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Edição: Jun 2012
Nº Páginas: 32
Sinopse:
O Cubby vai tocar a sua harmónica na grande festa da sereia que terá lugar esta noite na marina! Mas o matreiro do Capitão Gancho tem outros planos. Junta-te à tripulação do Jake e aos piratas da Terra do Nunca nesta aventura musical
Nº Páginas: 32
Sinopse:
O Cubby vai tocar a sua harmónica na grande festa da sereia que terá lugar esta noite na marina! Mas o matreiro do Capitão Gancho tem outros planos. Junta-te à tripulação do Jake e aos piratas da Terra do Nunca nesta aventura musical
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 288
Sinopse:
No início, tudo estava vivo. Os mais pequenos objetos eram dotados de corações pulsantes, e até as nuvens tinham nomes… Figura cimeira da literatura mundial, Paul Auster escreveu no notável "Diário de Inverno" as memórias do seu "eu" físico. Em "Relatório do Interior", vai mais além ao explorar a sua mente, a sua memória e as influências que fizeram dele o homem que atualmente é. Do mundo pequeno e protegido da sua infância - na sua essência, o universo -, ao mundo grande que ainda hoje está a descobrir, Paul Auster revela-se corajosamente na sua mais profunda intimidade. Apesar das provas exteriores, ainda és quem eras, mesmo que já não sejas a mesma pessoa.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
No início, tudo estava vivo. Os mais pequenos objetos eram dotados de corações pulsantes, e até as nuvens tinham nomes… Figura cimeira da literatura mundial, Paul Auster escreveu no notável "Diário de Inverno" as memórias do seu "eu" físico. Em "Relatório do Interior", vai mais além ao explorar a sua mente, a sua memória e as influências que fizeram dele o homem que atualmente é. Do mundo pequeno e protegido da sua infância - na sua essência, o universo -, ao mundo grande que ainda hoje está a descobrir, Paul Auster revela-se corajosamente na sua mais profunda intimidade. Apesar das provas exteriores, ainda és quem eras, mesmo que já não sejas a mesma pessoa.
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Edição: Out 2008
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Mestre das paixões, neste romance Sándor Márai dedica-se não aos triângulos amorosos mas a outras questões igualmente susceptíveis de despertar emoções fortes: o que une um grupo de jovens revoltados contra tudo e a tudo dispostos. E arrisca-se a levar o leitor ao centro de um enredo de erros e fúrias, cumplicidades e traições, sofrimento e cobardia -de inconfessáveis atracçõese de ambíguas repulsas. Porque trata das vicissitudes e aventuras de um grupo de rapazes, ou melhor, um bando, como se definem a si próprios, no final da Primavera de 1918, numa pequena cidade da Hungria distante da frente e onde a vida, aparentemente calma, é profundamente abalada pela guerra. Entregues a si próprios enquanto os pais combatem na frente, estes rapazes decidem libertar os demónios da sua revolta impelidos por um ódio ardente contra o mundo, pela sua imaginação e pela sua arrogância -e também por um erotismo, tão mais aceso quanto mais implícito -, deixando a guerra para o mundo dos adultos e inventando jogos demasiado perigosos. Um obscuro actorque se torna o seu mentor oculto, envolvendo-os nas suas perversas tramóias, acabará conduzindo-os a um trágico e inevitável epílogo.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Mestre das paixões, neste romance Sándor Márai dedica-se não aos triângulos amorosos mas a outras questões igualmente susceptíveis de despertar emoções fortes: o que une um grupo de jovens revoltados contra tudo e a tudo dispostos. E arrisca-se a levar o leitor ao centro de um enredo de erros e fúrias, cumplicidades e traições, sofrimento e cobardia -de inconfessáveis atracçõese de ambíguas repulsas. Porque trata das vicissitudes e aventuras de um grupo de rapazes, ou melhor, um bando, como se definem a si próprios, no final da Primavera de 1918, numa pequena cidade da Hungria distante da frente e onde a vida, aparentemente calma, é profundamente abalada pela guerra. Entregues a si próprios enquanto os pais combatem na frente, estes rapazes decidem libertar os demónios da sua revolta impelidos por um ódio ardente contra o mundo, pela sua imaginação e pela sua arrogância -e também por um erotismo, tão mais aceso quanto mais implícito -, deixando a guerra para o mundo dos adultos e inventando jogos demasiado perigosos. Um obscuro actorque se torna o seu mentor oculto, envolvendo-os nas suas perversas tramóias, acabará conduzindo-os a um trágico e inevitável epílogo.
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Edição: Abr 2005
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Perante o desaparecimento Fifi VI, a inteligente mascote que trazia sorte ao regimento da cavalaria, havia que encontrar rapidamente um substituto. Depois de aturadas considerações, Rantanplan é escolhido para o lugar vago. O que os responsáveis pelo regimento não sabiam, é que tinham acabado de escolher o único cão em todo o Oeste que consegue ser mais estúpido que a sua própria sombra.
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Perante o desaparecimento Fifi VI, a inteligente mascote que trazia sorte ao regimento da cavalaria, havia que encontrar rapidamente um substituto. Depois de aturadas considerações, Rantanplan é escolhido para o lugar vago. O que os responsáveis pelo regimento não sabiam, é que tinham acabado de escolher o único cão em todo o Oeste que consegue ser mais estúpido que a sua própria sombra.
