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Nº Páginas: 240
Sinopse:
A História de Portugal está recheada de personagens que mais parecem de ficção, desde os nomes aos cognomes, dos feitos aos feitios. Ou não fosse a nossa História construída sobre sangue (dos outros), suor (dos nossos heróis e heroínas) e vinho (de todas as castas)! Este livro alia o rigor histórico (rigor mortis) à boa disposição de uma certa cusquice (merecida) sobre uma mão-cheia de verdadeiras personagens, todas conhecidas (e algumas até da polícia), e inclui expressões populares e eruditas, pratos, moda e outras curiosidades. Escrito sob uma luz mais intimista e pessoal, divertida e desarmante, mas sempre interessante, promete entreter curiosos e estudiosos - afinal, as autoras são especialistas na matéria, como se pode comprovar através do seu podcast de Maneiras que É Assim¿
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"Plano Nacional de Leitura Literatura - Maiores de 18 anos PRÉMIO NOBEL DE LITERATURA A 26 de abril de 1986, Chernobyl foi palco do pior desastre nuclear de sempre. As autoridades soviéticas esconderam a gravidade dos factos da população e da comunidade internacional, e tentaram controlar os danos enviando milhares de homens mal equipados e impreparados para o vórtice radioativo em que se transformara a região. O acidente acabou por contaminar quase três quartos da Europa. Numa prosa pungente e desarmante, Svetlana Alexievich da voz a centenas de pessoas que viveram a tragédia: desde cidadãos comuns, bombeiros e médicos, que sentiram na pele as violentas consequências do desastre, até as forças do regime soviético que tentaram esconder o ocorrido. " "Os testemunhos, resultantes de mais de 500 entrevistas realizadas pela autora, são apresentados através de monólogos tecidos entre si com notável sensibilidade, apesar da disparidade e dos fortes contrastes que separam estas vozes. «A sua técnica é uma mistura vigorosa de eloquência e de silêncio, descrevendo a incompetência, o heroísmo e o luto: a partir dos monólogos dos seus entrevistados, ela cria uma história que o leitor consegue de facto palpar. Ao lê-la, percebi pela primeira vez que Chernobyl foi o tsunami da Europa: mas fomos nós, humanos, que o criámos, e este tsunami é interminável.» - The Telegraph Tradução direta do russo por Galina Mitrakhovich"
Nº Páginas: 424
Sinopse:
O segredo mais bem guardado da Guerra Fria No confronto silencioso da Guerra Fria, travado em grande parte nos campos da mente e do intelecto, uma arma insuspeita foi fulcral: o livro. O Clube de Leitura da CIA revela a extraordinária história verídica de um programa secreto da inteligência dos EUA que conseguiu contrabandear dez milhões de volumes através da vastíssima e fortemente vigiada Cortina de Ferro. A missão, de um alcance e audácia sem precedentes, visava minar diretamente a sufocante censura imposta pelo regime soviético e levar visões políticas e culturais alternativas a um povo privado de acesso à informação livre. Liderado por George Minden a partir dos escritórios da CIA em Manhattan, um homem nascido em Bucareste que compreendia profundamente as realidades e necessidades culturais do Leste, o programa enviava uma diversificada seleção de literatura para a Europa de Leste ¿ de clássicos subversivos como George Orwell a autores populares como Agatha Christie. Estes livros, que funcionavam como faróis de esperança e ar fresco intelectual, eram transportados através de todos os meios imagináveis de contrabando: a bordo de camiões e iates, enviados por balões, escondidos em compartimentos secretos de comboios, ou dissimulados na bagagem de viajantes comuns. A operação não só desafiava as autoridades comunistas, como procurava estabelecer uma ligação genuína com os leitores no Leste, reconhecendo a sua inteligência e a sua sede por diversidade cultural e dignidade humana. O impacto desta torrente clandestina de literatura foi particularmente forte na Polónia, onde os livros circularam avidamente e inspiraram dissidentes a iniciar operações de impressão subterrâneas, arriscando espancamentos, prisão e exílio. A disseminação da literatura ilícita tornou-se tão massiva que, no final dos anos 1980, a censura na Polónia colapsou, um fator crucial que ajudou a pavimentar o caminho para a eventual queda da própria Cortina de Ferro. Narrada em detalhe cativante pelo jornalista Charlie English, esta é uma saga real de espionagem, sobrevivência e resistência, uma prova arrebatadora do poder inabalável da palavra escrita como força de libertação e de mudança histórica.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
