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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 1264
Sinopse:
Este primeiro volume da Obra Poética de António Ramos Rosa reúne os poemas publicados em livro ou folheto entre 1958 e 1987. A edição foi organizada e revista por Luis Manuel Gaspar, com a colaboração de Agripina Costa Marques e Maria Filipe Ramos Rosa. O posfácio é de Silvina Rodrigues Lopes, e nele podemos ler: "É muito nítida a importância das imagens de árvores e da palavra “árvore” nos poemas de Ramos Rosa. […] Num dado momento ou numa longa maturação, a poesia de Ramos Rosa tornou-se expressão irreconciliável da luz e da sombra, do aqui e do retorno, do sentido e do sem-sentido. Porque as linhas do sem-sentido se cruzam e destecem o poema. […] Ramagens são dispersão, imagens moventes, imagens que se desprendem. Será esse o essencial da poesia de Ramos Rosa: persistir na perplexidade diante do que se apresenta, abanar a árvore das imagens, para que estas se desprendam dos ramos (da ordem) e se alterem, independentemente do sentido, se alterem para que o tecido do poema não seja um muro de palavras."
Nº Páginas: 1264
Sinopse:
Este primeiro volume da Obra Poética de António Ramos Rosa reúne os poemas publicados em livro ou folheto entre 1958 e 1987. A edição foi organizada e revista por Luis Manuel Gaspar, com a colaboração de Agripina Costa Marques e Maria Filipe Ramos Rosa. O posfácio é de Silvina Rodrigues Lopes, e nele podemos ler: "É muito nítida a importância das imagens de árvores e da palavra “árvore” nos poemas de Ramos Rosa. […] Num dado momento ou numa longa maturação, a poesia de Ramos Rosa tornou-se expressão irreconciliável da luz e da sombra, do aqui e do retorno, do sentido e do sem-sentido. Porque as linhas do sem-sentido se cruzam e destecem o poema. […] Ramagens são dispersão, imagens moventes, imagens que se desprendem. Será esse o essencial da poesia de Ramos Rosa: persistir na perplexidade diante do que se apresenta, abanar a árvore das imagens, para que estas se desprendam dos ramos (da ordem) e se alterem, independentemente do sentido, se alterem para que o tecido do poema não seja um muro de palavras."
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 992
Sinopse:
A presente edição agrupa num único tomo a obra poética da autora, seguindo e atualizando os critérios de fixação de texto adotados nas edições anteriores, graças ao notável trabalho de Maria Andresen Sousa Tavares e Carlos Mendes de Sousa, que assinam, respetivamente, o prefácio a esta edição, e a Nota de Edição. São aqui incluídos, pela primeira vez, alguns poemas inéditos que integram o espólio da autora, em depósito na Biblioteca Nacional. Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Também recomendado para a Formação de Adultos, como sugestão de leitura - Grau de Dificuldade III.
Nº Páginas: 992
Sinopse:
A presente edição agrupa num único tomo a obra poética da autora, seguindo e atualizando os critérios de fixação de texto adotados nas edições anteriores, graças ao notável trabalho de Maria Andresen Sousa Tavares e Carlos Mendes de Sousa, que assinam, respetivamente, o prefácio a esta edição, e a Nota de Edição. São aqui incluídos, pela primeira vez, alguns poemas inéditos que integram o espólio da autora, em depósito na Biblioteca Nacional. Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Também recomendado para a Formação de Adultos, como sugestão de leitura - Grau de Dificuldade III.
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Edição: Set 2012
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Neste primeiro volume de poesia reúnem-se os livros O Fervor de Buenos Aires, Lua Defronte, Caderno de San Martín.O Fervor de Buenos Aires, de 1923, foi o primeiro livro de Jorge Luis Borges a ser publicado. Mas o reconhecimento internacional só chegou em 1961, com o Prémio Formentor, a que se seguiram inúmeros outros.A par da poesia, Borges escreveu ficção - é sem dúvida um dos nomes maiores do conto ou da narrativa breve -, crítica e ensaio - género que praticou com grande originalidade e lucidez. A sua obra é como um mise en abîme de uma enorme biblioteca, uma construção fantástica e metafísica que cruza todos os saberes, e a súmula dos grandes temas universais: o tempo, o "eu e o outro", Deus, o infinito, o sonho.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Neste primeiro volume de poesia reúnem-se os livros O Fervor de Buenos Aires, Lua Defronte, Caderno de San Martín.O Fervor de Buenos Aires, de 1923, foi o primeiro livro de Jorge Luis Borges a ser publicado. Mas o reconhecimento internacional só chegou em 1961, com o Prémio Formentor, a que se seguiram inúmeros outros.A par da poesia, Borges escreveu ficção - é sem dúvida um dos nomes maiores do conto ou da narrativa breve -, crítica e ensaio - género que praticou com grande originalidade e lucidez. A sua obra é como um mise en abîme de uma enorme biblioteca, uma construção fantástica e metafísica que cruza todos os saberes, e a súmula dos grandes temas universais: o tempo, o "eu e o outro", Deus, o infinito, o sonho.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Artur do Cruzeiro Seixas é agora um homem com o tamanho de cem anos. Cada um dos seus gestos é um século em movimento. Penso nisso em todos os encontros, penso em como os génios sempre independem do tempo e se definem pelo incrível. Na ansiedade de Cruzeiro Seixas, essa imparável pulsão começadora, nada se exclui. Tantas vezes lhe ouvi o protesto contra qualquer existência estúpida, aquela incapaz do sensível e do criativo, aquela incapaz da humanização que a arte e o conhecimento comportam. Para o grande e genial mestre a vida é uma gula que se revela em todas as formas de maravilha, a partir do fascínio ou do susto, a partir do belo e do que se torna belo em seu genuíno tremendismo. A "elogio da sombra" repõe agora os volumes organizados por Isabel Meyrelles e que atónito, há umas décadas, encontrei inéditos na casa do mestre, ainda na carismática casa da Rua da Rosa. Mais adiante, daremos à estampa um quarto volume recolhendo os poemas dispersos. Nesta vasta obra se encontra um surrealismo pleno, a relação mais indomável que ao espírito humano revela sobretudo o que tem de inexplicável e, ainda assim, profundamente necessário. Uma das figuras maiores do surrealismo do mundo, Artur do Cruzeiro Seixas ergue a poesia como "a boca que olha". Tão feita do improvável quanto de presciência. Graça alquímica. A transcendência dos que foram eleitos para ver. Valter Hugo Mãe
