690 produtos
Ordenar por:
690 produtos
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Esta obra é um fortíssimo contributo para nos ajudar na problematização do nosso tempo e do nosso espaço - espaço geográfico (CPLP) e espaço afetivo (a língua). O autor, especialista de comércio internacional e um apaixonado do Mundo Lusófono, apresenta neste livro uma interessante descrição e reflexão sobre a situação da Economia Global em que vivemos.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Compreender como as fraquezas da europa permitiram a ascensão da extrema-direita e os novos radicalismos. Em A Europa Adormecida, Liz Fekete desenvolve uma extensa investigação à forma como os movimentos e forças políticas desta direita recém configurada se interconectam com as forças antidemocráticas e iliberais da sociedade. Com base em mais de três décadas de trabalho, expõe as linhas onde a Europa falha fundamentalmente na luta contra o racismo e a tirania.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
A Estranha Morte da Europa é o relato de um continente e de uma cultura à beira do suicídio. A queda nas taxas de natalidade, a imigração em massa e a cultura da autodesconfiança e do ódio tornaram os europeus incapazes de se defender e de resistir à sua transformação abrangente como sociedade. Este livro não é apenas uma análise da realidade demográfica ou política, é também o testemunho de um continente em autodestruição. Em cada capítulo, Murray dá um passo atrás e analisa os temas mais profundos que estão por detrás da possível morte da Europa, de uma atmosfera de ataques terroristas em massa à estável erosão das nossas liberdades. Aborda o desapontante falhanço do multiculturalismo, a viragem de Angela Merkel em relação às migrações e a fixação do Ocidente na culpa. Viajando até Berlim, Paris, Escandinávia, Lampedusa e Grécia, o autor desvenda o mal-estar no coração da cultura europeia e ouve as histórias daqueles que chegaram vindos de longe. E termina com duas visões da Europa - uma de esperança e uma pessimista - que retratam um continente em crise e oferecem uma escolha do que podemos fazer no futuro.
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Um texto em que, de forma clara e fluida, José Saramago traça um percurso simples, sem artifícios e bem-humorado, pelos seus diferentes livros para acabar concluindo que até a "O Evangelho Segundo Jesus Cristo" havia estado descrevendo a estátua e que a partir desse livro, que é fronteira, a sua tentativa foi a de descrever a pedra de que é feita a estátua, fase que se inicia com "Ensaio Sobre a Cegueira". Tudo isto fica explicado de uma forma clara e o leitor adquire uma nova dimensão sobre os livros de José Saramago que já conhece e um desejo de se aproximar dos que ainda estão por conhecer, revisitados pelo Autor neste texto. "A Estátua e a Pedra" apresenta prefácios de Luciana Stegagno Picchio e Giancarlo Depretis e de um epílogo de Fernando Gómez Aguilera e é publicado em edição bilingue - Português e Espanhol.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"A crise vai-se agravando. Sem remédio? Creio que não. Porque a esperança deve ser a última a perder-se. Sempre pensei assim e não me arrependo." "Quem tem estado no poder são os partidários dos mercados usurários, das troikas e do dinheiro acima de todos os valores. Têm o sentido de que o que conta é a austeridade e a pobreza das pessoas. As próprias pessoas que se lixem, para usar o termo que hoje alguns usam. Os valores não contam. A ética e o humanismo, que permaneceram depois da Segunda Guerra Mundial, hoje são motivo de riso dos tecnocratas, que enchem os bolsos e nada mais. Pois bem, isso vai ter de mudar ou a Europa cai no abismo e nada nos vale. Não creio que sejamos tão estúpidos que caiamos nesse abismo. Por isso, tenhamos esperança. E acreditemos nos nossos valores."