UM PODEROSO RELATO SOBRE O QUE ESTÁ A ACONTECER AGORA NA PALESTINA E AS CONTRADIÇÕES MORAIS DO OCIDENTE A 25 de Outubro de 2023, após apenas três semanas da intensificação dos bombardeamentos em Gaza, Omar El Akkad publicou um tuite: «Um dia, quando for seguro, quando não houver consequências pessoais por chamar as coisas pelos nomes, quando for demasiado tarde para responsabilizar quem quer que seja, sempre teremos sido todos contra isto.» Teve mais de dez milhões de visualizações. Enquanto imigrante que veio para o Ocidente, El Akkad acreditava que este prometia liberdade e justiça. Mas nos últimos 20 anos, ao fazer a cobertura de guerras e protestos, e sobretudo ao assistir ao massacre em Gaza, chegou à conclusão de que grande parte do que o Ocidente promete é mentira, e que haverá sempre grupos de seres humanos a não serem tratados como tal ¿ não apenas árabes, muçulmanos ou imigrantes, mas quem quer que fique de fora das fronteiras do privilégio. Um Dia, sempre Teremos Sido Todos contra Isto é uma crónica dessa dolorosa constatação, um debate moral sobre o que significa, enquanto cidadão, talhar um qualquer sentido de possibilidade numa era de carnificina. Relato cru e vulnerável, registo de uma matança inominável e uma desolada carta de ruptura com o Ocidente, este livro é para todas as pessoas que ambicionam algo melhor para o mundo. Este é o livro do nosso tempo. «Gaza matou alguma coisa em todos nós. Este é um livro poderoso, irresistível, assustador.» ¿ The Guardian, Sean O¿Hagan «Um estimulante manifesto e um importante registo da actualidade.» ¿ The New York Times «Uma defesa poderosa da empatia¿ o que é necessário para que o horror que acontece `lá¿ seja tão urgente como o que acontece `cá¿?» ¿ The Washington Post, Elamin Abdelmahmoud «Agonizante, este livro é um grito perturbador mas eloquente contra a nossa tolerância perante o sofrimento dos outros.» ¿ The New York Times Book Review, Fintan O¿Toole «Tão furiosamente marcante como tem de ser um grito de raiva e luto contra o status quo.» ¿ Financial Times, Alex Clark «Brutal, raivoso mas sempre inatacável na sua lógica¿ no final, o meu coração estava aos saltos.» ¿ The Guardian, Dina Nayeri «Foi preciso muita coragem para escrever este livro. Também é preciso coragem para o ler¿ porque El Akkad tem toda a razão.» ¿ The Globe and Mail, Lawrence Hill - Tradução: Guilherme Pires
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Gareth Harney conta a história da Roma Antiga, desde a fundação ao colapso, através da sua coleção de moedas. Doze capítulos, cada um dedicado a uma moeda e a uma época específica, com informação bem fundamentada e pequenas narrativas ficionadas a partir dos textos históricos conhecidos, com fotografias ilustrativas, a que acresce um extratexto a cores.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"Rendição, A Ascensão dos Idiotas, de Pedro Gomes Sanches, em cinco capítulos, «o fim do homem livre», «a nova religião e seus cordeiros», «identidade como tirania», «a morte da cultura» e «o conflito final», explora, com ironia e erudição, temas como os excessos do Estado paternalista, os limites da liberdade de expressão e a imposição das políticas identitárias. Como uma tragédia clássica em cinco actos, o autor traça o retrato de uma sociedade que, em nome da segurança, do bem-estar e da correcção política, se entrega voluntariamente ao controle estatal, à vigilância social e ao puritanismo ideológico. Abordando temas como o apagamento cultural e a polarização extrema entre esquerdas e direitas reconfiguradas, este livro denuncia, com humor ácido, crítica implacável e referências filosóficas e políticas, a rendição entusiástica da liberdade perante a tirania dos «bons sentimentos» e da hipocrisia woke."
Nº Páginas: 520
Sinopse:
O novo livro do comentarista do programa da SIC Torto e Direito Após ter escrito um livro sobre o conservadorismo, Miguel Morgado regressa com uma introdução à ideologia política que parecia ter-se estabelecido como o «consenso indestrutível», mas que atravessa uma grave crise na actualidade ¿ o liberalismo. «Não é um exagero dizer que até há pouco tempo o liberalismo, com todas as suas variantes, mas unidas por um núcleo comum, era a ideologia política reinante e hegemónica nas democracias ocidentais, tanto na Europa como na América do Norte. A tese do ¿fim da história¿ era, em parte, a constatação desse facto indesmentível. O liberalismo conferia a (quase) totalidade das ideias, dos referentes, dos princípios em torno dos quais se articulava a política democrática dos Estados ocidentais. As diferenças políticas entre partidos e correntes de opinião socorriam-se invariavelmente do tronco comum, diferentemente interpretado, da mesma árvore liberal. Eram contestações, como veremos, entre aquilo que podemos chamar ¿liberalismo de esquerda¿ e ¿liberalismo de direita¿.»