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Edição: Set 2010
Nº Páginas: 40
Sinopse:
Uma menina em idade escolar. Um pai desempregado. Uma família com carências económicas. Este é o ponto de partida para uma história em que Fernando Carvalho aborda o tema da exclusão social com pertinência. Sem playstation, sem telemóvel, impedida de ir às aulas de natação e de comprar roupas de marca, a menina é posta à margem do seu grupo de amigos. Para sobreviver, mente aos colegas e aos pais. Por fim, descobre que tem de ter coragem para enfrentar tudo e todos e mostrar-se como realmente é. Sem complexos nem influências exteriores. O homem é um ser social. Vive de acordo com as regras que vigoram nos grupos em que está integrado. Perceber o "outro", ou os "outros", é uma condição fundamental para viver em harmonia com as pessoas que o rodeiam. É esta noção de "interacção social" bem sucedida que deve ser apreendida pelos jovens. A questão que se coloca é a premência do jovem ser "bem recebido" e, pelas suas atitudes e comportamentos, valorizar o grupo; por outro lado, é importante realçar o sentimento de "segurança", de "pertença", que o grupo pode transmitir ao jovem, permitindo-lhe expressar todas as suas qualidades humanas.
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Sinopse:
Uma menina em idade escolar. Um pai desempregado. Uma família com carências económicas. Este é o ponto de partida para uma história em que Fernando Carvalho aborda o tema da exclusão social com pertinência. Sem playstation, sem telemóvel, impedida de ir às aulas de natação e de comprar roupas de marca, a menina é posta à margem do seu grupo de amigos. Para sobreviver, mente aos colegas e aos pais. Por fim, descobre que tem de ter coragem para enfrentar tudo e todos e mostrar-se como realmente é. Sem complexos nem influências exteriores. O homem é um ser social. Vive de acordo com as regras que vigoram nos grupos em que está integrado. Perceber o "outro", ou os "outros", é uma condição fundamental para viver em harmonia com as pessoas que o rodeiam. É esta noção de "interacção social" bem sucedida que deve ser apreendida pelos jovens. A questão que se coloca é a premência do jovem ser "bem recebido" e, pelas suas atitudes e comportamentos, valorizar o grupo; por outro lado, é importante realçar o sentimento de "segurança", de "pertença", que o grupo pode transmitir ao jovem, permitindo-lhe expressar todas as suas qualidades humanas.
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 32
Sinopse:
O Martim decide ajudar o Fiozinhos a encontrar o seu melhor amigo - o Vidrinhos -, que se perdera enquanto brincavam às escondidas. Durante esta busca, ele apercebe-se que todos têm um melhor amigo, menos ele e que também gostava de ter um. Mas será que aquilo que ele procura não estará bem debaixo do seu nariz? Será que ele receberá um merecido abraço?
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Sinopse:
O Martim decide ajudar o Fiozinhos a encontrar o seu melhor amigo - o Vidrinhos -, que se perdera enquanto brincavam às escondidas. Durante esta busca, ele apercebe-se que todos têm um melhor amigo, menos ele e que também gostava de ter um. Mas será que aquilo que ele procura não estará bem debaixo do seu nariz? Será que ele receberá um merecido abraço?
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 48
Sinopse:
O senhor Troca o Passo, que anda sempre com as mãos no chão, uma rainha que tinha dois maridos e um supositório que tinha medo do escuro. Anda ver o que tens para ler!À escrita magnífica de Alexandre Honrado, juntou-se a ilustração fascinante de Raquel Pinheiro. A química foi imediata e assim nasceu a coleção de livros infantis QUEM CONTA UM CONTO.Em cada volume, vinte contos de encantar dos tempos modernos, construídos para a agilidade das ideias, das palavras, das situações bem numerosas do crescimento. Contos ora divertidos ora inesperadamente profundos, realistas alguns e mais abstratos os outros, sempre de mãos dadas com a imaginação.
Nº Páginas: 48
Sinopse:
O senhor Troca o Passo, que anda sempre com as mãos no chão, uma rainha que tinha dois maridos e um supositório que tinha medo do escuro. Anda ver o que tens para ler!À escrita magnífica de Alexandre Honrado, juntou-se a ilustração fascinante de Raquel Pinheiro. A química foi imediata e assim nasceu a coleção de livros infantis QUEM CONTA UM CONTO.Em cada volume, vinte contos de encantar dos tempos modernos, construídos para a agilidade das ideias, das palavras, das situações bem numerosas do crescimento. Contos ora divertidos ora inesperadamente profundos, realistas alguns e mais abstratos os outros, sempre de mãos dadas com a imaginação.
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Edição: Abr 2009
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Poemas Com Asas é uma divertida, terna e colorida incursão pelo mundo dos animais. Dois caracóis que vão ao funeral duma folha, uma formiga puxando um camião cheio de pinguins e de patos e o papagaio poliglota, tradutor do jardim zoológico, são apenas três das muitas histórias em verso que vão deliciar os leitores mais pequenos.
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Poemas Com Asas é uma divertida, terna e colorida incursão pelo mundo dos animais. Dois caracóis que vão ao funeral duma folha, uma formiga puxando um camião cheio de pinguins e de patos e o papagaio poliglota, tradutor do jardim zoológico, são apenas três das muitas histórias em verso que vão deliciar os leitores mais pequenos.
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 228
Sinopse:
É o sonho que precede a realização humana e, como diz Isabel Abecassis Empis, este livro foi sonhado a partir do comentário recorrente da apresentadora Ana Rita Clara, nas entrevistas do programa "Mais Mulher", do canal Sic Mulher, na rubrica "Ousar Ser", de que era preciso muito mais tempo para desenvolver os temas abordados. E, assim, a rubrica deu o título ao presente livro, cobrindo os seus capítulos os dezasseis temas das entrevistas, aqui apresentados de forma mais aprofundada. Ousar ser quem se é, eis o desafio proposto pela autora, que, numa linguagem directa e com um impacto raro, nos surpreende a cada página com imagens de uma tal vivacidade, até por vezes com alguns laivos de uma certa "irreverência" catalisadora, que só podem revelar capacidades nossas adormecidas. Aceite o desafio de ler este livro transformador! É um livro que o poderá mesmo ajudar na re-abilitação das suas ferramentas interiores e pessoais para ousar ser… mais feliz!
