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Edição: Out 2006
Nº Páginas: 348
Sinopse:
Doze anos depois da publicação do seu conhecido livro "Inventem-se Novos Pais", Daniel Sampaio actualiza as questões de relacionamento entre pais e filhos adolescentes. "Lavrar o Mar" propõe um novo olhar sobre o quotidiano das famílias: é tempo de responsabilizar os jovens pelos seus comportamentos, é o momento para deixarmos de os considerar seres imaturos a quem não podemos pedir contas. Nesta obra, salienta-se a decisiva importância de uma infância organizada à volta do amor e da disciplina, como garante de uma adolescência saudável; estimulam-se novas formas de diálogo entre pais e filhos, sem esquecer que a decisiva palavra tem de caber aos mais velhos; e são dados numerosos exemplos de possíveis conflitos quotidianos como os horários, os dinheiros, os prémios e os castigos, a Internet, o sexo, o álcool e as drogas. Em correspondência com Eulália Barros, o tema da escola é revisitado e são apontadas novas linhas de reflexão sobre o ensino e a aprendizagem. Escrito de forma clara e acessível, mas sedimentado numa vasta experiência do autor no trabalho com adolescentes, "Lavrar o Mar" é uma obra indispensável a pais e educadores e um oportuno momento de reflexão para os mais jovens.
Nº Páginas: 348
Sinopse:
Doze anos depois da publicação do seu conhecido livro "Inventem-se Novos Pais", Daniel Sampaio actualiza as questões de relacionamento entre pais e filhos adolescentes. "Lavrar o Mar" propõe um novo olhar sobre o quotidiano das famílias: é tempo de responsabilizar os jovens pelos seus comportamentos, é o momento para deixarmos de os considerar seres imaturos a quem não podemos pedir contas. Nesta obra, salienta-se a decisiva importância de uma infância organizada à volta do amor e da disciplina, como garante de uma adolescência saudável; estimulam-se novas formas de diálogo entre pais e filhos, sem esquecer que a decisiva palavra tem de caber aos mais velhos; e são dados numerosos exemplos de possíveis conflitos quotidianos como os horários, os dinheiros, os prémios e os castigos, a Internet, o sexo, o álcool e as drogas. Em correspondência com Eulália Barros, o tema da escola é revisitado e são apontadas novas linhas de reflexão sobre o ensino e a aprendizagem. Escrito de forma clara e acessível, mas sedimentado numa vasta experiência do autor no trabalho com adolescentes, "Lavrar o Mar" é uma obra indispensável a pais e educadores e um oportuno momento de reflexão para os mais jovens.
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Publicado em 1975, constituiu uma revelação e uma revolução, conquistando o estatuto de clássico da literatura brasileira. História familiar com ressonâncias bíblicas, em que se entrelaçam o novelesco, o lírico e uma alta carga sensual, Lavoura arcaica é uma obra-chave da literatura de língua portuguesa.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Publicado em 1975, constituiu uma revelação e uma revolução, conquistando o estatuto de clássico da literatura brasileira. História familiar com ressonâncias bíblicas, em que se entrelaçam o novelesco, o lírico e uma alta carga sensual, Lavoura arcaica é uma obra-chave da literatura de língua portuguesa.
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Edição: Abr 2002
Nº Páginas: 34
Sinopse:
Lavas as mãos muitas vezes? Quando é que limpaste as unhas? E penteaste-te esta manhã? Andar limpo ocupa muito tempo e energia. Então por que é que temos de o fazer? A resposta encontra-se nesta divertida exploração da higiene pessoal, tanto de humanos como de animais – perfeita para quem precisa de ser convencido da necessidade de Lavar, Escovar, Esfregar!
Nº Páginas: 34
Sinopse:
Lavas as mãos muitas vezes? Quando é que limpaste as unhas? E penteaste-te esta manhã? Andar limpo ocupa muito tempo e energia. Então por que é que temos de o fazer? A resposta encontra-se nesta divertida exploração da higiene pessoal, tanto de humanos como de animais – perfeita para quem precisa de ser convencido da necessidade de Lavar, Escovar, Esfregar!
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 384
Sinopse:
A reportagem definitiva sobre a investigação que abalou o Brasil e revelou um dos maiores casos de corrupção do país. O jornalista Vladimir Netto acompanha a operação Lava Jato desde o início, revelando todos os acontecimentos do maior escândalo de corrupção do Brasil. À medida que a operação avança, descobrimos quem são as personagens-chave desse processo - políticos, gestores e empreiteiros - e como se articularam para desviar milhares de milhões dos cofres estatais. Para traçar o perfil do juiz Sérgio Moro, o fio condutor desta história, o autor tenta desvendar a personalidade do homem que inspirou medo nas figuras mais poderosas do Brasil: o seu vasto conhecimento técnico, as perguntas meticulosas, as sentenças fundamentadas e a coragem de enfrentar a pressão de advogados de renome. Repleto de informações de bastidores, ligações perigosas e diálogos de um cinismo impensável, este grande livro-reportagem, com um enredo escrito num estilo policial, é um registo histórico do período conturbado que o Brasil ainda atravessa e um livro que ajuda também o leitor português a compreender a corrupção no seu próprio país.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
A reportagem definitiva sobre a investigação que abalou o Brasil e revelou um dos maiores casos de corrupção do país. O jornalista Vladimir Netto acompanha a operação Lava Jato desde o início, revelando todos os acontecimentos do maior escândalo de corrupção do Brasil. À medida que a operação avança, descobrimos quem são as personagens-chave desse processo - políticos, gestores e empreiteiros - e como se articularam para desviar milhares de milhões dos cofres estatais. Para traçar o perfil do juiz Sérgio Moro, o fio condutor desta história, o autor tenta desvendar a personalidade do homem que inspirou medo nas figuras mais poderosas do Brasil: o seu vasto conhecimento técnico, as perguntas meticulosas, as sentenças fundamentadas e a coragem de enfrentar a pressão de advogados de renome. Repleto de informações de bastidores, ligações perigosas e diálogos de um cinismo impensável, este grande livro-reportagem, com um enredo escrito num estilo policial, é um registo histórico do período conturbado que o Brasil ainda atravessa e um livro que ajuda também o leitor português a compreender a corrupção no seu próprio país.