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Dinheiro: o objeto dos nossos desejos. O motor da nossa perdição. A maior invenção da humanidade. O dinheiro é poder ¿ e o poder seduz. Nada que tenhamos inventado definiu tão profundamente a nossa evolução ou alterou tão dramaticamente o rumo da história do planeta. O dinheiro moldou a própria essência do que significa ser humano. O nosso mundo gira em torno do dinheiro, mas raramente paramos para pensar nele. O que é o dinheiro, de onde vem e poderá esgotar-se? O que é esta substância que impulsiona o comércio, revoluções, descobertas, e inspira a arte, a filosofia e a ciência? Nesta viagem épica e fascinante, o economista David McWilliams traça a relação entre os seres humanos e o dinheiro ¿ desde uma simples vara de contagem na África antiga às moedas da Grécia Republicana, da matemática do mundo árabe medieval à Revolução Francesa, e da ascensão do dólar americano às criptomoedas dos dias de hoje. Pelo caminho, encontramos personagens que inovaram com o dinheiro, desafiando a sociedade e transformando a nossa forma de viver, numa evolução monetária contínua que, ao longo dos últimos 5000 anos, tem impulsionado o progresso humano. Uma obra esclarecedora, abrangente e irreverente, que desvenda os mistérios e o poder do dinheiro, explicando porque é tão importante e como molda o nosso mundo.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Um livro que retrata o Ultramar desde o fim do século XIX até à descolonização das colónias. Rico em imagens, tanto dá voz à elite governante portuguesa como à poesia e pensamento africanos. Traz um prefácio muito elogioso de Marcelo Rebelo de Sousa.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
«O maior historiador do mundo secreto» Em 30 de abril de 1980, seis homens fortemente armados irromperam na embaixada iraniana em Londres. Aí fizeram 26 reféns, incluindo funcionários da embaixada, visitantes e três cidadãos britânicos. Seguiu-se um tenso cerco de seis dias, enquanto milhões de pessoas se reuniam em torno dos ecrãs em todo o mundo para assistirem ao noticiário mais longo da história da televisão britânica, no qual negociadores da polícia e psiquiatras procuravam pôr um fim ao impasse sem derramamento de sangue. Enquanto isso, o SAS até então uma organização envolta em secretismo planeava uma ousada missão de salvamento: a Operação Nimrod. Com base em fontes inéditas, entrevistas exclusivas com o SAS e depoimentos de testemunhas incluindo reféns, negociadores, agentes dos serviços secretos e o psiquiatra que se encontrava no local ¿, o historiador Ben Macintyre conduz os leitores numa viagem emocionante, desde os anos e semanas de preparação de ambos os lados, até ao relato, minuto a minuto, do cerco e do salvamento. Recriando as conversas dramáticas entre os negociadores e os reféns, o trabalho vital dos serviços secretos nos bastidores e o frenesim dos meios de comunicação social em torno deste momento de importância internacional, O Cerco é a história notável do que realmente aconteceu naqueles seis dias fatídicos e o primeiro relato completo de um momento que mudou para sempre a forma como a opinião pública encarava as forças especiais.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
"Em 1990, um país desapareceu. Quando a cortina de ferro caiu, a República Democrática Alemã simplesmente deixou de existir. Durante mais de quarenta anos, a RDA apresentou uma identidade alemã radicalmente diferente de tudo o que tinha existido antes e de tudo o que existe hoje. Solidariedade socialista, polícia secreta, planeamento central, arame farpado - esta era uma Alemanha forjada nas falhas da ideologia e da geopolítica. Em Para Lá do Muro, a aclamada historiadora Katja Hoyer oferece uma nova visão caleidoscópica de um país desaparecido. Desde a construção do Muro de Berlim, em 1961, até à relativa prosperidade da década de 1970, passando pelos alicerces do socialismo em meados dos anos 1980, a autora argumenta que, no meio da opressão e das dificuldades frequentes, a Alemanha de Leste albergava uma rica paisagem política, social e cultural, um lugar muito mais dinâmico do que a caricatura da Guerra Fria muitas vezes retratada pelo Ocidente." Contada de forma poderosa, e com base num vasto conjunto de entrevistas, cartas e registos inéditos, esta é a derradeira história da outra Alemanha, aquela que ficava para lá do muro.