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Edição: Jan 2015
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Este ensaio tem como principal objectivo suscitar o debate acerca da política externa portuguesa e pensar qual é a melhor estratégia de inserção internacional do país nos dias de hoje.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Este ensaio tem como principal objectivo suscitar o debate acerca da política externa portuguesa e pensar qual é a melhor estratégia de inserção internacional do país nos dias de hoje.
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Este ensaio tem como propósito debater as questões relativas à relação, cada vez mais íntima, entre as esferas da política e do entretenimento, com o propósito de estimular o debate e o pensamento crítico a respeito deste fenómeno incontornável nas sociedades democráticas.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Este ensaio tem como propósito debater as questões relativas à relação, cada vez mais íntima, entre as esferas da política e do entretenimento, com o propósito de estimular o debate e o pensamento crítico a respeito deste fenómeno incontornável nas sociedades democráticas.
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Edição: Dez 2015
Nº Páginas: 144
Sinopse:
O programa político do candidato Sampaio da Nóvoa, seguido de uma autobiografia, em vésperas das eleições à Presidência da República.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
O programa político do candidato Sampaio da Nóvoa, seguido de uma autobiografia, em vésperas das eleições à Presidência da República.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 192
Sinopse:
De uma forma incrivelmente clara e concisa, David Runciman, explica-nos o quão importante é, e sempre foi, a política. Numa introdução breve, abrangente e muito eficaz a um dos temas mais impactantes e fracturantes dos nossos dias, sem pejos nem preocupações politicamente correctas, faz as perguntas certas no momento certo: O que é a política? Porque precisamos dela? E para onde nos leva, nestes tempos turbulentos que vivemos?
Nº Páginas: 192
Sinopse:
De uma forma incrivelmente clara e concisa, David Runciman, explica-nos o quão importante é, e sempre foi, a política. Numa introdução breve, abrangente e muito eficaz a um dos temas mais impactantes e fracturantes dos nossos dias, sem pejos nem preocupações politicamente correctas, faz as perguntas certas no momento certo: O que é a política? Porque precisamos dela? E para onde nos leva, nestes tempos turbulentos que vivemos?
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 112
Sinopse:
A poesia lírica de João Melo deixa evidente o estado de alienação no qual se encontra o mundo, mesmo em transformação. Ao buscar a sistematização de sua obra, sob a luz da memória, encontro o coro em canto polifônico que atravessa o tempo. "Poiesis, polis", contracanto à História, garante que esta não será compreendida como um sistema fechado, com um fim previsto e definido pelo mito, pelo poder do mito, pelo poder em si, mas — pelo contrário — será aberta ao coro de muitas vozes, como o poeta se abre em seu compromisso com o mundo sempre em andamento, pulverizando os arquivos da Memória que se quer viva e plena de sentidos. In "Prefácio" de Mário César Lugarinho (Universidade de São Paulo, Brasil)
Nº Páginas: 112
Sinopse:
A poesia lírica de João Melo deixa evidente o estado de alienação no qual se encontra o mundo, mesmo em transformação. Ao buscar a sistematização de sua obra, sob a luz da memória, encontro o coro em canto polifônico que atravessa o tempo. "Poiesis, polis", contracanto à História, garante que esta não será compreendida como um sistema fechado, com um fim previsto e definido pelo mito, pelo poder do mito, pelo poder em si, mas — pelo contrário — será aberta ao coro de muitas vozes, como o poeta se abre em seu compromisso com o mundo sempre em andamento, pulverizando os arquivos da Memória que se quer viva e plena de sentidos. In "Prefácio" de Mário César Lugarinho (Universidade de São Paulo, Brasil)
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Durante muitos anos o inspetor Harry Hole foi o centro das mais importantes investigações criminais em Oslo. As suas brilhantes deduções e a profunda dedicação ao trabalho permitiram salvar inúmeras vidas ao longo dos anos. Mas mesmo com um assassino à solta cada vez mais atrevido em Oslo e os meios de comunicação noruegueses cada vez mais histéricos, a Brigada Anticrime não pode contar com o carismático inspetor. Mesmo quando aqueles que sempre foram mais importantes para ele correm perigo de vida, Harry não está lá para os proteger.Há um assassino à solta nas ruas de Oslo. Mas não é um assassino qualquer. É um criminoso que seleciona cuidadosamente as suas vítimas: polícias envolvidos em anteriores investigações de crimes que nunca foram solucionadas. A Brigada Anticrime precisa urgentemente de Harry Hole, mas será que o carismático inspetor sobreviveu aos dramáticos acontecimentos de O Fantasma?
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Durante muitos anos o inspetor Harry Hole foi o centro das mais importantes investigações criminais em Oslo. As suas brilhantes deduções e a profunda dedicação ao trabalho permitiram salvar inúmeras vidas ao longo dos anos. Mas mesmo com um assassino à solta cada vez mais atrevido em Oslo e os meios de comunicação noruegueses cada vez mais histéricos, a Brigada Anticrime não pode contar com o carismático inspetor. Mesmo quando aqueles que sempre foram mais importantes para ele correm perigo de vida, Harry não está lá para os proteger.Há um assassino à solta nas ruas de Oslo. Mas não é um assassino qualquer. É um criminoso que seleciona cuidadosamente as suas vítimas: polícias envolvidos em anteriores investigações de crimes que nunca foram solucionadas. A Brigada Anticrime precisa urgentemente de Harry Hole, mas será que o carismático inspetor sobreviveu aos dramáticos acontecimentos de O Fantasma?