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Edição: Nov 2007
Nº Páginas: 56
Sinopse:
Laura e o seu irmão Pedro vêem o Pai Natal da janela de sua casa. Saem a correr, atrás dele, mas acabam por ver não só um, como dois, três,... vários Pais Natais no centro comercial! O Pedro está convencido: nenhum é verdadeiro. "O Pai Natal não existe!" A Laura quer ajudar o Pedro a voltar a gostar do Natal. Mas como? Ela própria já não tem a certeza se acredita no Pai Natal. Felizmente, ela tem a sua amiga Estrela, que a pode ajudar... Livro de primeiras leituras, abordando um tema com que todas as crianças se irão identificar: o Pai Natal existe? Porque há tantos Pais Natais?
Nº Páginas: 56
Sinopse:
Laura e o seu irmão Pedro vêem o Pai Natal da janela de sua casa. Saem a correr, atrás dele, mas acabam por ver não só um, como dois, três,... vários Pais Natais no centro comercial! O Pedro está convencido: nenhum é verdadeiro. "O Pai Natal não existe!" A Laura quer ajudar o Pedro a voltar a gostar do Natal. Mas como? Ela própria já não tem a certeza se acredita no Pai Natal. Felizmente, ela tem a sua amiga Estrela, que a pode ajudar... Livro de primeiras leituras, abordando um tema com que todas as crianças se irão identificar: o Pai Natal existe? Porque há tantos Pais Natais?
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 528
Sinopse:
A primeira parte do livro é constituída por 50 lições, em que ao ensino pragmático de questões linguísticas se juntam temas de cultura e literatura latinas. Privilegiando o uso de frases originais e de textos autênticos, este método constrói o edifício gramatical que permite, na sua segunda parte, o acesso direto à Eneida de Vergílio - em concreto, aos seus Cantos 1 e 4, estudados na sua forma orifinal e num formato especialmente pensado para facilitar a sua compreensão. A última parte propõe a leitura integral do Livro 1 das Odes de Horácio, acompanhada de abundantes notas explicativas.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
A primeira parte do livro é constituída por 50 lições, em que ao ensino pragmático de questões linguísticas se juntam temas de cultura e literatura latinas. Privilegiando o uso de frases originais e de textos autênticos, este método constrói o edifício gramatical que permite, na sua segunda parte, o acesso direto à Eneida de Vergílio - em concreto, aos seus Cantos 1 e 4, estudados na sua forma orifinal e num formato especialmente pensado para facilitar a sua compreensão. A última parte propõe a leitura integral do Livro 1 das Odes de Horácio, acompanhada de abundantes notas explicativas.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Lápides Partidas continua A Via Sinuosa. Libório Barradas, ainda preso às recordações tão profundamente sentidas de Santa Maria das Águias, deixa o enquadramento serrano da sua juventude e vem encontrar na Lisboa do tempo o ambiente pré-revolucionário que dois anos depois iria provocar o derrubamento da monarquia. Foi um período caldeado de idealismos e esperanças, que culminaria com a proclamação da República. Este livro guarda um sabor autobiográfico: o testemunho de Libório Barradas é o do próprio Aquilino — personagem ativa de muitos dos acontecimentos políticos ocorridos nos fins do reinado de D. Carlos e nos primeiros dias do de D. Manuel — que vem impregnar de um tom efetivamente vívido os episódios em que se embrenha a figura principal do livro. "Nele [1909] se faz o elogio rasgado do jovem Aquilino, tido como exemplo de homem de acção, por entre notas biográficas curiosas, concluindo: "Como escritor é um belo contista, original e burilador, e como revolucionário um admirável exemplo."" "Do prefácio de António Ventura"
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Lápides Partidas continua A Via Sinuosa. Libório Barradas, ainda preso às recordações tão profundamente sentidas de Santa Maria das Águias, deixa o enquadramento serrano da sua juventude e vem encontrar na Lisboa do tempo o ambiente pré-revolucionário que dois anos depois iria provocar o derrubamento da monarquia. Foi um período caldeado de idealismos e esperanças, que culminaria com a proclamação da República. Este livro guarda um sabor autobiográfico: o testemunho de Libório Barradas é o do próprio Aquilino — personagem ativa de muitos dos acontecimentos políticos ocorridos nos fins do reinado de D. Carlos e nos primeiros dias do de D. Manuel — que vem impregnar de um tom efetivamente vívido os episódios em que se embrenha a figura principal do livro. "Nele [1909] se faz o elogio rasgado do jovem Aquilino, tido como exemplo de homem de acção, por entre notas biográficas curiosas, concluindo: "Como escritor é um belo contista, original e burilador, e como revolucionário um admirável exemplo."" "Do prefácio de António Ventura"
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Edição: Jan 2017
Nº Páginas: 104
Sinopse:
"Podemos muito bem viver sem esperar nada da vida; até é o que acontece mais frequentemente. De uma maneira geral, as pessoas ficam em casa, contentes por o seu telefone nunca tocar; e, quando o telefone toca, deixam o atendedor automático ligado. Não haver notícias é uma boa notícia. De uma maneira geral, é assim que as pessoas são. E eu também." Antevendo um final de ano a tender para o miserável, o nosso narrador - um alter-ego desencantado de Michel Houellebecq - decide começar o novo ano com umas férias na ilha de Lanzarote, um lugar árido e inóspito, que o receberá, e à sua ironia e acidez, de braços abertos. Na companhia de um inspector de polícia luxemburguês taciturno e deprimido e com a ajuda de duas joviais alemãs adeptas do nudismo e das carícias sem pudor na praia, o nosso cínico em fuga dá largas ao seu hedonismo e analisa o espécime turista em acção numa paisagem tão agreste quanto as suas observações clínicas.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
"Podemos muito bem viver sem esperar nada da vida; até é o que acontece mais frequentemente. De uma maneira geral, as pessoas ficam em casa, contentes por o seu telefone nunca tocar; e, quando o telefone toca, deixam o atendedor automático ligado. Não haver notícias é uma boa notícia. De uma maneira geral, é assim que as pessoas são. E eu também." Antevendo um final de ano a tender para o miserável, o nosso narrador - um alter-ego desencantado de Michel Houellebecq - decide começar o novo ano com umas férias na ilha de Lanzarote, um lugar árido e inóspito, que o receberá, e à sua ironia e acidez, de braços abertos. Na companhia de um inspector de polícia luxemburguês taciturno e deprimido e com a ajuda de duas joviais alemãs adeptas do nudismo e das carícias sem pudor na praia, o nosso cínico em fuga dá largas ao seu hedonismo e analisa o espécime turista em acção numa paisagem tão agreste quanto as suas observações clínicas.