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Um livro revelador sobre a forma como as fronteiras moldam o nosso mundo Desde que existem mapas que as linhas neles desenhadas marcam as fronteiras, geográfica ou totalmente arbitrárias, que dividem territórios, povos, culturas ou identidades políticas, e que se podem tornar intemporais, mesmo depois de terem desaparecido. Estas linhas poderiam ser bastante diferentes se uma guerra, um tratado ou as decisões de alguns europeus tivessem sido outras. Ao contar as histórias destas fronteiras, podemos aprender muito sobre a vaidade e loucura humanas, e ver como aquilo que parece óbvio e permanente num século parecerá aleatório ou ridículo noutro. Estas histórias mostram-nos como decisões tomadas por razões de curto prazo podem ter efeitos de longo prazo no mundo real, durante as décadas ou os séculos vindouros. Das tentativas romanas de definir os limites da civilização, ao acordo secreto britânico-francês para dividir o Império Otomano durante a Primeira Guerra Mundial, até à razão pela qual a Bolívia, sem acesso à costa, ainda mantém uma marinha, esta obra apresenta uma visão fascinante, engenhosa e surpreendente da história do mundo contada através das suas fronteiras.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Uma História que nos pertence a todos. Independentemente de onde vivemos, todos temos raízes na África. Este livro revela como o continente moldou a história global e porque devemos conhecer melhor o seu legado. Durante demasiado tempo, a história da África foi dominada pelas narrativas ocidentais sobre escravatura e colonialismo ou, simplesmente, ignorada. Zeinab Badawi vem, finalmente, pôr os pontos nos is. Neste livro fascinante, a autora guia-nos pela história espetacular da África - desde as origens da nossa espécie, passando pelas antigas civilizações e pelos impérios medievais com rainhas e reis notáveis, até às misérias da conquista e à euforia da independência. Visitando mais de trinta países africanos para entrevistar inúmeros historiadores, antropólogos, arqueólogos e contadores de histórias locais, Zeinab Badawi tece uma nova, abrangente e arrebatadora história do mais antigo continente habitado do planeta, contada através das vozes dos próprios africanos.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
+ 13 Casos de Morte, Perversão e Horror Neste terceiro volume de uma série iniciada em 2019, a psicóloga clínica e criminóloga Joana Amaral Dias expõe alguns dos casos mais sangrentos, brutais e inquietantes ocorridos no «país dos brandos costumes», ou envolvendo cidadãos nacionais residentes no estrangeiro. Entre a análise psicológica forense, a reconstituição detalhada dos crimes e as circunstâncias de vida dos seus protagonistas, PSICOPATAS PORTUGUESES LIVRO TERCEIRO completa assim um retrato abrangente e verdadeiramente perturbador sobre o lado mais negro da natureza humana. Ao mesmo tempo, destapa recantos esquecidos, silenciados e votados ao abandono da nossa sociedade, onde tantas vezes a perversão cresce à sombra de um dos seus principais pilares, a família na qual a tragédia também se abate sobre os mais frágeis, como as crianças. Uma leitura desaconselhável a mentes sensíveis. Os carrascos torturadores de Jéssica * Rosa, a mãe carcereira * José e Amélia: pais na casa dos horrores * Fábio, o padrasto sádico-sexual * Beatriz, a assassina adolescente da irmã * Olegário, o avozinho que matou a neta * As sete facadas da mãe Odete * As seis vítimas do engenheiro Valdo * Os 28 dias sangrentos de Pedro * Delfim, o maior recluso português * João, escuteiro pedófilo * Domingos, político criminoso * António, o Mata-Mulheres
Nº Páginas: 304
Sinopse:
A solução é dar mais, e não menos. O empresário de restauração Will Guidara tinha 26 anos quando assumiu o controlo do restaurante Eleven Madison Park, em Nova Iorque, nos Estados Unidos da América. Este era então um estabelecimento de duas estrelas, longe de qualquer destaque, apesar do ambiente faustoso que já então ostentava. Onze anos depois, o Eleven Madison Park seria eleito o melhor restaurante do mundo. Dar mais a si próprio. Guidara conseguiu essa transformação juntando à qualidade da cozinha um atendimento ao cliente marcado por uma hospitalidade extraordinária e personalizada. Por exemplo, surpreendendo uma família que nunca vira neve com uma experiência, após o jantar, de passeio de trenó pelo Central Park; ou enchendo uma sala privada com areia, cadeiras de praia e bebidas festivas para animar um casal cuja viagem de sonho fora cancelada. A qualidade excecional do serviço do restaurante, aliás, foi além dos clientes, pois Guidara estendeu-a à forma como tratava a própria equipa que liderava. Os resultados foram impressionantes. Dar mais a quem trabalha consigo. «Além de ter transformado um restaurante, Guidara transformou a ideia de atendimento e serviço ao cliente. Seja qual for a empresa ou organização, irá beneficiar destes ensinamentos.» SIMON SINEK, escritor e autor da aclamada TED Talk Como os Grandes Líderes Inspiram Ação. Dar mais aos seus clientes.