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Para os que querem iniciar-se no Pokémon Go e para os que desejam tornar-se mestres do jogo, Pokémon Go: O Guia Não-Oficial é a ferramenta indispensável! Há milhões de fãs do Pokémon Go em todo o mundo. Pessoas de todas as idades saem à rua com os seus telemóveis para capturar as pequenas criaturas. Todos querem ser o melhor treinador profissional de Pokémons, mas para isso é preciso conhecer os segredos do jogo: • Conhecer a melhor tática para combater e tornar-se um líder dos Ginásios; • Saber como usar os acessórios recolhidos em Pokéstops (Poções, Revive, e todos os outros…); • Escolher a melhor equipa; • Encontrar os locais onde se escondem os diferentes tipos de Pokémons; • Descobrir os segredos escondidos em cada Pokémon. … E muito, muito mais!
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Para os que querem iniciar-se no Pokémon Go e para os que desejam tornar-se mestres do jogo, Pokémon Go: O Guia Não-Oficial é a ferramenta indispensável! Há milhões de fãs do Pokémon Go em todo o mundo. Pessoas de todas as idades saem à rua com os seus telemóveis para capturar as pequenas criaturas. Todos querem ser o melhor treinador profissional de Pokémons, mas para isso é preciso conhecer os segredos do jogo: • Conhecer a melhor tática para combater e tornar-se um líder dos Ginásios; • Saber como usar os acessórios recolhidos em Pokéstops (Poções, Revive, e todos os outros…); • Escolher a melhor equipa; • Encontrar os locais onde se escondem os diferentes tipos de Pokémons; • Descobrir os segredos escondidos em cada Pokémon. … E muito, muito mais!
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Edição: Dez 2016
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Tudo o que é preciso saber sobre todos os Pokémon. N’O Guia Oficial e Definitivo, além de informações preciosas sobre os Pokémon, vais encontrar os factos, números e estatísticas de que precisas para apanhá- los todos e ser o mestre do Mundo dos Pokémon!
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Tudo o que é preciso saber sobre todos os Pokémon. N’O Guia Oficial e Definitivo, além de informações preciosas sobre os Pokémon, vais encontrar os factos, números e estatísticas de que precisas para apanhá- los todos e ser o mestre do Mundo dos Pokémon!
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Ei, Treinadores! Pousem essa Pokébola e peguem já num lápis! Todos os bons Treinadores de Pokémon sabem que cada Pokémon é único. E isso faz com que seja um grande desafio apanhá-los... mas também desenhá-los! Se queres aprender a desenhar Pokémon, então este é o livro certo para ti! Vais encontrar instruções passo a passo para desenhares mais de 70 Pokémon de várias regiões. Tudo pronto para esta batalha de desenho?
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Ei, Treinadores! Pousem essa Pokébola e peguem já num lápis! Todos os bons Treinadores de Pokémon sabem que cada Pokémon é único. E isso faz com que seja um grande desafio apanhá-los... mas também desenhá-los! Se queres aprender a desenhar Pokémon, então este é o livro certo para ti! Vais encontrar instruções passo a passo para desenhares mais de 70 Pokémon de várias regiões. Tudo pronto para esta batalha de desenho?
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 320
Sinopse:
A mais sintética antologia do mais vasto dos poetas numa selecção única de Jerónimo Pizarro. Depois do sucesso em língua portuguesa, esta antologia mínima da poesia pessoana (que inclui os heterónimos, claro, e não só com os mais conhecidos) passa a estar disponível também em inglês. Destina-se a quem quer descobrir Pessoa para lá do símbolo e dos contornos comerciais e turísticos, a quem o quer partilhar com outros, a quem quer voltar a viver alguns dos mais espantosos versos do século xx, aqui escolhidos a dedo por quem conhece a fundo a vastíssima obra do poeta, e até mesmo a quem vai agora, pela primeira vez, descobrir a "Ode Marítima" ou a "Tabacaria".
Nº Páginas: 320
Sinopse:
A mais sintética antologia do mais vasto dos poetas numa selecção única de Jerónimo Pizarro. Depois do sucesso em língua portuguesa, esta antologia mínima da poesia pessoana (que inclui os heterónimos, claro, e não só com os mais conhecidos) passa a estar disponível também em inglês. Destina-se a quem quer descobrir Pessoa para lá do símbolo e dos contornos comerciais e turísticos, a quem o quer partilhar com outros, a quem quer voltar a viver alguns dos mais espantosos versos do século xx, aqui escolhidos a dedo por quem conhece a fundo a vastíssima obra do poeta, e até mesmo a quem vai agora, pela primeira vez, descobrir a "Ode Marítima" ou a "Tabacaria".
