mais importantes trabalhos em prosa. Neste volume reunimos mais três obras suas, "Dois Contos de Praga" (1899), "Ewald Tragy" (escrito entre 1898 e 1899, mas não publicado em vida) e "Os Últimos" (1901), que comprovam que Rainer Maria Rilke foi não só um dos maiores poetas de língua alemã do século xx, mas também um exímio contador de histórias.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Compilada em 1900, quando Rilke tinha vinte e quatro anos, a sucessão de contos que compõe as "Histórias do Bom Deus" terá sido inspirada pela viagem que levara o autor até à Rússia no ano anterior. A vastidão da paisagem russa e a profunda espiritualidade que encontrou nas pessoas simples com quem se cruzou terão levado o poeta a refletir sobre a forma como Deus se dá a conhecer, descobrindo-O em tudo o que nos rodeia. Este é um conjunto de contos, parábolas e fábulas que quis que fosse particularmente destinado a falar às crianças sobre o divino, sobre o amor e a devoção, e que veio a revelar-se um dos seus mais importantes trabalhos em prosa. Neste volume reunimos mais três obras suas, "Dois Contos de Praga" (1899), "Ewald Tragy" (escrito entre 1898 e 1899, mas não publicado em vida) e "Os Últimos" (1901), que comprovam que Rainer Maria Rilke foi não só um dos maiores poetas de língua alemã do século xx, mas também um exímio contador de histórias.
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Edição: Jun 2012
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Este volume reúne o primeiro conjunto de histórias policiais de Fernando Pessoa, escritas entre 1906 e 1907 e em língua inglesa. Começa aqui o policial pessoano, conceito em que irá trabalhar até morrer. Se, nalguns aspectos, estes textos estão ainda ligados à juventude do autor e às experiências e leituras desses tempos, outros revelam uma surpreendente coerência em relação à escrita policial da sua maturidade. A visão que Pessoa tinha do género começou aqui a formar-se e ele manteve-se-lhe fiel até ao fim. O ex-sargento William Byng é o detective criado, misto de genialidade e fraqueza, personificação dos poderes dedutivos, com um raciocínio abstracto que se assemelha a um número de circo de elaborados volteios. Tal como mais tarde Abílio Quaresma, das novelas policiárias, Byng é um decifrador dos mistérios do mundo e da mente humana, aparentemente transcendentes, mas possíveis de reduzir a simples charadas da vida real. O ensaio "História Policial", também ele iniciado na juventude, mas continuado e acrescentado ao longo das décadas seguintes, revela o profundo conhecimento do autor acerca de um género ao tempo pouco valorizado entre nós, mas que ele apreciava o suficiente para o desejar transformar em coisa sua. Neste ensaio é definido o princípio fundador: o policial de qualidade, produto da imaginação, deve ser sobretudo um divertimento intelectual e um exercício de raciocínio.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Este volume reúne o primeiro conjunto de histórias policiais de Fernando Pessoa, escritas entre 1906 e 1907 e em língua inglesa. Começa aqui o policial pessoano, conceito em que irá trabalhar até morrer. Se, nalguns aspectos, estes textos estão ainda ligados à juventude do autor e às experiências e leituras desses tempos, outros revelam uma surpreendente coerência em relação à escrita policial da sua maturidade. A visão que Pessoa tinha do género começou aqui a formar-se e ele manteve-se-lhe fiel até ao fim. O ex-sargento William Byng é o detective criado, misto de genialidade e fraqueza, personificação dos poderes dedutivos, com um raciocínio abstracto que se assemelha a um número de circo de elaborados volteios. Tal como mais tarde Abílio Quaresma, das novelas policiárias, Byng é um decifrador dos mistérios do mundo e da mente humana, aparentemente transcendentes, mas possíveis de reduzir a simples charadas da vida real. O ensaio "História Policial", também ele iniciado na juventude, mas continuado e acrescentado ao longo das décadas seguintes, revela o profundo conhecimento do autor acerca de um género ao tempo pouco valorizado entre nós, mas que ele apreciava o suficiente para o desejar transformar em coisa sua. Neste ensaio é definido o princípio fundador: o policial de qualidade, produto da imaginação, deve ser sobretudo um divertimento intelectual e um exercício de raciocínio.