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Queria? Já não quer? é uma viagem pelos mistérios e curiosidades da língua portuguesa. Escrito com uma combinação de rigor e humor, o livro desmascara alguns dos mitos que circulam há décadas sobre a origem de palavras e expressões do dia-a-dia. Marco Neves convida os leitores a acompanhá-lo em investigações com reviravoltas dignas de um policial. Será que "bica" era um acrónimo? Será que o famoso palavrão acabado em -alho começou como um cesto nas caravelas? Será que a palavra inglesa tea vem de Transporte de Ervas Aromáticas? Estas e muitas outras histórias são analisadas de forma minuciosa, com factos históricos e etimológicos que revelam a verdadeira origem das nossas expressões e palavras. Para lá das origens das expressões, também encontramos enganos e desenganos sobre o que está certo e errado na nossa gramática: será que não há nada é erro? Será que queria um café deveria ser quero um café? Ideal para apaixonados pela língua portuguesa e curiosos de todas as idades, Queria? Já Não Quer? não é apenas um livro sobre a língua, mas uma reflexão sobre como as palavras carregam em si as histórias da nossa cultura. Este é um livro que, ao mesmo tempo que desmistifica, enriquece a nossa compreensão sobre a complexidade e beleza do português, provando que a realidade, por vezes, pode ser mais fascinante que as lendas.
Uma Montra da Ditadura Portuguesa
Edição: Mai 2025
Nº Páginas: 632
Sinopse:
Os objetos são palpáveis, materiais, não mentem. Escondidos do olhar, em arcas, gavetas, armazéns, remetem-se ao silêncio. Mas se lhes limparmos o pó dos dias e os observarmos com atenção, seremos capazes de ouvir as histórias que têm para contar. Durante cinco anos a jornalista Fernanda Cachão investigou o legado material do Estado Novo, os objetos que décadas de ditadura deixaram para trás. Escolheu 101, lote onde cabem desde a fivela que adornava o cinto da Mocidade Portuguesa, ao Chrysler Imperial, pertença de Salazar, que oito comunistas viriam a usar numa ousada fuga da Prisão de Caxias.
Cada um dos objetos ajuda a construir o retrato do regime. Por exemplo, as refeições servidas na primeira classe da TAP em baixelas de porcelana Vista Alegre e Secla (e que podiam incluir caviar ou lagosta) representam uma época e a sua classe dominante - mas servem também para evocar a criação da companhia aérea nacional ou lembrar o facto de o ditador só ter andado de avião uma vez.
O Estado Novo em 101 Objetos é, pois, uma fascinante montra do que foi a vida portuguesa no tempo da ditadura. Em textos breves, vivos, incisivos, cada peça, cada carta, cada documento suscitam um leque de observações e assinalam, na cronologia da nossa História, o ponto onde foram inscritos - para hoje, mais uma vez, recordarmos o que nunca deve ser esquecido.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Em O Herói de Mil Faces, Joseph Campbell revela o mistério por detrás da jornada do herói, um ciclo épico de aventura, superação e transformação que ressoa em todas as culturas e épocas. Explora também o ciclo cosmogónico, o padrão mítico de criação e destruição do mundo, trazendo uma nova perspetiva sobre como as histórias moldam a nossa compreensão da vida. Ao estudar as grandes mitologias do mundo, Campbell verificou que muitas histórias seguiam um padrão comum. Esse padrão ficou conhecido como a «jornada do herói», e é dividido em três atos principais: - Partida (ou separação): o herói recebe um chamamento para a aventura, deixa o seu mundo comum e entra no desconhecido. - Iniciação: ele enfrenta provações, recebe auxílio de ajudantes, enfrenta monstros e perigos e passa por uma grande transformação. - Retorno: o herói volta ao seu mundo original, agora mais forte e sábio, muitas vezes trazendo algo valioso para a sua comunidade. Desde o seu lançamento, O Herói de Mil Faces influenciou milhões de leitores ao combinar os conhecimentos da psicologia moderna com a compreensão revolucionária de Joseph Campbell sobre a mitologia comparada.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Todos os países vivem momentos coletivos de dor, emoção, medo, ansiedade, apreensão, desconforto. Este é um livro que propõe dar a conhecer alguns dos sobressaltos mais intensos vividos pelos portugueses, recuperando histórias perdidas no tempo. Acontecimentos partilhados por um povo que ora trouxeram dor e sofrimento, ora suscitaram sentimentos de união. Com o advento da informação, jornais, rádio, televisão, redes sociais, o conhecimento do que se passava pouco além da rua passou a ser global. Mas o ser humano continua intrinsecamente o mesmo: emociona-se, comove-se, inquieta-se, amedronta-se. Agora não só com o que sucede na comunidade, também com o que se passa no outro lado do Mundo. Timor foi o exemplo maior de um episódio ocorrido a milhares de quilómetros e vivido em Portugal numa catarse coletiva. Deste e de outros momentos se faz este livro.