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Artur do Cruzeiro Seixas é agora um homem com o tamanho de cem anos. Cada um dos seus gestos é um século em movimento. Penso nisso em todos os encontros, penso em como os génios sempre independem do tempo e se definem pelo incrível. Na ansiedade de Cruzeiro Seixas, essa imparável pulsão começadora, nada se exclui. Tantas vezes lhe ouvi o protesto contra qualquer existência estúpida, aquela incapaz do sensível e do criativo, aquela incapaz da humanização que a arte e o conhecimento comportam. Para o grande e genial mestre a vida é uma gula que se revela em todas as formas de maravilha, a partir do fascínio ou do susto, a partir do belo e do que se torna belo em seu genuíno tremendismo. A "elogio da sombra" repõe agora os volumes organizados por Isabel Meyrelles e que atónito, há umas décadas, encontrei inéditos na casa do mestre, ainda na carismática casa da Rua da Rosa. Mais adiante, daremos à estampa um quarto volume recolhendo os poemas dispersos. Nesta vasta obra se encontra um surrealismo pleno, a relação mais indomável que ao espírito humano revela sobretudo o que tem de inexplicável e, ainda assim, profundamente necessário. Uma das figuras maiores do surrealismo do mundo, Artur do Cruzeiro Seixas ergue a poesia como "a boca que olha". Tão feita do improvável quanto de presciência. Graça alquímica. A transcendência dos que foram eleitos para ver. Valter Hugo Mãe
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Edição: Jul 2018
Nº Páginas: 312
Sinopse:
A irreverência de José Sesinando, ausente das livrarias há duas décadas, regressa agora, na Colecção de Literatura de Humor de Ricardo Araújo Pereira. Edição e prefácio de Abel Barros Baptista e Luísa Costa Gomes. Trocadilhos, aforismos, paródia, troça, variações literárias, inteligência e, acima de tudo, um exercício radical de liberdade criativa - José Sesinando foi um caso único do humor em língua portuguesa, marcou a sua própria geração e as que lhe sucederam, e tornou-se quase um mito, alimentado pela sua prolongada ausência das livrarias. Obra Perfeitamente Incompleta reúne num único volume os livros Obra Ântuma, Heteropsicografia e Olha, Daisy, oferecendo de novo aos leitores uma verve humorística muito singular, que esteve indisponível por demasiado tempo. Opinião da crítica, ou seja , de José Sesinando: "Cadência fortemente sugestiva, encadeamento complexo das imagens, autêntico sortilégio verbal, riqueza expressiva reveladora de uma vincada personalidade — nada disso, infelizmente, se encontra na obra de José Sesinando." "Esta obra de José Sesinando ficará assinalando, como um marco geodésico, um momento da literatura portuguesa. Um momento péssimo."
Nº Páginas: 312
Sinopse:
A irreverência de José Sesinando, ausente das livrarias há duas décadas, regressa agora, na Colecção de Literatura de Humor de Ricardo Araújo Pereira. Edição e prefácio de Abel Barros Baptista e Luísa Costa Gomes. Trocadilhos, aforismos, paródia, troça, variações literárias, inteligência e, acima de tudo, um exercício radical de liberdade criativa - José Sesinando foi um caso único do humor em língua portuguesa, marcou a sua própria geração e as que lhe sucederam, e tornou-se quase um mito, alimentado pela sua prolongada ausência das livrarias. Obra Perfeitamente Incompleta reúne num único volume os livros Obra Ântuma, Heteropsicografia e Olha, Daisy, oferecendo de novo aos leitores uma verve humorística muito singular, que esteve indisponível por demasiado tempo. Opinião da crítica, ou seja , de José Sesinando: "Cadência fortemente sugestiva, encadeamento complexo das imagens, autêntico sortilégio verbal, riqueza expressiva reveladora de uma vincada personalidade — nada disso, infelizmente, se encontra na obra de José Sesinando." "Esta obra de José Sesinando ficará assinalando, como um marco geodésico, um momento da literatura portuguesa. Um momento péssimo."
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Neste seu mais recente livro de poesia Daniel Jonas regressa ao soneto, num livro desconcertante e surpreendente. Como nos diz o poeta, "Assim no meu soneto aqui gravei / Quem não sou nem fui e menos serei." Jamais tive eu amor senão por ti. Paixões o vento as trouxe e as levou Qual ave migratória que pousou Em temporário ninho onde vivi. Amor, porém, é ave que povoa O coração da gente e nele exulta E ocupa de outra ave mais estulta O coração partido e o perdoa. Mas que fazer, se amor o dei ao vento E sinto o coração ninho vazio E sinto um grão calor e grande frio E amo em oração no meu convento? Eu amo quem amei e me deixou; Não amo quem pousou — só quem voou.
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Neste seu mais recente livro de poesia Daniel Jonas regressa ao soneto, num livro desconcertante e surpreendente. Como nos diz o poeta, "Assim no meu soneto aqui gravei / Quem não sou nem fui e menos serei." Jamais tive eu amor senão por ti. Paixões o vento as trouxe e as levou Qual ave migratória que pousou Em temporário ninho onde vivi. Amor, porém, é ave que povoa O coração da gente e nele exulta E ocupa de outra ave mais estulta O coração partido e o perdoa. Mas que fazer, se amor o dei ao vento E sinto o coração ninho vazio E sinto um grão calor e grande frio E amo em oração no meu convento? Eu amo quem amei e me deixou; Não amo quem pousou — só quem voou.
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Edição: Ago 2011
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Parece um paradoxo, mas muitos objectivos têm maiores probabilidades de serem alcançados quando são abordados de forma indirecta; as empresas mais lucrativas não são as mais agressivas a perseguir os lucros, os homens e mulheres mais ricos não são os mais materialistas e as pessoas mas felizes não correm atrás da felicidade. É este o conceito da "obliquidade". O economista John Kay aplica a sua teoria provocadora a tudo, desde os negócios à guerra e desde o futebol ao combate dos fogos florestais. Revela-nos como ela é tão surpreendentemente universal e por que razão as abordagens oblíquas são, com tanta frequência, as mais bem sucedidas - e como compreendê-lo conduz a melhores tomadas de decisão.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Parece um paradoxo, mas muitos objectivos têm maiores probabilidades de serem alcançados quando são abordados de forma indirecta; as empresas mais lucrativas não são as mais agressivas a perseguir os lucros, os homens e mulheres mais ricos não são os mais materialistas e as pessoas mas felizes não correm atrás da felicidade. É este o conceito da "obliquidade". O economista John Kay aplica a sua teoria provocadora a tudo, desde os negócios à guerra e desde o futebol ao combate dos fogos florestais. Revela-nos como ela é tão surpreendentemente universal e por que razão as abordagens oblíquas são, com tanta frequência, as mais bem sucedidas - e como compreendê-lo conduz a melhores tomadas de decisão.