Nº Páginas: 228
Sinopse:
É o sonho que precede a realização humana e, como diz Isabel Abecassis Empis, este livro foi sonhado a partir do comentário recorrente da apresentadora Ana Rita Clara, nas entrevistas do programa "Mais Mulher", do canal Sic Mulher, na rubrica "Ousar Ser", de que era preciso muito mais tempo para desenvolver os temas abordados. E, assim, a rubrica deu o título ao presente livro, cobrindo os seus capítulos os dezasseis temas das entrevistas, aqui apresentados de forma mais aprofundada. Ousar ser quem se é, eis o desafio proposto pela autora, que, numa linguagem directa e com um impacto raro, nos surpreende a cada página com imagens de uma tal vivacidade, até por vezes com alguns laivos de uma certa "irreverência" catalisadora, que só podem revelar capacidades nossas adormecidas. Aceite o desafio de ler este livro transformador! É um livro que o poderá mesmo ajudar na re-abilitação das suas ferramentas interiores e pessoais para ousar ser… mais feliz!
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Vem conhecer o Pedro, a Joana, o Jaime, o Jorge, o Carlos, a Paulina e a Bárbara. Eles são o Clube dos Sete e estão prontos para resolver qualquer mistério, a qualquer hora!Que fariam os Sete sem o Ziguezague, o golden spaniel da família? Primeiro descobre uma visita indesejada, depois protege os Sete quando espiam um ladrão à noite, no bosque. E como relacionar tudo isto com o desaparecimento das medalhas do general? Mais uma aventura de cortar a respiração!
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Vem conhecer o Pedro, a Joana, o Jaime, o Jorge, o Carlos, a Paulina e a Bárbara. Eles são o Clube dos Sete e estão prontos para resolver qualquer mistério, a qualquer hora!Que fariam os Sete sem o Ziguezague, o golden spaniel da família? Primeiro descobre uma visita indesejada, depois protege os Sete quando espiam um ladrão à noite, no bosque. E como relacionar tudo isto com o desaparecimento das medalhas do general? Mais uma aventura de cortar a respiração!
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Edição: Mai 2010
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Bem ao estilo de Gabriel García Márquez, este livro reúne sete histórias mágicas que reflectem a cultura sul-americana. As primeiras, um conjunto de seis contos fantásticos onde se misturam acontecimentos surreais e detalhes do quotidiano, contam-nos as alterações sofridas por pequenas e pobres povoações após estranhos acontecimentos que mudam a vida de todos os habitantes. A última, a novela curta que dá título ao livro, conta a história de Eréndira, uma adolescente obrigada a prostituir-se pela própria avó para a recompensar das perdas decorrentes de um incêndio acidental - um bizarro mas poderoso exemplo do realismo mágico de García Márquez.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Bem ao estilo de Gabriel García Márquez, este livro reúne sete histórias mágicas que reflectem a cultura sul-americana. As primeiras, um conjunto de seis contos fantásticos onde se misturam acontecimentos surreais e detalhes do quotidiano, contam-nos as alterações sofridas por pequenas e pobres povoações após estranhos acontecimentos que mudam a vida de todos os habitantes. A última, a novela curta que dá título ao livro, conta a história de Eréndira, uma adolescente obrigada a prostituir-se pela própria avó para a recompensar das perdas decorrentes de um incêndio acidental - um bizarro mas poderoso exemplo do realismo mágico de García Márquez.
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Edição: Set 2004
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Enquanto o Dig procura toupeiras na praia, o Ploo planta mesmo à porta da sua casa uma pequena árvore dos guizos, que encontrou na floresta da Ilha dos Narizes Azuis. O Ploo está desejoso por ouvir os guizos tocar, ao som da brisa suave que sopra da praia. Mas as coisas na floresta da Ilha dos Narizes Azuis são estranhas, e a árvore dos Guizos não é excepção...
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Enquanto o Dig procura toupeiras na praia, o Ploo planta mesmo à porta da sua casa uma pequena árvore dos guizos, que encontrou na floresta da Ilha dos Narizes Azuis. O Ploo está desejoso por ouvir os guizos tocar, ao som da brisa suave que sopra da praia. Mas as coisas na floresta da Ilha dos Narizes Azuis são estranhas, e a árvore dos Guizos não é excepção...
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Edição: Abr 2011
Nº Páginas: 608
Sinopse:
8ª Edição. Um importante trabalho sobre a nossa história mais recente, a levar-nos aos calabouços da PIDE, aos meandros do poder político, ao lado mais negro da ditadura. A Polícia Internacional de Defesa do Estado (PIDE), criada em 1945, a partir da Polícia de Vigilância e Defesa do Estado (PVDE, 1933-1945), e a sua sucessora, Direção Geral de Segurança (DGS), instituída em 1969, constituíram a polícia política do regime ditatorial que vigorou em Portugal até 1974. A PIDE/DGS serviu, por um lado, para intimidar e, deste modo, prevenir a contestação pública ao regime e, por outro lado, para destruir toda a oposição organizada contra o Estado Novo. Na presente obra analisa-se a forma como a polícia política reprimiu todos aqueles que revelavam qualquer dissidência social, política e até religiosa; como se estruturava e quais eram os seus método; quantos e quem foram os detidos políticos; como era a vida nas prisões da PIDE/DGS e o julgamento político nos tribunais plenários; quais eram as relações entre a polícia política e o aparelho judicial político; e, por fim, descreve a forma como a DGS soçobrou no dia 25 de abril de 1974.