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O novo livro de Maria Teresa Horta, Poesis, é uma reflexão sobre a poesia em geral e da autora. É também um retrato poético sobre a vida da própria autora enquanto poetisa, com muitos poemas relativos ao seu percurso pessoal, abordando as dificuldades e as perseguições de que foi alvo enquanto mulher e autora de poesia erótica. Esta é a minha epopeia feita de poesia perdimentos e palavras sem deuses sem batalhas sem heróis nem lágrimas sem o bronze das armas Poema a poema a poema paixão após fulgor após beleza na sua dimensão mais ávida
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O novo livro de Maria Teresa Horta, Poesis, é uma reflexão sobre a poesia em geral e da autora. É também um retrato poético sobre a vida da própria autora enquanto poetisa, com muitos poemas relativos ao seu percurso pessoal, abordando as dificuldades e as perseguições de que foi alvo enquanto mulher e autora de poesia erótica. Esta é a minha epopeia feita de poesia perdimentos e palavras sem deuses sem batalhas sem heróis nem lágrimas sem o bronze das armas Poema a poema a poema paixão após fulgor após beleza na sua dimensão mais ávida
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Metas Curriculares de Português Leitura obrigatória para o 9 e 12.º anos de escolaridade. O que dizer sobre o poeta mais genial da língua portuguesa? Deixemos que seja o próprio a fazê-lo: Se estou só, quero não ‘star, Se não ‘stou, quero ‘star só. Enfim, quero sempre estar Da maneira que não estou. A Coleção Educação Literária reúne obras de referência da literatura portuguesa e universal indicadas pelas Metas Curriculares de Português e pelo Plano Nacional de Leitura.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Metas Curriculares de Português Leitura obrigatória para o 9 e 12.º anos de escolaridade. O que dizer sobre o poeta mais genial da língua portuguesa? Deixemos que seja o próprio a fazê-lo: Se estou só, quero não ‘star, Se não ‘stou, quero ‘star só. Enfim, quero sempre estar Da maneira que não estou. A Coleção Educação Literária reúne obras de referência da literatura portuguesa e universal indicadas pelas Metas Curriculares de Português e pelo Plano Nacional de Leitura.
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Edição: Jul 2015
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Torno-me eles e não eu" - é deste modo que Pessoa reconhece a sua personalidade múltipla. A par desta personalidade, a sua escrita caracteriza-se pela pluralidade e diversidade; é uma escrita de inúmeros rostos e temas diferentes, de "outros eus", a quem o poeta atribui uma personalidade e vida próprias. Os heterónimos Alberto Caeiro - o mestre -, Ricardo Reis e Álvaro de Campos são os rostos, as máscaras mais conhecidas desse universo dramático pessoano: um "inocente" guardador de rebanhos, um sereno pensador clássico e um efusivo engenheiro da era moderna. Cada um tem uma voz distinta, mas em todos ecoa a voz de Pessoa, ele mesmo.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Torno-me eles e não eu" - é deste modo que Pessoa reconhece a sua personalidade múltipla. A par desta personalidade, a sua escrita caracteriza-se pela pluralidade e diversidade; é uma escrita de inúmeros rostos e temas diferentes, de "outros eus", a quem o poeta atribui uma personalidade e vida próprias. Os heterónimos Alberto Caeiro - o mestre -, Ricardo Reis e Álvaro de Campos são os rostos, as máscaras mais conhecidas desse universo dramático pessoano: um "inocente" guardador de rebanhos, um sereno pensador clássico e um efusivo engenheiro da era moderna. Cada um tem uma voz distinta, mas em todos ecoa a voz de Pessoa, ele mesmo.
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Edição: Ago 2010
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Torno-me eles e não eu" - é deste modo que Pessoa reconhece a sua personalidade múltipla. A par desta personalidade, a sua escrita caracteriza-se pela pluralidade e diversidade; é uma escrita de inúmeros rostos e temas diferentes, de "outros eus", a quem o poeta atribui uma personalidade e vida próprias. Os heterónimos Alberto Caeiro - o mestre -, Ricardo Reis e Álvaro de Campos são os rostos, as máscaras mais conhecidas desse universo dramático pessoano: um "inocente" guardador de rebanhos, um sereno pensador clássico e um efusivo engenheiro da era moderna. Cada um tem uma voz distinta, mas em todos ecoa a voz de Pessoa, ele mesmo.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Torno-me eles e não eu" - é deste modo que Pessoa reconhece a sua personalidade múltipla. A par desta personalidade, a sua escrita caracteriza-se pela pluralidade e diversidade; é uma escrita de inúmeros rostos e temas diferentes, de "outros eus", a quem o poeta atribui uma personalidade e vida próprias. Os heterónimos Alberto Caeiro - o mestre -, Ricardo Reis e Álvaro de Campos são os rostos, as máscaras mais conhecidas desse universo dramático pessoano: um "inocente" guardador de rebanhos, um sereno pensador clássico e um efusivo engenheiro da era moderna. Cada um tem uma voz distinta, mas em todos ecoa a voz de Pessoa, ele mesmo.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 56
Sinopse:
Do autor de "O Reino Perdido", "O Limpa-Palavras e Outros Poemas" e "O Brincador", um novo livro de poemas, para leitores de todas as idades, cujas palavras nos levam a um espaço imaginário onde são desvendadas a beleza, a relatividade e a essência das coisas.O que pede o livro de poemas ao leitor? "Abre-me e lê-me. / Devagar e também furiosamente. / Como quem ama. / Em troca, poesio-te."E o que pede o leitor ao livro de poemas? "Oh, sim, poesia-me / enquanto é tempo e o tempo não vem. / ... / Dá-me um grão de um grão de vento, um arco de ouro, um astro mudo, todas as palavras que uma palavra tem e poesia-me até ao fim do tempo, de tudo. Depois, também!"