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Edição: Jul 2015
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Recém-chegada de um internamento breve num hospital psiquiátrico, Camille Preaker tem um trabalho difícil entre mãos. O jornal onde trabalha envia-a para a cidade onde foi criada com o intuito de fazer a cobertura de um caso de homicídio de duas raparigas. Há anos que Camille mal fala com a mãe, um mulher neurótica e hipocondríaca, e quase nem conhece a meia-irmã, uma bela rapariga de treze anos que exerce um estranho fascínio sobre a cidade. Agora, instalada no seu antigo quarto na mansão vitoriana da família, Camille dá por si a identificar-se com as vítimas. As suas pistas não a conduzem a lado algum e Camille vê-se obrigada a desvendar o quebra-cabeças psicológico do seu passado para chegar ao cerne da história. Acossada pelos seus próprios fantasmas, terá de confrontar o que lhe aconteceu anos antes se quiser sobreviver a este regresso a casa.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Recém-chegada de um internamento breve num hospital psiquiátrico, Camille Preaker tem um trabalho difícil entre mãos. O jornal onde trabalha envia-a para a cidade onde foi criada com o intuito de fazer a cobertura de um caso de homicídio de duas raparigas. Há anos que Camille mal fala com a mãe, um mulher neurótica e hipocondríaca, e quase nem conhece a meia-irmã, uma bela rapariga de treze anos que exerce um estranho fascínio sobre a cidade. Agora, instalada no seu antigo quarto na mansão vitoriana da família, Camille dá por si a identificar-se com as vítimas. As suas pistas não a conduzem a lado algum e Camille vê-se obrigada a desvendar o quebra-cabeças psicológico do seu passado para chegar ao cerne da história. Acossada pelos seus próprios fantasmas, terá de confrontar o que lhe aconteceu anos antes se quiser sobreviver a este regresso a casa.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Está escrito na história e no Zodíaco: Portugal vai voltar a estar no centro do mundo. O Euro de Eder ou a Eurovisão de Salvador foram apenas os primeiros sinais. No dia 13 de Maio de 2017 o Papa Francisco canonizava em Fátima os pastorinhos Francisco e Jacinta. A milhares de quilómetros dali, na Ucrânia, outros dois irmãos (um "Salvador" e a sua irmã) subiam vitoriosos ao palco do Festival Eurovisão da Canção… Simples coincidência? João Medeiros garante que não. O astrólogo tem lido, no Zodíaco, nos mitos e nos ciclos do nosso país, evidências reveladoras de que estamos a viver uma fase única e potencialmente gloriosa: o início do Quarto Apogeu da História de Portugal. João Medeiros, autor de A Carta, apresenta agora uma obra sobre o destino coletivo da nação: O Zodíaco de Portugal. Recorda mitos como o sebastianismo, os Templários ou o Quinto Império e relaciona-os com o presente; analisa os nossos ciclos históricos, desde a fundação à república. E conclui: Portugal, e os portugueses, podem desempenhar um papel absolutamente fulcral no futuro da humanidade, que atravessa um momento crítico. Voltaremos a ser o centro do mundo, mas agora a nível espiritual, científico e cultural. É esse o nosso desígnio, que cumpriremos se para tal tivermos visão, coragem e iniciativa.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Está escrito na história e no Zodíaco: Portugal vai voltar a estar no centro do mundo. O Euro de Eder ou a Eurovisão de Salvador foram apenas os primeiros sinais. No dia 13 de Maio de 2017 o Papa Francisco canonizava em Fátima os pastorinhos Francisco e Jacinta. A milhares de quilómetros dali, na Ucrânia, outros dois irmãos (um "Salvador" e a sua irmã) subiam vitoriosos ao palco do Festival Eurovisão da Canção… Simples coincidência? João Medeiros garante que não. O astrólogo tem lido, no Zodíaco, nos mitos e nos ciclos do nosso país, evidências reveladoras de que estamos a viver uma fase única e potencialmente gloriosa: o início do Quarto Apogeu da História de Portugal. João Medeiros, autor de A Carta, apresenta agora uma obra sobre o destino coletivo da nação: O Zodíaco de Portugal. Recorda mitos como o sebastianismo, os Templários ou o Quinto Império e relaciona-os com o presente; analisa os nossos ciclos históricos, desde a fundação à república. E conclui: Portugal, e os portugueses, podem desempenhar um papel absolutamente fulcral no futuro da humanidade, que atravessa um momento crítico. Voltaremos a ser o centro do mundo, mas agora a nível espiritual, científico e cultural. É esse o nosso desígnio, que cumpriremos se para tal tivermos visão, coragem e iniciativa.
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Edição: Out 2011
Nº Páginas: 320
Sinopse:
O Zahir conta a história de um escritor de sucesso com uma vida confortável e um casamento estável; um homem satisfeito. Até que, sem qualquer motivo ou explicação, Esther, a sua mulher, desaparece. Este acontecimento inexplicável leva-o a repensar toda a sua vida e tudo aquilo a que dava valor. Pouco a pouco, a sua necessidade de compreender o sucedido transforma-se numa obsessão. Uma obsessão que o leva a partir numa viagem para se reencontrar com Esther... e consigo próprio. O seu estilo fluido e cativante faz de "O Zahir", uma das obras mais reveladoras de Paulo Coelho, uma reflexão autêntica e ponderada acerca do amor, da liberdade e do destino.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
O Zahir conta a história de um escritor de sucesso com uma vida confortável e um casamento estável; um homem satisfeito. Até que, sem qualquer motivo ou explicação, Esther, a sua mulher, desaparece. Este acontecimento inexplicável leva-o a repensar toda a sua vida e tudo aquilo a que dava valor. Pouco a pouco, a sua necessidade de compreender o sucedido transforma-se numa obsessão. Uma obsessão que o leva a partir numa viagem para se reencontrar com Esther... e consigo próprio. O seu estilo fluido e cativante faz de "O Zahir", uma das obras mais reveladoras de Paulo Coelho, uma reflexão autêntica e ponderada acerca do amor, da liberdade e do destino.
