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Nº Páginas: 32
Sinopse:
A Bia é uma menina adorável, mas muito teimosa. No entanto, como todas as meninas, também consegue ser uma Princesa Perfeita, que faz tudo direitinho, como deve ser. Descobre o teu diploma de Princesa Perfeita no final do livro.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
A extraordinária vida de um dos mais acarinhados artistas de Portugal Poucas vezes, ou talvez nunca, um artista português terá sido admirado de forma tão transversal. Entre jovens e mais velhos, do Norte ao Sul, em Portugal e nas comunidades emigrantes, na descontração das festas de verão ou na formalidade dos salões, com música tradicional ou em jazz, da rádio à televisão, Toy construiu uma marca que assenta em duas linguagens: a música e a sinceridade. Coração não Tem Idade conta a vida de Toy, na primeira pessoa. Sem filtros, viaja pela fidelidade a Setúbal, pelas raízes familiares que o ligam ao Norte e à Andaluzia espanhola e pelos despertares para o canto e para os instrumentos musicais. Revisita dramas de adolescência, amores profundos, paixões intensas, incríveis exageros ou a dureza implacável da vida a trabalhar como torneiro mecânico emigrado na Alemanha, para depois se aventurar pela impressionante agilidade do seu processo criativo. Incluindo dezenas de fotografias pessoais, letras manuscritas das canções mais celebradas e emocionantes testemunhos de familiares e amigos, a autobiografia de Toy é uma obra inspiradora, um exemplo de criatividade e persistência.
Alt.1.5 X Larg.11.2 X Comp.8.4
Alt.1.5 X Larg.11.2 X Comp.8.4
Alt.1.5 X Larg.11.2 X Comp.8.4
Alt.1.2 X Larg.21 X Comp.14.8
Alt.1.5 X Larg.11.2 X Comp.8.4
Alt.1.5 X Larg.11.2 X Comp.8.4
Alt.1.5 X Larg.11.2 X Comp.8.4
Alt.12.5 X Larg.10.5 X Comp.8
Alt.13.5 X Larg.8.5 X Comp.9
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 416
Sinopse: Nem a morte poderá separar-nos Sonya MacTavish fi ca espantada quando descobre que o seu falecido pai tinha um irmão gémeo, do qual nunca teve conhecimento, e que o seu recém-descoberto tio lhe deixou uma majestosa casa vitoriana na costa do Maine, com a condição de ela lá residir por, pelo menos, três anos. Com o fim recente do seu noivado, Sonya parte em busca de respostas: porque foram os rapazes separados à nascença? E porque tudo foi mantido em segredo? Trey, o jovem advogado que a recebe na mansão situada no topo de um penhasco, nota a inquietação de Sonya - e reconhece que, sim, a mansão está assombrada, mas apenas um bocadinho. Efetivamente, Sonya encontra objetos movidos e música a tocar do nada. Ela vê um quadro pintado pelo seu pai que está, inexplicavelmente, pendurado no escritório do seu falecido tio, e um retrato de uma mulher chamada Astrid, a quem o advogado se refere como «a primeira noiva perdida». Para Sonya, rapidamente se torna claro que ela herdou muito mais do que uma casa. Ela herdou uma maldição centenária e um enigma que tem de ser resolvido a todo o custo
Alt.12.5 X Larg.10.5 X Comp.8
Alt.16.5 X Larg.11.6 X Comp.17.3
Alt.16.5 X Larg.6.8 X Comp.13.4
Alt.16.5 X Larg.11.6 X Comp.17.3
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 256
Sinopse: Na pequena comunidade de Rauðasandur, situada no extremo norte da Islândia, em inícios do século XIX, todos falam sobre a discórdia que reina em Sjöund e os rumores de adultério entre os dois casais que habitam esta quinta isolada. Quando, logo depois do falecimento suspeito de Guðrún, mulher de Bjarni, sempre doente e queixosa, o mar devolve o corpo desfigurado de um homem, ninguém duvida tratar-se de Jón, o marido da enérgica e resoluta Steinunn. Esta e Bjarni são presos e conduzidos a julgamento, acusados de arquitectar a morte dos respectivos cônjuges. Todo o processo é relatado por Eyjólfur