Nº Páginas: 56
Sinopse:
Do autor de "O Reino Perdido", "O Limpa-Palavras e Outros Poemas" e "O Brincador", um novo livro de poemas, para leitores de todas as idades, cujas palavras nos levam a um espaço imaginário onde são desvendadas a beleza, a relatividade e a essência das coisas.O que pede o livro de poemas ao leitor? "Abre-me e lê-me. / Devagar e também furiosamente. / Como quem ama. / Em troca, poesio-te."E o que pede o leitor ao livro de poemas? "Oh, sim, poesia-me / enquanto é tempo e o tempo não vem. / ... / Dá-me um grão de um grão de vento, um arco de ouro, um astro mudo, todas as palavras que uma palavra tem e poesia-me até ao fim do tempo, de tudo. Depois, também!"
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Edição: Mai 2011
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Poesia, Saudade da Prosa é uma antologia pessoal da poesia de Manuel António Pina, vencedor do Prémio Camões 2011.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Poesia, Saudade da Prosa é uma antologia pessoal da poesia de Manuel António Pina, vencedor do Prémio Camões 2011.
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Edição: Jul 2015
Nº Páginas: 64
Sinopse:
A literatura constitui um repositório essencial da memória de uma comunidade, um inestimável património que deve ser conhecido e estudado. Cumpre, nesse sentido, sublinhar o potencial de criação representado na leitura dos clássicos, enquanto corpus seleto de textos que nunca estão lidos, na sua dialética entre memória e reinvenção.
Nº Páginas: 64
Sinopse:
A literatura constitui um repositório essencial da memória de uma comunidade, um inestimável património que deve ser conhecido e estudado. Cumpre, nesse sentido, sublinhar o potencial de criação representado na leitura dos clássicos, enquanto corpus seleto de textos que nunca estão lidos, na sua dialética entre memória e reinvenção.
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Edição: Set 2012
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 600
Sinopse:
No ano em que se comemoraram os 50 anos de vida literária de Vasco Graça Moura, a Quetzal publicou a totalidade da sua poesia em dois volumes de "Poesia Reunida". Vasco Graça Moura dispensa apresentações. Considerado por muitos como um dos maiores poetas portugueses, Vasco Graça Moura é autor de uma vastíssima obra poética, ensaística e ficcional e um nobilíssimo tradutor e divulgador das literaturas clássicas.
Nº Páginas: 600
Sinopse:
No ano em que se comemoraram os 50 anos de vida literária de Vasco Graça Moura, a Quetzal publicou a totalidade da sua poesia em dois volumes de "Poesia Reunida". Vasco Graça Moura dispensa apresentações. Considerado por muitos como um dos maiores poetas portugueses, Vasco Graça Moura é autor de uma vastíssima obra poética, ensaística e ficcional e um nobilíssimo tradutor e divulgador das literaturas clássicas.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Uma vida secreta. O poeta por detrás do editor. Além da recolha dos poemas inéditos apresentados na última parte ("O último metro"), o presente volume reúne poemas provenientes dos livros "Cartas para Elina" (1966), "Viola Interdita" (1970), "Os Olhos de Passagem" (1976) e "Sete (desen)cantos" (1981). O conjunto "quatro estudos para "O Rosto com Que Fito"" estava inédito em livro, mas três dos seus poemas haviam sido publicados nos "Cadernos de Literatura" do Centro de Literatura Portuguesa da Universidade de Coimbra, em 1985.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Uma vida secreta. O poeta por detrás do editor. Além da recolha dos poemas inéditos apresentados na última parte ("O último metro"), o presente volume reúne poemas provenientes dos livros "Cartas para Elina" (1966), "Viola Interdita" (1970), "Os Olhos de Passagem" (1976) e "Sete (desen)cantos" (1981). O conjunto "quatro estudos para "O Rosto com Que Fito"" estava inédito em livro, mas três dos seus poemas haviam sido publicados nos "Cadernos de Literatura" do Centro de Literatura Portuguesa da Universidade de Coimbra, em 1985.
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Falecido em 2013, António Ramos Rosa deixou-nos uma obra poética grandiosa, pela sua qualidade e pela sua extensão. A presente antologia, preparada por Maria Filipe Ramos Rosa - sua filha - recupera o título de um projeto de antologia não concretizado que tinha sido, em tempos, idealizado pelo autor. No prefácio a este livro José Tolentino Mendonça diz-nos, de António Ramos Rosa, ter sido alguém "[—] que construiu um corpus poético absolutamente invulgar, em qualidade e em dimensão, com quase oito dezenas de tomos, mas que muito poucos terão lido e acompanhado integralmente, o que fez com que tivesse saído, em grande medida, da zona de controlo da crítica literária, do radar dos média e dessa recensão condescendente trazida, em cada estação, pelo gosto dominante. Tinha estatuto cultural e reconhecimento, mas não se instalou aí a gerir prudentemente, como outros, a carreira literária. A esse nível, a sua relação com a poesia era desarmada de qualquer cálculo. Como recorda Maria Filipe Ramos Rosa na "Advertência" que encabeça este volume, "alguns livros da década de 90, […] pelo seu carácter repetitivo, lembram exercícios diários de sobrevivência", abrindo assim porta para o debate sobre o cânone roseano. Mas é impossível não sublinhar a comovente grandeza do que a expressão "exercício diário de sobrevivência" deixa supor."