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Edição: Set 2009
Nº Páginas: 28
Sinopse:
E se todos tivéssemos o dom de mudar de corpo ao longo da vida? E se voar fosse mesmo possível para todos os que sempre desejaram ter asas? Esta é a estória de um golfinho que queria ser passarinho…
Nº Páginas: 28
Sinopse:
E se todos tivéssemos o dom de mudar de corpo ao longo da vida? E se voar fosse mesmo possível para todos os que sempre desejaram ter asas? Esta é a estória de um golfinho que queria ser passarinho…
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Verão de 1940: Witold Pilecki, um polaco combatente da Resistência, aceitou a missão audaciosa de descobrir o destino de milhares de detidos num novo campo de concentração, de denunciar os crimes nazis e de criar uma rede de resistência para levar a cabo uma revolta. O nome do campo era Auschwitz. Nos dois anos e meio seguintes, Witold formou um exército clandestino que sabotou instalações, eliminou informadores e oficiais nazis e reuniu provas das terríveis atrocidades e assassínios em massa. Sacrificaria a sua vida para salvar a de milhares de outras pessoas? Ao constatar a horrível realidade de que o campo se estava a tornar o epicentro dos planos nazis de exterminar os judeus da Europa, percebeu que teria de arriscar os seus homens, a sua vida e a sua família para alertar o Ocidente. Mas fazer isso significava tentar o impossível: fugir de Auschwitz. Com imagens dramáticas de Auschwitz
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Verão de 1940: Witold Pilecki, um polaco combatente da Resistência, aceitou a missão audaciosa de descobrir o destino de milhares de detidos num novo campo de concentração, de denunciar os crimes nazis e de criar uma rede de resistência para levar a cabo uma revolta. O nome do campo era Auschwitz. Nos dois anos e meio seguintes, Witold formou um exército clandestino que sabotou instalações, eliminou informadores e oficiais nazis e reuniu provas das terríveis atrocidades e assassínios em massa. Sacrificaria a sua vida para salvar a de milhares de outras pessoas? Ao constatar a horrível realidade de que o campo se estava a tornar o epicentro dos planos nazis de exterminar os judeus da Europa, percebeu que teria de arriscar os seus homens, a sua vida e a sua família para alertar o Ocidente. Mas fazer isso significava tentar o impossível: fugir de Auschwitz. Com imagens dramáticas de Auschwitz
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Edição: Abr 2005
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Estas são histórias de pessoas com quem nos cruzamos anonimamente na rua ou das quais podemos ser vizinhos. Pessoas que, num gesto de cirúrgica confissão, falam dos pequenos grandes dramas do seu quotidiano - os segredos, as traições, as manias, os sentimentos comezinhos, os crimes. Em tom coloquial, com pudor ou sem qualquer embaraço, desvendam parte da sua intimidade, quase sempre buscando a cumplicidade do leitor. Uma trintena de narrativas breves que se lêem de um só fôlego e convidam a espreitar para dentro das pulsões mais básicas do ser humano - ou da inusitada realidade dos indivíduos comuns -, num registo por vezes grave, mas de indisfarçável humor e ironia.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Estas são histórias de pessoas com quem nos cruzamos anonimamente na rua ou das quais podemos ser vizinhos. Pessoas que, num gesto de cirúrgica confissão, falam dos pequenos grandes dramas do seu quotidiano - os segredos, as traições, as manias, os sentimentos comezinhos, os crimes. Em tom coloquial, com pudor ou sem qualquer embaraço, desvendam parte da sua intimidade, quase sempre buscando a cumplicidade do leitor. Uma trintena de narrativas breves que se lêem de um só fôlego e convidam a espreitar para dentro das pulsões mais básicas do ser humano - ou da inusitada realidade dos indivíduos comuns -, num registo por vezes grave, mas de indisfarçável humor e ironia.
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O Rúben, a Beatriz e a Lúcia ficam muito entusiasmados quando descobrem que um rapaz da sua idade acaba de se mudar para a casa do lado. Mas esse rapaz, o Quim, está ali para se esconder e proteger de raptores, por isso é suposto que ninguém o veja. Entre eles nasce então uma amizade secreta, à medida que todos elaboram um plano para ajudar o Quim a fugir…
Nº Páginas: 224
Sinopse:
O Rúben, a Beatriz e a Lúcia ficam muito entusiasmados quando descobrem que um rapaz da sua idade acaba de se mudar para a casa do lado. Mas esse rapaz, o Quim, está ali para se esconder e proteger de raptores, por isso é suposto que ninguém o veja. Entre eles nasce então uma amizade secreta, à medida que todos elaboram um plano para ajudar o Quim a fugir…
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Edição: Abr 2007
Nº Páginas: 208
Sinopse:
""O Viúvo" é um romance diferente. Na sua narrativa, saturada de dor tranquila, caldeiam-se lances de realismo mágico, miúdas observações do quotidiano pobre, reflexões e lembranças de um tempo revoluto, a ditadura, a guerra colonial, as romarias, os carrocéis, os cantores ambulantes, a mudança que chega através da televisão. É um melancólico, lúcido, lento romance, de estrutura e escrita aventurosa, perpassado por um canto agónico, às vezes iluminado por um riso novo, por comentários provocatórios, de uma inocência ou de uma acuidade invulgares." Urbano Tavares Rodrigues "É um livro de grande mistério e transparências, este, a Bíblia de um Portugal viúvo, o livro radioso dos dias em que o velho do Restelo se torna mulher, o livro que coa Portugal no aflitivo auge da sua liberdade." Inês Pedrosa "Um poema profético que nos fala do Portugal de hoje com a língua das grandes metáforas e dos mitos originários." Mello e Castro "Uma notável meditação sobre este lugar de aléns e de realidades comezinhas que é Portugal e sobre estas comoventes almas de gesto trágico que são os seus habitantes." João Rui de Sousa
Nº Páginas: 208
Sinopse:
""O Viúvo" é um romance diferente. Na sua narrativa, saturada de dor tranquila, caldeiam-se lances de realismo mágico, miúdas observações do quotidiano pobre, reflexões e lembranças de um tempo revoluto, a ditadura, a guerra colonial, as romarias, os carrocéis, os cantores ambulantes, a mudança que chega através da televisão. É um melancólico, lúcido, lento romance, de estrutura e escrita aventurosa, perpassado por um canto agónico, às vezes iluminado por um riso novo, por comentários provocatórios, de uma inocência ou de uma acuidade invulgares." Urbano Tavares Rodrigues "É um livro de grande mistério e transparências, este, a Bíblia de um Portugal viúvo, o livro radioso dos dias em que o velho do Restelo se torna mulher, o livro que coa Portugal no aflitivo auge da sua liberdade." Inês Pedrosa "Um poema profético que nos fala do Portugal de hoje com a língua das grandes metáforas e dos mitos originários." Mello e Castro "Uma notável meditação sobre este lugar de aléns e de realidades comezinhas que é Portugal e sobre estas comoventes almas de gesto trágico que são os seus habitantes." João Rui de Sousa
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Edição: Ago 2015
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Na guerra entre a Áustria e a Turquia de 1716, o visconde Medardo de Terralba é atingido no peito por uma bala de um canhão turco, e o que regressa a casa é apenas uma metade sua.Este início cruel desencadeia uma fábula cadenciada como um bailado, na qual em redor do meio-visconde se movimentam e afadigam indivíduos mais reduzidos a metade do que ele: o doutor Trelawney, cuja ciência negligencia os seres humanos, o carpinteiro Pedro Prego, que constrói engenhos admiráveis tentando não pensar que são forcas, o moralismo abstrato dos refugiados huguenotes, o hedonismo decadente do asilo de leprosos.Uma história fantástica que é também uma reflexão alegórica da condição do homem contemporâneo, sempre "alienado", mutilado, incapaz de alcançar a integridade, a completude. As invenções de Calvino são sempre abertas a muitos significados, apesar de poderem ser apreciadas por si só. Exemplo claro disso é a trilogia fantástica Os Nossos Antepassados, que este Visconde Cortado ao Meio inicia; seguem-se-lhe O Barão Trepador e O Cavaleiro Inexistente.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Na guerra entre a Áustria e a Turquia de 1716, o visconde Medardo de Terralba é atingido no peito por uma bala de um canhão turco, e o que regressa a casa é apenas uma metade sua.Este início cruel desencadeia uma fábula cadenciada como um bailado, na qual em redor do meio-visconde se movimentam e afadigam indivíduos mais reduzidos a metade do que ele: o doutor Trelawney, cuja ciência negligencia os seres humanos, o carpinteiro Pedro Prego, que constrói engenhos admiráveis tentando não pensar que são forcas, o moralismo abstrato dos refugiados huguenotes, o hedonismo decadente do asilo de leprosos.Uma história fantástica que é também uma reflexão alegórica da condição do homem contemporâneo, sempre "alienado", mutilado, incapaz de alcançar a integridade, a completude. As invenções de Calvino são sempre abertas a muitos significados, apesar de poderem ser apreciadas por si só. Exemplo claro disso é a trilogia fantástica Os Nossos Antepassados, que este Visconde Cortado ao Meio inicia; seguem-se-lhe O Barão Trepador e O Cavaleiro Inexistente.
