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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Os textos negam a tese de extermínio. Se as cabeças decepadas dos mouros (e cristãos) poderiam espreitar quase de casa em casa, os mouros não se ergueram da terra para serem o só alimento das espadas, primeiro no Garbe europeu, depois espetados de novo pelas lanças de Afonso V. Numa frase, mesmo quase quatro décadas depois, António Borges Coelho surpreende com este seu longo fôlego histórico. DN Artes, 9-8-2008
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Os textos negam a tese de extermínio. Se as cabeças decepadas dos mouros (e cristãos) poderiam espreitar quase de casa em casa, os mouros não se ergueram da terra para serem o só alimento das espadas, primeiro no Garbe europeu, depois espetados de novo pelas lanças de Afonso V. Numa frase, mesmo quase quatro décadas depois, António Borges Coelho surpreende com este seu longo fôlego histórico. DN Artes, 9-8-2008
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Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 416
Sinopse:
A evolução de Portugal desde a década de 70 do século passado, a sua integração na União Europeia e no primeiro mundo, o torvelinho tecnológico, político, social e noticioso em que nos movimentamos diariamente parecem remeter para um plano muito afastado um conjunto de fenómenos sociais, ambientais e económicos do nosso país que este livro repõe no nosso radar. Num trabalho de recolha sociológica e económica, esta investigação coordenada por Catarina Martins e João Teixeira Lopes dá a conhecer um conjunto de realidades presentes em Portugal e de que poucas vezes se fala, talvez com exceção dos períodos de debates eleitorais. Socorrendo-se de testemunhos pessoais e de dados estatísticos, os autores salientam, assim, alguns dos mais profundos problemas da sociedade portuguesa, em áreas como a saúde, a habitação, o trabalho, as minorias, a desertificação e o ambiente. Num balanço no contexto das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, estas páginas apresentam propostas de transformação social para o futuro do país em que "a paz, o pão, habitação, saúde, educação" da canção de Sérgio Godinho ainda não estão ao alcance de todos.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
A evolução de Portugal desde a década de 70 do século passado, a sua integração na União Europeia e no primeiro mundo, o torvelinho tecnológico, político, social e noticioso em que nos movimentamos diariamente parecem remeter para um plano muito afastado um conjunto de fenómenos sociais, ambientais e económicos do nosso país que este livro repõe no nosso radar. Num trabalho de recolha sociológica e económica, esta investigação coordenada por Catarina Martins e João Teixeira Lopes dá a conhecer um conjunto de realidades presentes em Portugal e de que poucas vezes se fala, talvez com exceção dos períodos de debates eleitorais. Socorrendo-se de testemunhos pessoais e de dados estatísticos, os autores salientam, assim, alguns dos mais profundos problemas da sociedade portuguesa, em áreas como a saúde, a habitação, o trabalho, as minorias, a desertificação e o ambiente. Num balanço no contexto das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, estas páginas apresentam propostas de transformação social para o futuro do país em que "a paz, o pão, habitação, saúde, educação" da canção de Sérgio Godinho ainda não estão ao alcance de todos.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Como resgatar as florestas. A Epidemia de Eucaliptos, o Círculo Vicioso dos Incêndios, os efeitos das Alterações Climáticas e o futuro próximo Em 2017 registaram-se os maiores incêndios florestais de sempre em Portugal, com um número impressionante de mortes. Mas as condições que propiciam a repetição de tragédias com esta magnitude permanecem inalteradas: o círculo vicioso dos incêndios é alimentado pelo abandono de uma parte gigante do território, pela epidemia de uma espécie invasora altamente inflamável - o eucalipto - e por um clima em mutação, cada vez mais seco e quente. Nas últimas décadas, Portugal liderou sempre a tabela dos países europeus que mais ardem. Como é que as florestas chegaram a este estado? Que influência exerceu a indústria das celuloses na esfera do poder político? Como podemos resgatar as florestas deste ciclo infernal e criar alternativas para um território sob a ameaça de se tornar deserto? Contra a falácia da inevitabilidade e a perigosa ilusão de obter resultados diferentes com as mesmas políticas, este livro analisa o passado, alerta para a repetição de erros no presente e projeta o futuro com políticas alternativas que visam garantir a viabilidade do interior do país e das florestas. O tempo urge.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Como resgatar as florestas. A Epidemia de Eucaliptos, o Círculo Vicioso dos Incêndios, os efeitos das Alterações Climáticas e o futuro próximo Em 2017 registaram-se os maiores incêndios florestais de sempre em Portugal, com um número impressionante de mortes. Mas as condições que propiciam a repetição de tragédias com esta magnitude permanecem inalteradas: o círculo vicioso dos incêndios é alimentado pelo abandono de uma parte gigante do território, pela epidemia de uma espécie invasora altamente inflamável - o eucalipto - e por um clima em mutação, cada vez mais seco e quente. Nas últimas décadas, Portugal liderou sempre a tabela dos países europeus que mais ardem. Como é que as florestas chegaram a este estado? Que influência exerceu a indústria das celuloses na esfera do poder político? Como podemos resgatar as florestas deste ciclo infernal e criar alternativas para um território sob a ameaça de se tornar deserto? Contra a falácia da inevitabilidade e a perigosa ilusão de obter resultados diferentes com as mesmas políticas, este livro analisa o passado, alerta para a repetição de erros no presente e projeta o futuro com políticas alternativas que visam garantir a viabilidade do interior do país e das florestas. O tempo urge.