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Edição: Jun 2014
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Talvez Roma seja apelidada de Cidade Eterna porque o tempo a atravessa com lentidão. Caótica e simultaneamente melancólica, acumula um cepticismo de séculos, mas mantém a luminosa vivacidade do Mediterrâneo. O catalão Enric González viveu em muitas cidades ao longo da sua vida enquanto correspondente do El País, mas escreveu apenas sobre algumas, e escreveu sempre a uma distância temporal confortável, que lhe permitisse recolher as memórias e experiências que de facto importam. Este livro não é um guia turístico nem uma antologia de lugares - é um percurso pessoal por uma Roma fascinante, às vezes secreta. Nas suas páginas, o leitor encontrará uma sucessão de histórias, personagens, momentos e cenários romanos: gatos, pinturas de Caravaggio, a casa e o túmulo de Keats, a melhor pizaria da cidade, o lugar onde se toma o melhor café do mundo, burocracia, a história de um marquês perverso, voyeur, assassino e suicida, o périplo de um pacote que corre meio mundo e regressa a Roma devido à incompetência dos Correios, papas, Berlusconi, uma igreja onde ninguém se quer casar, os códigos romanos de cortesia, futebol, conspirações maçónicas, barbearias, palácios, virgens, santos e milagres.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Talvez Roma seja apelidada de Cidade Eterna porque o tempo a atravessa com lentidão. Caótica e simultaneamente melancólica, acumula um cepticismo de séculos, mas mantém a luminosa vivacidade do Mediterrâneo. O catalão Enric González viveu em muitas cidades ao longo da sua vida enquanto correspondente do El País, mas escreveu apenas sobre algumas, e escreveu sempre a uma distância temporal confortável, que lhe permitisse recolher as memórias e experiências que de facto importam. Este livro não é um guia turístico nem uma antologia de lugares - é um percurso pessoal por uma Roma fascinante, às vezes secreta. Nas suas páginas, o leitor encontrará uma sucessão de histórias, personagens, momentos e cenários romanos: gatos, pinturas de Caravaggio, a casa e o túmulo de Keats, a melhor pizaria da cidade, o lugar onde se toma o melhor café do mundo, burocracia, a história de um marquês perverso, voyeur, assassino e suicida, o périplo de um pacote que corre meio mundo e regressa a Roma devido à incompetência dos Correios, papas, Berlusconi, uma igreja onde ninguém se quer casar, os códigos romanos de cortesia, futebol, conspirações maçónicas, barbearias, palácios, virgens, santos e milagres.
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Edição: Ago 2015
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Nova Iorque: a cidade não dorme, e Enric González tão-pouco. Entre episódios burlescos da máfia nova-iorquina, a impossibilidade de se encontrar um apartamento aceitável na cidade, curiosidades sobre lugares simbólicos - bairros, museus, bares e restaurantes - e referências a figuras que marcam a identidade urbana (Woody Allen, Oliver Sacks, Lou Reed, Rudy Giuliani), González apresenta a sua visão pessoalíssima da mais mítica das metrópoles.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Nova Iorque: a cidade não dorme, e Enric González tão-pouco. Entre episódios burlescos da máfia nova-iorquina, a impossibilidade de se encontrar um apartamento aceitável na cidade, curiosidades sobre lugares simbólicos - bairros, museus, bares e restaurantes - e referências a figuras que marcam a identidade urbana (Woody Allen, Oliver Sacks, Lou Reed, Rudy Giuliani), González apresenta a sua visão pessoalíssima da mais mítica das metrópoles.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"Dei-me conta de que os livros perdidos têm algo que os outros não possuem: deixam-nos, a nós, não leitores, a possibilidade de imaginá-los, de contá-los, de reinventá-los." Ernest Hemingway, George Byron, Sylvia Plath, Nikolai Gógol, Malcolm Lowry, Bruno Schulz, Romano Bilenchi, Walter Benjamin… Histórias de oito livros perdidos, queimados, rasgados, roubados, simplesmente desaparecidos, que sabemos terem sido escritos, que sabemos existirem. As pistas são fracas e a esperança de os encontrar reduzida, mas procurá-los não será já um modo de os lermos? Da Florença deste século à Londres regencial, da estepe russa à Praga da Segunda Guerra Mundial, Giorgio Van Straten, no papel de detetive de livros perdidos, guia o leitor pelo espaço e pelo tempo numa viagem fascinante, desenterrando histórias de infâmia, tragédia e oportunidades (de leitura) perdidas.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"Dei-me conta de que os livros perdidos têm algo que os outros não possuem: deixam-nos, a nós, não leitores, a possibilidade de imaginá-los, de contá-los, de reinventá-los." Ernest Hemingway, George Byron, Sylvia Plath, Nikolai Gógol, Malcolm Lowry, Bruno Schulz, Romano Bilenchi, Walter Benjamin… Histórias de oito livros perdidos, queimados, rasgados, roubados, simplesmente desaparecidos, que sabemos terem sido escritos, que sabemos existirem. As pistas são fracas e a esperança de os encontrar reduzida, mas procurá-los não será já um modo de os lermos? Da Florença deste século à Londres regencial, da estepe russa à Praga da Segunda Guerra Mundial, Giorgio Van Straten, no papel de detetive de livros perdidos, guia o leitor pelo espaço e pelo tempo numa viagem fascinante, desenterrando histórias de infâmia, tragédia e oportunidades (de leitura) perdidas.