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Edição: Dez 2020
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Em tempo de pandemia, espectáculos foram cancelados, salas de cinema permaneceram vazias, portas de universidades fecharam-se - autores e criadores foram todos para casa, levando a cultura consigo. Durante três longos meses, José Jorge Letria entrevistou dezassete figuras da vida cultural portuguesa, de Lídia Jorge e Mário de Carvalho a Fernando Tordo, o cientista Carlos Fiolhais, Pacheco Pereira e Barata-Moura, Fernando Rosas e Olga Roriz. Com olhares atentos e críticos às mudanças que ocorreram neste período à escala nacional e mundial, os entrevistados contam o impacto que esta nova realidade teve nas suas vidas profissionais e pessoais e reflectem sobre um hipotético futuro que advirá do medo e necessidade de combater o novo vírus. Reúne-se aqui uma colectânea de relatos que espelham não só perfis distintos mas também preocupações vividas, em cada momento, na relação com o quotidiano, a política, a ciência e a cultura. Um testemunho para memória futura. Fernando Rosas · José de Guimarães · Mário De Carvalho · António Victorino D’Almeida · Carlos Fiolhais · Rui Vieira Nery · José Manuel Castanheira · Mário Vieira de Carvalho · Lídia Jorge · Mário Mesquita · Nicolau Santos · Olga Roriz · Álvaro Cassuto · José Barata -Moura · José Pacheco Pereira · Fernando Tordo · Jorge Paixão da Costa
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Em tempo de pandemia, espectáculos foram cancelados, salas de cinema permaneceram vazias, portas de universidades fecharam-se - autores e criadores foram todos para casa, levando a cultura consigo. Durante três longos meses, José Jorge Letria entrevistou dezassete figuras da vida cultural portuguesa, de Lídia Jorge e Mário de Carvalho a Fernando Tordo, o cientista Carlos Fiolhais, Pacheco Pereira e Barata-Moura, Fernando Rosas e Olga Roriz. Com olhares atentos e críticos às mudanças que ocorreram neste período à escala nacional e mundial, os entrevistados contam o impacto que esta nova realidade teve nas suas vidas profissionais e pessoais e reflectem sobre um hipotético futuro que advirá do medo e necessidade de combater o novo vírus. Reúne-se aqui uma colectânea de relatos que espelham não só perfis distintos mas também preocupações vividas, em cada momento, na relação com o quotidiano, a política, a ciência e a cultura. Um testemunho para memória futura. Fernando Rosas · José de Guimarães · Mário De Carvalho · António Victorino D’Almeida · Carlos Fiolhais · Rui Vieira Nery · José Manuel Castanheira · Mário Vieira de Carvalho · Lídia Jorge · Mário Mesquita · Nicolau Santos · Olga Roriz · Álvaro Cassuto · José Barata -Moura · José Pacheco Pereira · Fernando Tordo · Jorge Paixão da Costa
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Edição: Ago 2015
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Mário Cesariny deixou aqui, em versão revista e aumentada, as suas impressões pessoais sobre Fernando Pessoa (o Virgem Negra) e a sua poesia, construindo assim uma biografia explicativa deste poeta do Orpheu: a sua obra, de "Mensagem" a "Poemas Ingleses", os poetas que admirava, a teoria da heteronímia e a inspiração em Aristóteles e Platão, entre outros. Satíricos na medida certa, são versos que brincam com as palavras em português, aventurando-se por vezes pelo espanhol e pelo inglês. Uma forma interessante de ver Fernando Pessoa através de olhos mais irreverentes. Uma magnífica porta de entrada para a poesia admirável do próprio Mário Cesariny.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Mário Cesariny deixou aqui, em versão revista e aumentada, as suas impressões pessoais sobre Fernando Pessoa (o Virgem Negra) e a sua poesia, construindo assim uma biografia explicativa deste poeta do Orpheu: a sua obra, de "Mensagem" a "Poemas Ingleses", os poetas que admirava, a teoria da heteronímia e a inspiração em Aristóteles e Platão, entre outros. Satíricos na medida certa, são versos que brincam com as palavras em português, aventurando-se por vezes pelo espanhol e pelo inglês. Uma forma interessante de ver Fernando Pessoa através de olhos mais irreverentes. Uma magnífica porta de entrada para a poesia admirável do próprio Mário Cesariny.
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Edição: Mar 2014
Nº Páginas: 96
Sinopse:
No mais recente livro de Luís Quintais - uma das vozes mais seguras da nova poesia portuguesa - somos confrontados com um fulgor rítmico magistral e com a visita a alguns dos lugares paradigmáticos na poesia do autor. Vitrificação, estilhaços, riscos, violência e história, "O Vidro" faz alusão a fragmentos de Anna Calvi, António Damásio, Edmond Jabès, Fernando Pessoa, Martin Amis e T.S. Eliot. "Uma linha? Uma linha no poço sem fundo da história. Estrépito de armas ou mistificação plena é tudo o que vejo como quem escuta ou escuto como quem vê."