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Histórias incríveis do mundo submarino. Um livro maravilhoso (e eloquente) sobre os mistérios do fundo do mar e os seus habitantes, cheios de segredos e poderes mágicos. "Soubemos descer das árvores mas nunca conquistámos o mar. Na água, todos os peixes o dirão, não vemos tudo. Porque não é suficiente ver as coisas." Os salmões da Gronelândia recordam os perfumes da Bretanha e regressam ao lugar onde nasceram. As baleias comunicam em ondas e frequências que nos surpreendem sempre. O ruído provocado pelos arenques confundiu a Marinha sueca, que pensou tratar-se de um submarino russo. E as sardinhas? Como é possível que um peixe tão simples consiga, em cardume, ser tão organizado (cabendo 15 sardinhas por metro cúbico) e nunca chocarem umas com as outras, escapar dos predadores ou procurar comida em grupo? Como é possível as conchas das vieiras emitirem cânticos no fundo do mar? Como é "construída" a luz fluorescente das medusas? Porque podemos dizer que o bacalhau "descobriu a América"? Este livro leva-nos ao fundo do mar para mergulharmos nas profundezas da ciência e da história, onde as lendas são — muitas vezes — mais credíveis do que a incrível realidade e as histórias que os oceanos encerram. Bill François transporta-nos com simplicidade e humor ao encontro das baleias que fazem música ou do bacalhau que descobriu a América. Mostra a sabedoria da sardinha e a destreza do atum-rabilho, faz-nos ouvir a voz do cavalo-marinho e o canto das vieiras.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
O Manifesto dos 74 deu o mote: é imperioso reestruturar a dívida. Este livro vai mais longe e apresenta três propostas europeias de reestruturação. Sejamos realistas: se nada for feito, a austeridade vai continuar por muitos anos; com a austeridade não haverá crescimento económico, e sem crescimento Portugal arrisca-se a não conseguir pagar o que deve. É mau para a zona euro mas pior ainda para os portugueses, que continuarão sufocados pelo garrote da dívida. A solução, argumenta João Cravinho, é dotar a União Europeia de mecanismos que permitam reestruturar a dívida pública criando a "folga" necessária ao crescimento. O Manifesto dos 74, que uniu personalidades portuguesas dos mais diversos quadrantes políticos, já tinha alertado para a imperiosa necessidade da reestruturação. João Cravinho, um dos mentores do documento, desmistifica as origens da crise da dívida (que são essencialmente bancárias); recorda exemplos históricos de reestruturação sem recurso à austeridade e analisa números e argumentos que sublinham a falta de credibilidade da estratégia oficial de redução da dívida. Há alternativas. Fiel ao espírito do manifesto reúne aqui três diferentes abordagens à reestruturação: a defendida por James K. Galbraith, Stuart Holland e Yanis Varoufakis, o ensaio PADRE e a solução proposta pelo Conselho de Peritos Económicos da Alemanha. Há outras saídas, mas na essência não diferem muito das apresentadas neste livro. O que falta é a coragem política de escolher um caminho. Nesse sentido A Dívida Pública Portuguesa, antecipa a forçosa discussão sobre o tema que vai dominar a política portuguesa (e europeia) nos próximos anos.
Nº Páginas: 468
Sinopse:
Deus não existe e as religiões são perniciosas e causadoras da maior parte dos males do mundo? Provar que a resposta só pode ser afirmativa é o objectivo desta obra, que ocupou o top de vendas na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos. Orgulhosamente ateu, o autor pensa que a maioria dos cientistas também o foram e são, dando o ateísmo um contributo fundamental para uma sociedade mais feliz, porque livre. Os argumentos filosófico-religiosos a favor da existência de Deus são de extrema debilidade. Darwinista convicto, vê na selecção natural a chave de explicação da evolução, acabando com a ilusão de um Deus pessoal criador e de um "desígnio inteligente". Obra retumbantemente polémica, acusada de superficialidade unilateral e fundamentalismo cientificista, tem a pretensão de tornar ateus todos os seus leitores religiosos. Optimismo presumido e ingénuo, obrigará, de qualquer modo, os crentes a mais lucidez.