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Edição: Mai 2009
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"É habitual insistir-se na nossa infinita capacidade de adaptação, seja aonde for. Pergunto-me se não se trata antes do contrário. Se não devíamos falar até da impossibilidade de deixarmos de ser quem somos, tal a densidade interior que acumulámos. Não temos de nos adaptar por aí além, porque já temos dentro e acumulados os infinitos aléns que nos formaram. Aqui, neste recanto ocidental do continente, sedimentaram-se, milénio após milénio, os variados povos que, do Norte de África ou do Leste da Europa, tiveram forçosamente de parar numa praia que só no século XV se transformou em cais de embarque. Aqui chegaram outros, que depois vieram e continuam a vir das mais diversas procedências. Tanta gente em tão pouco espaço só pode espraiar-se numa geografia universal. Assim foi e assim é." (Excerto do primeiro capítulo)
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"É habitual insistir-se na nossa infinita capacidade de adaptação, seja aonde for. Pergunto-me se não se trata antes do contrário. Se não devíamos falar até da impossibilidade de deixarmos de ser quem somos, tal a densidade interior que acumulámos. Não temos de nos adaptar por aí além, porque já temos dentro e acumulados os infinitos aléns que nos formaram. Aqui, neste recanto ocidental do continente, sedimentaram-se, milénio após milénio, os variados povos que, do Norte de África ou do Leste da Europa, tiveram forçosamente de parar numa praia que só no século XV se transformou em cais de embarque. Aqui chegaram outros, que depois vieram e continuam a vir das mais diversas procedências. Tanta gente em tão pouco espaço só pode espraiar-se numa geografia universal. Assim foi e assim é." (Excerto do primeiro capítulo)
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 328
Sinopse:
A partir de 1933, Portugal e a Alemanha desenvolveram um relacionamento muito próximo que não foi interrompido nem pela distância geográfica, nem pela neutralidade portuguesa durante a II Guerra Mundial. Este foi um período repleto de intercâmbios e de encontros, que beneficiaram do facto de os dois regimes partilharem características ideológicas comuns. A diplomacia nazi em Portugal apostou na cultura enquanto instrumento para difundir a mensagem do Partido Nacional-Socialista e das suas políticas. Berlim deu a conhecer aos Portugueses os seus cientistas, laboratórios e institutos, a sua arte, as suas revistas e até o seu idioma. Foram anos de uma intensa e visível propaganda, que passou pela visita de centenas de elementos da Juventude Hitleriana a Portugal e da entrada festiva, no estuário do Tejo, de navios da Kraft Durch Freude - a célebre Força pela Alegria. Passou ainda pela organização de excursões ao Reich, conferências, exposições, receções oficiais, intercâmbios juvenis e académicos, que visaram promover a imagem do regime nazi junto das elites portuguesas e, por intermédio delas, influenciar a própria orientação diplomática do governo de Salazar, tentando afastá-lo da Grã-Bretanha. Este livro fala-nos dos diplomatas e dos jornalistas, dos académicos e dos ministros, das instituições públicas e das organizações do Estado Novo que se deixaram deslumbrar pela imagem poderosa do III Reich. A partir de documentação alemã inédita, revela-nos o papel de instituições nazis portuguesas no relacionamento entre os dois regimes e as tensões que se verificaram entre elas, em especial entre a Legação Alemã e o Grupo Local do Partido Nazi em Lisboa.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
A partir de 1933, Portugal e a Alemanha desenvolveram um relacionamento muito próximo que não foi interrompido nem pela distância geográfica, nem pela neutralidade portuguesa durante a II Guerra Mundial. Este foi um período repleto de intercâmbios e de encontros, que beneficiaram do facto de os dois regimes partilharem características ideológicas comuns. A diplomacia nazi em Portugal apostou na cultura enquanto instrumento para difundir a mensagem do Partido Nacional-Socialista e das suas políticas. Berlim deu a conhecer aos Portugueses os seus cientistas, laboratórios e institutos, a sua arte, as suas revistas e até o seu idioma. Foram anos de uma intensa e visível propaganda, que passou pela visita de centenas de elementos da Juventude Hitleriana a Portugal e da entrada festiva, no estuário do Tejo, de navios da Kraft Durch Freude - a célebre Força pela Alegria. Passou ainda pela organização de excursões ao Reich, conferências, exposições, receções oficiais, intercâmbios juvenis e académicos, que visaram promover a imagem do regime nazi junto das elites portuguesas e, por intermédio delas, influenciar a própria orientação diplomática do governo de Salazar, tentando afastá-lo da Grã-Bretanha. Este livro fala-nos dos diplomatas e dos jornalistas, dos académicos e dos ministros, das instituições públicas e das organizações do Estado Novo que se deixaram deslumbrar pela imagem poderosa do III Reich. A partir de documentação alemã inédita, revela-nos o papel de instituições nazis portuguesas no relacionamento entre os dois regimes e as tensões que se verificaram entre elas, em especial entre a Legação Alemã e o Grupo Local do Partido Nazi em Lisboa.