Nº Páginas: 96
Sinopse:
No mais recente livro de Luís Quintais - uma das vozes mais seguras da nova poesia portuguesa - somos confrontados com um fulgor rítmico magistral e com a visita a alguns dos lugares paradigmáticos na poesia do autor. Vitrificação, estilhaços, riscos, violência e história, "O Vidro" faz alusão a fragmentos de Anna Calvi, António Damásio, Edmond Jabès, Fernando Pessoa, Martin Amis e T.S. Eliot. "Uma linha? Uma linha no poço sem fundo da história. Estrépito de armas ou mistificação plena é tudo o que vejo como quem escuta ou escuto como quem vê."
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Um romance histórico fascinante sobre um dos vestidos de noiva mais famosos da História. Um hino à esperança e à amizade num mundo pós-guerra. Londres, 1947: A Segunda Guerra Mundial terminou há dois anos e Inglaterra está do lado dos vencedores, mas o país passa por duras adversidades. Quando o Palácio de Buckingham anuncia o noivado da princesa Isabel com o tenente Philip Mountbatten, a nação ganha um novo ânimo. Para Ann Hughes e Miriam Dassin, bordadeiras numa famosa casa de moda, o casamento real é mais do que uma celebração. É uma honra única nas suas vidas, pois foram escolhidas para criar os intrincados bordados que adornarão o vestido da princesa. Toronto, 2016: Mais de meio século depois, Heather Mackenzie encontra entre os bens herdados da avó um conjunto de flores bordadas à mão, que se assemelham muito aos motivos do deslumbrante vestido de noiva usado pela, agora, rainha Isabel II, e uma fotografia da avó com Miriam Dassin, uma célebre artista têxtil que sobreviveu ao Holocausto. Ansiando por saber mais sobre o passado da avó e os misteriosos bordados, Heather inicia uma viagem que lhe revelará muito mais do que esperava.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Um romance histórico fascinante sobre um dos vestidos de noiva mais famosos da História. Um hino à esperança e à amizade num mundo pós-guerra. Londres, 1947: A Segunda Guerra Mundial terminou há dois anos e Inglaterra está do lado dos vencedores, mas o país passa por duras adversidades. Quando o Palácio de Buckingham anuncia o noivado da princesa Isabel com o tenente Philip Mountbatten, a nação ganha um novo ânimo. Para Ann Hughes e Miriam Dassin, bordadeiras numa famosa casa de moda, o casamento real é mais do que uma celebração. É uma honra única nas suas vidas, pois foram escolhidas para criar os intrincados bordados que adornarão o vestido da princesa. Toronto, 2016: Mais de meio século depois, Heather Mackenzie encontra entre os bens herdados da avó um conjunto de flores bordadas à mão, que se assemelham muito aos motivos do deslumbrante vestido de noiva usado pela, agora, rainha Isabel II, e uma fotografia da avó com Miriam Dassin, uma célebre artista têxtil que sobreviveu ao Holocausto. Ansiando por saber mais sobre o passado da avó e os misteriosos bordados, Heather inicia uma viagem que lhe revelará muito mais do que esperava.
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Edição: Jan 2018
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Julien Sorel, o herói do romance, é uma das criações mais complexas da história da literatura. Filho maltratado de uma família pobre, está determinado a escapar às suas origens. Muitíssimo inteligente, de espírito calculista, embora orgulhoso e por isso incapaz de fazer cedências, às vezes idealista e apaixonado, outras cínico e inclemente: vive numa insatisfação permanente.
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Julien Sorel, o herói do romance, é uma das criações mais complexas da história da literatura. Filho maltratado de uma família pobre, está determinado a escapar às suas origens. Muitíssimo inteligente, de espírito calculista, embora orgulhoso e por isso incapaz de fazer cedências, às vezes idealista e apaixonado, outras cínico e inclemente: vive numa insatisfação permanente.
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Edição: Fev 2018
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Se tem pouco tempo para se informar de tudo o que deve fazer para ser saudável, então este é o livro para si. Baseado no Ayurveda e no Ioga, O Verdadeiro Plano dar-lhe-á uma revisão geral, ambiciosa e autêntica do seu estilo de vida. Yogi Cameron, irá ajudá-lo a resolver todo o tipo de questões: queixas físicas como obesidade e fadiga; obstáculos mentais como raiva e maus relacionamentos; e desafios espirituais como a falta de propósito ou de realização pessoal.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Se tem pouco tempo para se informar de tudo o que deve fazer para ser saudável, então este é o livro para si. Baseado no Ayurveda e no Ioga, O Verdadeiro Plano dar-lhe-á uma revisão geral, ambiciosa e autêntica do seu estilo de vida. Yogi Cameron, irá ajudá-lo a resolver todo o tipo de questões: queixas físicas como obesidade e fadiga; obstáculos mentais como raiva e maus relacionamentos; e desafios espirituais como a falta de propósito ou de realização pessoal.
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Michael Swann está na Penn Station ao telefone com a mulher, Julia, quando uma explosão deflagra. Os meios de comunicação começam a noticiar que o alegado terrorista não é um estrangeiro, mas sim um americano rancoroso. Julia, em pânico e tentar entrar na cidade para encontrar o marido, ouve numa notícia actualizada o nome do suposto terrorista: Michael Swann. Convencida da inocência do marido e lidando com a amnésia de Michael após o acidente provocado pela explosão, está decidida a fazer tudo para o proteger do governo.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Michael Swann está na Penn Station ao telefone com a mulher, Julia, quando uma explosão deflagra. Os meios de comunicação começam a noticiar que o alegado terrorista não é um estrangeiro, mas sim um americano rancoroso. Julia, em pânico e tentar entrar na cidade para encontrar o marido, ouve numa notícia actualizada o nome do suposto terrorista: Michael Swann. Convencida da inocência do marido e lidando com a amnésia de Michael após o acidente provocado pela explosão, está decidida a fazer tudo para o proteger do governo.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Nos últimos 20 anos, houve milhares de relatos sobre os acontecimentos do 11 de Setembro de 2001, mas nenhum resgata as histórias de vida dos afegãos, iraquianos e paquistaneses cujas existências foram estilhaçadas quando, após a queda da Torres Gémeas, o vento mudou de direcção e se abateu com fúria sobre as suas casas e o seu dia-a-dia. Neste livro, a jornalista Simone Duarte reabilita a humanidade de algumas dessas vítimas esquecidas: um rapaz treinado para ser um bombista suicida, outro que atravessou oito países para escapar aos talibãs, uma afegã em fuga da ocupação americana, um espião dos serviços secretos paquistaneses ou o jornalista a quem Bin Laden deu a última entrevista antes dos ataques. Um livro inesquecível e perturbador que nos mostra uma perspectiva incomum sobre as consequências devastadoras do dia que mudou por completo a face do mundo moderno.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Nos últimos 20 anos, houve milhares de relatos sobre os acontecimentos do 11 de Setembro de 2001, mas nenhum resgata as histórias de vida dos afegãos, iraquianos e paquistaneses cujas existências foram estilhaçadas quando, após a queda da Torres Gémeas, o vento mudou de direcção e se abateu com fúria sobre as suas casas e o seu dia-a-dia. Neste livro, a jornalista Simone Duarte reabilita a humanidade de algumas dessas vítimas esquecidas: um rapaz treinado para ser um bombista suicida, outro que atravessou oito países para escapar aos talibãs, uma afegã em fuga da ocupação americana, um espião dos serviços secretos paquistaneses ou o jornalista a quem Bin Laden deu a última entrevista antes dos ataques. Um livro inesquecível e perturbador que nos mostra uma perspectiva incomum sobre as consequências devastadoras do dia que mudou por completo a face do mundo moderno.