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"Os famas são os que embalsamam e catalogam as recordações, que bebem à colherada a virtude com o único propósito de se reconhecerem cheios de vícios, aqueles que, se têm tosse, deitam abaixo um eucalipto em vez de comprarem os rebuçados peitorais Dr. Bayard. Os cronópios são aqueles que ao lavar os dentes à janela espremem todo o conteúdo do tubo só para verem esvoaçar grinaldas de pasta dentífrica cor-de-rosa (…) quando se deparam com uma tartaruga, desenham-lhe uma andorinha. (…) A criação mais feliz e absoluta de Cortázar." Do prefácio de Italo Calvino Nova tradução de Isabel Pettermann
Nº Páginas: 136
Sinopse:
"Os famas são os que embalsamam e catalogam as recordações, que bebem à colherada a virtude com o único propósito de se reconhecerem cheios de vícios, aqueles que, se têm tosse, deitam abaixo um eucalipto em vez de comprarem os rebuçados peitorais Dr. Bayard. Os cronópios são aqueles que ao lavar os dentes à janela espremem todo o conteúdo do tubo só para verem esvoaçar grinaldas de pasta dentífrica cor-de-rosa (…) quando se deparam com uma tartaruga, desenham-lhe uma andorinha. (…) A criação mais feliz e absoluta de Cortázar." Do prefácio de Italo Calvino Nova tradução de Isabel Pettermann
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 332
Sinopse:
Histórias de Adormecer para Raparigas Rebeldes é uma coletânea de 100 histórias inspiradoras sobre mulheres extraordinárias que desafiaram convenções e mudaram o mundo. Cada relato é uma homenagem à coragem, criatividade e perseverança, desde figuras históricas como Frida Kahlo e Malala Yousafzai até pioneiras menos conhecidas. Ideal para jovens leitoras, este livro oferece modelos de força e determinação, mostrando que todas as raparigas podem ser protagonistas da sua própria história.
Nº Páginas: 332
Sinopse:
Histórias de Adormecer para Raparigas Rebeldes é uma coletânea de 100 histórias inspiradoras sobre mulheres extraordinárias que desafiaram convenções e mudaram o mundo. Cada relato é uma homenagem à coragem, criatividade e perseverança, desde figuras históricas como Frida Kahlo e Malala Yousafzai até pioneiras menos conhecidas. Ideal para jovens leitoras, este livro oferece modelos de força e determinação, mostrando que todas as raparigas podem ser protagonistas da sua própria história.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Depois de o primeiro volume de Histórias de Adormecer Para Raparigas Rebeldes ter embalado mais de um milhão de pessoas, as autoras Francesca Cavallo e Elena Favilli dão-nos a conhecer cem novas histórias de mulheres extraordinárias cujas vidas imprimiram no mundo uma marca de coragem, iniciativa e irreverência. Cada biografia é um pequeno conto inspirador que nos faz sonhar com um infinito universo de possibilidades. Entre escritoras, astronautas, fotógrafas, atrizes, políticas, cantoras, professoras, ativistas, revolucionárias, rainhas, enfermeiras, acrobatas… Estão mulheres tão diferentes como Agatha Christie, Yeonmi Parke, Nefertiti, J.K. Rowling, Beatrix Potter ou Simone Veil. Vidas que renovam a nossa esperança num mundo mais justo, igualitário e belo. Histórias que inspiram a sonhar mais longe.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Depois de o primeiro volume de Histórias de Adormecer Para Raparigas Rebeldes ter embalado mais de um milhão de pessoas, as autoras Francesca Cavallo e Elena Favilli dão-nos a conhecer cem novas histórias de mulheres extraordinárias cujas vidas imprimiram no mundo uma marca de coragem, iniciativa e irreverência. Cada biografia é um pequeno conto inspirador que nos faz sonhar com um infinito universo de possibilidades. Entre escritoras, astronautas, fotógrafas, atrizes, políticas, cantoras, professoras, ativistas, revolucionárias, rainhas, enfermeiras, acrobatas… Estão mulheres tão diferentes como Agatha Christie, Yeonmi Parke, Nefertiti, J.K. Rowling, Beatrix Potter ou Simone Veil. Vidas que renovam a nossa esperança num mundo mais justo, igualitário e belo. Histórias que inspiram a sonhar mais longe.