Nº Páginas: 0
Sinopse:
O livro é uma reflexão crítica que acompanha, a par e passo, o ano de 2004 nas várias vertentes da crise que assolou Portugal - financeira, económica, social, moral e psicológica. Mário Soares refere "datas, acontecimentos e opções que não devem ser tão depressa esquecidos, até que a poeira dos dias, com toda a razão, os faça, misericordiosamente, desaparecer..." (do Prefácio). No entanto, a parte IV é constituída por um ensaio, ou "escrito de intervenção", como o autor lhe chama, "para alertar os portugueses que eventualmente o lerem - sem alarmismo - para a crise que aí está e para a obrigação que todos temos de ajudar a superá-la", propondo "algumas soluções, seguramente polémicas, de natureza terapêutica, para a debelar". Sublinhando que não se trata de um livro de conselhos, mas tão-somente de "uma reflexão livre, de um homem livre, que não enjeita os seus deveres cívicos" (do Prefácio), este texto, sintomaticamente intitulado "E Agora?", começa por uma breve rememoração do percurso do autor pelos factos histórico-políticos mais marcantes do século XX e do início deste século, até à chegada da crise que atinge actualmente o país. Analisando a situação presente, e particularmente o panorama exposto na campanha eleitoral que está a decorrer, Mário Soares parte então para uma análise política dos dados em presença e das possibilidades após os resultados das eleições do próximo dia 20: as vitórias por maioria relativa ou absoluta, as coligações que se dissolveram e as que poderão, ou não, vir a formar-se, bem como as expectativas de cada um dos vários parceiros e adversários, concluindo pela absoluta necessidade de que o governo que resulte destas eleições seja , em todo o caso, um governo de "salvação nacional", patriótico e não partidarista, que possa assegurar uma "viragem radical" em relação ao passado próximo. O autor explica aqueles que são, quanto a si, os três desafios fundamentais e inadiáveis que serão colocados ao futuro governo: a reforma da Administração Pública, a reforma da Justiça e a reforma da Economia e Finanças.
Nº Páginas: 656
Sinopse:
O livro procura, primeiro, indagar os pilares americanos e europeus da crise financeira de 2007 e das crises subsequentes, ditas de dívida soberana, incluindo o elemento sempre presente das teorias da conspiração sobre a turbação contínua. Depois, debruça-se o escrito sobre o caso português. Salienta alguns traços relevantes, desde o fim do segundo governo de Sócrates às correntes experiências, em torno da adequação aos memorandos de entendimento com a missão internacional de assistência, vulgo troika, e passa em revista domínios que parecem relevantes.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Ó dr. Ricardo, eu também lá vou fazer isso! Venha de onde vier esse dinheiro [da Espírito Santo Enterprises] certamente que o dr. Ricardo chegará mais depressa a essa informação. Na melhor das hipóteses preciso de 6 meses, mas não tenha a menor dúvida que vamos ver isso." Era preciso conhecer muito mal o procurador Rosário Teixeira para desvalorizar aquela promessa feita no dia 24 de julho de 2014 no Tribunal Central de Instrução Criminal, em Lisboa. Com a sua pose grave, as perguntas sempre acutilantes e os olhos cerrados e focados nas respostas do seu interlocutor, o magistrado mais temido do Departamento Central de Investigação e Ação Penal estava a interrogar o banqueiro mais importante do país há 2 horas e 18 minutos no âmbito do processo Monte Branco. Por quatro vezes insistiu com Ricardo Salgado para desenvolver pormenores sobre a Espírito Santo (ES) Enterprises e por quatro vezes obteve respostas evasivas. "Preciso de ir pesquisar o que aconteceu na Enterprises", foi o máximo que Salgado disse. Através