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Edição: Fev 2008
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Prémio Planeta * Prémio Femina No Verão de 1969 o homem pisou, pela primeira, vez a Lua. Este acontecimento parece hoje muito remoto mas também já naquele tempo aparentava ser um facto muito longínquo. Numa localidade da Andaluzia - mais precisamente em Mágina - um rapaz vive este acontecimento com a paixão e o fervor típicos dos adolescentes. A par do cinema, da televisão e dos livros de ficção científica, o rapaz coloca na Lua toda a essência da sua vida e assiste ao nascimento de uma nova era. É uma história de iniciação em que os progressos científicos fazem com que o sonho adolescente de uma vida mais plena e satisfatória ganhe uma outra dimensão. Em "O Vento da Lua" o leitor é intimamente tocado pela emocionante expectativa de um adolescente perante a vida, pelo desfasamento sociológico da Espanha franquista e pela limitada, comovedora e poética vivência rural dos anos sessenta. O lirismo, o humor e a exaltação imaginativa aliam-se a este fresco narrativo que muito tem de autobiográfico. Uma prosa sedutora e envolvente que se revela uma homenagem a todos os adolescentes.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Prémio Planeta * Prémio Femina No Verão de 1969 o homem pisou, pela primeira, vez a Lua. Este acontecimento parece hoje muito remoto mas também já naquele tempo aparentava ser um facto muito longínquo. Numa localidade da Andaluzia - mais precisamente em Mágina - um rapaz vive este acontecimento com a paixão e o fervor típicos dos adolescentes. A par do cinema, da televisão e dos livros de ficção científica, o rapaz coloca na Lua toda a essência da sua vida e assiste ao nascimento de uma nova era. É uma história de iniciação em que os progressos científicos fazem com que o sonho adolescente de uma vida mais plena e satisfatória ganhe uma outra dimensão. Em "O Vento da Lua" o leitor é intimamente tocado pela emocionante expectativa de um adolescente perante a vida, pelo desfasamento sociológico da Espanha franquista e pela limitada, comovedora e poética vivência rural dos anos sessenta. O lirismo, o humor e a exaltação imaginativa aliam-se a este fresco narrativo que muito tem de autobiográfico. Uma prosa sedutora e envolvente que se revela uma homenagem a todos os adolescentes.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 464
Sinopse:
"O Vento Assobiando nas Gruas" é um livro ancorado sobre dois mundos - um mundo contemporâneo, envolvido com a transformação acelerada da Terra, movido pelo instinto selvagem de futuro, e um outro mais antigo, onde a história de uma velha fábrica se cruza com a sorte de uma família numerosa, recém-chegada de África. Dois mundos, à primeira vista irreconciliáveis, e no entanto, a aproximá-los, por obra do acaso, caminha desde a primeira página a figura de Milene Leandro, a rapariga singular, para quem tudo nasce pela primeira vez, e que, na simplicidade do seu juízo, acabará por obrigar os outros à revelação de si mesmos. Figura central, é precisamente através das mãos de Milene que o leitor entra na primeira página, e é ainda com ela que encerra a última, depois de ter conhecido a suas expensas o caso de um amor, de um crime e de um silêncio para sempre selado. Por isso mesmo, o seu olhar desprevenido sobre a vida, o bem e o mal, assim como a avaliação que faz deste mundo, constituem a verdadeira matéria orgânica que constrói este livro.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
"O Vento Assobiando nas Gruas" é um livro ancorado sobre dois mundos - um mundo contemporâneo, envolvido com a transformação acelerada da Terra, movido pelo instinto selvagem de futuro, e um outro mais antigo, onde a história de uma velha fábrica se cruza com a sorte de uma família numerosa, recém-chegada de África. Dois mundos, à primeira vista irreconciliáveis, e no entanto, a aproximá-los, por obra do acaso, caminha desde a primeira página a figura de Milene Leandro, a rapariga singular, para quem tudo nasce pela primeira vez, e que, na simplicidade do seu juízo, acabará por obrigar os outros à revelação de si mesmos. Figura central, é precisamente através das mãos de Milene que o leitor entra na primeira página, e é ainda com ela que encerra a última, depois de ter conhecido a suas expensas o caso de um amor, de um crime e de um silêncio para sempre selado. Por isso mesmo, o seu olhar desprevenido sobre a vida, o bem e o mal, assim como a avaliação que faz deste mundo, constituem a verdadeira matéria orgânica que constrói este livro.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Como toda a cidade de Dickens, eu era filho do meu pai, produto do meu ambiente e nada mais. Dickens era eu. E eu era o meu pai." Me, afro-americano, produto acabado do século XX, criado no "gueto agrário" de Dickens, nos arredores de Los Angeles, educado pelo pai, um reputado e violentamente excêntrico sociólogo obcecado pela questão racial, conformou-se em seguir o destino estéril que a vida californiana de baixa classe-média tinha para si: morrer no mesmo quarto onde nasceu "a olhar para as fendas do estuque do teto que estavam lá desde o terramoto de 1968". No entanto, nada corre como planeado: está falido, o seu pai foi morto num tiroteio com a polícia e Dickens acabou apagada dos mapas americanos (para poupar a Califórnia de mais vergonhas). Alimentado por uma sensação de engano e pela degradação da sua cidade perante uma América enormíssima, Me decide resolver as coisas da única maneira que vê possível: restaurando a escravatura e segregando a escola preparatória local. Vencedor do Man Booker Prize de 2016, "O Vendido" é uma sátira mordaz que desafia os pilares sagrados da vida urbana, da Constituição norte-americana, do movimento dos direitos civis, e da relação pai-filho, feita à medida para o despontar do século XXI.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Como toda a cidade de Dickens, eu era filho do meu pai, produto do meu ambiente e nada mais. Dickens era eu. E eu era o meu pai." Me, afro-americano, produto acabado do século XX, criado no "gueto agrário" de Dickens, nos arredores de Los Angeles, educado pelo pai, um reputado e violentamente excêntrico sociólogo obcecado pela questão racial, conformou-se em seguir o destino estéril que a vida californiana de baixa classe-média tinha para si: morrer no mesmo quarto onde nasceu "a olhar para as fendas do estuque do teto que estavam lá desde o terramoto de 1968". No entanto, nada corre como planeado: está falido, o seu pai foi morto num tiroteio com a polícia e Dickens acabou apagada dos mapas americanos (para poupar a Califórnia de mais vergonhas). Alimentado por uma sensação de engano e pela degradação da sua cidade perante uma América enormíssima, Me decide resolver as coisas da única maneira que vê possível: restaurando a escravatura e segregando a escola preparatória local. Vencedor do Man Booker Prize de 2016, "O Vendido" é uma sátira mordaz que desafia os pilares sagrados da vida urbana, da Constituição norte-americana, do movimento dos direitos civis, e da relação pai-filho, feita à medida para o despontar do século XXI.