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Edição: Nov 2010
Nº Páginas: 160
Sinopse:
""Tá" diz-se em uruguaio quando se procura afirmar com ênfase, e "Tá" respondeu Mario Benedetti quando a decência perguntou se havia que arriscar pelos pobres, pelos fracos, pelos condenados da terra, pelos que não tinham direito à alegria, pelos que sonhavam com uma existência justa, por uma palavra "amanhã" plena de sentido."Esta frase, que dá início a uma das histórias que Luis Sepúlveda recolhe neste livro, resume perfeitamente tanto o espírito que guia a vida do autor chileno, como as suas palavras. Palavras seguras, potentes mas sussurrantes, que sempre nos interrogam sobre o estado do mundo e das suas gentes. Foi essa interrogação constante que consagrou Luis Sepúlveda como um dos mais originais escritores de língua castelhana. Nestas 25 histórias somos transladados para diversos cenários, distintas situações, países daqui e dali, mas as palavras do autor remetem-nos sempre para um mesmo território literário: o território dos derrotados que se negam a aceitar a derrota. Um território bem conhecido dos leitores de Luis Sepúlveda que, neste livro, se reencontrarão com algumas das melhores passagens da sua extensa obra literária.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
""Tá" diz-se em uruguaio quando se procura afirmar com ênfase, e "Tá" respondeu Mario Benedetti quando a decência perguntou se havia que arriscar pelos pobres, pelos fracos, pelos condenados da terra, pelos que não tinham direito à alegria, pelos que sonhavam com uma existência justa, por uma palavra "amanhã" plena de sentido."Esta frase, que dá início a uma das histórias que Luis Sepúlveda recolhe neste livro, resume perfeitamente tanto o espírito que guia a vida do autor chileno, como as suas palavras. Palavras seguras, potentes mas sussurrantes, que sempre nos interrogam sobre o estado do mundo e das suas gentes. Foi essa interrogação constante que consagrou Luis Sepúlveda como um dos mais originais escritores de língua castelhana. Nestas 25 histórias somos transladados para diversos cenários, distintas situações, países daqui e dali, mas as palavras do autor remetem-nos sempre para um mesmo território literário: o território dos derrotados que se negam a aceitar a derrota. Um território bem conhecido dos leitores de Luis Sepúlveda que, neste livro, se reencontrarão com algumas das melhores passagens da sua extensa obra literária.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Enquanto advogado, António Canêdo Berenguel tem-se cruzado com histórias de vida inenarráveis, mas foi nos fundos judiciais que encontrou as mais incríveis e surpreendentes. Entre maços e maços de processos, selecciona histórias judiciais do século XIX e do início do século XX, que conta na rubrica Histórias da Justiça, na TSF. Agora, reuniu la crème de la crème neste livro homónimo. De notas falsas em ceroulas a barbeiros abortadeiros, passando por furtos de galinhas, porcos, queijos e presuntos, há de tudo nos arquivos dos tribunais. Conheça a história do político local que mudou a hora nacional e a dos ex-namorados que foram parar ao tribunal por causa, não do euromilhões, mas de… sabonetes. Há histórias de amor e de ódio de outros tempos, peritos de tudo e de nada, juízes e procuradores probos e austeros, advogados e funcionários judiciais zelosos, conflituosos ou apaixonados, nesta selecção proveniente de um acervo documental único.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Enquanto advogado, António Canêdo Berenguel tem-se cruzado com histórias de vida inenarráveis, mas foi nos fundos judiciais que encontrou as mais incríveis e surpreendentes. Entre maços e maços de processos, selecciona histórias judiciais do século XIX e do início do século XX, que conta na rubrica Histórias da Justiça, na TSF. Agora, reuniu la crème de la crème neste livro homónimo. De notas falsas em ceroulas a barbeiros abortadeiros, passando por furtos de galinhas, porcos, queijos e presuntos, há de tudo nos arquivos dos tribunais. Conheça a história do político local que mudou a hora nacional e a dos ex-namorados que foram parar ao tribunal por causa, não do euromilhões, mas de… sabonetes. Há histórias de amor e de ódio de outros tempos, peritos de tudo e de nada, juízes e procuradores probos e austeros, advogados e funcionários judiciais zelosos, conflituosos ou apaixonados, nesta selecção proveniente de um acervo documental único.