da pesquisa de centenas de documentos, de contactos com os ex-responsáveis do Grupo Espírito Santo (GES) e com base em todos os interrogatórios judiciais a que Ricardo Salgado foi sujeito durante as investigações dos casos da Operação Marquês, Universo Espírito Santo e Monte Branco, o jornalista Luís Rosa revela-lhe os segredos da ES Enterprises - o 'saco azul' do GES que está no centro da Operação Marquês pelas suspeitas de corrupção que têm origem nas transferências que foram ordenadas por Ricardo Salgado para o ex-primeiro-ministro José Sócrates e para Henrique Granadeiro e Zeinal Bava, ex-líderes da Portugal Telecom. Descubra como a empresa secreta do GES ajudou Salgado a influenciar decisivamente os destinos da economia portuguesa durante o seu reinado de mais 20 anos como líder informal da família Espírito Santo. Conspiração dos Poderosos é um livro fundamental para descobrir o essencial dos inquéritos da Operação Marquês e do Universo Espírito Santo - os casos mais complexos da história do Ministério Público. E conhecer em pormenor os diálogos que Ricardo Salgado teve na Justiça com o juiz Carlos Alexandre e os procuradores Rosário Teixeira e José Ranito. Através de uma narrativa dinâmica e empolgante que tem a preocupação de contextualizar, traduzir e simplificar (sem perder o rigor) a linguagem judicial e financeira, o leitor irá conhecer os segredos, os bastidores e os protagonistas das investigações que levaram à detenção do banqueiro mais poderoso do país e de um ex-primeiro ministro.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Muitas pessoas acreditam que são livres de criar o próprio destino. Mas, e se o livre-arbítrio não existir? E se a nossa vida estiver em grande medida predeterminada, programada no nosso cérebro? E se as escolhas que fazemos do que comemos, de quem amamos ou mesmo daquilo em que acreditamos não forem de modo algum escolhas? A neurociência desafia tudo o que pensamos saber acerca de nós próprios e revela a maneira como tomamos decisões e criamos a nossa própria realidade, ignorando o papel da mente inconsciente. Saberá, por exemplo, que: é possível que as ansiedades e as fobias passem de geração em geração numa família? Os genes e os recetores do prazer e da recompensa do cérebro determinam quanto comemos? Conseguimos "farejar" o parceiro sexual ideal graças aos genes que dão à nossa prole a melhor probabilidade de sobrevivência?
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Por que é que a criminalidade em Nova Iorque caiu de repente em meados da década de 90? Como é que um escritor desconhecido acaba por se tornar um recorde de vendas? Por que é que o tabaco entre os adolescentes está fora de controlo, quando toda a gente sabe que fumar mata? O que é que faz com que programas de televisão como Rua Sésamo sejam tão eficazes a ensinar as crianças a ler? Neste livro brilhante e inovador, Malcolm Gladwell investiga porque é que grandes mudanças na sociedade acontecem tão de repente e tão inesperadamente. Ideias, comportamentos, mensagens e produtos muitas vezes espalham-se como surtos de uma doença contagiosa. Assim como uma única pessoa pode estar na origem de uma epidemia de gripe, também um cliente satisfeito consegue encher as mesas de um novo restaurante. Trata-se de epidemias sociais e o momento em que arrancam, quando atingem a massa crítica, é o "Ponto de Viragem". "A Chave do Sucesso" é uma aventura intelectual escrita com um entusiasmo contagioso pelo poder e alegria das ideias novas. Mas acima de tudo é um mapa rodoviário para a mudança, com uma mensagem profundamente esperançosa — uma pessoa imaginativa que coloque a alavanca no sítio certo pode mudar o mundo.