Nº Páginas: 536
Sinopse:
A Idade Média é vista como uma época sanguinária de vikings, santos e reis: uma sociedade patriarcal que oprimia e excluía as mulheres. Mas quando aprofundamos um pouco mais a verdade, podemos ver que a idade negra foi tudo menos isso. A historiadora da Universidade de Oxford e da BBC, Janina Ramirez, descobriu inúmeros nomes de mulheres influentes apagados dos registos históricos, com a palavra Femina anotada ao lado. A nossa visão da história foi manipulada à medida que os guardiões do passado ordenavam a queima de livros, a destruição de obras de arte e a produção de novas versões de mitos, lendas e documentos históricos. Só agora, através de um exame cuidadoso dos artefactos, escritos e bens que deixaram para trás, é que as vidas influentes e multifacetadas das mulheres estão a emergir. Femina vai além dos registos oficiais para descobrir o verdadeiro impacto de mulheres como Jadwiga, a única mulher rei da Europa, Margery Kempe, que explorou a sua imagem e história para garantir a sua notoriedade, e a Princesa Loftus, cuja existência nos dá pistas sobre os primórdios do cristianismo em Inglaterra. Femina revela o poder e a influência das mulheres medievais que foram apagadas da nossa história. Da realeza e da religião à fama e à fúria, este livro revela porque é que estas mulheres notáveis foram afastadas da nossa memória coletiva.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Resultado de seis anos de pesquisa e observações que incluíram viagens por 12 países e três continentes, Escravidão explica as raízes da escravidão humana na Antiguidade e em África antes da chegada dos portugueses, o início do tráfico de cativos para a América e suas razões, os números, os bastidores e os lucros do negócio negreiro, além da trajetória de alguns dos seus personagens mais importantes, como o Infante D. Henrique, patrono das grandes navegações e descobrimentos do século XV e também um dos primeiros grandes traficantes de escravos no Atlântico. Esta é uma história de dor e sofrimento cujos traços são ainda visíveis atualmente em muitos dos locais visitados pelo autor. "A escravidão é um fenómeno tão antigo quanto a própria história da humanidade. No mundo inteiro, desde a mais remota Antiguidade, da Babilónia ao Império Romano, da China Imperial ao Egito dos Faraós, das conquistas do Islão na Idade Média aos povos pré-colombianos da América, milhões de seres humanos foram comprados e vendidos como escravos. Provinham de todas as regiões, raças e linhagens étnicas, incluindo eslavos (designação que originou a palavra “escravo”) de olhos azuis das regiões do Mar Báltico. A descoberta e a ocupação de um novo continente pelos europeus na virada do século XV para o XVI, porém, adicionaria ingredientes inteiramente novos a essa história. Nada foi tão volumoso, organizado, sistemático e prolongado quanto o tráfico negreiro para o Novo Mundo: durou três séculos e meio, promoveu a imigração forçada de milhões de seres humanos, envolveu dois oceanos (Atlântico e Índico), quatro continentes (Europa, África, América e Ásia) e quase todos os países da Europa e reinos africanos, além de árabes e indianos que nele participaram indiretamente." Laurentino Gomes
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Num diálogo fascinante, dois dos mais influentes pensadores mundiais da atualidade refletem sobre o valor da igualdade e debatem sobre o que cidadãos e governos devem fazer para diminuir o que nos separa. Da economia à filosofia, passando pela história e pela política, Piketty e Sandel analisam o que já fizemos para alcançar a igualdade mas, ao mesmo tempo, identificam e discutem, sem rodeios, o que ainda - e é tanto - nos divide, ao nível da riqueza, do rendimento, do poder e do status de cada país, numa perspetiva global. Que podemos fazer, neste tempo de grande instabilidade política e crise ambiental? Piketty e Sandel estão de acordo em muitos pontos: investimento mais inclusivo na saúde e na educação e regulamentação do poder político dos mais ricos e dos mercados, por exemplo. Não obstante, até onde e quão rápido o podemos fazer? Devemos dar prioridade ao lado material ou à mudança social? Que horizonte de mudança podemos ter, quando as forças nacionalistas estão a ganhar, novamente, terreno? Como deve a esquerda abordar valores como o patriotismo ou a solidariedade entre cidadãos da mesma nacionalidade, quando colidem com os desafios da migração em massa e as alterações climáticas? Ler este livro e assistir ao debate entre Piketty e Sandel é ver novas possibilidades de mudança e justiça, mas é também encarar uma imutável verdade: progredir em direção a mais igualdade nunca é possível sem profundos conflitos sociais e acesa luta política.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