Kolbeinsson, o jovem e inexperiente vigário daquela remota paróquia, interiormente dividido entre a busca por uma verdade que satisfaça a justiça terrena, fria e intransigente, e o conforto espiritual dos seus paroquianos, cuja alma tormentosa é o reflexo da natureza envolvente, agreste e hostil. Extraordinário romance de suspense sobre a culpa e a justiça, o arrependimento e a expiação, por muitos considerado o precursor do noir nórdico, Ave Negra, de Gunnar Gunnarsson, baseia-se em factos reais e retrata magistralmente a sociedade islandesa do século XIX, na qual todos acabam por ser vítimas e algozes.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 368
Sinopse: Uma história sobre como a solidão pode desaparecer quando se estende uma mão Ou um de oito tentáculos Depois da morte do marido, Tova Sullivan começa a trabalhar à noite nas limpezas do Aquário de Sowell Bay. Manter-se ocupada já é há muito tempo o seu segredo para lidar com a dor, desde que o seu filho de 18 anos, Erik, desapareceu misteriosamente a bordo de um barco há mais de trinta anos. Enquanto trabalha, Tova aproxima-se do casmurro Marcellus, um polvo-gigante-do-pacífico que vive no aquário. Marcellus é bem mais inteligente do que as pessoas pensam e, por princípio, jamais ergueria nem que fosse um dos seus oito tentáculos para ajudar os seus captores humanos até formar uma extraordinária amizade com Tova, claro. Sendo a criatura tão inteligente que é, Marcellus percebe o que aconteceu na noite em que o filho de Tova desapareceu. E agora deverá recorrer a todos os truques que o seu corpo invertebrado lhe permite para lhe revelar a verdade, antes que seja tarde demais. Criaturas Extremamente Inteligentes, o romance de estreia de Shelby Van Pelt, é uma admirável viagem pela amizade, pelos caminhos da compaixão e da esperança, a prova de que um olhar corajoso para o passado pode abrir caminho a um futuro impensável.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 112
Sinopse: Nos turbulentos finais dos anos 50, quando Portugal fervilhava entre a miséria, a coragem e a repressão, um homem simples torna-se protagonista de uma das fugas mais audaciosas da história do regime salazarista. António Tereso, motorista da Carris e militante clandestino do PCP, é preso pela PIDE e, quebrado pela tortura, carrega uma culpa que o consome falou quando não devia. Agora, precisa de recuperar a honra perante a família, os companheiros e o próprio Partido. A Fuga revela o percurso íntimo e heróico de Tereso a vergonha, o isolamento entre os rachados, a humilhação e o plano impossível que aceita para se redimir organizar uma evasão da fortíssima cadeia de Caxias. Durante dois anos vive uma dupla identidade, conquista a confiança dos guardas e prepara, em segredo absoluto, uma operação digna de cinema. O resultado é uma fuga espetacular, um carro blindado oferecido por Hitler a Salazar, sete dos mais importantes dirigentes comunistas escondidos no seu interior e um homem determinado a recuperar a dignidade perdida custe o que custar.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 360
Sinopse: O Ramo de Ouro marcou as Humanidades modernas com ampla influência nos estudos de religiões antigas, literatura e historiografia A Morte do Deus, segundo livro de O Ramo de Ouro, de Sir James George Frazer, gira em torno da ideia de que é preciso matar a figura terrestre de Deus para que tudo possa florescer e prosperar. Quando as sociedades começam a praticar a agricultura, começam também a venerar a divindade dos cereais, personificada numa pessoa ou animal que é quem proporciona o alimento. Acreditando que a força vital diminui com o tempo, estas divindades tinham de morrer na flor da idade, seguindo anualmente o ciclo das estações em antecipação da chegada da Primavera, época do renascimento. Entre outras divindades e seres mitológicos, Átis, Osíris, Ísis, Adónis e Dionísio morrem e renascem, símbolos do ciclo agrícola que perece no Inverno e ressurge renovado na Primavera.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 168
