1919 produtos
Ordenar por:
1919 produtos
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Se julga que tem todas as certezas do mundo em relação ao que o rodeia, pense duas vezes… - O Chocolate faz borbulhas; - As Avestruzes escondem a cabeça na areia; - Não se deve acordar um sonâmbulo. Também acredita nestes mitos? Pois é, a informação que nos rodeia é tanta que nem conseguimos parar para separar aquilo que é mito daquilo que é verdade científica. "Em Cem Mitos Sem Lógica", a jornalista de ciência Sara Sá e o neurocientista Pedro Ferreira mostram como a ciência e a história nem sempre confirmam o senso comum. Afinal, o Universo e a nossa cultura são muito mais interessantes e ricos do que parece à primeira vista. Venha surpreender-se!
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Como evoluíram os valores humanos Nos dias de hoje a grande parte dos cidadãos ocidentais considera a democracia e a igualdade de género coisas boas e a violência e a desigualdade más. Mas a maioria das pessoas que viveram nos 10 000 anos anteriores ao século XIX pensava justamente o contrário. Recorrendo à arqueologia, à antropologia, à biologia e à história, Ian Morris explica-nos porquê. O resultado é um novo olhar sobre a evolução dos valores humanos, com profundas implicações na forma como entendemos o passado e antevemos o futuro. Morris defende que, a longo prazo, as mudanças de valores fundamentais são movidas pela força mais básica de todas: a energia. Os seres humanos tiveram três principais fontes para obterem a energia de que necessitaram: forrageamento, agricultura e combustíveis fósseis. Cada fonte de energia estabelece os limites estritos dentro dos quais as sociedades podem ter sucesso, e cada tipo de sociedade recompensa valores específicos. Nos pequenos grupos forrageiros, as pessoas que valorizam a igualdade mas que estão prontas para resolver os problemas violentamente têm melhor desempenho do que as que não estão; nas grandes sociedades agrícolas, as pessoas que valorizam a hierarquia e que estão menos dispostas a usar a violência têm melhores desempenhos; e nas grandes sociedades de combustíveis fósseis, o pêndulo oscilou em direção à igualdade, mas afastou-se ainda mais da violência. Mas se o nosso mundo de combustíveis fósseis favorece sociedades abertas e democráticas, a revolução em curso na captação de energia pode significar que os nossos valores mais queridos podem, muito em breve, deixar de o ser.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
No seu novo e surpreendente livro, Ave-Marias, Hernâni Carvalho analisa o papel da mulher tendo como ponto de partida aquele que é o texto fundamental em que se baseia a nossa cultura ocidental: a Bíblia Sagrada. Votadas desde a Antiguidade ao silêncio e limitadas à reprodução e às atividades domésticas, ao longo da História as mulheres foram sempre remetidas para a sombra. E na Bíblia acontece o mesmo. A mulher bíblica era, essencialmente, amante, esposa e mãe. O seu papel era na vida familiar. Na vida social, económica, política e religiosa do país, permanecia sempre na dependência do seu marido ou pai. Calada, à margem e, na maior parte dos casos, anónima. Muitas das que ali se referem são pessoas sem rosto, que nem sequer têm o direito de ver os seus nomes inscritos nas Sagradas Escrituras. O que ali se define é, isso sim, o lugar da mulher: um lugar secundário, acessório, carregado de deveres e sem direitos, numa visão cultural que a encarava apenas de forma utilitária, como servente, como reprodutora, como objeto de prazer ou, quando muito, como meio de obter influência. Meros instrumentos, figurantes, por vezes quase adereços. Em Ave-Marias, Hernâni Carvalho, num registo diferente do habitual, apresenta um olhar sobre essas mulheres, mulheres reais, que por vezes desempenharam papéis determinantes e acabaram retratadas como meras espectadoras, e convida a uma reflexão sobre o tratamento subalterno que ainda hoje, séculos e séculos depois, se dá às mulheres em muitos lugares.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Ainda se lembra das suas primeiras Sanjo? E da revista O Falcão? Ainda se recorda do dia em que viu o homem pisar a Lua? É de memórias e nostalgia que se faz este livro, de saudades desse tempo da nossa juventude, um tempo em que os telemóveis eram coisa de ficção científica e em que uma viagem de Lisboa ao Porto demorava meio dia. Mário Augusto abre o baú das recordações e guia-nos numa viagem ao arquipélago da memória, parando em todas as estações e apeadeiros e promete não deixar marco histórico por visitar. Dos livros da escola primária ao suplemento juvenil d’O Século, do Tintin ao Sandokan, da bola de espelhos às cassetes piratas, dos gelados Rajá à primeira Coca-Cola, está tudo aqui.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