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Falecido em 2013, António Ramos Rosa deixou-nos uma obra poética grandiosa, pela sua qualidade e pela sua extensão. A presente antologia, preparada por Maria Filipe Ramos Rosa - sua filha - recupera o título de um projeto de antologia não concretizado que tinha sido, em tempos, idealizado pelo autor. No prefácio a este livro José Tolentino Mendonça diz-nos, de António Ramos Rosa, ter sido alguém "[—] que construiu um corpus poético absolutamente invulgar, em qualidade e em dimensão, com quase oito dezenas de tomos, mas que muito poucos terão lido e acompanhado integralmente, o que fez com que tivesse saído, em grande medida, da zona de controlo da crítica literária, do radar dos média e dessa recensão condescendente trazida, em cada estação, pelo gosto dominante. Tinha estatuto cultural e reconhecimento, mas não se instalou aí a gerir prudentemente, como outros, a carreira literária. A esse nível, a sua relação com a poesia era desarmada de qualquer cálculo. Como recorda Maria Filipe Ramos Rosa na "Advertência" que encabeça este volume, "alguns livros da década de 90, […] pelo seu carácter repetitivo, lembram exercícios diários de sobrevivência", abrindo assim porta para o debate sobre o cânone roseano. Mas é impossível não sublinhar a comovente grandeza do que a expressão "exercício diário de sobrevivência" deixa supor."
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Edição: Jun 2013
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Esta antologia, dirigida especialmente a crianças do 1.° Ciclo do Ensino Básico, é certamente uma bela iniciação à poesia e constitui um apoio para professores e encarregados de educação. Inclui poemas de todos os livros presentes nas Metas Curriculares de Português para este nível de ensino e muitos dos que figuram no Plano Nacional de Leitura. Através dos mais reconhecidos poetas do passado e contemporâneos, abrange temáticas abordadas nos quatro primeiros anos de escolaridade, procurando estimular o prazer de ler e o gosto pela poesia e pela língua portuguesa.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Esta antologia, dirigida especialmente a crianças do 1.° Ciclo do Ensino Básico, é certamente uma bela iniciação à poesia e constitui um apoio para professores e encarregados de educação. Inclui poemas de todos os livros presentes nas Metas Curriculares de Português para este nível de ensino e muitos dos que figuram no Plano Nacional de Leitura. Através dos mais reconhecidos poetas do passado e contemporâneos, abrange temáticas abordadas nos quatro primeiros anos de escolaridade, procurando estimular o prazer de ler e o gosto pela poesia e pela língua portuguesa.
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 288
Sinopse:
É verdade que Fernando Pessoa é o poeta português mais idolatrado e traduzido. Mas paradoxalmente, Pessoa corre o risco de ser muito citado e pouco lido. As edições da Assírio & Alvim têm revelado um considerável número de inéditos, além de um rigor na fixação dos textos, mas têm sido sistematicamente ignoradas pela crítica. Depois da poesia bilingue de Alexander Search, publicam-se dois volumes da poesia inglesa de Fernando Pessoa. Inicialmente previa-se um só volume. Contudo, a descoberta de perto de cinquenta inéditos forçou à edição de um segundo livro. E os inéditos indicam-nos que a obra global de Fernando Pessoa está longe de ser integralmente conhecida e há quem apaixonadamente a persiga, desvendando as suas sombras.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
É verdade que Fernando Pessoa é o poeta português mais idolatrado e traduzido. Mas paradoxalmente, Pessoa corre o risco de ser muito citado e pouco lido. As edições da Assírio & Alvim têm revelado um considerável número de inéditos, além de um rigor na fixação dos textos, mas têm sido sistematicamente ignoradas pela crítica. Depois da poesia bilingue de Alexander Search, publicam-se dois volumes da poesia inglesa de Fernando Pessoa. Inicialmente previa-se um só volume. Contudo, a descoberta de perto de cinquenta inéditos forçou à edição de um segundo livro. E os inéditos indicam-nos que a obra global de Fernando Pessoa está longe de ser integralmente conhecida e há quem apaixonadamente a persiga, desvendando as suas sombras.