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Dos recursos naturais ao clima, à tecnologia e à geoestratégia, uma visão inspiradora para o futuro de Portugal. Para onde vamos no século XXI? Quais as tendências que estão a formatar a evolução da geopolítica, da economia, da luta contra a ameaça climática, dos riscos e crises que nos assolam? Porque é que não temos sido capazes de responder à altura? Qual o motivo para não conseguirmos evitar que milhões de pessoas passem por um sofrimento indizível cada vez que um acontecimento imprevisto paralisa o funcionamento das nossas sociedades? Porque é que não nos preparamos? E Portugal? O que podemos nós fazer por este país? Que problemas e desafios temos de superar na próxima década? Portugal e o Mundo numa Encruzilhada analisa estas e outras questões e procura obter respostas. Mas muitas vezes essas respostas suscitam novas perguntas. Nunca devemos deixar de perguntar. O espanto, como escreveu Platão, é o motor do conhecimento. Este é um livro urgente e essencial, que nos convoca a refletir, a envolvermo-nos e a fazermos parte da mudança necessária.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Dos recursos naturais ao clima, à tecnologia e à geoestratégia, uma visão inspiradora para o futuro de Portugal. Para onde vamos no século XXI? Quais as tendências que estão a formatar a evolução da geopolítica, da economia, da luta contra a ameaça climática, dos riscos e crises que nos assolam? Porque é que não temos sido capazes de responder à altura? Qual o motivo para não conseguirmos evitar que milhões de pessoas passem por um sofrimento indizível cada vez que um acontecimento imprevisto paralisa o funcionamento das nossas sociedades? Porque é que não nos preparamos? E Portugal? O que podemos nós fazer por este país? Que problemas e desafios temos de superar na próxima década? Portugal e o Mundo numa Encruzilhada analisa estas e outras questões e procura obter respostas. Mas muitas vezes essas respostas suscitam novas perguntas. Nunca devemos deixar de perguntar. O espanto, como escreveu Platão, é o motor do conhecimento. Este é um livro urgente e essencial, que nos convoca a refletir, a envolvermo-nos e a fazermos parte da mudança necessária.
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Edição: Out 2009
Nº Páginas: 215
Sinopse:
Este conjunto de reflexões de Adalberto Alves apresenta, como fundo comum, a busca das complementaridades no "Outro", apresentado persistentemente como mero reverso do "Nós". Tal olhar de descoberta e fascinação tem a marca da diferença, relativamente ao tipo de abordagens habitualmente feitas, relativamente às matérias aqui abordadas. Realmente, A.A. não assume nunca a postura clássica do orientalista, que analisa o objecto do seu estudo, a partir de uma perspectiva de exterioridade. Antes o contempla a partir de dentro, como alguém que vivencia a sua busca de raízes remotas da espiritualidade e da cultura portuguesa como forma de devolver integralidade ao Eu pessoal e colectivo. Os conhecedores da obra de Adalberto Alves sabem que assim é, pois sabem da paixão que dimana dos seus escritos, paixão que jamais põe em causa o rigor científico e o escrúpulo metodológico. Estes textos, que tratam de temas tão diversos, como o do Diálogo Intercultural, a Arabofilia na Literatura Portuguesa, a História do Período Muçulmano no nosso território ou as contribuições e limites da Genética no estudo de tal época, propõem-se trazer uma contribuição singular, a que o leitor não ficará, por certo, indiferente.