Nº Páginas: 608
Sinopse:
8ª Edição. Um importante trabalho sobre a nossa história mais recente, a levar-nos aos calabouços da PIDE, aos meandros do poder político, ao lado mais negro da ditadura. A Polícia Internacional de Defesa do Estado (PIDE), criada em 1945, a partir da Polícia de Vigilância e Defesa do Estado (PVDE, 1933-1945), e a sua sucessora, Direção Geral de Segurança (DGS), instituída em 1969, constituíram a polícia política do regime ditatorial que vigorou em Portugal até 1974. A PIDE/DGS serviu, por um lado, para intimidar e, deste modo, prevenir a contestação pública ao regime e, por outro lado, para destruir toda a oposição organizada contra o Estado Novo. Na presente obra analisa-se a forma como a polícia política reprimiu todos aqueles que revelavam qualquer dissidência social, política e até religiosa; como se estruturava e quais eram os seus método; quantos e quem foram os detidos políticos; como era a vida nas prisões da PIDE/DGS e o julgamento político nos tribunais plenários; quais eram as relações entre a polícia política e o aparelho judicial político; e, por fim, descreve a forma como a DGS soçobrou no dia 25 de abril de 1974.
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Edição: Fev 2014
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Num dia de muito calor, dois sequiosos viajantes, que há muito tempo palmilhavam um caminho estreito, coberto de pedras, buracos e poeira, encontraram um laranjal. A guardá-lo estava um rapaz, que se prontificou a matar-lhes a sede. Em troca, recebeu uma flauta que fazia maravilhas.
Nº Páginas: 32
Sinopse:
Num dia de muito calor, dois sequiosos viajantes, que há muito tempo palmilhavam um caminho estreito, coberto de pedras, buracos e poeira, encontraram um laranjal. A guardá-lo estava um rapaz, que se prontificou a matar-lhes a sede. Em troca, recebeu uma flauta que fazia maravilhas.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 256
Sinopse:
A presente edição, que tem o título "A Estrada do Esquecimento e outros contos", reúne um conjunto de narrativas de Fernando Pessoa das quais 20 se encontravam ainda inéditas. Pretende-se, deste modo, dar continuidade à anterior edição, "O Mendigo e Outros Contos", e contribuir para o conhecimento de uma área da obra do autor que se tem revelado mais vasta do que inicialmente se imaginou.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
A presente edição, que tem o título "A Estrada do Esquecimento e outros contos", reúne um conjunto de narrativas de Fernando Pessoa das quais 20 se encontravam ainda inéditas. Pretende-se, deste modo, dar continuidade à anterior edição, "O Mendigo e Outros Contos", e contribuir para o conhecimento de uma área da obra do autor que se tem revelado mais vasta do que inicialmente se imaginou.
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Edição: Jul 2005
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Iniciadas com os 56 contos e 4 romances que constituem a saga Holmesiana, as "Obras Escolhidas de Conan Doyle" continuam, agora, com as demais narrativas de mistério, intriga e emoção produzidas pelo criador do grande detective, ao longo de uma carreira literária que se prolongou por cerca de cinquenta anos. Nesta segunda fase da colecção, são recolhidos, nas suas versões originais, as narrativas que mais contribuíram para o justo renome de Conan Doyle como hábil contador de histórias empolgantes que, desde o início, despertam o interesse do leitor e o mantêm até ao momento em que o enigma é desvendado, com perícia similar à que fez de Sherlock Holmes o mais conhecido e carismático detective de todos os tempos. Este segundo volume inclui um conto que permaneceu inédito, durante quase cem anos, e está ausente das colectâneas que, em todo o mundo, foram dedicadas às obras de Conan Doyle.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Iniciadas com os 56 contos e 4 romances que constituem a saga Holmesiana, as "Obras Escolhidas de Conan Doyle" continuam, agora, com as demais narrativas de mistério, intriga e emoção produzidas pelo criador do grande detective, ao longo de uma carreira literária que se prolongou por cerca de cinquenta anos. Nesta segunda fase da colecção, são recolhidos, nas suas versões originais, as narrativas que mais contribuíram para o justo renome de Conan Doyle como hábil contador de histórias empolgantes que, desde o início, despertam o interesse do leitor e o mantêm até ao momento em que o enigma é desvendado, com perícia similar à que fez de Sherlock Holmes o mais conhecido e carismático detective de todos os tempos. Este segundo volume inclui um conto que permaneceu inédito, durante quase cem anos, e está ausente das colectâneas que, em todo o mundo, foram dedicadas às obras de Conan Doyle.
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Edição: Nov 2014
Nº Páginas: 464
Sinopse:
"A arte no Ocidente" apresenta a arte do mundo ocidental nas suas principais etapas evolutivas, desde a Antiguidade Clássica até à atualidade. Aflora, também, a vertente portuguesa possibilitando um entendimento integrado e comparado da arte nacional. Obra abrangente, já que abarca mais de vinte e cinco séculos de evolução artística, é também específica pois analisa as principais etapas da História da Arquitetura, da Pintura e da Escultura, integrando-as nos seus respetivos contextos históricos e culturais e descrevendo, classificando e interpretando estilos, movimentos, correntes, autores e obras, muitas delas com análises individuais mais aprofundadas. De fácil consulta, é igualmente uma obra precisa, que se dirige tanto aos estudiosos da Arte como ao grande público que pensa, sente e vê a Arte como algo de seu e cujo conhecimento contribui tanto para um melhor entendimento pessoal como para o enriquecimento da sua perspetiva sobre o Mundo.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
"A arte no Ocidente" apresenta a arte do mundo ocidental nas suas principais etapas evolutivas, desde a Antiguidade Clássica até à atualidade. Aflora, também, a vertente portuguesa possibilitando um entendimento integrado e comparado da arte nacional. Obra abrangente, já que abarca mais de vinte e cinco séculos de evolução artística, é também específica pois analisa as principais etapas da História da Arquitetura, da Pintura e da Escultura, integrando-as nos seus respetivos contextos históricos e culturais e descrevendo, classificando e interpretando estilos, movimentos, correntes, autores e obras, muitas delas com análises individuais mais aprofundadas. De fácil consulta, é igualmente uma obra precisa, que se dirige tanto aos estudiosos da Arte como ao grande público que pensa, sente e vê a Arte como algo de seu e cujo conhecimento contribui tanto para um melhor entendimento pessoal como para o enriquecimento da sua perspetiva sobre o Mundo.