Sinopse: Se o leitor é propenso a estados melancólicos que têm origem num mal de amor, numa inquietação religiosa, num período de luto ou de perda, na sequência de uma doença ou de uma ameaça de depressão, Robert Burton tem uma palavra de ajuda, incluindo a descrição da bílis negra, ou conselhos de cozinha. Anatomia da Melancolia (1621) não é apenas um tratado médico, mas também um livro interminável marcado pela ironia, pela filosofia, pela poesia ou pela leitura de todos os livros da biblioteca de Oxford, onde trabalhava. O leitor reconhece nestas páginas cheias de compaixão muito do que sabe sobre a melancolia, que influenciou autores como Laurence Sterne, Samuel Johnson, Keats, J.L. Borges, Beckett, Virginia Woolf ou Nick Cave. É um livro sobre tudo; uma viagem na condição humana. Não é um romance, um tratado, um poema épico, uma obra histórica; é, de forma bastante consciente, o livro que põe fim a todos os livros do seu tempo. Compilado a partir de todos os livros existentes numa biblioteca do século XVII, foi concebido para explicar e dar conta de todas as emoções e pensamentos humanos. Não se restringe à melancolia, ou, como chamamos hoje, à depressão; mas um estudo aprofundado da obra teria de ser sobre tudo. É por isso que a edição completa tem 1500 páginas Burton nunca o terminou, estritamente falando: havia sempre algo mais para acrescentar. Este é um resumo perfeito dessa grande obra. «O melhor livro jamais escrito.» The Guardian «Não se trata apenas dos pensamentos de Burton sobre o tema da melancolia, mas dos pensamentos de todos os que já refletiram sobre ela, ou sobre outros assuntos, sejam eles duendes, beleza, a geografia da América, digestão, paixões, bebida, beijos, ciúme ou erudição.» The Guardian «A Anatomia da Melancolia é a revelação de uma personalidade: uma personalidade tão vívida e generosa, tão bem-humorada, tão humana, tão tolerante, excêntrica e sábia, tão repleta de conhecimento e tão rica em histórias absurdas e comoventes, que uma hora de leitura é um estímulo para a alma.» The Daily Telegraph «Uma obra-prima. É uma das mais belas obras em prosa da língua inglesa, divertida, de dar gargalhadas, que parece transmitir o carácter de seu autor com rara clareza. É uma ode à leitura.» The Guardian
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 80
Sinopse: Como ser um Epicurista é um manual de lucidez para quem procura paz num mundo inquieto, sem dogmas e sem promessas vãs. Esta obra é um dos guias filosóficos mais práticos para uma vida bem vivida.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 168
Sinopse: Chiri e Dai são duas crianças órfãs que vivem num orfanato perto de uma floresta, onde descobrem um portal escondido que os transporta ao reino secreto de Puddin, um mundo mágico e sombrio, repleto de seres encantados mas que é atormentado por um vilão conhecido como o Rei Sombrio. Não tarda até Chiri e Dai se tornarem aliados de bruxas, bardos, ogres e feiticeiros na luta contra o mal. Será que os dois protagonistas conseguirão voltar para casa e acabar com a escuridão que despertou com a sua chegada? Vencedora do Prémio Waterstones Best Book For Younger Readers, esta é uma obra que já conquistou o coração de milhares de leitores por todo o mundo.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 504