E se tudo o que julgávamos saber sobre a história estivesse errado? Niall Ferguson propõe-nos uma nova forma de olhar o mundo: reformulando cada um dos períodos transformadores da história mundial, incluindo aquele em que vivemos, evidencia a existência de um confronto intemporal entre as hierarquias do poder e as redes sociais. Grande parte da história é hierárquica: trata de papas, imperadores, presidentes, primeiros-ministros e generais. Fala-nos de Estados, exércitos e corporações. É sobre as ordens vindas de cima. Mesmo a história "da base" costuma centrar-se em sindicatos e partidos de trabalhadores. Mas e se isso acontecer simplesmente porque são as hierarquias que criam os arquivos históricos? E se estiverem a escapar-nos redes sociais igualmente poderosas mas menos visíveis, porque menos documentadas, mas que são as verdadeiras fontes de poder e os motores da mudança?
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 320
Sinopse: Porque é que o que acontece nos polos terrestres afeta todo o planeta? Frígidas, remotas e inóspitas, as regiões polares podem parecer muito distantes da nossa vida quotidiana. Mas esses reinos gelados e isolados exercem uma influência extraordinária na vida no resto da Terra. Com o aquecimento do planeta e o recuo do gelo, os polos estão agora no centro da crise climática. Perante esta nova realidade, a fauna nativa terá de se adaptar ou enfrentar a extinção. As comunidades indígenas assistem à transformação das suas terras no palco de uma acesa disputa ambiental e as relações internacionais azedam à medida que recursos minerais e gasosos inexplorados emergem do fundo do mar gelado. Viajando entre pinguins e ursos polares, o reputado cientista Neil Shubin pinta um retrato inédito das regiões polares. Divulgando a investigação que físicos, climatologistas, geólogos, biólogos e paleontólogos intrépidos desenvolvem nessas condições extremas, Shubin dá vida à nova e fascinante ciência que está a nascer nos confins da Terra.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 360
Sinopse: Durante séculos, figuras como Cristóvão Colombo, Vasco da Gama ou Fernão de Magalhães foram celebradas como heróis da expansão marítima europeia. No entanto, que histórias ficam de fora quando olhamos apenas para os grandes feitos e para os vencedores? Sabia que na sua busca por ouro, Martin Frobisher, que se comparava a Cristóvão Colombo, transportou toneladas de pedras sem valor através do Atlântico? Já tinha ouvido a história do navio do capitão Manuel de Sousa de Sepúlveda, que, na procura de especiarias e sobrecarregado, naufragou ao largo da costa sul-africana, espalhando o seu precioso carregamento? Neste livro, Simon Park propõe uma nova forma de olhar para o passado. Recorrendo a relatos marítimos de diferentes línguas e continentes - do Brasil e do sudeste de África à Índia e às Filipinas -, apresenta histórias dramáticas sobre o mar e as consequências que tiveram em terra. O resultado é uma cronologia alternativa do século que se seguiu à viagem de Colombo em 1492, centrando-se nos fracassos, nos naufrágios e nos encontros turbulentos que acompanharam a época dos Descobrimentos. Ao destacar tudo aquilo que correu menos bem, esta obra revela o frágil equilíbrio entre potências europeias ambiciosas, intermediários locais astutos e comunidades que resistiram à invasão. Um retrato envolvente de um período turbulento, que desafia a ideia do domínio europeu inevitável e convida a repensar a história como espaço aberto, moldado por escolhas, conflitos e possibilidades.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 560