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Mais um título a acrescentar às "Obras de Fernando Pessoa", na editora Assírio & Alvim. Depois de um primeiro volume de poesia inglesa nesta colecção (Alexander Search, "Poesia"), surge a edição bilingue da produção inglesa de Pessoa ortónimo, dividida em dois volumes, com organização e tradução de Luísa Freire. Fazem parte deste primeiro volume os conjuntos mais importantes da poesia inglesa de Fernando Pessoa, que aparecem divididos em duas partes: na primeira estão os "35 Sonnets" e os "English Poems I-II e III", que incluem "Epithalium", "Antinous" e "Inscriptions", conjuntos que o próprio publicou; a segunda parte é constituída pela colectânea "The Mad Fiddler" (O Rabequista Mágico), que Pessoa quis publicar em vida, embora tal não tenha acontecido, e que deixou seleccionada e ordenada.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Mais um título a acrescentar às "Obras de Fernando Pessoa", na editora Assírio & Alvim. Depois de um primeiro volume de poesia inglesa nesta colecção (Alexander Search, "Poesia"), surge a edição bilingue da produção inglesa de Pessoa ortónimo, dividida em dois volumes, com organização e tradução de Luísa Freire. Fazem parte deste primeiro volume os conjuntos mais importantes da poesia inglesa de Fernando Pessoa, que aparecem divididos em duas partes: na primeira estão os "35 Sonnets" e os "English Poems I-II e III", que incluem "Epithalium", "Antinous" e "Inscriptions", conjuntos que o próprio publicou; a segunda parte é constituída pela colectânea "The Mad Fiddler" (O Rabequista Mágico), que Pessoa quis publicar em vida, embora tal não tenha acontecido, e que deixou seleccionada e ordenada.
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Edição: Jan 2018
Nº Páginas: 512
Sinopse:
"Para além dos muitos poemas ingleses publicados em vida do autor, o presente volume inclui The Mad Fiddler na sua totalidade, uma generosa selecção dos poemas de Alexander Search e dos restantes poemas escritos em inglês — todos acompanhados de uma tradução em português — e, em apêndice mas sem tradução, um amplo conjunto dos poemas que o autor escreveu em francês. Os poemas foram seleccionados tanto pela sua qualidade como pelo seu significado no percurso poético do autor. […] Estamos […] perante um caso em que a tradução — do inglês para a primeira e única língua materna de Pessoa — pode trazer grandes benefícios para quem leia poesia por prazer e também pelo gosto de compreender e conhecer, sem objectivos mais eruditos. Quando o tradutor é não só poeta mas também grande estudioso do autor e disposto a dedicar alguns anos à tarefa de produzir versões portuguesas que funcionem como verdadeiros poemas, independentemente dos originais, o prazer do leitor é dobrado e as traduções, mesmo para um estudioso, podem ajudar a penetrar no significado e na própria poética inerentes aos poemas. É o feliz caso das versões portuguesas incluídas na presente edição. Mesmo quem domine perfeitamente o inglês poderá apreciar melhor o original lendo também as traduções de Luísa Freire […]." Do Prefácio de Richard Zenith, editor da obra
Nº Páginas: 512
Sinopse:
"Para além dos muitos poemas ingleses publicados em vida do autor, o presente volume inclui The Mad Fiddler na sua totalidade, uma generosa selecção dos poemas de Alexander Search e dos restantes poemas escritos em inglês — todos acompanhados de uma tradução em português — e, em apêndice mas sem tradução, um amplo conjunto dos poemas que o autor escreveu em francês. Os poemas foram seleccionados tanto pela sua qualidade como pelo seu significado no percurso poético do autor. […] Estamos […] perante um caso em que a tradução — do inglês para a primeira e única língua materna de Pessoa — pode trazer grandes benefícios para quem leia poesia por prazer e também pelo gosto de compreender e conhecer, sem objectivos mais eruditos. Quando o tradutor é não só poeta mas também grande estudioso do autor e disposto a dedicar alguns anos à tarefa de produzir versões portuguesas que funcionem como verdadeiros poemas, independentemente dos originais, o prazer do leitor é dobrado e as traduções, mesmo para um estudioso, podem ajudar a penetrar no significado e na própria poética inerentes aos poemas. É o feliz caso das versões portuguesas incluídas na presente edição. Mesmo quem domine perfeitamente o inglês poderá apreciar melhor o original lendo também as traduções de Luísa Freire […]." Do Prefácio de Richard Zenith, editor da obra
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 360
Sinopse:
À beleza incandescente e luminosa dos grandes autores desses séculos de ouro da cultura grega (do séc. VII a.C ao séc. III) - como Álcman, Semónides, Mimnermo, Safo, Íbico, Anacreonte, Teógonis, Píndaro, Baquílides e Teócrito - junta-se o prazer de descobrir as raízes da literatura ocidental. Cada um desses autores influenciou diretamente centenas de outros e é parte dos alicerces da nossa civilização. Depois da tradução da Ilíada, da Odisseia e dos primeiros quatro volumes da Bíblia, Frederico Lourenço mostra como a beleza pode ser traduzida sem ferir a sua originalidade. A edição é bilingue, em capa dura e com todos os cuidados gráficos de um grande acontecimento.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
À beleza incandescente e luminosa dos grandes autores desses séculos de ouro da cultura grega (do séc. VII a.C ao séc. III) - como Álcman, Semónides, Mimnermo, Safo, Íbico, Anacreonte, Teógonis, Píndaro, Baquílides e Teócrito - junta-se o prazer de descobrir as raízes da literatura ocidental. Cada um desses autores influenciou diretamente centenas de outros e é parte dos alicerces da nossa civilização. Depois da tradução da Ilíada, da Odisseia e dos primeiros quatro volumes da Bíblia, Frederico Lourenço mostra como a beleza pode ser traduzida sem ferir a sua originalidade. A edição é bilingue, em capa dura e com todos os cuidados gráficos de um grande acontecimento.