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Livro concebido pelo fotógrafo João Francisco Vilhena, com textos dos Cadernos de Lanzarote, de José Saramago, a partir do seu encontro com o escritor na ilha onde José Saramago fincará as raízes que darão lugar à segunda parte da sua vida literária, numa profunda ligação com a natureza, qual regresso às origens, narradas n'As Pequenas Memórias e face à aproximação da velhice e da morte. Um livro belíssimo sobre o sentido da vida e da escrita, uma homenagem a Saramago no momento em que se comemoram os quinze anos da atribuição do Prémio Nobel.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Livro concebido pelo fotógrafo João Francisco Vilhena, com textos dos Cadernos de Lanzarote, de José Saramago, a partir do seu encontro com o escritor na ilha onde José Saramago fincará as raízes que darão lugar à segunda parte da sua vida literária, numa profunda ligação com a natureza, qual regresso às origens, narradas n'As Pequenas Memórias e face à aproximação da velhice e da morte. Um livro belíssimo sobre o sentido da vida e da escrita, uma homenagem a Saramago no momento em que se comemoram os quinze anos da atribuição do Prémio Nobel.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Tens de Rezar e o Bem Praticar, ou o Falecido Papá Dentilária Virá para te Levar. Esta é a história de uma aldeia inglesa situada a não mais de meia hora de distância de Londres, não muito diferente de todas as outras: com o seu pub, a sua igreja, as suas lojas e casas de tijolo vermelho, repleta de vozes que falam de amor e desejos, de trabalho e de morte e das coisas quotidianas. A aldeia pertence ao presente, mas também ao seu passado, às famílias desaparecidas há gerações e às que para lá se mudaram há pouco tempo. Pertence igualmente ao Falecido Papá Dentilária. Todas as crianças conhecem esta figura lendária, feita de folhas de hera, parte da paisagem desta aldeia há centenas de anos. Ele viu monges executados, bruxas afogadas, viu a chacina industrial de animais, viu pessoas a fazerem mal aos que lhes eram próximos ou a si mesmas. Viu a própria terra desintegrar-se, despedaçada por arame, vedações e leis. Viu-a envenenada por químicos. E agora, o Falecido Papá Dentilária acordou… Por que razão se pôs novamente à escuta? E, sobretudo, o que quererá de Lanny, um curioso rapaz recém-chegado à aldeia? Com "Lanny", um romance brilhante, detentor de uma energia quase anárquica que funde fabulismo com o quotidiano, Max Porter amplia o já extraordinário universo que criou com "O Luto É a Coisa com Penas".
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Tens de Rezar e o Bem Praticar, ou o Falecido Papá Dentilária Virá para te Levar. Esta é a história de uma aldeia inglesa situada a não mais de meia hora de distância de Londres, não muito diferente de todas as outras: com o seu pub, a sua igreja, as suas lojas e casas de tijolo vermelho, repleta de vozes que falam de amor e desejos, de trabalho e de morte e das coisas quotidianas. A aldeia pertence ao presente, mas também ao seu passado, às famílias desaparecidas há gerações e às que para lá se mudaram há pouco tempo. Pertence igualmente ao Falecido Papá Dentilária. Todas as crianças conhecem esta figura lendária, feita de folhas de hera, parte da paisagem desta aldeia há centenas de anos. Ele viu monges executados, bruxas afogadas, viu a chacina industrial de animais, viu pessoas a fazerem mal aos que lhes eram próximos ou a si mesmas. Viu a própria terra desintegrar-se, despedaçada por arame, vedações e leis. Viu-a envenenada por químicos. E agora, o Falecido Papá Dentilária acordou… Por que razão se pôs novamente à escuta? E, sobretudo, o que quererá de Lanny, um curioso rapaz recém-chegado à aldeia? Com "Lanny", um romance brilhante, detentor de uma energia quase anárquica que funde fabulismo com o quotidiano, Max Porter amplia o já extraordinário universo que criou com "O Luto É a Coisa com Penas".
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Com dezenas de receitas e sugestões deliciosas de lanches para os mais novos… e não só. Lanches Saudáveis, Melhor Aprendizagem não é um livro de receitas, mas tem receitas. Não é um manual para professores, mas tem atividades e projetos para eles colocarem em prática em conjunto com os seus alunos. Não é uma obra de referência académica, mas tem conteúdos científicos. É um livro tão simples que pode ser usado pelos professores, pelos pais e pelas próprias crianças. Conheça mais sobre: - Hiperatividade, autismo e obesidade; - Lanches escolares e receitas para crianças; - Estratégias para introduzir a alimentação consciente em sala de aula; - Aprender a ler os rótulos; - E muito mais… Inclui fichas de atividades para professores!
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Com dezenas de receitas e sugestões deliciosas de lanches para os mais novos… e não só. Lanches Saudáveis, Melhor Aprendizagem não é um livro de receitas, mas tem receitas. Não é um manual para professores, mas tem atividades e projetos para eles colocarem em prática em conjunto com os seus alunos. Não é uma obra de referência académica, mas tem conteúdos científicos. É um livro tão simples que pode ser usado pelos professores, pelos pais e pelas próprias crianças. Conheça mais sobre: - Hiperatividade, autismo e obesidade; - Lanches escolares e receitas para crianças; - Estratégias para introduzir a alimentação consciente em sala de aula; - Aprender a ler os rótulos; - E muito mais… Inclui fichas de atividades para professores!