Sinopse: Em 1946, nos julgamentos de Nuremberga, alguns dos maiores criminosos de guerra da História foram condenados à morte, mas muitos ex-nazis ficaram em liberdade. Na Alemanha e entre os Aliados, o desejo de deixar o passado para trás prevalecia, e o Holocausto corria o risco de ser esquecido. Com base em documentos familiares inéditos, registos recentemente desclassificados e entrevistas exclusivas, Jack Fairweather dá vida nestas páginas à história de Fritz Bauer, um magistrado e jurista judeu e homossexual que, ao regressar à Alemanha depois de um exílio forçado na Suécia, trabalhou incansavelmente para obrigar os seus compatriotas a reconhecerem a responsabilidade e ampla cumplicidade nos horrores nazis. O que emerge é um retrato de uma Alemanha sombria, perturbadora, homofóbica e racista, mesmo no período pós-1945, onde criminosos de guerra ocupavam cargos importantes em ministérios e a CIA financiava a antiga rede de espionagem de Hitler. Muitos tentaram deter Fritz Bauer, mas ele recusou-se a ser intimidado. E, graças à sua luta pela verdade, centenas de nazis foram levados à justiça.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 384
Sinopse: 9.º VOLUME DA COLECÇÃO «O 25 DE ABRIL VISTO DE FORA», EM PARCERIA COM A COMISSÃO COMEMORATIVA 50 ANOS 25 DE ABRIL: A EVOLUÇÃO POLÍTICA E SOCIAL DOS NOVOS PAÍSES NASCIDOS COM A DESCOLONIZAÇÃO PORTUGUESA ANGOLA | CABO VERDE | GUINÉ-BISSAU | MOÇAMBIQUE | SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE «Este volume tem por objetivo apresentar uma história abrangente dos cinco países africanos de língua portuguesa desde que se tornaram independentes de Portugal, em 1974-1975. Foi uma tarefa exigente. Com efeito, à primeira vista, parece haver pouca ligação entre estes cinco países tão diferentes além do facto de terem sido colónias portuguesas. No entanto, estão ligados por uma longa história colonial que remonta ao século xv, quando os portugueses contornaram o continente pela primeira vez, e isso não pode deixar de ter exercido uma forte influência em aspetos fundamentais do seu desenvolvimento. [] O objetivo é superar a perspetiva especificamente lusófona que penaliza a maioria das descrições da África de língua portuguesa.» Patrick Chabal
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 352
Sinopse: De onde viemos e como chegámos aqui? Viajemos no tempo pela história de todas as espécies que já existiram com o professor Max Telford. Numa viagem de quatro mil milhões de anos pela evolução do nosso planeta, A Árvore da Vida conta a fascinante história da gigantesca árvore genealógica que regista as relações entre todos os seres vivos: dos humanos, dos peixes e das borboletas até aos carvalhos, aos cogumelos e às bactérias. Compreender como surgiu a incrível diversidade da vida na Terra é um dos maiores enigmas da biologia. E este livro, repleto de histórias vivas e fascinantes, leva-nos diretamente ao seu interior: descobrimos por que motivo os lobos estão mais próximos das baleias do que dos lobos-da-tasmânia; como as mudanças geológicas e as catástrofes ambientais deixaram as suas marcas no genoma; por que não temos caudas, mas somos a única espécie com queixo Desde os primeiros esboços de Darwin até aos vastos diagramas gerados por computador que os cientistas constroem na atualidade, A Árvore da Vida explica como podemos conhecer a nossa árvore genealógica e conta a história épica das várias maneiras pelas quais foi possível existirem seres vivos. Esta é a nossa história muito pessoal, que começou com o minúsculo antepassado de toda a vida há milhares de milhões de anos e termina consigo e comigo. «Combinando as mais recentes descobertas da genética, uma pitada de história e criaturas incrivelmente bizarras, este relato infinitamente divertido e emocionante é uma leitura obrigatória.» Matthew Cobb, Universidade de Manchester Poucos teriam a coragem ou os conhecimentos para escrever este livro, mas Telford é rico em ambos. Uma obra extraordinária e aventureira.» Charles Foster, Times Literary Supplement «Uma obra-prima fabulosa sobre a evolução do mundo natural; através de células, peixes, seres humanos, vermes e muito mais, Telford revela as complexidades da vida com uma combinação extraordinária de humor, história e sabedoria.» Seirian Sumner, University College London
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 144