Sinopse: Com uma imaginação criativa que não conhece limites, esta é uma história sobre dois homens, uma misteriosa mulher e o século XX, que consegue conter nas suas páginas a brutalidade, a beleza e a multiplicidade do mundo moderno. São três os protagonistas desta incrível e estranhamente vertiginosa aventura: Benny Profane, que, como nunca teve muito a perder, nunca procurou por nada; Herbert Stencil, que procura algo que acredita ter perdido; e V. Mas quem, onde ou o que é V.? V. é uma mulher, Vittoria, Veronica, Violet, Vera, mas é também todas as mulheres. V. é uma cidade, um reino imaginário, um clube de jazz, um rato nos esgotos de Nova Iorque. V. é a obsessão que atormenta os seres humanos do princípio ao fim dos tempos. V. é a réstia de luz para a qual devemos tender, num beco que parecia sem saída. V. é a árdua busca de si mesmo num mundo onde é cada vez mais difícil permanecer humano. E se V. não for, afinal, nada menos do que a chave para explicar o caos que todos conhecemos? «O que são as coxas abertas para o libertino, o que é o voo das aves migratórias para o ornitólogo, o que é a tenaz para o ferreiro, era isso a letra V para o jovem Stencil.» Abrangendo quase seis décadas, serpenteando por várias e maravilhosas paragens e repleto de personagens excêntricas, V. é o clássico contemporâneo abismal, irreverente e, a espaços, hilariante que apresentou ao mundo o génio ímpar de Thomas Pynchon. É um romance agudamente realista, surreal, feérico e nubloso, que desemboca num final de lucidez inigualável. Romance finalista do National Book Award «Pynchon é provavelmente o melhor de todos os grandes romancistas norte-americanos vivos.» Harold Bloom «Nestas páginas, nada parece ter sido incluído de forma arbitrária. O romance navega majestaticamente por lugares incomensuráveis para o ser humano. O que significa? Quem é, afinal, V.? Poucos livros nos assombram assim.» TIME
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 160
Sinopse: Um romance moderno que carrega a voz intemporal do sofrimento amoroso e da devastação de uma mulher perante o abandono masculino. Um dos maiores sucessos de vendas no Brasil no ano da sua publicação original, abrindo um longo debate sobre o fenómeno do ghosting. Segundo livro de Natalia Timerman publicado em Portugal, depois de As Pequenas Chances. Mirela é uma mulher bem-sucedida, inteligente, tranquila, alegre na sua rotina dentro de uma grande cidade. Pelo menos até submergir quase por acaso numa relação de alguns meses com Pedro, um homem discreto, a fazer doutoramento, atraente mas algo inseguro. A partir da «felicidade insuportável» afirmada por Clarice Lispector, que seria um copo cheio, Copo Vazio atira-nos directamente para o desamparo. Na história de uma relação que ecoa modernidade encontro numa aplicação, ghosting , o livro carrega a voz intemporal de sentimentos tantas vezes dissecados e nunca resolvidos: o sofrimento amoroso, a devastação perante o abandono, a incompreensão de tudo o que continua a existir em redor, as perguntas sem resposta. É possível conhecer realmente outra pessoa? Dá para carregar sozinho o peso do fim de uma relação? E quando é que «uma história pode terminar em paz, tendo se cumprido?»
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 128
Sinopse: Agustina escreve sobre o Apocalipse cum figuris de Dürer, um conjunto de imagens em que pulsa o assombro e a angústia, porventura o terrível «silêncio do céu» perante o turbilhão dos conflitos da terra, turbilhão em que o temor da invasão otomana da Europa e da consequente devastação e catástrofe eram medos primordiais. «Divide-se o texto em quinze capítulos, e cada gravura é comentada por Agustina, contextualizando a época e os seus intervenientes, revelando um conhecimento profundo da História e da Alma. É impressionante o número de grandes textos lidos e anotados por Agustina, em que estuda as épocas que em todos os aspectos influem para o aparecimento desta linguagem de fábula.» Mónica Baldaque