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Ao longo dos catorze anos que A. E. Hotchner passou a viajar com Ernest Hemingway, coligiu um incalculável manancial de experiências, histórias e observações do escritor nas costas de carteiras de fósforos, guardanapos e pedaços de papel. Pronunciando-se sobre tudo, desde a guerra a mulheres e à escrita, as palavras de Hemingway são ao mesmo tempo engraçadas e pungentes, revelando um interessante retrato do gigante literário americano e do mundo que tomou de assalto. Com fotografias a preto e branco que abrangem quase duas décadas da vida do escritor, "A Boa Vida segundo Hemingway" é uma exuberante celebração do seu extraordinário génio e da aventura caótica da sua vida.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Um conjunto de crónicas de José Saramago, publicadas pela primeira vez no vespertino A Capital (1969) e no mítico Jornal do Fundão (1971-1972). Uma escrita fluida para falar de "foguetes e lágrimas" ou de "o melhor amigo do homem". E de "quando morri virado ao mar". Para nos contar o seu gosto pelos museus e as pedras velhas. Para nos dizer que "não há nada mais vivo do que a aguarela de Albrecht Dürer". Para responder que: "Se alguém me perguntar o que é o tempo, declaro logo a minha ignorância: não sei." São mais de 60 crónicas, pequenas histórias sobre temas variados e, na aparência, inocentes, já que a censura vigente não permitia grandes atrevimentos. Ainda que por entre as subtilezas de linguagem se possam encontrar alguma farpas." Diário de Notícias, 9 de outubro de 1998 Caligrafia da capa por ADELINO GOMES
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Em "A Arte de Viajar", Alain de Botton fala dos prazeres e desilusões de viajar. Tratando, entre outras coisas, de aeroportos, tapetes exóticos, romances de férias e minibares de hotel, este livro cheio de humor, surpreendente e provocador, revela as motivações escondidas, expectativas e complicações das nossas viagens por esse mundo fora. Acompanhando-o nesta viagem encontram-se escritores, artistas e pensadores que foram inspirados pela viagem em todas as suas formas: Gustave Flaubert, Edward Hopper, Baudelaire, Wordsworth, Van Gogh, Ruskin – todos eles preparados para nos darem as suas visões sobre o curioso negócio de viajar. O antídoto perfeito para aqueles guias que nos dizem que fazer quando lá chegarmos, "A Arte de Viajar" tenta explicar porque é que escolhemos tal sítio em primeiro lugar – e sugere, modestamente, como podemos aprender a ser mais felizes nas nossas viagens.
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Especialmente destinado aos "tímidos de ambos os sexos" e escrito com uma razoável doze de humor, como convém nestas circunstâncias., este "Arte de Engatar", escrito em linguagem simples e acessível ao cidadão comum, é um manual de consulta fácil e (quase) obrigatória por parte daqueles que têm problemas comportamentais na área do relacionamento sexual.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
"Nenhuma pessoa sensata se interessa por moscas." Embora sejam elas o ponto de partida irónico utilizado pelo autor deste livro para observar o mundo com outros olhos. A meio caminho entre livro de memórias, lição de história natural e reflexão filosófica, "A Arte de Coleccionar Moscas" é uma surpreendente meditação sobre a felicidade: encantadora, contemplativa e cheia de humor. A partir da biografia do grande entomologista sueco René Malaise e da sua própria vida, Sjöberg fala da lentidão, da poesia da espera, do desejo de colecionar que compensa o caos da existência, do ambiente e de escritores como Chatwin, Kundera e D.H. Lawrence, também eles fascinados pelo colecionismo; porque, como acredita o autor, "no fundo, somos todos colecionadores de moscas, mesmo que não o saibamos".