Sinopse: Ter ou não ter filhos? A pergunta parece simples, mas carrega dentro de si um mundo inteiro. Ruth Manus não oferece soluções milagrosas, e sim companhia. Para essa grande questão que ocupa mesas de café, sessões de terapia e madrugadas insones de tantas mulheres , não há respostas certas, mas há conversas que iluminam. Com delicadeza, ironia e uma generosidade rara, Ruth abre as portas da vida real a dela e a de tantas mulheres para falar sobre desejo, dúvida, medo, pressão, amor e exaustão. Entre dados, histórias e reflexões que acolhem, ela questiona tabus e abraça quem já é mãe, quem está decidida a ter filhos, quem não quer de modo algum e, sobretudo, quem vive naquela zona cinzenta do «talvez». Acima de tudo, mostra que toda a escolha merece respeito. Afinal, não existe caminho ideal, só o caminho possível e cada mulher tem o direito soberano de construir o seu, sem patrulha nem argumento escrito.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 376
Sinopse: ELAS TAMBÉM ESTIVERAM LÁ: A REVOLUÇÃO DE ABRIL ATRAVESSOU O PAÍS RURAL DANDO VOZ A MUITAS MULHERES QUE LUTARAM PELA TERRA, POR DIREITOS E POR VIDAS MAIS DIGNAS. Entre o latifúndio do Sul e a agricultura familiar do Norte, as mulheres rurais portuguesas organizaram-se, resistiram à ditadura, participaram na Reforma Agrária e transformaram as suas comunidades. Partindo do cruzamento entre fontes escritas e testemunhos orais, Mulheres, Terra e Revolução resgata histórias silenciadas e mostra como estas mulheres foram protagonistas activas do processo revolucionário. Através de uma perspectiva de género, o livro evidencia continuidades, rupturas e a construção das identidades políticas femininas, revelando que «elas também estiveram lá» e que o seu contributo é essencial para compreender a Revolução no mundo rural. «São estas `mulheres comuns que lutaram e se rebelaram por si próprias e pelas suas famílias, mas também participaram em lutas em que se defendiam valores cívicos da vida coletiva e interesses das comunidades em que residiam.» Fernando Oliveira Baptista, Prefácio
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 248
Sinopse: «Abriu-lhe o seu coração. Trabalha consigo. É o candidato em quem vota nas eleições. É um psicopata, mas você não sabe. Quer aprender a identificá-lo, a lidar com ele e a defender-se?» O guia definitivo para detetar e para nos defendermos dos psicopatas que nos rodeiam. Estima-se que cerca de 1 % da população exiba altos níveis de psicopatia. Esta prevalência é ainda maior em posições de poder ou liderança, como gestores, executivos, diretores de corporações, organizações ou partidos políticos, tornando a psicopatia um dos desafios mais prementes para a humanidade. Nem todos estes indivíduos são assassinos, mas todos causam sofrimento sempre. Baseando-se em mais de vinte anos de investigação, Vicente Garrido, criminologista doutorado em Psicologia, desmonta mitos comuns e oferece uma análise clara e acessível dos «psicopatas integrados» aqueles que não cometem crimes violentos, mas que se misturam na sociedade, manipulam os outros e causam danos significativos na vida pessoal e social e nas instituições. Estas pessoas podem ser colegas de trabalho, chefes, amigos de infância, membros da família ou políticos que vemos com frequência na televisão. Como Detetar Um Psicopata dá aos leitores as ferramentas para identificar e proteger-se desses indivíduos. Apresentando os aspetos mais significativos da personalidade psicopática, as suas variedades e diferentes manifestações, explora as três áreas fundamentais nas quais estes indivíduos operam e causam grandes danos: a família, as empresas e as organizações políticas. «Os psicopatas mais assustadores não estão na prisão, mas andam entre nós. A análise do especialista Vicente Garrido é imperdível.» Jordi Wild, youtuber, podcaster e psicólogo «Útil, impressionante e esclarecedor. Um livro indispensável para aprender a desmascarar e lidar com os vampiros emocionais à nossa volta. Uma leitura que pode literalmente mudar a sua vida.» Carlos Quílez, jornalista e escritor «Este é um livro indispensável para nos protegermos das pessoas sem empatia, capazes de nos manipular e destruir sem remorsos. Existem em famílias, em grupos de conhecidos e empresas. Podem estar, e estão, em toda a parte.» Cristina López Schlichting, jornalista e apresentadora televisiva