Nº Páginas: 215
Sinopse:
Este conjunto de reflexões de Adalberto Alves apresenta, como fundo comum, a busca das complementaridades no "Outro", apresentado persistentemente como mero reverso do "Nós". Tal olhar de descoberta e fascinação tem a marca da diferença, relativamente ao tipo de abordagens habitualmente feitas, relativamente às matérias aqui abordadas. Realmente, A.A. não assume nunca a postura clássica do orientalista, que analisa o objecto do seu estudo, a partir de uma perspectiva de exterioridade. Antes o contempla a partir de dentro, como alguém que vivencia a sua busca de raízes remotas da espiritualidade e da cultura portuguesa como forma de devolver integralidade ao Eu pessoal e colectivo. Os conhecedores da obra de Adalberto Alves sabem que assim é, pois sabem da paixão que dimana dos seus escritos, paixão que jamais põe em causa o rigor científico e o escrúpulo metodológico. Estes textos, que tratam de temas tão diversos, como o do Diálogo Intercultural, a Arabofilia na Literatura Portuguesa, a História do Período Muçulmano no nosso território ou as contribuições e limites da Genética no estudo de tal época, propõem-se trazer uma contribuição singular, a que o leitor não ficará, por certo, indiferente.
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 88
Sinopse:
A investigação espacial realizada em Portugal tem um nível muito aceitável, se levarmos em conta a dimensão do país. Compreender as razões deste sucesso talvez possa fornecer algumas indicações sobre a sua eventual transposição para outros setores da economia.
Nº Páginas: 88
Sinopse:
A investigação espacial realizada em Portugal tem um nível muito aceitável, se levarmos em conta a dimensão do país. Compreender as razões deste sucesso talvez possa fornecer algumas indicações sobre a sua eventual transposição para outros setores da economia.
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Edição: Out 2009
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"Portugal de Hoje à Mesa" é um livro sobre os vinhos e os produtos mais emblemáticos da culinária portuguesa. Nele os autores partem dos ingredientes para as receitas, organizando os nossos produtos de referência em 24 pratos que contemplam as várias etapas da refeição, desde as entradas até às sobremesas, passando pelos peixes, as carnes, os enchidos e os queijos. Também a escolha dos vinhos não foi feita ao acaso, estando esta intrinsecamente ligada ao prato que lhe foi destinado. João Paulo Martins, reconhecido crítico de vinhos, foi quem fez esta selecção vinícola, tendo Vítor Sobral ficado com a responsabilidade de escolher os 11 chefes que, com ele, participam neste projecto: Luís Baena; José Júlio Vintém; Fausto Airoldi; Albano Lourenço; Henrique Sá Pessoa; Pedro Nunes; Leonel Pereira; Francisco Meirelles; António Nobre; Bertílio Gomes; Henrique Mouro.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"Portugal de Hoje à Mesa" é um livro sobre os vinhos e os produtos mais emblemáticos da culinária portuguesa. Nele os autores partem dos ingredientes para as receitas, organizando os nossos produtos de referência em 24 pratos que contemplam as várias etapas da refeição, desde as entradas até às sobremesas, passando pelos peixes, as carnes, os enchidos e os queijos. Também a escolha dos vinhos não foi feita ao acaso, estando esta intrinsecamente ligada ao prato que lhe foi destinado. João Paulo Martins, reconhecido crítico de vinhos, foi quem fez esta selecção vinícola, tendo Vítor Sobral ficado com a responsabilidade de escolher os 11 chefes que, com ele, participam neste projecto: Luís Baena; José Júlio Vintém; Fausto Airoldi; Albano Lourenço; Henrique Sá Pessoa; Pedro Nunes; Leonel Pereira; Francisco Meirelles; António Nobre; Bertílio Gomes; Henrique Mouro.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 848
Sinopse:
"A presente obra não visa constituir mais uma contribuição erudita ou edificante de retrospetiva histórica; pretende, antes, traduzir-se num fundamentado quadro da condição atual do catolicismo em Portugal. Tem, pois, por intuito primordial pôr em evidência, com visão realista dos sinais de vitalidade e das limitações, as múltiplas facetas e as dinâmicas contemporâneas da comunidade católica nos vários domínios da vida da sociedade portuguesa. Enfim, trata-se de fazer o ponto da situação das presenças e ausências, dos acertos e desacertos, das forças e fraquezas das perspetivas cristãs, através de um discurso de rigor e numa escrita capaz de chegar a um vasto público de leitores católicos e não católicos, de vários estratos socioculturais. Graças a colaboração de dezenas de autores, vindos de diferentes gerações e sectores, com distintas formações e opções entre os leigos, com várias sensibilidades espirituais entre os consagrados, esta obra constitui-se em polifonia sobre as mais representativas faces do catolicismo em Portugal no século XXI - vozes condensadas na dicção de duas centenas de textos breves, intercalados com larga componente imagética."