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Lamento de Uma América em Ruínas é uma análise pessoal e apaixonada de uma cultura em crise - a dos americanos brancos e pobres. A desintegração deste grupo, um processo lento que começou nos anos 70, tem sido cada vez mais notada e causado alarme, mas nunca antes tinha sido descrita de forma tão íntima e sentida. Em Lamento de Uma América em Ruínas J. D. Vance relata com pormenor o declínio daquela população, contado na perspectiva de quem nasceu, e está condenado a viver, no meio dela. A história da família Vance começou com o otimismo e a esperança próprios da América do pós-guerra. Os avós de J. D. eram "extremamente pobres e viviam apaixonados", e mudaram-se da região apalache do Kentucky para o Ohio, mais a Norte, na tentativa de escapar à miséria generalizada na sua comunidade. Tiveram sucesso e formaram uma família de classe média, tendo o seu neto acabado por se licenciar na Yale Law School, um símbolo de sucesso e de prestígio social. Mas à medida que a saga familiar de Lamento de Uma América em Ruínas se desenrola, ficamos também a saber que os avós, os tios, a irmã e, sobretudo, a mãe de J. D. lutaram muito para se adequarem às exigências das suas novas vidas de classe média, nunca tendo escapado por completo ao legado das gerações anteriores, marcado pelo abuso, alcoolismo, pobreza e trauma, tão comuns nessa região dos Estados Unidos da América. Com uma honestidade rara, Vance confidencia que também ele transporta os demónios da herança familiar caótica. Um testemunho revelador e comovente, Lamento de Uma América em Ruínas conta como os grupos sociais desfavorecidos vivem no país mais rico do mundo. E é uma meditação urgente e perturbadora sobre a perda do Sonho Americano para um largo espetro da população.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Lamento de Uma América em Ruínas é uma análise pessoal e apaixonada de uma cultura em crise - a dos americanos brancos e pobres. A desintegração deste grupo, um processo lento que começou nos anos 70, tem sido cada vez mais notada e causado alarme, mas nunca antes tinha sido descrita de forma tão íntima e sentida. Em Lamento de Uma América em Ruínas J. D. Vance relata com pormenor o declínio daquela população, contado na perspectiva de quem nasceu, e está condenado a viver, no meio dela. A história da família Vance começou com o otimismo e a esperança próprios da América do pós-guerra. Os avós de J. D. eram "extremamente pobres e viviam apaixonados", e mudaram-se da região apalache do Kentucky para o Ohio, mais a Norte, na tentativa de escapar à miséria generalizada na sua comunidade. Tiveram sucesso e formaram uma família de classe média, tendo o seu neto acabado por se licenciar na Yale Law School, um símbolo de sucesso e de prestígio social. Mas à medida que a saga familiar de Lamento de Uma América em Ruínas se desenrola, ficamos também a saber que os avós, os tios, a irmã e, sobretudo, a mãe de J. D. lutaram muito para se adequarem às exigências das suas novas vidas de classe média, nunca tendo escapado por completo ao legado das gerações anteriores, marcado pelo abuso, alcoolismo, pobreza e trauma, tão comuns nessa região dos Estados Unidos da América. Com uma honestidade rara, Vance confidencia que também ele transporta os demónios da herança familiar caótica. Um testemunho revelador e comovente, Lamento de Uma América em Ruínas conta como os grupos sociais desfavorecidos vivem no país mais rico do mundo. E é uma meditação urgente e perturbadora sobre a perda do Sonho Americano para um largo espetro da população.
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Edição: Jan 2012
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Estados Unidos da Terra, Madrid 2109.Uma série de replicantes parece estar a enlouquecer, cometendo assassinatos brutais e suicidando-se de seguida. A detetive Bruna Husky, uma replicante de combate, é contratada para descobrir quem e o que está por detrás desta onda de loucura coletiva, num entorno social cada vez mais instável. Entretanto, o arquivo central de documentação da Terra está a ser alvo de pirataria informática: uma mão anónima anda a manipular a História da Humanidade.Feroz, solitária, inadaptada, e dolorosamente consciente de cada minuto de vida que lhe resta, Bruna Husky mergulha numa conspiração xenófoba mundial, enfrentando a constante suspeita de traição dos que se dizem seus aliados, e encontrando na companhia de uma série de marginais - capazes de conservar a razão e a ternura no meio da loucura da perseguição - uma vitalidade aguerrida."Lágrimas na Chuva" é um romance futurista sobre a sobrevivência, sobre a ética política e individual, sobre o amor e a necessidade do próximo, e sobretudo sobre a memória e a busca de identidade. Rosa Montero transporta-nos a um futuro imaginário, coerente e poderoso, para melhor nos alertar sobre os perigos das grandes opções do presente.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Estados Unidos da Terra, Madrid 2109.Uma série de replicantes parece estar a enlouquecer, cometendo assassinatos brutais e suicidando-se de seguida. A detetive Bruna Husky, uma replicante de combate, é contratada para descobrir quem e o que está por detrás desta onda de loucura coletiva, num entorno social cada vez mais instável. Entretanto, o arquivo central de documentação da Terra está a ser alvo de pirataria informática: uma mão anónima anda a manipular a História da Humanidade.Feroz, solitária, inadaptada, e dolorosamente consciente de cada minuto de vida que lhe resta, Bruna Husky mergulha numa conspiração xenófoba mundial, enfrentando a constante suspeita de traição dos que se dizem seus aliados, e encontrando na companhia de uma série de marginais - capazes de conservar a razão e a ternura no meio da loucura da perseguição - uma vitalidade aguerrida."Lágrimas na Chuva" é um romance futurista sobre a sobrevivência, sobre a ética política e individual, sobre o amor e a necessidade do próximo, e sobretudo sobre a memória e a busca de identidade. Rosa Montero transporta-nos a um futuro imaginário, coerente e poderoso, para melhor nos alertar sobre os perigos das grandes opções do presente.
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Edição: Mai 2005
Nº Páginas: 206
Sinopse:
Este romance, escrito por Ana Macedo de 16 anos, aborda de uma forma só capaz de ser captada pelos olhos e pela alma de uma adolescente, os problemas da sua vida. É neste cenário que toda a maravilhosa trama nos mostra a força e dinamismo da juventude. O mistério faz parte do seu dia-a-dia. A obra envolve-se de magia e é inundada por lágrimas que ganham cor e constituem o arco-íris.