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Félix Ventura escolheu um estranho ofício: vende passados falsos. Os seus clientes - prósperos empresários, políticos, generais, enfim, a emergente burguesia angolana - têm o futuro assegurado. Falta-lhes, porém, um bom passado. Félix fabrica-lhes uma genealogia de luxo e memórias felizes, e consegue-lhes os retratos dos ancestrais ilustres. A vida corre-lhe bem. Uma noite entra-lhe em casa, em Luanda, um misterioso estrangeiro à procura de uma identidade angolana. Então, numa vertigem, o passado irrompe pelo presente e o impossível começa a acontecer. Sátira feroz, mas divertida e bem-humorada, à atual sociedade angolana, O Vendedor de Passados é também (ou principalmente) uma reflexão sobre a construção da memória e os seus equívocos.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Félix Ventura escolheu um estranho ofício: vende passados falsos. Os seus clientes - prósperos empresários, políticos, generais, enfim, a emergente burguesia angolana - têm o futuro assegurado. Falta-lhes, porém, um bom passado. Félix fabrica-lhes uma genealogia de luxo e memórias felizes, e consegue-lhes os retratos dos ancestrais ilustres. A vida corre-lhe bem. Uma noite entra-lhe em casa, em Luanda, um misterioso estrangeiro à procura de uma identidade angolana. Então, numa vertigem, o passado irrompe pelo presente e o impossível começa a acontecer. Sátira feroz, mas divertida e bem-humorada, à atual sociedade angolana, O Vendedor de Passados é também (ou principalmente) uma reflexão sobre a construção da memória e os seus equívocos.
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Edição: Jan 2009
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Antonio José Bolívar Proaño vive em El Idilio, um lugar remoto na região amazónica dos índios shuar, com quem aprendeu a conhecer a selva e as suas leis, a respeitar os animais que a povoam, mas também a caçar e descobrir os trilhos mais indecifráveis.Um certo dia resolve começar a ler, com paixão, os romances de amor que, duas vezes por ano, lhe leva o dentista Rubicundo Loachamín, para ocupar as solitárias noites equatoriais da sua velhice anunciada. Com eles, procura alhear-se da fanfarronice estúpida desses "gringos" e garimpeiros que julgam dominar a selva porque chegam armados até aos dentes, mas que não sabem enfrentar uma fera a quem mataram as crias.Descrito numa linguagem cristalina e enxuta, as aventuras e emoções do velho Bolívar Proaño há muito conquistaram o coração de milhões de leitores em todo o mundo, transformando o romance de Luis Sepúlveda num "clássico" da literatura latino-americana.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Antonio José Bolívar Proaño vive em El Idilio, um lugar remoto na região amazónica dos índios shuar, com quem aprendeu a conhecer a selva e as suas leis, a respeitar os animais que a povoam, mas também a caçar e descobrir os trilhos mais indecifráveis.Um certo dia resolve começar a ler, com paixão, os romances de amor que, duas vezes por ano, lhe leva o dentista Rubicundo Loachamín, para ocupar as solitárias noites equatoriais da sua velhice anunciada. Com eles, procura alhear-se da fanfarronice estúpida desses "gringos" e garimpeiros que julgam dominar a selva porque chegam armados até aos dentes, mas que não sabem enfrentar uma fera a quem mataram as crias.Descrito numa linguagem cristalina e enxuta, as aventuras e emoções do velho Bolívar Proaño há muito conquistaram o coração de milhões de leitores em todo o mundo, transformando o romance de Luis Sepúlveda num "clássico" da literatura latino-americana.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 504
Sinopse:
Um grande clássico da literatura de viagens, agora na série Terra Incognita: "O fim do mundo é um lugar." Paul Theroux saiu de sua casa em Medford, no Massachusetts, numa manhã de mau tempo e apanhou o comboio suburbano para Boston. Aí chegado, apanhou outro comboio para Chicago, e assim sucessivamente, até ao percurso final no Velho Expresso da Patagónia, que o levou à mítica e remota região do Sul da América, passando por Buenos Aires - onde encontra Jorge Luis Borges -, atravessando o México, a Guatemala, San Salvador, a Colômbia, o Peru. Um relato de encontros, rostos e histórias. Tudo termina com uma frase maravilhosa: "O fim do mundo é um lugar". A grande obra-prima que reinventou a arte da literatura de viagens.
Nº Páginas: 504
Sinopse:
Um grande clássico da literatura de viagens, agora na série Terra Incognita: "O fim do mundo é um lugar." Paul Theroux saiu de sua casa em Medford, no Massachusetts, numa manhã de mau tempo e apanhou o comboio suburbano para Boston. Aí chegado, apanhou outro comboio para Chicago, e assim sucessivamente, até ao percurso final no Velho Expresso da Patagónia, que o levou à mítica e remota região do Sul da América, passando por Buenos Aires - onde encontra Jorge Luis Borges -, atravessando o México, a Guatemala, San Salvador, a Colômbia, o Peru. Um relato de encontros, rostos e histórias. Tudo termina com uma frase maravilhosa: "O fim do mundo é um lugar". A grande obra-prima que reinventou a arte da literatura de viagens.
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