Nº Páginas: 848
Sinopse:
"A presente obra não visa constituir mais uma contribuição erudita ou edificante de retrospetiva histórica; pretende, antes, traduzir-se num fundamentado quadro da condição atual do catolicismo em Portugal. Tem, pois, por intuito primordial pôr em evidência, com visão realista dos sinais de vitalidade e das limitações, as múltiplas facetas e as dinâmicas contemporâneas da comunidade católica nos vários domínios da vida da sociedade portuguesa. Enfim, trata-se de fazer o ponto da situação das presenças e ausências, dos acertos e desacertos, das forças e fraquezas das perspetivas cristãs, através de um discurso de rigor e numa escrita capaz de chegar a um vasto público de leitores católicos e não católicos, de vários estratos socioculturais. Graças a colaboração de dezenas de autores, vindos de diferentes gerações e sectores, com distintas formações e opções entre os leigos, com várias sensibilidades espirituais entre os consagrados, esta obra constitui-se em polifonia sobre as mais representativas faces do catolicismo em Portugal no século XXI - vozes condensadas na dicção de duas centenas de textos breves, intercalados com larga componente imagética."
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Ao longo do século XX, Portugal conheceu períodos de grande violência política, incluindo várias ações terroristas, onde se destacam o regicídio, em fevereiro de 1908, o assassinato do Presidente Sidónio Pais, em dezembro de 1918, e a denominada "noite sangrenta", em outubro de 1921, que resultou na morte, entre outros, de um chefe do governo, António Granjo. Os anos 60 conheceram também ações espetaculares, como o assalto ao navio mercante Santa Maria. Nos anos 70, movimentos políticos como a LUAR - Liga de Unidade e Acção Revolucionária, ou a ARA - Acção Revolucionária Armada, ligada ao PCP, optaram por ações violentas contra o regime. O período pós-25 de abril, denominado "Verão Quente", foi fértil em violência, com especial destaque para os atentados bombistas de que resultaram vários mortos. Nos anos 80, as denominadas FP-25 - Forças Populares 25 de Abril, deixaram um rasto de 13 mortos, resultantes de atentados seletivos a tiro ou à bomba. Somos mesmo um povo de "brandos costumes"?
Nº Páginas: 480
Sinopse:
Ao longo do século XX, Portugal conheceu períodos de grande violência política, incluindo várias ações terroristas, onde se destacam o regicídio, em fevereiro de 1908, o assassinato do Presidente Sidónio Pais, em dezembro de 1918, e a denominada "noite sangrenta", em outubro de 1921, que resultou na morte, entre outros, de um chefe do governo, António Granjo. Os anos 60 conheceram também ações espetaculares, como o assalto ao navio mercante Santa Maria. Nos anos 70, movimentos políticos como a LUAR - Liga de Unidade e Acção Revolucionária, ou a ARA - Acção Revolucionária Armada, ligada ao PCP, optaram por ações violentas contra o regime. O período pós-25 de abril, denominado "Verão Quente", foi fértil em violência, com especial destaque para os atentados bombistas de que resultaram vários mortos. Nos anos 80, as denominadas FP-25 - Forças Populares 25 de Abril, deixaram um rasto de 13 mortos, resultantes de atentados seletivos a tiro ou à bomba. Somos mesmo um povo de "brandos costumes"?
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Edição: Out 2023
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Num texto simultaneamente místico e poético, Paulo Teixeira Pinto deixa-nos uma visão muito especial sobre os momentos mais definidores e marcantes da história e da identidade de Portugal. O autor parte da mística do algarismo 8, que simboliza o primeiro dia após os 7 dias da Criação, que corresponde ao primeiro número cúbico depois da unidade singular, que resulta na forma octogonal da quadratura do círculo, que se encontra na base de muitas pias batismais, que na sua posição deitada corresponde ao Infinito e que perfaz o número de letras da palavra PORTVGAL. Define, assim, 8 itinerários histórico-geográficos, centrados em diversos lugares entre Portugal continental e o resto do mundo por onde os portugueses estiveram presentes. E faz-nos o relato desses itinerários pela voz de diversos reis portugueses, como se um espírito do tempo e do país animasse cada um deles ao longo da história. Recorre, também, como testemunho, a trechos de 8 das grandes figuras da cultura e da literatura portuguesa, de Pessoa a Garcia de Orta, de Rómulo de Carvalho a Teixeira de Pascoaes, de António Vieira a Gil Vicente, de Almada Negreiros a Luís de Camões.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Num texto simultaneamente místico e poético, Paulo Teixeira Pinto deixa-nos uma visão muito especial sobre os momentos mais definidores e marcantes da história e da identidade de Portugal. O autor parte da mística do algarismo 8, que simboliza o primeiro dia após os 7 dias da Criação, que corresponde ao primeiro número cúbico depois da unidade singular, que resulta na forma octogonal da quadratura do círculo, que se encontra na base de muitas pias batismais, que na sua posição deitada corresponde ao Infinito e que perfaz o número de letras da palavra PORTVGAL. Define, assim, 8 itinerários histórico-geográficos, centrados em diversos lugares entre Portugal continental e o resto do mundo por onde os portugueses estiveram presentes. E faz-nos o relato desses itinerários pela voz de diversos reis portugueses, como se um espírito do tempo e do país animasse cada um deles ao longo da história. Recorre, também, como testemunho, a trechos de 8 das grandes figuras da cultura e da literatura portuguesa, de Pessoa a Garcia de Orta, de Rómulo de Carvalho a Teixeira de Pascoaes, de António Vieira a Gil Vicente, de Almada Negreiros a Luís de Camões.