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 416
Sinopse: UMA PERTINENTE ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DA GEOGRAFIA NA POLÍTICA POR UM DOS MAIS PRESTIGIADOS ANALISTAS DA ATUALIDADE. Baseando-se nos conhecimentos, descobertas e teorias de grandes geógrafos e pensadores políticos ao longo dos tempos, Kaplan demonstra a influência da geografia, para o bem e para o mal, na política e geoestratégia mundial.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 160
Sinopse: UMA VIDA EXTRAORDINÁRIA. Nasceu na Áustria, apaixonou-se em Portugal, morreu atrás de um sonho no México. A sua governação foi criticada pelos monárquicos que o haviam empurrado para a tragédia e pelos republicanos, que o viam como invasor e que o mandaram fuzilar em 1867. O seu final dramático suscitou múltiplos debates, originou mitos bizarros, serviu de inspiração a artistas, músicos, pintores e escritores.
Edição: Abr 026
Nº Páginas: 208
Sinopse: Uma ode à alegria de colecionar livros. Para todos os que sabem que nunca se tem livros a mais. Estas páginas reúnem uma verdadeira celebração do fascínio de viver rodeado de livros: lidos, por ler, começados e recomeçados. Inspirado no termo japonês tsundoku, que descreve o ato de acumular livros com a melhor das intenções, o típico «depois leio», este livro transforma aquilo que muitos chamam desordem ou culpa numa filosofia de vida reconfortante e profundamente humana. Entre pilhas instáveis, estantes cheias até ao limite e o ritual de folhear páginas, descobrimos que os livros não são só objetos de leitura: são promessas, companheiros, refúgios. Aqui fala-se da felicidade de escolher e comprar livros, da rebeldia contra listas de leitura, das estratégias para organizar bibliotecas impossíveis, das desculpas engenhosas para justificar mais uma aquisição e do prazer de reler. Mas, acima de tudo, esta filosofia lembra-nos que não é obrigatório termos lido todos os livros que possuímos para os amarmos incondicionalmente. Os livros não lidos também nos falam, também nos levam em viagem, também cuidam da nossa alma. Basta tocá-los, cheirá-los, abri-los ao acaso ou simplesmente saber que estão ali.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 320
Sinopse: A expansão portuguesa constituiu um fenómeno histórico de grande diversidade e de muito maior heterogeneidade do que a espanhola. Estendeu-se por três oceanos e três continentes, atravessando mundos de condições geográficas, sociais, económicas e políticas radicalmente distintas. Desta experiência nasceu um império singular não um território contínuo, mas uma vasta rede marítima e comercial. Porém, esta história foi muito além das conquistas militares e da acção da Coroa, fez-se também da actividade de mercadores, aventureiros e comunidades dispersas, cuja iniciativa foi decisiva para a presença portuguesa no mundo. Neste livro, Luís Filipe Thomaz oferece uma visão abrangente e cativante, que desmonta ideias feitas e revela toda a riqueza deste momento histórico. Fruto de uma conferência proferida na Universidad de los Andes, esta é uma obra essencial para compreender um dos capítulos mais fascinantes da História portuguesa.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 160
Sinopse: ISTO NÃO É UM LIVRO DE AUTO-AJUDA A `vida boa, aquela que vale a pena ser vivida, é uma antiquíssima interrogação filosófica. «O título pode soar a `auto-ajuda, mas não se espere isso de Phillips, extraordinário ensaísta e psicanalista céptico (céptico mesmo quanto à psicanálise, que vê como uma proposta intelectual fascinante e um método terapêutico hipotético). A Vida que Queremos corresponde a uma pergunta fundamental, ou a várias: vivemos para fazer o quê, que faremos com a nossa vida, que quer dizer `querer quando dizemos que queremos determinada vida?» Pedro Mexia, Expresso
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 288
Sinopse: A Lisboa em que tudo é possível A Expo `98, o fim do Cavaquismo, «Tou Xim» na televisão, as raves, uma nova «Rapública», a maior catedral do consumo e os sucessivos escândalos no poder. Entre o otimismo desenfreado e os choques de realidade, na década de 90 vive-se ao limite, sem pensar no que virá depois. Guiados por protagonistas, cronistas e preciosistas, esta cápsula do tempo leva-nos a um país de ideais das lutas estudantis a uma missão impossível. Quinto álbum da série «LX», reúne memórias, confronta factos, resgata tendências, aventuras e anti-heróis. Para conhecer o passado, navegar o presente e o que aí vem.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 318