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Neste seu novo livro, Rubem Fonseca opta de novo pela concisão, tal como fizera na coletânea "Amálgama", vencedora do Prémio Jabuti 2015. Junta desta vez trinta e oito histórias curtas, por vezes curtíssimas, nas quais volta a abordar brilhantemente, de forma crua mas delicada, temas já recorrentes na sua obra mais recente: o envelhecimento, a obesidade, a loucura e todo o tipo de decadência humana.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Neste seu novo livro, Rubem Fonseca opta de novo pela concisão, tal como fizera na coletânea "Amálgama", vencedora do Prémio Jabuti 2015. Junta desta vez trinta e oito histórias curtas, por vezes curtíssimas, nas quais volta a abordar brilhantemente, de forma crua mas delicada, temas já recorrentes na sua obra mais recente: o envelhecimento, a obesidade, a loucura e todo o tipo de decadência humana.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Não são abundantes os livros, nem mesmo os artigos, em que o historiador português reflete sobre a História que faz e que os outros historiadores fazem ou, na generalidade, sobre o conceito de História na sua conceção historiográfica, ou na sua aceção teórica ou filosófica, sobre o seu ensino e mesmo sobre a sua divulgação. Esta obra não pretende ser um estudo de teoria da História, a juntar às reflexões de autores citados e mesmo a alguns artigos que fomos publicando sobre a temática. Pretendo apenas refletir interrogativamente, na primeira pessoa e como historiador, sobre o sentido da História, a fim de evitar que se confunda a História como ciência como uma mera narrativa de curiosidades, mesmo como uma simples obra de divulgação fácil, com um livro de memórias, até com a literatura de costumes de época ou com algumas biografias a que por vezes se quer dar o valor da História (ressalvando outras, que são obras de historiadores), mesmo com as ideias singelas e esquemáticas (mas às vezes escritas com densidade e muito rigor) que se apresentam nos manuais pedagógicos de História ou até com trivialidades que se dizem em discursos oportunistas como sendo ‘verdades históricas’. O que pretendo é dar uma noção simples e ao mesmo tempo complexa de História, definir a sua linha de rumo científico e separar águas sem nunca depreciar outros registos que são muitas vezes considerados incorretamente como História, a não ser que se queira fazer identificações abusivas."
Nº Páginas: 224
Sinopse:
"Não são abundantes os livros, nem mesmo os artigos, em que o historiador português reflete sobre a História que faz e que os outros historiadores fazem ou, na generalidade, sobre o conceito de História na sua conceção historiográfica, ou na sua aceção teórica ou filosófica, sobre o seu ensino e mesmo sobre a sua divulgação. Esta obra não pretende ser um estudo de teoria da História, a juntar às reflexões de autores citados e mesmo a alguns artigos que fomos publicando sobre a temática. Pretendo apenas refletir interrogativamente, na primeira pessoa e como historiador, sobre o sentido da História, a fim de evitar que se confunda a História como ciência como uma mera narrativa de curiosidades, mesmo como uma simples obra de divulgação fácil, com um livro de memórias, até com a literatura de costumes de época ou com algumas biografias a que por vezes se quer dar o valor da História (ressalvando outras, que são obras de historiadores), mesmo com as ideias singelas e esquemáticas (mas às vezes escritas com densidade e muito rigor) que se apresentam nos manuais pedagógicos de História ou até com trivialidades que se dizem em discursos oportunistas como sendo ‘verdades históricas’. O que pretendo é dar uma noção simples e ao mesmo tempo complexa de História, definir a sua linha de rumo científico e separar águas sem nunca depreciar outros registos que são muitas vezes considerados incorretamente como História, a não ser que se queira fazer identificações abusivas."
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