A história da maçonaria em Lisboa constitui uma narrativa que se confunde muitas vezes com a história de Portugal. Poucas organizações levantam tantas questões e dúvidas como a Maçonaria. Durante séculos, foi perseguida, proibida; durante séculos, resistiu, interveio. Durante séculos, oscilou entre períodos de sombra e repressão e épocas de luz e de grande fulgor… À Maçonaria foram imputados - de forma caluniosa - os crimes mais terríveis e atribuídos - por vezes, com exagero - os avanços civilizacionais mais brilhantes. Enfim, poucas organizações tiveram (e têm) tantos detratores e, ao mesmo tempo, tantas personalidades ilustres a apoiá-la. Neste livro, queremos dar a conhecer, de forma isenta, a História da Maçonaria em Lisboa, desde a fundação das primeiras Lojas até aos nossos dias - uma caminhada feita de sofrimento e de luta, de união e de cisões. A História da Maçonaria lisboeta acompanha de forma indelével a evolução da História de Portugal, estando tantas vezes presente em momentos decisivos, sendo inegável que os princípios maçónicos de Humanismo e de Fraternidade estão em muitas vertentes da nossa Democracia. Lisboa Maçónica constitui, desta forma, um manual que desvenda alguns aspetos de uma organização que, por entre penumbras e luzes, faz parte do nosso Património Histórico.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
"Mas o corpo não esquece. E por isso é ele que regressa um dia ao local do crime, é ele que quer recuperar o que lhe foi roubado." Houve alturas em que Anna acreditou na igualdade que recompensa independentemente do género, "que não quer saber se usas maquilhagem ou como são as tuas pernas". Mas depois, como muitas raparigas e mulheres, sentia necessidade de ser vista e de se sentir especial. E, perante os olhares, as mãos e as palavras dos homens, não conseguia deixar de ceder - espaço, voz, partes de si -, embora dividida entre o desejo de se mostrar e o pavor de o fazer. E agora, que dá aulas num mestrado em jornalismo, dá por si a discutir o legado do #MeToo com muitas jovens, enquanto pensa em todas as vezes que cedeu. Quantas interpretações damos à palavra "consentimento"? Quando é que podemos ter a certeza de que um "sim" não esconde uma hesitação? Anna procura culpados, mas não tem a certeza de se poder considerar uma vítima. Terá de se perdoar a si mesma, olhando para dentro de si com coragem e sinceridade, para se poder aceitar e seguir em frente? Em todo o caso, continua à espera de que lhe peçam desculpa. Proposto ao prestigiado Prémio Strega, este é um romance extremamente atual sobre como às vezes só muito tarde as mulheres percebem como sofreram abusos. Com a curiosidade e a inteligência que caracterizam a sua escrita, Michela Marzano convida-nos a refletir acerca da relação ambígua que temos com os outros e com o nosso próprio corpo.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O best-seller internacional que vai aguçar a nossa mente, ampliar a nossa perspetiva e transformar as nossas relações. Tudo isto com a ajuda de Sócrates. Porque somos tão maus a fazer boas perguntas? Num mundo polarizado, aprender a fazer melhores perguntas é uma ferramenta essencial para o sucesso pessoal e profissional. Pode criar espaço para repensarmos as nossas posições, encontrarmos respostas em conjunto e alterarmos a nossa perspetiva sobre as coisas.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Foram cinquenta anos onde me apeei em dezasseis estações, numa viagem preparada no Verão de 2023, iniciada nesse Outono e acabada em Abril de 2024. Doi "isto" e foi "assim"? Eu estive lá: sei que estas histórias foram bem contadas, com a vertigem dos factos revista hoje com a serenidade da distância. Homenageando a memória e o poder que ela tem. Mas se este livro pode ser importante para muitos leitores que também estiveram "lá", será sobretudo importante para os que não tendo estado, precisam de saber como foi. Marcelo Rebelo de Sousa o Fim do Antigo Regime | Jaime Gama O 25 de Abril de 1974 | Rui Ramos a Descolonização | Pedro Ferraz da Costa o 11 de Março de 1975 | Alípio Tomé Pinto o 25 de Novembro de 1975 | António Barreto o Primeiro Governo Constitucional | António Capucho Sá Carneiro e a 1.ª AD | António Vitorino o Bloco Central | Leonor Beleza o Cavaquismo | Aníbal Cavaco Silva a Moeda Única | Artur Santos Silva Os Anos 90 | José Miguel Júdice Sobre José Sócrates | Pedro Passos Coelho A Troika Revisitada | Helena Matos - Manuel Braga da Cruz Igreja e Sociedade | Fernando Medina Os Governos de António Costa | Paulo Portas 50 Anos de Diplomacia