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Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Especialmente destinado aos "tímidos de ambos os sexos" e escrito com uma razoável doze de humor, como convém nestas circunstâncias., este "Arte de Engatar", escrito em linguagem simples e acessível ao cidadão comum, é um manual de consulta fácil e (quase) obrigatória por parte daqueles que têm problemas comportamentais na área do relacionamento sexual.
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Sinopse:
Especialmente destinado aos "tímidos de ambos os sexos" e escrito com uma razoável doze de humor, como convém nestas circunstâncias., este "Arte de Engatar", escrito em linguagem simples e acessível ao cidadão comum, é um manual de consulta fácil e (quase) obrigatória por parte daqueles que têm problemas comportamentais na área do relacionamento sexual.
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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 46
Sinopse:
Miguel Torga (1907-1995) foi um admirável escritor da literatura portuguesa, com uma maneira única de contar, de falar de si e de captar, em verso e em prosa, os pequenos e grandes momentos da vida. E a sua foi uma vida invulgar. Neste livro, a escrita de João Pedro Mésseder e as imagens de Inês de Oliveira dão a conhecer o fascínio que Torga sentia pelas palavras, pelo país, pelos bichos, pelas crianças e pelos seus semelhantes. E também pelo "reino maravilhoso" onde nasceu.
Nº Páginas: 46
Sinopse:
Miguel Torga (1907-1995) foi um admirável escritor da literatura portuguesa, com uma maneira única de contar, de falar de si e de captar, em verso e em prosa, os pequenos e grandes momentos da vida. E a sua foi uma vida invulgar. Neste livro, a escrita de João Pedro Mésseder e as imagens de Inês de Oliveira dão a conhecer o fascínio que Torga sentia pelas palavras, pelo país, pelos bichos, pelas crianças e pelos seus semelhantes. E também pelo "reino maravilhoso" onde nasceu.
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Edição: Mar 2012
Nº Páginas: 360
Sinopse:
No dia 6 de Junho de 1944, a invasão da França pelos Aliados marcou o fim do domínio nazi na Europa. Este livro é um testemunho verídico sobre esta batalha que ficou conhecida como o "dia mais longo" do século XX. Uma apresentação magistral de uma página da História e, como o general Sir Frederick Morgan, autor do plano inicial do desembarque, não temeu afirmar: "uma obra-prima". Cornelius Ryan pesquisou, durante mais de dez anos, todos os dados relacionados com o desembarque de 6 de junho de 1944, incluindo uma verdadeira mina de documentos confiscados pelos Aliados. Foi nestas fontes que o autor encontrou a transcrição exacta da mensagem, interceptada e decifrada pelos Alemães, que anunciava à Resistência francesa o dia escolhido para o desembarque na Normandia. Além disso, procurou e entrevistou todos os sobreviventes do Dia D que conseguiu localizar. Três mil homens responderam ao seu inquérito. O resultado foi esta obra-prima da História militar: um relato de coragem e heroísmo, glória e tragédia O Dia Mais Longo foi adaptado ao cinema, em 1962, por Ken Annakin e Andrew Marton e interpretado por John Wayne, Robert Mitchum, Henry Fonda, Richard Burton, Sean Connery e Paul Anka.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
No dia 6 de Junho de 1944, a invasão da França pelos Aliados marcou o fim do domínio nazi na Europa. Este livro é um testemunho verídico sobre esta batalha que ficou conhecida como o "dia mais longo" do século XX. Uma apresentação magistral de uma página da História e, como o general Sir Frederick Morgan, autor do plano inicial do desembarque, não temeu afirmar: "uma obra-prima". Cornelius Ryan pesquisou, durante mais de dez anos, todos os dados relacionados com o desembarque de 6 de junho de 1944, incluindo uma verdadeira mina de documentos confiscados pelos Aliados. Foi nestas fontes que o autor encontrou a transcrição exacta da mensagem, interceptada e decifrada pelos Alemães, que anunciava à Resistência francesa o dia escolhido para o desembarque na Normandia. Além disso, procurou e entrevistou todos os sobreviventes do Dia D que conseguiu localizar. Três mil homens responderam ao seu inquérito. O resultado foi esta obra-prima da História militar: um relato de coragem e heroísmo, glória e tragédia O Dia Mais Longo foi adaptado ao cinema, em 1962, por Ken Annakin e Andrew Marton e interpretado por John Wayne, Robert Mitchum, Henry Fonda, Richard Burton, Sean Connery e Paul Anka.