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Edição: Mai 2024
Nº Páginas: 648
Sinopse:
Mulheres de diferentes dinastias e épocas, com perfis biográficos muito diversos, participaram na evolução histórica de Portugal. No caso concreto das nossas rainhas, com exceção de duas, não ocuparam o trono por direito próprio, mas sim como consortes ou regentes, numa sociedade em que o trono se transmitia de forma hereditária ao primogénito varão e onde o papel das mulheres servia, essencialmente, o jogo de interesses e de alianças políticas entre linhagens ou reinos. No entanto, apesar de afastadas, por tradição, do governo do reino, a maioria destas mulheres conseguiu projetar o seu poder e a sua capacidade de influenciar os homens e mulheres que viviam ao seu redor, construindo extensas redes de relacionamentos de natureza muito diversa. Mas não são apenas rainhas que este livro retrata. Dá, igualmente, a conhecer outras mulheres, que, com os seus erros e virtudes, com as suas circunstâncias pessoais e experiências de vida muito diversas, agiram e exerceram o poder, foram senhoras feudais, mecenas, filantropas, administraram latifúndios, escreveram, combateram por mais direitos, lutaram por aquilo em que acreditaram, alcançando notoriedade em diferentes esferas de atuação. Mulheres de todos os tempos que, embora muitas vezes coagidas por obrigações, educação e preconceitos, souberam lutar por um pensamento próprio e um mundo melhor, quer através da sua participação direta ou indireta no poder, quer da mudança de mentalidades, de códigos sociais ou morais da sociedade da época.
Nº Páginas: 648
Sinopse:
Mulheres de diferentes dinastias e épocas, com perfis biográficos muito diversos, participaram na evolução histórica de Portugal. No caso concreto das nossas rainhas, com exceção de duas, não ocuparam o trono por direito próprio, mas sim como consortes ou regentes, numa sociedade em que o trono se transmitia de forma hereditária ao primogénito varão e onde o papel das mulheres servia, essencialmente, o jogo de interesses e de alianças políticas entre linhagens ou reinos. No entanto, apesar de afastadas, por tradição, do governo do reino, a maioria destas mulheres conseguiu projetar o seu poder e a sua capacidade de influenciar os homens e mulheres que viviam ao seu redor, construindo extensas redes de relacionamentos de natureza muito diversa. Mas não são apenas rainhas que este livro retrata. Dá, igualmente, a conhecer outras mulheres, que, com os seus erros e virtudes, com as suas circunstâncias pessoais e experiências de vida muito diversas, agiram e exerceram o poder, foram senhoras feudais, mecenas, filantropas, administraram latifúndios, escreveram, combateram por mais direitos, lutaram por aquilo em que acreditaram, alcançando notoriedade em diferentes esferas de atuação. Mulheres de todos os tempos que, embora muitas vezes coagidas por obrigações, educação e preconceitos, souberam lutar por um pensamento próprio e um mundo melhor, quer através da sua participação direta ou indireta no poder, quer da mudança de mentalidades, de códigos sociais ou morais da sociedade da época.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Muitas outras viagens por dentro são possíveis, 40 anos depois do PREC. Cem testemunhos a dar muito que pensar sobre os caminhos do tempo presente, em Portugal. Pedi a cem pessoas que fizessem um mergulho nesse tempo que viveram entre o 11 de Março e o 25 de Novembro de 1975, durante o combate feroz entre aqueles que queriam o regime democrático em Portugal e aqueles que exigiam a implantação absoluta do regime comunista no País. Disse-lhes que os mais novos não têm ideia do que as pessoas passaram durante o PREC. Conversei com 50 mulheres e 50 homens, figuras públicas de diferentes e opostas posições políticas sobre as suas experiências e sabedorias, para poder escrever os seus testemunhos dessa época. Desde os primeiros testemunhos já eu descobria que todos os portugueses tiveram em comum uma vertigem de medo, de perigo, de angústia. Enquanto durou o PREC, foram de instabilidade os tempos. Ninguém sabia, ao certo, a que extremos poderia chegar a tomada do poder, nem qual seria o futuro político do País. A liberdade era um desentendido e o regime democrático uma causa em aberto."