Nº Páginas: 206
Sinopse:
Este romance, escrito por Ana Macedo de 16 anos, aborda de uma forma só capaz de ser captada pelos olhos e pela alma de uma adolescente, os problemas da sua vida. É neste cenário que toda a maravilhosa trama nos mostra a força e dinamismo da juventude. O mistério faz parte do seu dia-a-dia. A obra envolve-se de magia e é inundada por lágrimas que ganham cor e constituem o arco-íris.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Num mundo tão acelerado, não seria incrível se conseguíssemos abrandar e aproveitar a vida com menos pressão, menos stress e mais tempo para as coisas que realmente adoramos? Lagom significa "nem de mais, nem de menos - no ponto" e traduz o modo de vida sueco, centrado em procurar o equilíbrio perfeito que funcione. Um presente de Natal ideal.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Num mundo tão acelerado, não seria incrível se conseguíssemos abrandar e aproveitar a vida com menos pressão, menos stress e mais tempo para as coisas que realmente adoramos? Lagom significa "nem de mais, nem de menos - no ponto" e traduz o modo de vida sueco, centrado em procurar o equilíbrio perfeito que funcione. Um presente de Natal ideal.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Lagom Conheça a fórmula dos suecos para a felicidade "nem pouco, nem demasiado: na medida certa". Ao adotar um estilo de vida lagom, é possível: - Reduzir o seu impacto ambiental; - Melhorar o equilíbrio entre trabalho e vida privada; - Libertar a sua casa de coisas inúteis; - Tornar-se um consumidor mais consciente; - Valorizar as relações com aqueles que ama; - Apreciar boa comida ao estilo sueco; - Produzir os seus próprios alimentos; - Desfrutar de exercício físico saudável na natureza; - Viver uma vida mais equilibrada e feliz.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Lagom Conheça a fórmula dos suecos para a felicidade "nem pouco, nem demasiado: na medida certa". Ao adotar um estilo de vida lagom, é possível: - Reduzir o seu impacto ambiental; - Melhorar o equilíbrio entre trabalho e vida privada; - Libertar a sua casa de coisas inúteis; - Tornar-se um consumidor mais consciente; - Valorizar as relações com aqueles que ama; - Apreciar boa comida ao estilo sueco; - Produzir os seus próprios alimentos; - Desfrutar de exercício físico saudável na natureza; - Viver uma vida mais equilibrada e feliz.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 656
Sinopse:
Paixão, determinação e criaturas diabólicas, nesta nova e tão aguardada trilogia de Cassandra Clare. Os Caçadores de Sombras de Los Angeles voltam com novas aventuras. Passaram cinco anos desde que o mundo dos Caçadores de Sombras esteve à beira da extinção. Emma Carstairs já não é uma criança de luto, mas uma jovem guerreira determinada a descobrir quem matou os seus pais e a vingar a sua perda.
Nº Páginas: 656
Sinopse:
Paixão, determinação e criaturas diabólicas, nesta nova e tão aguardada trilogia de Cassandra Clare. Os Caçadores de Sombras de Los Angeles voltam com novas aventuras. Passaram cinco anos desde que o mundo dos Caçadores de Sombras esteve à beira da extinção. Emma Carstairs já não é uma criança de luto, mas uma jovem guerreira determinada a descobrir quem matou os seus pais e a vingar a sua perda.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Laços de família é a história desoladora e comovente da luta de uma mulher para fazer as pazes com o seu passado e assumir o controlo do seu futuro. Susan Wiggs, oferece-nos uma narrativa divertida e dinâmica. Personagens extravagantes e engenhosos que se envolvem numa história comovente
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Laços de família é a história desoladora e comovente da luta de uma mulher para fazer as pazes com o seu passado e assumir o controlo do seu futuro. Susan Wiggs, oferece-nos uma narrativa divertida e dinâmica. Personagens extravagantes e engenhosos que se envolvem numa história comovente
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Do simples ao complexo, do possível ao impossível, estes labirintos são incrivelmente divertidos!Este livro tem oitenta labirintos para resolveres. A cada página, vão ficando mais complexos, até chegares ao mais desafiante e extraordinário labirinto que alguma vez tiveste de decifrar. Tão difícil que te sentirás tentado a ir ver a solução! Mas tens de resistir…Todos os desafios terão de ser feitos dentro de um tempo limite, o que torna o jogo ainda mais entusiasmante. Atribui pontos e vê se consegues ser o melhor dos melhores. Agora, pega no lápis e prepara-te para perder o fôlego!
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Do simples ao complexo, do possível ao impossível, estes labirintos são incrivelmente divertidos!Este livro tem oitenta labirintos para resolveres. A cada página, vão ficando mais complexos, até chegares ao mais desafiante e extraordinário labirinto que alguma vez tiveste de decifrar. Tão difícil que te sentirás tentado a ir ver a solução! Mas tens de resistir…Todos os desafios terão de ser feitos dentro de um tempo limite, o que torna o jogo ainda mais entusiasmante. Atribui pontos e vê se consegues ser o melhor dos melhores. Agora, pega no lápis e prepara-te para perder o fôlego!
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Numa época como a nossa, em que cerca de metade dos casamentos terminam em divórcio, o problema torna-se sério e não deixa ninguém indiferente. Pode dizer-se que todos nós, direta ou indiretamente, somos atingidos pelo fenómeno e pelas suas consequências, e que todos nós, ainda que em diferente medida, temos que o enfrentar. Que fazer então? Neste livro que agora entrega ao público - Labirinto de Mágoas. As crises do casamento e como enfrentá-las - Daniel Sampaio conduz-nos numa reflexão tão profunda quanto ampla sobre todos os aspetos da questão: como se manifestam, e quais são, os primeiros sintomas da desagregação do casal; como detetar esses sintomas e como adotar perante eles uma atitude crítica; como lidar com os filhos dentro de um casamento que se desagrega; que papel pode ter a família de cada um dos cônjuges; qual o papel e virtudes da terapia conjugal; como conduzir um divórcio (se for esse o caso) com o menor número de danos. No final de cada tema existe a rubrica. O livro conta ainda com um capítulo dedicado aos conflitos próprios da conjugalidade gay e lésbica.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Numa época como a nossa, em que cerca de metade dos casamentos terminam em divórcio, o problema torna-se sério e não deixa ninguém indiferente. Pode dizer-se que todos nós, direta ou indiretamente, somos atingidos pelo fenómeno e pelas suas consequências, e que todos nós, ainda que em diferente medida, temos que o enfrentar. Que fazer então? Neste livro que agora entrega ao público - Labirinto de Mágoas. As crises do casamento e como enfrentá-las - Daniel Sampaio conduz-nos numa reflexão tão profunda quanto ampla sobre todos os aspetos da questão: como se manifestam, e quais são, os primeiros sintomas da desagregação do casal; como detetar esses sintomas e como adotar perante eles uma atitude crítica; como lidar com os filhos dentro de um casamento que se desagrega; que papel pode ter a família de cada um dos cônjuges; qual o papel e virtudes da terapia conjugal; como conduzir um divórcio (se for esse o caso) com o menor número de danos. No final de cada tema existe a rubrica. O livro conta ainda com um capítulo dedicado aos conflitos próprios da conjugalidade gay e lésbica.