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Depois do sucesso do seu podcast, Paul Cooper lança agora o livro A Queda das Civilizações: Histórias de Grandeza e Declínio. Partindo de uma investigação minuciosa, entretecida numa narrativa com a ilustração de mapas, fotografias e outros documentos, o autor dá a conhecer o dia a dia de impérios que viram o seu apogeu e queda. Uma viagem pelos vários continentes, dos famosíssimos maias aos misteriosos rapanui, da Ilha da Páscoa, podemos aqui descobrir não apenas o esplendor e a relevância destas comunidades, mas também os perigos que as fizeram ruir, questionando o que terão sentido aqueles que testemunharam o fim do único mundo que conheciam. Lançando mão do rigor de historiador e da criatividade de romancista, o autor termina esta odisseia imaginando que fim nos aguarda: os nossos automóveis obsoletos à beira da estrada, paisagens sem fim de prédios colossais. Mas nem tudo precisa de um desfecho apocalíptico: é possível aprender com os erros do passado e ensinar às gerações presentes como reedificar as nossas sociedades.
Nº Páginas: 536
Sinopse:
O corpo feminino tem sido largamente negligenciado pela ciência ou encarado como sendo praticamente igual ao masculino - o padrão com o qual todos os corpos são comparados -, sem consideração pelas suas características únicas. Ignorar metade da espécie humana, porém, tem graves consequências médicas, sociais e políticas. Com curiosidade e humor acutilantes, Cat Bohannon faz as perguntas que a comunidade científica há muito deveria estar a fazer. A resposta é Eva, uma nova história da nossa espécie, baseada no corpo feminino, oferecendo uma fascinante mudança de paradigma, urgente e vastamente documentada. Revisitando 200 milhões de anos de História da nossa espécie, Eva explora a hipótese de ter sido o corpo feminino a força motriz da sua evolução, influenciando desde o uso de ferramentas à nossa organização social, do desenvolvimento da linguagem ao surgimento das cidades.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Pela primeira vez, uma história visual do 25 de Abril: uma narrativa suportada em mapas, ilustrações e fotografias. Neste Atlas Histórico do 25 de Abril, o historiador José Matos dá-nos uma visão global dos acontecimentos que levaram à eclosão de uma revolta militar em Portugal, em Abril de 1974, e ao derrube da ditadura criada por Salazar quatro décadas antes. Com uma abordagem histórica rigorosa, e com mais de uma centena de fotografias de arquivo e mapas ilustrativos, este livro descreve-nos os eventos que estiveram na origem do golpe militar do 25 de Abril ¿ que abriu o caminho para a instauração da democracia em Portugal: ¿ As razões que levaram os militares a conspirar contra o regime; ¿ O problema da guerra em África e a falta de soluções políticas; ¿ A revolta militar nas Caldas da Rainha que antecedeu o 25 de Abril; ¿ As compras de armas na fase final da guerra; ¿ As movimentações de tropas pelo país que derrubaram a ditadura; ¿
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Após anos de conflitos sangrentos na Europa e no Pacífico, a nação norte-americana fica em choque a 12 de abril de 1945 com a morte do presidente Franklin D. Roosevelt. O vice-presidente Harry Truman assume de imediato o comando do país, mas as dificuldades são muitas. Tendo sido mantido de fora de todo o planeamento da guerra, e nada sabendo sobre o ultrassecreto Projeto Manhattan - que desenvolve a primeira bomba atómica -, vê-se perante uma das mais importantes decisões da humanidade. 1945 - Contagem Decrescente relata-nos a emocionante história real dos agitados dias, semanas e meses desde esse momento até 6 de agosto de 1945, quando Truman dá a ordem para lançar a primeira bomba sobre Hiroxima. Escrito por Chris Wallace, decano jornalista norte-americano, este é um livro que nos leva para dentro da mente das importantes figuras que entraram para a história, como Albert Einstein, J. Robert Oppenheimer, e os competitivos pilotos do avião que lançou a bomba. Mas não só. Mais do que um livro sobre a bomba atómica, este é também um relato inesquecível da vida de civis americanos e japoneses em tempos de guerra, e dos soldados norte-americanos que lutaram no Pacífico, receosos da ordem de invadir o Japão. Com uma escrita apelativa e emocionante, este é o relato definitivo de um dos momentos mais significativos da História.