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"Muitas outras viagens por dentro são possíveis, 40 anos depois do PREC. Cem testemunhos a dar muito que pensar sobre os caminhos do tempo presente, em Portugal. Pedi a cem pessoas que fizessem um mergulho nesse tempo que viveram entre o 11 de Março e o 25 de Novembro de 1975, durante o combate feroz entre aqueles que queriam o regime democrático em Portugal e aqueles que exigiam a implantação absoluta do regime comunista no País. Disse-lhes que os mais novos não têm ideia do que as pessoas passaram durante o PREC. Conversei com 50 mulheres e 50 homens, figuras públicas de diferentes e opostas posições políticas sobre as suas experiências e sabedorias, para poder escrever os seus testemunhos dessa época. Desde os primeiros testemunhos já eu descobria que todos os portugueses tiveram em comum uma vertigem de medo, de perigo, de angústia. Enquanto durou o PREC, foram de instabilidade os tempos. Ninguém sabia, ao certo, a que extremos poderia chegar a tomada do poder, nem qual seria o futuro político do País. A liberdade era um desentendido e o regime democrático uma causa em aberto."
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Terão já passado os melhores dias de Portugal? O declínio do país tem sido um tema recorrentemente exposto por historiadores e comentadores que focam a sua atenção na era dourada dos Descobrimentos, o Império e o papel de Lisboa como grande potência atlântica. Neste novo livro, Neill Lochery contraria a ideia de que Portugal esteja em decadência inevitável, sugerindo, pelo contrário, que se trata de uma nação entusiasmante e vibrante a emergir finalmente das sombras lançadas pelas dificuldades políticas e económicas. Tendo como início a Revolução dos Cravos, em abril de 1974, e contextualizando com o fim do Estado Novo (que vigorava desde 1933), o novo período da democracia, a presidência portuguesa da União Europeia e a crise económica que atingiu o país em 2010, este livro é um contributo fascinante e profundamente envolvente para o conhecimento de Portugal nas últimas décadas do século XX e inícios do século XXI. Com um acesso sem precedentes a fontes diplomáticas privilegiadas, incluindo altos funcionários do Departamento de Estado norte-americano, bem como diplomatas britânicos e portugueses, Neill Lochery apresenta um relato de leitura aliciante sobre um país atualmente mais conhecido como destino de férias e como um membro pobre da União Europeia. Portugal - Saído das Sombras cativa qualquer leitor interessado em perceber como este país maravilhoso e lutador conseguiu emergir das sombras e lançar-se numa nova era.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Terão já passado os melhores dias de Portugal? O declínio do país tem sido um tema recorrentemente exposto por historiadores e comentadores que focam a sua atenção na era dourada dos Descobrimentos, o Império e o papel de Lisboa como grande potência atlântica. Neste novo livro, Neill Lochery contraria a ideia de que Portugal esteja em decadência inevitável, sugerindo, pelo contrário, que se trata de uma nação entusiasmante e vibrante a emergir finalmente das sombras lançadas pelas dificuldades políticas e económicas. Tendo como início a Revolução dos Cravos, em abril de 1974, e contextualizando com o fim do Estado Novo (que vigorava desde 1933), o novo período da democracia, a presidência portuguesa da União Europeia e a crise económica que atingiu o país em 2010, este livro é um contributo fascinante e profundamente envolvente para o conhecimento de Portugal nas últimas décadas do século XX e inícios do século XXI. Com um acesso sem precedentes a fontes diplomáticas privilegiadas, incluindo altos funcionários do Departamento de Estado norte-americano, bem como diplomatas britânicos e portugueses, Neill Lochery apresenta um relato de leitura aliciante sobre um país atualmente mais conhecido como destino de férias e como um membro pobre da União Europeia. Portugal - Saído das Sombras cativa qualquer leitor interessado em perceber como este país maravilhoso e lutador conseguiu emergir das sombras e lançar-se numa nova era.
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Conta-se a história dos erros cometidos por Marcello Caetano e seus partidários, que permitiram a ascensão das forças sociais e políticas que fizeram o 25 de Abril e puseram fim ao Estado Novo.Da importância da má condução política da guerra de África pelo regime e de como isso foi vital para que a Revolução fosse bem sucedida.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Conta-se a história dos erros cometidos por Marcello Caetano e seus partidários, que permitiram a ascensão das forças sociais e políticas que fizeram o 25 de Abril e puseram fim ao Estado Novo.Da importância da má condução política da guerra de África pelo regime e de como isso foi vital para que a Revolução fosse bem sucedida.