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 248
Sinopse:
O grande terramoto de Lisboa, que aconteceu na manhã do Dia de Todos os Santos de 1755, não foi um mero abalo - foi um momento que desestabilizou os pilares de uma ordem social inveterada e enviou ondas de choque através do mundo ocidental. Terra, água, vento e fogo - todos conspiraram para produzir uma catástrofe particularmente infernal. Aos fortes tremores de terra, seguiram-se três ondas gigantes que se abateram sobre a zona ribeirinha, e fortes ventos inflamaram durante cinco dias os fogos causados pelo tremor de terra. Lisboa não foi só dizimada - foi aniquilada. O acontecimento levou ao equivalente do século XVIII de um frenesim mediático - e originou uma sucessão de desenvolvimentos fascinantes, como o primeiro esforço concertado de preparação para catástrofes, reformas sociais, planeamento urbano e o nascimento da sismologia.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
O grande terramoto de Lisboa, que aconteceu na manhã do Dia de Todos os Santos de 1755, não foi um mero abalo - foi um momento que desestabilizou os pilares de uma ordem social inveterada e enviou ondas de choque através do mundo ocidental. Terra, água, vento e fogo - todos conspiraram para produzir uma catástrofe particularmente infernal. Aos fortes tremores de terra, seguiram-se três ondas gigantes que se abateram sobre a zona ribeirinha, e fortes ventos inflamaram durante cinco dias os fogos causados pelo tremor de terra. Lisboa não foi só dizimada - foi aniquilada. O acontecimento levou ao equivalente do século XVIII de um frenesim mediático - e originou uma sucessão de desenvolvimentos fascinantes, como o primeiro esforço concertado de preparação para catástrofes, reformas sociais, planeamento urbano e o nascimento da sismologia.
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Jaime Ramos, o investigador protagonista dos livros de Francisco José Viegas, vê-se a braços com duas investigações paralelas: a do assassínio de dois imigrantes russos (antigos militares soviéticos), cujos corpos são encontrados no interior de um carro semicarbonizado, nos arredores do Porto - e o desaparecimento de uma jovem de vinte anos, oriunda de uma família tradicional do Minho. Se uma das investigações o transporta às suas memórias de militante comunista e a uma velha paixão pela literatura russa, a outra leva-o a um mundo onde coabitam velhas famílias do Minho ou do Porto, sexo, marijuana, espionagem a políticos, venda de armas, negócios em Angola e as "memórias" de um país que vive entre ruínas (as do império e as das fortunas recentes e antigas), corrupção e luta pelo poder - e que guarda os seus loucos no armário, para não parecer mal.Com capítulos perdidos nos quatro cantos do mundo (entre Portugal, Rússia, Angola, Brasil ou Cabo Verde) "O Colecionador de Erva" funciona como uma montagem cinematográéca sem princípio, meio ou fim - onde vários crimes são cometidos sem nexo aparente, onde personagens aparecem e desaparecem sem justiécação, e onde a solução nunca está à vista senão apelando à nossa imaginação, como num "road movie".
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Jaime Ramos, o investigador protagonista dos livros de Francisco José Viegas, vê-se a braços com duas investigações paralelas: a do assassínio de dois imigrantes russos (antigos militares soviéticos), cujos corpos são encontrados no interior de um carro semicarbonizado, nos arredores do Porto - e o desaparecimento de uma jovem de vinte anos, oriunda de uma família tradicional do Minho. Se uma das investigações o transporta às suas memórias de militante comunista e a uma velha paixão pela literatura russa, a outra leva-o a um mundo onde coabitam velhas famílias do Minho ou do Porto, sexo, marijuana, espionagem a políticos, venda de armas, negócios em Angola e as "memórias" de um país que vive entre ruínas (as do império e as das fortunas recentes e antigas), corrupção e luta pelo poder - e que guarda os seus loucos no armário, para não parecer mal.Com capítulos perdidos nos quatro cantos do mundo (entre Portugal, Rússia, Angola, Brasil ou Cabo Verde) "O Colecionador de Erva" funciona como uma montagem cinematográéca sem princípio, meio ou fim - onde vários crimes são cometidos sem nexo aparente, onde personagens aparecem e desaparecem sem justiécação, e onde a solução nunca está à vista senão apelando à nossa imaginação, como num "road movie".
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Edição: Nov 2013
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o 3º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma. Tudo pode despertar a nossa imaginação, até os números! Aqui se reúnem dez histórias divertidas, em que os números, do zero ao nove, são os heróis. Eles não servem só para contar pelos dedos ou fazer operações matemáticas. Também fazem parte da nossa vida, e podem entrar em muitas aventuras. Não querem conhecê-las?
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o 3º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma. Tudo pode despertar a nossa imaginação, até os números! Aqui se reúnem dez histórias divertidas, em que os números, do zero ao nove, são os heróis. Eles não servem só para contar pelos dedos ou fazer operações matemáticas. Também fazem parte da nossa vida, e podem entrar em muitas aventuras. Não querem conhecê-las?
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Edição: Fev 2010
Nº Páginas: 0
Sinopse:
Era uma vez um editor, Flávio Sousa. Era uma vez um médico (ou melhor, um psicólogo), João Pires, às voltas com a agonia da criação literária, que lhe apresenta o seu primeiro romance. E era uma vez uma bela e solitária tradutora e copy desk, Vera de Pôncio Pilatos e Costa Cabral, que se encarrega de burilar o original, a pedido do editor. Mas odeia o livro. E o escritor... detesta-a a ela. Desta quase intransponível antipatia mútua ao tórrido envolvimento vai um, talvez dois ou três passos. E aqui temos o par romântico inicial e o ponto de partida de Meu Único, Grande Amor: Casei-me. Fruto de uma observação atenta e perspicaz, esta delirante crónica de costumes em tom e forma de folhetim põe a nu o ridículo do nosso pequeno mundo de consumo e de aparências, dos faits-divers políticos aos meandros da intelectualidade passando por toda a gama de lugarescomuns sociais e culturais.