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Labareda, de Alberto de Lacerda: a justa antologia de um poeta injustamente esquecido, na Colecção de Poesia dirigida por Pedro Mexia. Inclui poemas inéditos "Uma das notas mais originais da poesia de Alberto de Lacerda foi sempre a do seu dom de fundir num só os tons mais delicados da nossa memória poética, ficando apenas contemporâneo de si mesmo." —Eduardo Lourenço "Exílio é a palavra central no universo poético de Alberto de Lacerda. Ela visa definir o espaço vazio dos deuses, o tempo cindido, essa irrecuperável ruptura da totalidade, da ‘linha que religava / Homens deuses céu e terra’." —António Ramos Rosa "Toda a obra de Alberto de Lacerda é uma eloquente homenagem à profundidade transparente e elegante, ao horror desmedido à pedantaria e ao indecifrado mistério da simplicidade." —Eugénio Lisboa "Para quem o conheceu pessoalmente, Alberto de Lacerda correspondia em pleno à ideia que se tem de um poeta. O facto era indiscutível. […] Acima de tudo, mantinha-se disponível para o poema, e a poesia nunca o abandonou. Visitava-o nos momentos mais banais do dia a dia, na intensidade de tudo o que o arrebatava. Tudo tinha expressão poética no mundo íntimo de Alberto de Lacerda." —Luís Amorim de Sousa, Prefácio
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Labareda, de Alberto de Lacerda: a justa antologia de um poeta injustamente esquecido, na Colecção de Poesia dirigida por Pedro Mexia. Inclui poemas inéditos "Uma das notas mais originais da poesia de Alberto de Lacerda foi sempre a do seu dom de fundir num só os tons mais delicados da nossa memória poética, ficando apenas contemporâneo de si mesmo." —Eduardo Lourenço "Exílio é a palavra central no universo poético de Alberto de Lacerda. Ela visa definir o espaço vazio dos deuses, o tempo cindido, essa irrecuperável ruptura da totalidade, da ‘linha que religava / Homens deuses céu e terra’." —António Ramos Rosa "Toda a obra de Alberto de Lacerda é uma eloquente homenagem à profundidade transparente e elegante, ao horror desmedido à pedantaria e ao indecifrado mistério da simplicidade." —Eugénio Lisboa "Para quem o conheceu pessoalmente, Alberto de Lacerda correspondia em pleno à ideia que se tem de um poeta. O facto era indiscutível. […] Acima de tudo, mantinha-se disponível para o poema, e a poesia nunca o abandonou. Visitava-o nos momentos mais banais do dia a dia, na intensidade de tudo o que o arrebatava. Tudo tinha expressão poética no mundo íntimo de Alberto de Lacerda." —Luís Amorim de Sousa, Prefácio
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Reedição de um conjunto de três pequenas histórias de Luísa Dacosta, publicado originalmente em 1993 e há muito esgotado, e que agora, com esta 1ª edição na ASA em novo formato e com novas ilustrações da autoria de Cristina Valadas, passa a integrar a colecção de "Obras Completas de Luísa Dacosta para a Infância". O texto foi distinguido, no seu conjunto, com o Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para Crianças em 1994 e constitui, porventura, um dos mais marcantes da obra infantil da Luísa Dacosta, não só pela sua excepcional riqueza vocabular (a comprovar - se dúvidas houvesse - as raízes transmontanas da Autora) mas também pelas suas referências explícitas, no Posfácio, à infância da Autora e a algumas das personagens (como a sua Mãe) que marcaram esse período da sua vida.
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Reedição de um conjunto de três pequenas histórias de Luísa Dacosta, publicado originalmente em 1993 e há muito esgotado, e que agora, com esta 1ª edição na ASA em novo formato e com novas ilustrações da autoria de Cristina Valadas, passa a integrar a colecção de "Obras Completas de Luísa Dacosta para a Infância". O texto foi distinguido, no seu conjunto, com o Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para Crianças em 1994 e constitui, porventura, um dos mais marcantes da obra infantil da Luísa Dacosta, não só pela sua excepcional riqueza vocabular (a comprovar - se dúvidas houvesse - as raízes transmontanas da Autora) mas também pelas suas referências explícitas, no Posfácio, à infância da Autora e a algumas das personagens (como a sua Mãe) que marcaram esse período da sua vida.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Ornelas, um grande banqueiro estendido sobre o chão de uma cozinha. Suicídio ou assassinato? O inspector Pereira, amante de fado e de mulheres maduras, acompanhado por Godinho, o bonacheirão, e Moreira, agente desbocada, interroga sem delicadeza a classe alta, que o ataca. Dois amantes. Um comunista. Uma drag queen. Garcia Pinto, o sogro brutal, autoritário e ávido de carne fresca. Uma esposa indiferente, apaixonada por equitação. Um cunhado drogado e incestuoso. Um colégio da ordem Domus Christi que educa as elites e encobre a pedofilia mais feroz. Um reitor sádico. Os franco-mações que preparam uma emboscada. Lisboa em festa, uma população embriagada pelas festas de Santo António, entre os cheiros enjoativos do manjerico e das sardinhas assadas. Por todo o lado, a tentação.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Ornelas, um grande banqueiro estendido sobre o chão de uma cozinha. Suicídio ou assassinato? O inspector Pereira, amante de fado e de mulheres maduras, acompanhado por Godinho, o bonacheirão, e Moreira, agente desbocada, interroga sem delicadeza a classe alta, que o ataca. Dois amantes. Um comunista. Uma drag queen. Garcia Pinto, o sogro brutal, autoritário e ávido de carne fresca. Uma esposa indiferente, apaixonada por equitação. Um cunhado drogado e incestuoso. Um colégio da ordem Domus Christi que educa as elites e encobre a pedofilia mais feroz. Um reitor sádico. Os franco-mações que preparam uma emboscada. Lisboa em festa, uma população embriagada pelas festas de Santo António, entre os cheiros enjoativos do manjerico e das sardinhas assadas. Por todo o lado, a tentação.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 184
Sinopse:
"LÁ FORA": AS CRÓNICAS ONDE PEDRO MEXIA EXPLICA PORQUE GOSTA POUCO DE SAIR DE CASA Prefácio de António Mega Ferreira Lá Fora não é um livro sobre viagens demoradas a lugares exóticos, sobre passeios venturosos a altas montanhas ou selvas escuras, ou sequer sobre grandes temporadas em metrópoles sofisticadas do mundo ocidental: aqui, Pedro Mexia, uma das grandes personalidades da cultura portuguesa contemporânea, revela, mais do que lugares físicos onde tenha estado, lugares mentais acerca dos quais pensou. Há os teatros e as livrarias de Londres, mas também a Paris, Texas, de Wim Wenders. Há a Lisboa das Avenidas Novas e do Chiado, mas também as viagens de liteira de Camilo Castelo Branco. Há os verões da infância na Figueira da Foz, mas também a ilha grega de Leonard Cohen. Deambulando por geografias de espécie diferente, Pedro Mexia — cronista, poeta, crítico literário, tradutor e editor — revela neste livro algumas das suas ideias mais interessantes sobre cinema, música, literatura, filosofia, política e religião, ao mesmo tempo que descreve lugares por onde passou e que, de alguma forma, não esqueceu. "Quem está cansado de Londres está cansado da vida, disse o Dr Johnson. Percebi o significado exacto dessa frase quando fui a Londres pela primeira vez, há dez anos. Estava cansado da vida, a vida às vezes cansa, mas em Londres descobri uma vida nova, uma espécie de epifania sóbria, contida, à inglesa. Por isso digo que foi a minha primeira vez em Londres, embora já lá tivesse ido antes: foi quando descobri que Londres me reconciliava com o facto de estar vivo. […] Em vários momentos da minha vida a ideia de "ir para Londres" ou simplesmente "ir a Londres" representou um projecto, um refúgio, um bálsamo, uma possibilidade. Foi sempre a vida que eu quis quando quis Londres. E lembro-me de um dia ter tido uma daquelas fantasias juvenis ou aventurosas que costumam aparecer em paragens mais exóticas: "viro aquela esquina e começo de novo, nunca mais sabem de mim". Outras pessoas preferem climas amenos e espaços desafogados e diversões esfuziantes. Mas a minha cidade estrangeira favorita é chuvosa, desagradável à noite, e goza-se melhor portas adentro, educada e tranquilamente, com fleuma quase infalível e aquecimento central." —Pedro Mexia
Nº Páginas: 184
Sinopse:
"LÁ FORA": AS CRÓNICAS ONDE PEDRO MEXIA EXPLICA PORQUE GOSTA POUCO DE SAIR DE CASA Prefácio de António Mega Ferreira Lá Fora não é um livro sobre viagens demoradas a lugares exóticos, sobre passeios venturosos a altas montanhas ou selvas escuras, ou sequer sobre grandes temporadas em metrópoles sofisticadas do mundo ocidental: aqui, Pedro Mexia, uma das grandes personalidades da cultura portuguesa contemporânea, revela, mais do que lugares físicos onde tenha estado, lugares mentais acerca dos quais pensou. Há os teatros e as livrarias de Londres, mas também a Paris, Texas, de Wim Wenders. Há a Lisboa das Avenidas Novas e do Chiado, mas também as viagens de liteira de Camilo Castelo Branco. Há os verões da infância na Figueira da Foz, mas também a ilha grega de Leonard Cohen. Deambulando por geografias de espécie diferente, Pedro Mexia — cronista, poeta, crítico literário, tradutor e editor — revela neste livro algumas das suas ideias mais interessantes sobre cinema, música, literatura, filosofia, política e religião, ao mesmo tempo que descreve lugares por onde passou e que, de alguma forma, não esqueceu. "Quem está cansado de Londres está cansado da vida, disse o Dr Johnson. Percebi o significado exacto dessa frase quando fui a Londres pela primeira vez, há dez anos. Estava cansado da vida, a vida às vezes cansa, mas em Londres descobri uma vida nova, uma espécie de epifania sóbria, contida, à inglesa. Por isso digo que foi a minha primeira vez em Londres, embora já lá tivesse ido antes: foi quando descobri que Londres me reconciliava com o facto de estar vivo. […] Em vários momentos da minha vida a ideia de "ir para Londres" ou simplesmente "ir a Londres" representou um projecto, um refúgio, um bálsamo, uma possibilidade. Foi sempre a vida que eu quis quando quis Londres. E lembro-me de um dia ter tido uma daquelas fantasias juvenis ou aventurosas que costumam aparecer em paragens mais exóticas: "viro aquela esquina e começo de novo, nunca mais sabem de mim". Outras pessoas preferem climas amenos e espaços desafogados e diversões esfuziantes. Mas a minha cidade estrangeira favorita é chuvosa, desagradável à noite, e goza-se melhor portas adentro, educada e tranquilamente, com fleuma quase infalível e aquecimento central." —Pedro Mexia
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Edição: Jun 2023
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"O Minho mostrou-se idílico apenas no exterior e durante o dia. A noite era povoada de sombras, de vultos fugidios, ouviam-se os assobios dos espias, apareciam fogueiras a dar sinais." Manuel Galeano - que sempre "tivera o contrabando no sangue" - desapareceu antes do segundo encontro. Inesperadamente, como cruzara o caminho do seu velho conhecido em Amsterdão. O primeiro encontro, seguido de uma conversa saborosa no bar de um hotel, cheia de memórias de juventude e de algumas confidências do presente, é o ponto de partida para uma longa evocação e uma viagem tão sentimental como perigosa em busca da história do tráfico entre o Minho e a Galiza. Há tráfico de cigarros, whisky, barras de ouro, gado e café; mas, depois, chegam as drogas duras e os protagonistas de histórias ainda mais carregadas de morte e aventura: Diogo Romano, El Min, Sito Miñanco, o Pardal, o Pepe, Mustafá, Zé Luís e o Laurestim, que durante décadas enformaram o imaginário pícaro local. Sendo uma viagem de revisitação do autor aos lugares da infância e da primeira idade adulta, La Coca é também uma investigação literária e um pequeno tratado sobre os mecanismos da memória. Um romance breve, profundamente irónico e terno. E a escrita clara, brilhante, de Rentes de Carvalho.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"O Minho mostrou-se idílico apenas no exterior e durante o dia. A noite era povoada de sombras, de vultos fugidios, ouviam-se os assobios dos espias, apareciam fogueiras a dar sinais." Manuel Galeano - que sempre "tivera o contrabando no sangue" - desapareceu antes do segundo encontro. Inesperadamente, como cruzara o caminho do seu velho conhecido em Amsterdão. O primeiro encontro, seguido de uma conversa saborosa no bar de um hotel, cheia de memórias de juventude e de algumas confidências do presente, é o ponto de partida para uma longa evocação e uma viagem tão sentimental como perigosa em busca da história do tráfico entre o Minho e a Galiza. Há tráfico de cigarros, whisky, barras de ouro, gado e café; mas, depois, chegam as drogas duras e os protagonistas de histórias ainda mais carregadas de morte e aventura: Diogo Romano, El Min, Sito Miñanco, o Pardal, o Pepe, Mustafá, Zé Luís e o Laurestim, que durante décadas enformaram o imaginário pícaro local. Sendo uma viagem de revisitação do autor aos lugares da infância e da primeira idade adulta, La Coca é também uma investigação literária e um pequeno tratado sobre os mecanismos da memória. Um romance breve, profundamente irónico e terno. E a escrita clara, brilhante, de Rentes de Carvalho.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 64
Sinopse:
"L de Lisboa" é o primeiro livro de poesia a solo que Ana Marques Gastão publica na Assírio & Alvim, após a sua estreia no catálogo da editora em 2001 com o livro "Três Vezes Deus", em co-autoria com Armando Silva Carvalho e António Rego Chaves. E embora a cidade de Lisboa esteja aqui omnipresente este é um livro que transcende largamente essa unidade temática. Portugal, História e identidade, os tempos presentes, o impuro e a beleza. "Lisboa sim ou talvez não." TERRA VERTICAL Veio de continentes antigos a terra exígua em pé enxuto, da ventania sobrou o grão de farinha e as entranhas saíram de ondas comerciantes. Além da cobiça, do dinheiro, Portugal quer ser livro, inundação, efusão de um impossível bem; seu maior tributo jaz sob o fogo, a prática é fútil, mas em dias de desejo cabe-lhe a voz, o orvalho e o mel que vêm de alto para baixo a reconstruir o sonho de uma cidade talvez um dia vertical.