Nº Páginas: 166
Sinopse:
A Arte da Fuga é um livro sobre a intimidade, experiência emocional só possível com proximidade face a outro, partilha de sentimentos entre duas pessoas e maturidade construída ao longo de uma viagem. Nesta obra fala-se de afectos positivos e negativos, de comunicação clara e paradoxal, de espaços privados e de serviços psiquiátricos públicos.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 312
Sinopse: Dos autores bestsellers Ezra Klein e Derek Thompson, Abundância oferece uma visão transformadora para enfrentar os grandes desafios do nosso tempo. Traçar a história global do século XXI até agora é traçar uma história de crescente inacessibilidade e escassez. Após anos a recusar-se a construir habitações suficientes, todo o país enfrenta uma crise habitacional nacional. Passados anos de cortes na imigração, não temos trabalhadores suficientes. Depois de décadas de deslocalização da produção industrial, temos escassez de chips para automóveis e computadores. Apesar de décadas de alertas sobre as consequências das alterações climáticas, não construímos nada que se aproxime da infraestrutura de energia limpa de que precisamos. A crise que agora está a ganhar destaque vem a acumular-se há anos porque não temos construído o suficiente. O progresso requer a capacidade de ver promessas, em vez de apenas perigos, na criação de novas ideias e projetos e um instinto para projetar sistemas e instituições que tornem a construção possível. Num livro que explora como podemos passar de um liberalismo que não apenas protege e preserva, mas também constrói, Klein e Thompson traçam as barreiras políticas, económicas e culturais ao progresso e como podemos adotar uma mentalidade voltada para a abundância, e não para a escassez, para superá-las.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
O momento crítico em que a inteligência artificial prevalecerá sobre a humana designa-se por "Singularidade tecnológica". Faz parte das novas buzzwords da futurologia contemporânea e a sua importância é sublinhada em numerosas previsões de gurus da tecnologia como Ray Kurzweil (chefe de projetos da Google) ou Nick Bostrom (da respeitável Universidade de Oxford). Alguns cientistas e investidores, como Stephen Hawking e Bill Gates, partilham estas perspetivas e manifestam a sua preocupação. Ameaça à humanidade e/ou promessa de uma "trans-humanidade", este novo milenarismo não para de se expandir. As máquinas irão tornar-se mais inteligentes e mais poderosas do que nós? Estará no nosso futuro uma cibersociedade de onde a humanidade será marginalizada? Ou conquistaremos uma forma de imortalidade transferindo o nosso espírito para supercomputadores?
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"Esta é a memória que tenho de Francisco Sá Carneiro, como homem, no curto período de menos de dois anos em que tivemos contacto. A morte trágica que teve, as circunstâncias emocionais em que ocorreu, a coragem de enfrentar preconceitos por causa de uma paixão assumida com rigor e verdade, o combate pelo qual sacrificialmente deu a vida, tudo isso o agigantou aos meus olhos, fazendo-me até aderir ao PSD um ano a seguir à data da sua morte, como um gesto simbólico de continuidade do seu combate." - Nota do autor.
Nº Páginas: 480
Sinopse:
A minha vida pessoal e o meu percurso profissional deram-me a possibilidade de analisar a sociedade portuguesa, a economia, a governação e a realidade europeia e mundial com algum grau de pormenor, permitindo-me sistematizar um conjunto interpretações sobre a complexa situação a que chegámos e formular um conjunto de propostas para a alterar, que tenho transmitido frequentemente em intervenções públicas, em televisão, em conferências ou debates. Não sou candidato a nada, nem sou político, sou jornalista, mas aqui está O Meu Programa de Governo - que é muito mais do que isso, é um conjunto de propostas de renovação da sociedade portuguesa, não certamente uma proposta exaustiva, mas com um grau de pormenor suficiente para convidar a reflectir quem tem os vários poderes de decisão, politico, económico, social, cultural e para promover as mudanças de fundo de que Portugal precisa. Se são propostas úteis ou não, será vosso o julgamento!