Nº Páginas: 0
Sinopse:
Era uma vez um editor, Flávio Sousa. Era uma vez um médico (ou melhor, um psicólogo), João Pires, às voltas com a agonia da criação literária, que lhe apresenta o seu primeiro romance. E era uma vez uma bela e solitária tradutora e copy desk, Vera de Pôncio Pilatos e Costa Cabral, que se encarrega de burilar o original, a pedido do editor. Mas odeia o livro. E o escritor... detesta-a a ela. Desta quase intransponível antipatia mútua ao tórrido envolvimento vai um, talvez dois ou três passos. E aqui temos o par romântico inicial e o ponto de partida de Meu Único, Grande Amor: Casei-me. Fruto de uma observação atenta e perspicaz, esta delirante crónica de costumes em tom e forma de folhetim põe a nu o ridículo do nosso pequeno mundo de consumo e de aparências, dos faits-divers políticos aos meandros da intelectualidade passando por toda a gama de lugarescomuns sociais e culturais.
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Fernando Pessoa planeou um livro de versos intitulado "Portugal" ainda nos tempos da monarquia e já em 1906, com 18 anos de idade, escreveu poemas contra a ordem política então em vigor. Inéditos até agora, estes são os primeiros poemas escritos por Pessoa na idade adulta. As posições ideológicas do poeta oscilaram ao longo dos anos, mas era um "nacionalista místico" — segundo se definiu em 1935 — desde pelo menos 1918, altura em que começou a escrever os poemas que formariam a segunda parte de "Mensagem". O presente volume inclui esta célebre obra, publicada em 1934, alguns poemas antimonárquicos de 1906, poemas antissalazaristas de 1935 e muitos outros poemas relacionados com a história, a política e o destino de Portugal. Visite a página especial da coleção "Pessoa breve."
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Fernando Pessoa planeou um livro de versos intitulado "Portugal" ainda nos tempos da monarquia e já em 1906, com 18 anos de idade, escreveu poemas contra a ordem política então em vigor. Inéditos até agora, estes são os primeiros poemas escritos por Pessoa na idade adulta. As posições ideológicas do poeta oscilaram ao longo dos anos, mas era um "nacionalista místico" — segundo se definiu em 1935 — desde pelo menos 1918, altura em que começou a escrever os poemas que formariam a segunda parte de "Mensagem". O presente volume inclui esta célebre obra, publicada em 1934, alguns poemas antimonárquicos de 1906, poemas antissalazaristas de 1935 e muitos outros poemas relacionados com a história, a política e o destino de Portugal. Visite a página especial da coleção "Pessoa breve."
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Edição: Set 2011
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Este livro fala do mundo dos espíritos da Natureza. Fala de personagens subtis, etéreas, delicadas, algumas delas perigosas e cheias de mistério. São os gnomos e as fadas, os silfos, as salamandras e outros seres que, lá das profundidades do imponderável azul celeste ou vindos dos mais secretos esconderijos na Terra e no Mar, tudo determinam com exatidão e rigor: os terramotos, os furacões, os tsunamis, os vulcões. Reinam nos Quatro Elementos. Para os contactarmos é preciso liberdade, coragem e determinação. Este é o guia para conhecer os Elementais.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Este livro fala do mundo dos espíritos da Natureza. Fala de personagens subtis, etéreas, delicadas, algumas delas perigosas e cheias de mistério. São os gnomos e as fadas, os silfos, as salamandras e outros seres que, lá das profundidades do imponderável azul celeste ou vindos dos mais secretos esconderijos na Terra e no Mar, tudo determinam com exatidão e rigor: os terramotos, os furacões, os tsunamis, os vulcões. Reinam nos Quatro Elementos. Para os contactarmos é preciso liberdade, coragem e determinação. Este é o guia para conhecer os Elementais.
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Edição: Jun 2014
Nº Páginas: 376
Sinopse:
E Aossê [Fernando Pessoa]. Sempre atravessando Lisboa, neste dia em que não nos é permitido encontrarmo-nos, pois eu permaneço aqui. Subo para ir buscar os seus passeios no Livro do Desassossego, e encontro-me subitamente a três no patamar. Bach toca órgão no exterior, no lugar em que a Praça de Herbais é mais monótona. Toca para mim, e para ele, com um relâmpago de amizade nas veias. Não sabe nada destes portugueses, que pedem deuses num país estrangeiro. Não sabe que somos portugueses, somos irmãos por quem teme. "Um dos meus passeios predilectos", diz Aossê, "nas manhãs em que temo a banalidade do dia que vai seguir como quem teme a cadeia…"
Nº Páginas: 376
Sinopse:
E Aossê [Fernando Pessoa]. Sempre atravessando Lisboa, neste dia em que não nos é permitido encontrarmo-nos, pois eu permaneço aqui. Subo para ir buscar os seus passeios no Livro do Desassossego, e encontro-me subitamente a três no patamar. Bach toca órgão no exterior, no lugar em que a Praça de Herbais é mais monótona. Toca para mim, e para ele, com um relâmpago de amizade nas veias. Não sabe nada destes portugueses, que pedem deuses num país estrangeiro. Não sabe que somos portugueses, somos irmãos por quem teme. "Um dos meus passeios predilectos", diz Aossê, "nas manhãs em que temo a banalidade do dia que vai seguir como quem teme a cadeia…"
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Edição: Abr 2012
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Imagine uma prisão tão vasta que abrange masmorras, galerias, bosques de metal, mares e cidades em ruínas.Imagine um prisioneiro sem memórias mas que nega pertencer àquele lugar, mesmo sabendo que a prisão se encontra selada há séculos e que apenas um homem conseguiu escapar.Imagine uma rapariga condenada a um casamento de conveniência e a viver numa sociedade futurista, vigiada por um sistema sofisticado de inteligência artificial mas concebida à semelhança de um cenário do século XVII.INCARCERON é a prisão viva que observa tudo o que se passa dentro dos seus muros. Finn é o prisioneiro e Claudia a filha do guardião da prisão, que vive num mundo exterior onde pouco se conhece sobre INCARCERON. Ao encontrarem uma chave de cristal que lhes permitirá comunicar, os dois engendram um plano de fuga numa corrida contra o tempo. Mas INCARCERON vigia-os e a evasão exigirá mais coragem e tornar-se-á mais difícil do que pensam.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Imagine uma prisão tão vasta que abrange masmorras, galerias, bosques de metal, mares e cidades em ruínas.Imagine um prisioneiro sem memórias mas que nega pertencer àquele lugar, mesmo sabendo que a prisão se encontra selada há séculos e que apenas um homem conseguiu escapar.Imagine uma rapariga condenada a um casamento de conveniência e a viver numa sociedade futurista, vigiada por um sistema sofisticado de inteligência artificial mas concebida à semelhança de um cenário do século XVII.INCARCERON é a prisão viva que observa tudo o que se passa dentro dos seus muros. Finn é o prisioneiro e Claudia a filha do guardião da prisão, que vive num mundo exterior onde pouco se conhece sobre INCARCERON. Ao encontrarem uma chave de cristal que lhes permitirá comunicar, os dois engendram um plano de fuga numa corrida contra o tempo. Mas INCARCERON vigia-os e a evasão exigirá mais coragem e tornar-se-á mais difícil do que pensam.