Sinopse: DIZ-SE QUE A VIDA NÃO TEM PREÇO. É MENTIRA! O custo de salvar uma vida, de criar uma vida ou de compensar uma vida tirada é diariamente calculado e posto em prática. Para filantropos, juízes, criminosos e profissionais de saúde, faz simplesmente parte do trabalho quotidiano. Numa série de encontros extraordinários com pessoas que fingiram a própria morte ou perderam um ente querido para o terrorismo, com assassinos a soldo e com escravos dos nossos dias Jenny Kleeman descobre mais perguntas do que respostas. Será que algumas vidas valem realmente mais do que outras? Num mundo apaixonado por dados, o que perdemos e o que ganhamos ao deixar para uma lógica fria e implacável os juízos que realmente importam? Este livro leva-nos a conhecer algumas das pessoas que decidem quanto valemos.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 384
Sinopse: Passado e presente da palavra mais polémica da actualidade. Sobre o que falamos quando falamos de antissemitismo? Durante a maior parte da sua história, entendeu-se que era uma ameaça vinda da direita política, o território dos etnonativistas que se baseavam na longa desconfiança da Cristandade em relação à sua população judaica, infundindo-lhe pseudociência racista. No início do século XX, a maioria dos judeus do mundo vivia na Europa. Para eles, não havia dúvidas de quem os ameaçava com políticas antissemitas que culminaram no pesadelo da Alemanha nazi e do Holocausto. Agora, num livro brilhante que vai desde a invenção do termo, no final do século XIX, até ao presente, Mark Mazower argumenta que o panorama é diferente. Mais de quatro quintos dos judeus do mundo vivem em dois países, Israel e os Estados Unidos, e o domínio militar do primeiro na sua região é garantido pelo segundo. Antes da Segunda Guerra Mundial, os judeus eram uma minoria à parte e foram levados, pela oposição ao fascismo, a uma aliança com outros povos oprimidos. Hoje, pelo contrário, os judeus são considerados «brancos» e, para os atuais anticolonialistas, o tratamento dos palestinianos por parte de Israel tornou-se uma questão crítica. A velha solidariedade da esquerda terminou; de facto, as vozes mais sonoras a denunciar o antissemitismo vêm agora da esquerda. Mazower mostra-nos como chegámos até aqui, contando uma história que procura iluminar em vez de culpar. Demonstra como o surgimento de uma sensibilidade pessimista pós-Holocausto, juntamente com críticas internacionais crescentes a Israel, produziu uma gradual fusão entre os interesses dos judeus e os do Estado judaico. Há meio século, poucas pessoas consideravam que o antissemitismo estivesse relacionado com a hostilidade a Israel; hoje, muitas vozes judaicas equiparam ambas as coisas. A palavra continua a ser a mesma, mas o seu significado mudou. A tragédia, argumenta Mazower, é que o antissemitismo persiste. É veiculado pela extrema-esquerda, mas também continua bem presente nas forças da direita. Se permitirmos que a acusação de antissemitismo seja aplicada de forma demasiado vaga e ampla, para silenciar argumentos legítimos, estaremos a deslegitimar o termo e a ameaçar quebrar algo essencial no funcionamento das democracias. Antissemitismo é uma tentativa importante de traçar essa linha necessária.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 400
Sinopse: A literatura colonial, para muitos uma pseudo-literatura ou uma literatura imoral, possui uma clara importância estético-literária e cultural, uma vez que é tributária de toda uma tradição que, de um modo mais ou menos marcado, tem regido as principais redes das relações de identidade e de alteridade ao longo da história da humanidade os helénicos e os bárbaros, os cristãos e os pagãos, os muçulmanos e os infiéis, os civilizados e os primitivos ou selvagens, os desenvolvidos e os subdesenvolvidos. mpério, Mito e Miopia - Moçambique como invenção literária permite não necessariamente reabilitar ou legitimar a literatura colonial não é esse o objetivo , mas tão-somente compreender, problematizando, a especificidade de um modo de (re)inventar mundos, segundo uma lógica alicerçada numa pretensa supremacia cultural, ética e civilizacional. O imaginário dominantemente representado pela literatura colonial ainda subsiste e leva-nos a falar numa colonialidade intemporal e proteica, em exercícios permanentes de travestimento representacional seja ele literário ou extraliterário. O presente que hoje vivemos, nesta globalidade difusa, desequilibrada e inquietante, não faz mais do que confirmá-lo.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 476