Nº Páginas: 64
Sinopse:
"L de Lisboa" é o primeiro livro de poesia a solo que Ana Marques Gastão publica na Assírio & Alvim, após a sua estreia no catálogo da editora em 2001 com o livro "Três Vezes Deus", em co-autoria com Armando Silva Carvalho e António Rego Chaves. E embora a cidade de Lisboa esteja aqui omnipresente este é um livro que transcende largamente essa unidade temática. Portugal, História e identidade, os tempos presentes, o impuro e a beleza. "Lisboa sim ou talvez não." TERRA VERTICAL Veio de continentes antigos a terra exígua em pé enxuto, da ventania sobrou o grão de farinha e as entranhas saíram de ondas comerciantes. Além da cobiça, do dinheiro, Portugal quer ser livro, inundação, efusão de um impossível bem; seu maior tributo jaz sob o fogo, a prática é fútil, mas em dias de desejo cabe-lhe a voz, o orvalho e o mel que vêm de alto para baixo a reconstruir o sonho de uma cidade talvez um dia vertical.
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Edição: Jul 2017
Nº Páginas: 150
Sinopse:
Kyoto, é uma das mais belas obras de Yasunari Kawabata, autor galardoado com o Prémio Nobel de Literatura em 1968. Considerado a sua obra-prima, este romance mergulha profundamente no Universo da psicologia feminina. O tema do amor impossível, já tratado noutros romances de Kawabata, aflora novamente nesta obra de uma tão delicada e subtil narrativa.
Nº Páginas: 150
Sinopse:
Kyoto, é uma das mais belas obras de Yasunari Kawabata, autor galardoado com o Prémio Nobel de Literatura em 1968. Considerado a sua obra-prima, este romance mergulha profundamente no Universo da psicologia feminina. O tema do amor impossível, já tratado noutros romances de Kawabata, aflora novamente nesta obra de uma tão delicada e subtil narrativa.
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Edição: Jan 2008
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Este segundo livro de Kryon tem um cariz mais prático e inicia uma tradição: a presença de um capítulo sobre CIÊNCIA em todos os livros a partir daqui. Para além disso, aborda e esclarece temas como: Outras entidades: Ramtha, Solara, Adamis Vidas Passadas - Vidas Futuras Karma individual e de grupo Lemúria e Atlântida Manifestação e Co-Criação
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Este segundo livro de Kryon tem um cariz mais prático e inicia uma tradição: a presença de um capítulo sobre CIÊNCIA em todos os livros a partir daqui. Para além disso, aborda e esclarece temas como: Outras entidades: Ramtha, Solara, Adamis Vidas Passadas - Vidas Futuras Karma individual e de grupo Lemúria e Atlântida Manifestação e Co-Criação
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Um romance clássico da literatura de língua alemã, Krabat – O Moinho do Feiticeiro tem como pano de fundo histórico a Grande Guerra do Norte – travada entre potências que, no primeiro quartel do século XVIII, disputavam entre si a hegemonia no centro-leste da Europa. Otfried Preussler conta-nos a história do aprendiz de moleiro Krabat e da sua luta para libertar a azenha da maldição do Mestre-moleiro. Rituais de magia negra e de liturgia cristã, sonho e realidade, amizade e ódio coexistem no mesmo espaço da narrativa, criando uma complexa teia de mistérios or desvendar e de perigos sempre à espreita.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Um romance clássico da literatura de língua alemã, Krabat – O Moinho do Feiticeiro tem como pano de fundo histórico a Grande Guerra do Norte – travada entre potências que, no primeiro quartel do século XVIII, disputavam entre si a hegemonia no centro-leste da Europa. Otfried Preussler conta-nos a história do aprendiz de moleiro Krabat e da sua luta para libertar a azenha da maldição do Mestre-moleiro. Rituais de magia negra e de liturgia cristã, sonho e realidade, amizade e ódio coexistem no mesmo espaço da narrativa, criando uma complexa teia de mistérios or desvendar e de perigos sempre à espreita.
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Edição: Mar 2021
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Do local onde está exposta, Klara, uma Amiga Artificial com notável capacidade de observação, vê com atenção o comportamento dos que entram na loja para apreciar os artigos e dos que passam na rua e se detêm a olhar as montras. Acalenta a esperança de que entre um cliente que a escolha, mas, quando surge a possibilidade de as suas circunstâncias se alterarem para sempre, Klara é aconselhada a não se fiar muito nas promessas dos seres humanos. Através do olhar de uma narradora inesquecível, Kazuo Ishiguro contempla em Klara e o Sol o mundo moderno em rápida mudança para compreender uma questão fundamental: o que significa amar?
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Do local onde está exposta, Klara, uma Amiga Artificial com notável capacidade de observação, vê com atenção o comportamento dos que entram na loja para apreciar os artigos e dos que passam na rua e se detêm a olhar as montras. Acalenta a esperança de que entre um cliente que a escolha, mas, quando surge a possibilidade de as suas circunstâncias se alterarem para sempre, Klara é aconselhada a não se fiar muito nas promessas dos seres humanos. Através do olhar de uma narradora inesquecível, Kazuo Ishiguro contempla em Klara e o Sol o mundo moderno em rápida mudança para compreender uma questão fundamental: o que significa amar?
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