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Edição: Abr 2010
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Designar como "essencial" esta colectânea de obras Pessoanas pode parecer, à primeira vista, um abuso, já que não se trata de um único volume, nem mesmo de três volumes, mas sim de sete. Acontece que a multifacetada obra de Pessoa — escrita sob mais de 70 nomes e em três línguas, abrangendo um apreciável número de géneros, estilos e temas — não tem uma essência una e linear. Ramifica-se ou, como diria o poeta de muitos rostos, pluraliza-se. Se, por "essencial", queremos dizer "indispensável", então os três volumes consagrados à poesia correspondem a esse conceito. Eles contêm toda a grande poesia de Pessoa, quer ortónima (assinada por si próprio) quer heterónima (assinada por "outros eus"), em português e em inglês, bem como os melhores exemplos dos seus versos em francês. A presente Obra, com todos os seus limites, procura demonstrar a essencialidade de Fernando Pessoa não só para a literatura do século XX, mas também para a nossa cultura, actual e futura.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Designar como "essencial" esta colectânea de obras Pessoanas pode parecer, à primeira vista, um abuso, já que não se trata de um único volume, nem mesmo de três volumes, mas sim de sete. Acontece que a multifacetada obra de Pessoa — escrita sob mais de 70 nomes e em três línguas, abrangendo um apreciável número de géneros, estilos e temas — não tem uma essência una e linear. Ramifica-se ou, como diria o poeta de muitos rostos, pluraliza-se. Se, por "essencial", queremos dizer "indispensável", então os três volumes consagrados à poesia correspondem a esse conceito. Eles contêm toda a grande poesia de Pessoa, quer ortónima (assinada por si próprio) quer heterónima (assinada por "outros eus"), em português e em inglês, bem como os melhores exemplos dos seus versos em francês. A presente Obra, com todos os seus limites, procura demonstrar a essencialidade de Fernando Pessoa não só para a literatura do século XX, mas também para a nossa cultura, actual e futura.
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Edição: Set 2008
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Designar como "essencial" esta colectânea de obras pessoanas pode parecer, à primeira vista, um abuso, já que não se trata de um único volume, nem mesmo de três volumes, mas sim de sete. Acontece que a multifacetada obra de Pessoa — escrita sob mais de 70 nomes e em três línguas, abrangendo um apreciável número de géneros, estilos e temas — não tem uma essência una e linear. Ramifica-se ou, como diria o poeta de muitos rostos, pluraliza-se. Se, por "essencial", queremos dizer "indispensável", então os três volumes consagrados à poesia correspondem a esse conceito. Eles contêm toda a grande poesia de Pessoa, quer ortónima (assinada por si próprio) quer heterónima (assinada por "outros eus"), em português e em inglês, bem como os melhores exemplos dos seus versos em francês. A palavra "essencial" assume um significado diferente quando aplicada aos quatro volumes que dedicamos à prosa. Nesta parte da obra pessoana, há certas áreas — ficção, teatro, crítica literária, textos filosóficos, escritos sobre o Neopaganismo e as tradições esotéricas, bem como outras — que são pouco visíveis na presente edição. Recorde-se que os mais de 25 000 papéis originais deixados por Pessoa correspondem, na sua maioria, a textos em prosa, muitos dos quais, pelos assuntos abordados e o seu carácter frequentemente lacunar e inacabado, têm reduzido interesse para o grande público a que esta edição se destina. Além disso, ainda será necessário um apurado trabalho de investigação e transcrição para que algumas vertentes da prosa pessoana possam ser publicadas com o devido rigor. Os textos de prosa aqui reunidos, ainda que não sejam representativos da totalidade existente, pretendem ser, mesmo assim, "essenciais" num certo sentido, na medida em que tocam muito de perto o seu autor — ou porque gostou suficientemente deles para os acabar e publicar ("Prosa Publicada em Vida" — um volume que abrange, aliás, numerosas facetas da sua obra em prosa), ou porque o revelam na sua intimidade ("Prosas Íntimas e de Autoconhecimento") e na sua relação com os outros ("Cartas"). O primeiro volume, o "Livro do Desassossego", que em boa verdade poderia ser considerado poesia, mostra Fernando Pessoa na sua faceta mais íntima e também mais universal, na sua verdadeira essência e na sua dispersão não menos verdadeira. É o não-livro do não-ser, que existiu como ninguém. A presente "Obra", com todos os seus limites, procura demonstrar a essencialidade de Fernando Pessoa não só para a literatura do século XX, mas também para a nossa cultura, actual e futura.