Sinopse: Dedicado à imagem impressa e à cultura visual,este segundo volume de A Idade do Papel apresenta uma visão de conjunto sobre aqueles que criavam,editavam,comercializavam e consumiam estampas,no período de «emergência de uma nova cultura visual do Iluminismo» no nosso país.O estudo parte do ensino e da prática artística setecentista,observando depois os mecanismos de financiamento,distribuição e comércio de gravura,cartografando minuciosamente editores,distribuidores e comerciantes da estampa.Numa última parte,o autor conduz-nos pelo universo de consumo e usos da gravura,onde cabem a imagem avulsa e a edição ilustrada,bem como do funcionamento do mercado e das estratégias publicitárias.Um universo que é também o da literacia e da cultura visual,compreendendo o lugar da imagem em domínios como a pedagogia,o conhecimento científico,os lazeres ou mesmo as práticas interditas.
Edição: Set 2022
Nº Páginas: 480
Sinopse: Ao longo da História, a lei sempre foi utilizada para impor a ordem. No entanto, não é um mero instrumento de poder e de controlo social, é igualmente uma forma de as pessoas expressarem diferentes visões e contribuírem para um mundo melhor. Em O Poder da Lei, Fernanda Pirie apresenta a ascensão e queda dos sistemas jurídicos que sustentaram antigos impérios e tradições religiosas, ao mesmo tempo que mostra como assembleias tribais, mercadores e agricultores exigiram leis para definirem as suas comunidades, regularem o comércio e construírem civilizações. Apesar de os princípios jurídicos que tiveram origem na Europa nos séculos XVII a XIX dominarem o mundo, a diversidade de leis é tão grande quanto a das sociedades. Como a autora defende, o que verdadeiramente une os seres humanos é a crença de que as leis podem ser justas, combatem a opressão e criam ordem a partir do caos.
Edição: Nov 2022
Nº Páginas: 336
Sinopse: É frequente pensar-se que a história de Tutankhamon terminou quando os milhares de objetos descobertos por Howard Carter e Lorde Carnarvon foram transportados para o Museu Egípcio no Cairo e colocados em exposição. Mas há muito mais para descobrir nesta história. Explorando os cem anos de pesquisa desde a descoberta do túmulo, os diversos objetos nele encontrados e as novas evidências sobre a morte do menino-rei, o autor leva-nos aos bastidores da investigação para revelar mais segredos do jovem faraó. Bob Brier demonstra igualmente o vasto impacto que a descoberta do túmulo teve em áreas que não se limitam à Egiptologia, examinando a sua infl uência na política egípcia, nas novas formas de fazer arqueologia e até na apresentação das exposições museológicas. Largamente documentado com as últimas descobertas e apresentado com vívidos detalhes, este livro é uma introdução irresistível a uma das grandes descobertas arqueológicas do mundo.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 248
Sinopse: O que sabe o leitor sobre o romancista vitoriano que vendeu mais do que Charles Dickens? Ou sobre a mulher que se tornou na primeira poetisa publicada na América? E que ligação existe entre a Ilíada, de Homero e as Fábulas de Esopo? Em Biblioteca Secreta, Oliver Tearle reúne estas e outras histórias pouco conhecidas, colocando-as lado a lado com obras e autores que nos são familiares. Através de romances, peças de teatro, relatos de viagem, livros científicos, obras de humor e almanaques, o autor mostra como os livros acompanharam e muitas vezes influenciaram a História do mundo ocidental. Ao longo de mais de três mil anos, este percurso revela os múltiplos cruzamentos entre textos, ideias e épocas. Um tesouro de exemplos literários curiosos para descobrir como a nossa história e os livros estão profundamente ligados.
Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 340
Sinopse: O que está verdadeiramente em jogo na política? Nada menos do que o modo como devemos viver, enquanto indivíduos e enquanto comunidades. Este livro vai além dos cabeçalhos redutores, das fake news e da histeria e examina as questões intemporais formuladas e as respostas encontradas por um grupo diversificado de 30 grandes pensadores políticos da história. Seremos animais políticos, económicos ou religiosos? Deveremos viver em pequenas cidades-estados, em nações ou em impérios multinacionais? Que valores deverá promover a política? A riqueza deverá estar nas mãos de alguns ou ser propriedade de todos? Os animais também terão direitos? Nenhuma ideia é demasiado radical para este sortido global de pensadores, entre os quais se encontram Confúcio, Platão, Santo Agostinho, Maquiavel, Burke, Wollstonecraft, Marx, Nietzsche, Gandhi, Qutb, Arendt, Nussbaum, Naess e Rawls.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 136
Sinopse: A ameaça da extrema-direita nunca foi tão real. Continuaremos como se nada fosse? Caro leitor, o fascismo preocupa-o, mas duvida de que valha a pena votar nas próximas eleições? Observa com ceticismo as provocações da extrema-direita, mas não acredita que «os outros» estejam a fazer grande coisa? Tem a certeza de que não se está a tornar, um pouco, como eles? O sociólogo Mark Fortier coloca-se esta mesma questão e decide levá-la ao extremo: escreve o diário da sua «conversão» ao fascismo, que é, na verdade, uma corrosiva e lúcida sátira sobre o perigo do conformismo. Passo a passo, narra como se deixa fascinar pelo que antes abominava, para compreender o funcionamento da resignação e do neofascismo. Um alerta disfarçado de brincadeira que, provavelmente, deixará de parecer engraçado muito em breve.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 528
Sinopse: Esta é uma história épica de guerra, religião, dinheiro e poder, num enredo em que se opõem cristãos e muçulmanos, papas e imperadores, ricos e pobres, fiéis e infiéis, cujo desfecho surpreendente, em 1312, constitui um dos momentos mais fascinantes da época medieval, contribuindo para a lenda que perdura até aos nossos dias.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 304
Sinopse: Da Declaração de Independência ao MAGA: 250 Anos de Convulsões, Conquistas e Recuos. Nunca o mundo esteve tão atento à realidade norte-americana. Para a compreender, é necessário conhecer o seu passado. 250 anos dos EUA assinalam-se a 4 de Julho 2026 Os Estados Unidos da América nasceram a 4 de julho de 1776, quando 13 colónias declararam independência da Grã-Bretanha. Nos séculos seguintes, o seu poder e prosperidade cresceram de modo formidável, mas não sem sobressaltos ou menos violência. Nesta obra perspicaz, Don Watson destaca os homens e as mulheres que, nos corredores do poder e nas ruas, nas cidades e nos desertos, nas ciências e nas artes, construíram os Estados Unidos da América e deram forma ao seu lendário espírito indomável. Ao mesmo tempo, o historiador revela como confrontos centrais sobre religião, raça e capitalismo foram determinantes para moldar uma nação que, no século xix, ainda sarava as feridas de uma sangrenta guerra civil e, décadas depois, se afirmava como líder do «mundo livre». Passado um longo período com esse estatuto, e após uma transformação tão veloz quanto radical, os Estados Unidos são hoje promotores de divisões e incerteza à escala planetária. Um relato histórico que não poderia ser mais atual.