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Edição: Abr 2012
Nº Páginas: 264
Sinopse:
O enfant terrible das neurociências regressa com o seu melhor livro até à data. Imagine é uma ode ao espírito criativo de alguns génios, de algumas empresas, e de qualquer pessoa que de repente diga (como Arquimedes): "Eureka!" Nos estúdios da Pixar, criada por Steve Jobs, as casas de banho ocupam um lugar central. E não é por acaso. As pessoas são obrigadas a sair do lugar e a interagir pelo caminho. É nesses momentos que as grandes ideias surgem - e não em brainstormings. Em Imagine, Jonah Lehrer arrisca-se num território pouco explorado pela ciência: o da criatividade. Ao observar o nosso cérebro, deita por terra ideias feitas como a "inspiração divina". E prova que são precisas muitas horas de trabalho frustrante antes do súbito momento de revelação. Guiados por ele, entramos em laboratórios high-tech, observamos de perto os cérebros de Bob Dylan ou do designer Milton Glaser e visitamos pólos de criatividade como a Londres de Shakespeare ou o Silicon Valley de Bill Gates. Ao longo dessa viagem, o autor analisa o nosso quotidiano, as nossas escolas e filhos, e as nossas interacções criativas. E, nessa visão abrangente e interdisciplinar, oferece-nos uma ferramenta efectivamente útil: diferentes maneiras de estimular o nosso lado criativo.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
O enfant terrible das neurociências regressa com o seu melhor livro até à data. Imagine é uma ode ao espírito criativo de alguns génios, de algumas empresas, e de qualquer pessoa que de repente diga (como Arquimedes): "Eureka!" Nos estúdios da Pixar, criada por Steve Jobs, as casas de banho ocupam um lugar central. E não é por acaso. As pessoas são obrigadas a sair do lugar e a interagir pelo caminho. É nesses momentos que as grandes ideias surgem - e não em brainstormings. Em Imagine, Jonah Lehrer arrisca-se num território pouco explorado pela ciência: o da criatividade. Ao observar o nosso cérebro, deita por terra ideias feitas como a "inspiração divina". E prova que são precisas muitas horas de trabalho frustrante antes do súbito momento de revelação. Guiados por ele, entramos em laboratórios high-tech, observamos de perto os cérebros de Bob Dylan ou do designer Milton Glaser e visitamos pólos de criatividade como a Londres de Shakespeare ou o Silicon Valley de Bill Gates. Ao longo dessa viagem, o autor analisa o nosso quotidiano, as nossas escolas e filhos, e as nossas interacções criativas. E, nessa visão abrangente e interdisciplinar, oferece-nos uma ferramenta efectivamente útil: diferentes maneiras de estimular o nosso lado criativo.
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Edição: Out 2009
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Jorge é uma espécie de actor que vive de expedientes (anúncios, dobragens, figuração), à espera da sua oportunidade; o grupo de teatro a que pertence não se entende sobre o próximo projecto. Quando a mulher, uma professora de Português profundamente deprimida, entra em furor pedagógico, abre espaço e põe em marcha uma série de acontecimentos que terão para Jorge a importância de uma única, ténue revelação. Esta é a história de uma separação, mas também de uma paixão obsessiva, de uma viagem patética, de um projecto que corre bem demais, e de outras peripécias. "Ilusão (ou o que quiserem)" é um romance satírico sobre um homem à procura da realidade, no meio de tantos, tantos fantasmas, vozes sem corpo, corpos sem voz, e da multidão de desconhecidos que faz parte da nossa vida de todos os dias.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Jorge é uma espécie de actor que vive de expedientes (anúncios, dobragens, figuração), à espera da sua oportunidade; o grupo de teatro a que pertence não se entende sobre o próximo projecto. Quando a mulher, uma professora de Português profundamente deprimida, entra em furor pedagógico, abre espaço e põe em marcha uma série de acontecimentos que terão para Jorge a importância de uma única, ténue revelação. Esta é a história de uma separação, mas também de uma paixão obsessiva, de uma viagem patética, de um projecto que corre bem demais, e de outras peripécias. "Ilusão (ou o que quiserem)" é um romance satírico sobre um homem à procura da realidade, no meio de tantos, tantos fantasmas, vozes sem corpo, corpos sem voz, e da multidão de desconhecidos que faz parte da nossa vida de todos os dias.
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