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Designar como "essencial" esta colectânea de obras pessoanas pode parecer, à primeira vista, um abuso, já que não se trata de um único volume, nem mesmo de três volumes, mas sim de sete. Acontece que a multifacetada obra de Pessoa — escrita sob mais de 70 nomes e em três línguas, abrangendo um apreciável número de géneros, estilos e temas — não tem uma essência una e linear. Ramifica-se ou, como diria o poeta de muitos rostos, pluraliza-se. Se, por "essencial", queremos dizer "indispensável", então os três volumes consagrados à poesia correspondem a esse conceito. Eles contêm toda a grande poesia de Pessoa, quer ortónima (assinada por si próprio) quer heterónima (assinada por "outros eus"), em português e em inglês, bem como os melhores exemplos dos seus versos em francês. A palavra "essencial" assume um significado diferente quando aplicada aos quatro volumes que dedicamos à prosa. Nesta parte da obra pessoana, há certas áreas — ficção, teatro, crítica literária, textos filosóficos, escritos sobre o Neopaganismo e as tradições esotéricas, bem como outras — que são pouco visíveis na presente edição. Recorde-se que os mais de 25 000 papéis originais deixados por Pessoa correspondem, na sua maioria, a textos em prosa, muitos dos quais, pelos assuntos abordados e o seu carácter frequentemente lacunar e inacabado, têm reduzido interesse para o grande público a que esta edição se destina. Além disso, ainda será necessário um apurado trabalho de investigação e transcrição para que algumas vertentes da prosa pessoana possam ser publicadas com o devido rigor. Os textos de prosa aqui reunidos, ainda que não sejam representativos da totalidade existente, pretendem ser, mesmo assim, "essenciais" num certo sentido, na medida em que tocam muito de perto o seu autor — ou porque gostou suficientemente deles para os acabar e publicar ("Prosa Publicada em Vida" — um volume que abrange, aliás, numerosas facetas da sua obra em prosa), ou porque o revelam na sua intimidade ("Prosas Íntimas e de Autoconhecimento") e na sua relação com os outros ("Cartas"). O primeiro volume, o "Livro do Desassossego", que em boa verdade poderia ser considerado poesia, mostra Fernando Pessoa na sua faceta mais íntima e também mais universal, na sua verdadeira essência e na sua dispersão não menos verdadeira. É o não-livro do não-ser, que existiu como ninguém. A presente "Obra", com todos os seus limites, procura demonstrar a essencialidade de Fernando Pessoa não só para a literatura do século XX, mas também para a nossa cultura, actual e futura.
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"Assim surgia uma língua, nova e límpida. Era o ano de 1944, Sophia publicava o primeiro livro, com o mais justo dos títulos: "Poesia". Todos os livros seguintes poderiam receber o mesmo baptismo, o mesmo nome preciso: essa condição de poesia, que é feitura do poema, trabalho oficinal, mas também resgate entre ruínas e morte, renascimento da exaltação. Ou seja: "agon", combate pela forma, combate contra as ruínas do mundo, surpresa final das mãos nunca vazias. Pois esta poesia nasce num lugar esgotado, deserto; e é "apesar das" ruínas que de tudo se ergue o poema. Forte, elemental, sim; mas jorrando do terror, de ruínas que não falam, de uma língua herdada já exangue." (Pedro Eiras) As edições de Sophia de Mello Breyner Andresen na Assírio & Alvim preservam a antiga grafia.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
"Assim surgia uma língua, nova e límpida. Era o ano de 1944, Sophia publicava o primeiro livro, com o mais justo dos títulos: "Poesia". Todos os livros seguintes poderiam receber o mesmo baptismo, o mesmo nome preciso: essa condição de poesia, que é feitura do poema, trabalho oficinal, mas também resgate entre ruínas e morte, renascimento da exaltação. Ou seja: "agon", combate pela forma, combate contra as ruínas do mundo, surpresa final das mãos nunca vazias. Pois esta poesia nasce num lugar esgotado, deserto; e é "apesar das" ruínas que de tudo se ergue o poema. Forte, elemental, sim; mas jorrando do terror, de ruínas que não falam, de uma língua herdada já exangue." (Pedro Eiras) As edições de Sophia de Mello Breyner Andresen na Assírio & Alvim preservam a antiga grafia.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 776
Sinopse:
Trata-se, quanto a mim, de um dos mais importantes factos editoriais deste ano, a par das edições de Eugénio de Andrade e de Ruy Cinatti, também com a mesma chancela editorial. Mas essa importância deve-se ao rasgo de genialidade do nosso maior surrealista que, na verdade, transcende a mera etiqueta periodológica em que, ao longo das décadas, foi sendo posto. Cesariny, também artista plástico, merece ser lido para além desse rótulo. António Carlos Cortez, JL «Mário Cesariny é, indubitavelmente, o surrealista português que mais profundamente cravou o seu nome na investida portuguesa pelo movimento, fruto de uma natural sintonia entre a sua personalidade e os pressupostos estéticos desta corrente. Uma reunião de livros com a poesia de Cesariny num único volume é uma dádiva editorial a saudar, efusivamente.» João Morales, Time Out lisboa (5 *****)
Nº Páginas: 776
Sinopse:
Trata-se, quanto a mim, de um dos mais importantes factos editoriais deste ano, a par das edições de Eugénio de Andrade e de Ruy Cinatti, também com a mesma chancela editorial. Mas essa importância deve-se ao rasgo de genialidade do nosso maior surrealista que, na verdade, transcende a mera etiqueta periodológica em que, ao longo das décadas, foi sendo posto. Cesariny, também artista plástico, merece ser lido para além desse rótulo. António Carlos Cortez, JL «Mário Cesariny é, indubitavelmente, o surrealista português que mais profundamente cravou o seu nome na investida portuguesa pelo movimento, fruto de uma natural sintonia entre a sua personalidade e os pressupostos estéticos desta corrente. Uma reunião de livros com a poesia de Cesariny num único volume é uma dádiva editorial a saudar, efusivamente.» João Morales, Time Out lisboa (5 *****)
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