Nº Páginas: 128
Sinopse:
"Há poucas outras histórias na Bíblia com tanto drama e ação, tanto fogo de artifício narrativo e emoção pura, como os que encontramos no conto de Sansão: a batalha com o leão; as trezentas raposas a arder; as mulheres com quem dormiu, e a única que amou; a traição por parte de todas as mulheres da sua vida, desde a sua mãe Dalila; e, no final, o seu suicídio homicida, quando fez desabar a casa sobre si próprio e três mil filisteus. Contudo, para além da fera impulsividade, do caos e do barulho, podemos entrever uma história de vida que é, no fundo, a viagem atormentada de uma alma isolada, solitária e turbulenta, que nunca encontrou, em lado algum, um verdadeiro lar no mundo, cujo corpo era ele próprio um duro lugar de exílio." Em "O Mel do Leão", David Grossman escolhe um dos mais vivos e controversos personagens da Bíblia. Ao revisitar a famosa luta de Sansão com o Leão, as suas muitas mulheres e a traição de todas elas - incluindo a única que ele amou - Grossman dá-nos uma provocatória visão da história e do seu clímax, a última ação mortal de Sansão quando faz ruir um templo sobre ele próprio e milhares de filisteus. Numa prosa extremamente lúcida, Grossman revela-nos a vida de uma alma só e torturada, que nunca encontrou uma verdadeira casa no mundo, que nunca se sentiu bem no seu corpo e que, poderão dizer alguns, foi o percursor dos modernos bombistas suicidas. Uma viagem fascinante e controversa pela história e psicologia de uma das personagens mais significativas da Bíblia, que lança um novo olhar sobre o passado, projetando-o no mundo de hoje.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Do grande autor de O Que Diz Molero, um pessoalíssimo conjunto de textos para os amantes de cinema - e não só. "O Lugar das Fitas é um livro de cinema. De cinema, de fitas, de personagens, de géneros e estilos, de cineastas, de salas de cinema, de atores e de crónicas e críticas que dão conta, numa cronologia com a configuração da memória, de uma espécie de história pessoal de Dinis Machado com o cinema." (Da nota introdutória)
Nº Páginas: 288
Sinopse:
EUROPA, SÉCULO XXI: UM RETRATO POLÍTICO E SOCIAL Bernardo Pires de Lima, um dos mais consistentes comentadores da actualidade política internacional, viajou pelas 28 capitais da Europa ao longo de um ano. O resultado é um mapa das mudanças e dos desafios que o Velho Continente enfrenta no novo século, numa viagem que transporta o leitor para o quotidiano destas cidades. "Entre Janeiro e Novembro de 2017, percorri todas as 28 capitais da União Europeia. Ao longo de 11 meses, fiz 54 viagens de avião, quatro de comboio, duas de autocarro e 563 quilómetros a pé. O objectivo era perspectivar a Europa através de uma grande angular, num ano crucial, e registar o momento geopolítico decisivo que o continente enfrenta a partir de cada uma das suas capitais, abordando alguns dos principais debates internos, testemunhando as decisões mais importantes, e entrevistando líderes nacionais nos mais variados sectores da sociedade."
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Somos, enfim, quem sempre quisemos ser. E todavia, não estando já na África, nem na Europa, onde nunca seremos o que sonhámos, emigrámos todos, colectivamente, para Timor. É lá que brilha, segundo a nova ideologia nacional veiculada noite e dia pela nossa televisão, o último raio do império que durante séculos nos deu a ilusão de estarmos no centro do mundo. E, se calhar, é verdade.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Uma viagem de pai e filho ao Japão, país da manga e do anime, relatada por um dos poucos escritores a ter vencido o prestigiado Booker Prize por duas vezes.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
"O Dr. Soares diz que quer parar, mas não para. Nunca vai parar. Não lhe peçam que descanse da política, porque ele não irá cumprir." "Só já depois do Dr. Mário Soares ter saído do Poder comecei a conviver mais de perto com ele. Não me posso esquecer da sua participação na campanha eleitoral de 2009, num comício no Porto. Estava um calor terrível, uma multidão arrasadora, e eu não consegui encontrar outro sítio para trabalhar que não fosse no palco. O discurso do Dr. Mário Soares foi simplesmente arrebatador. Enquanto eu quase desmaiava sentada no palco sob aquele sol demente, o Dr. Soares estava fresco e mostrava toda a sua energia. Ele come, bebe, alimenta-se, respira política. Sempre foi assim e sempre assim será. Arrisco dizer que é uma coisa física - nunca vi ninguém assim."
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Neste livro reúnem-se textos de José Tolentino Mendonça que exploram a relação entre cristianismo e cultura, dos tempos bíblicos até aos mais recentes acontecimentos na sociedade portuguesa. Um livro notável para se ler de um fôlego, nestes tempos conturbados em que a sociedade vive a um ritmo alucinante, quase sempre sem disponibilidade para olhar além do seu lado materialista.