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Edição: Jul 2006
Nº Páginas: 472
Sinopse:
A verdade amarga e a dolorosa realidade dos incêndios florestais. Nas últimas duas décadas e meia, os incêndios devastaram uma extensão equivalente a um terço do território de Portugal. Um ritmo que deixa "invejosas" as chamas que desflorestam a Amazónia. Nestes ataques, o saldo tem sido tenebroso: dezenas de mortos, milhares de casas calcinadas e a destruição de pinhais, eucaliptais e montados de sobro e azinho, com efeitos sociais e económicos aterradores. Jamais na longa História de Portugal, de intermináveis e batalhas sanguinárias, um outro inimigo conseguiu o prodígio de tão rápida, fácil e dilacerante destruição.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
A verdade amarga e a dolorosa realidade dos incêndios florestais. Nas últimas duas décadas e meia, os incêndios devastaram uma extensão equivalente a um terço do território de Portugal. Um ritmo que deixa "invejosas" as chamas que desflorestam a Amazónia. Nestes ataques, o saldo tem sido tenebroso: dezenas de mortos, milhares de casas calcinadas e a destruição de pinhais, eucaliptais e montados de sobro e azinho, com efeitos sociais e económicos aterradores. Jamais na longa História de Portugal, de intermináveis e batalhas sanguinárias, um outro inimigo conseguiu o prodígio de tão rápida, fácil e dilacerante destruição.
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Edição: Jan 2012
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Durante a minha vida de viajante pelas cinco partes do mundo, devo ter provado o peixe e o marisco de todos os oceanos, de todas as costas, de muitos lagos e muitos rios. E tenho, para mim, a convicção íntima e segura de que, jamais, em lado algum, encontrei a qualidade, o sabor e a frescura que rivalizem com o "meu" peixe de Portugal. Prevejo alguns sorrisos condescendentes quando faço esta afirmação. E, contudo, para além das questões científicas que provam ter as nossas costas as condições ideais para a vida biológica destas espécies, dezenas de grandes e famosos Cozinheiros, da Europa à Ásia, dos Estados Unidos ao Japão, reconhecem o nosso peixe como o melhor do mundo, tal como os próprios testemunhos de alguns que aqui registamos. Mas, se este livro é uma homenagem ao nosso peixe e ao nosso marisco, ele constitui também e calorosamente uma homenagem a todos os nossos generosos pescadores que, hoje e ao longo dos séculos, andam diariamente na faina, arrostando com tantos perigos para nos proporcionarem à mesa este delicioso e abençoado produto.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Durante a minha vida de viajante pelas cinco partes do mundo, devo ter provado o peixe e o marisco de todos os oceanos, de todas as costas, de muitos lagos e muitos rios. E tenho, para mim, a convicção íntima e segura de que, jamais, em lado algum, encontrei a qualidade, o sabor e a frescura que rivalizem com o "meu" peixe de Portugal. Prevejo alguns sorrisos condescendentes quando faço esta afirmação. E, contudo, para além das questões científicas que provam ter as nossas costas as condições ideais para a vida biológica destas espécies, dezenas de grandes e famosos Cozinheiros, da Europa à Ásia, dos Estados Unidos ao Japão, reconhecem o nosso peixe como o melhor do mundo, tal como os próprios testemunhos de alguns que aqui registamos. Mas, se este livro é uma homenagem ao nosso peixe e ao nosso marisco, ele constitui também e calorosamente uma homenagem a todos os nossos generosos pescadores que, hoje e ao longo dos séculos, andam diariamente na faina, arrostando com tantos perigos para nos proporcionarem à mesa este delicioso e abençoado produto.
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Edição: Fev 2012
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Refazer os percursos de Orlando Ribeiro. Partindo do imenso espólio do grande geógrafo português que, na esteira de figuras como Leite de Vasconcelos, fez uma recolha e observação das grandes paisagens rurais e urbanos do Portugal do século XX, Duarte Belo regressa a alguns dos locais captados pela objetiva de Orlando Ribeiro. Fotografando esses mesmos locais, devolve-nos uma viagem no tempo. Algumas das marcas captadas por Orlando Ribeiro ficaram, outras desapareceram. Duarte Belo mostra isso mesmo: o ficou. Um século depois do seu nascimento, este "Portugal - Luz e Sombra" é uma das melhores formas de lembrar e homenagear a singular obra de Orlando Ribeiro.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Refazer os percursos de Orlando Ribeiro. Partindo do imenso espólio do grande geógrafo português que, na esteira de figuras como Leite de Vasconcelos, fez uma recolha e observação das grandes paisagens rurais e urbanos do Portugal do século XX, Duarte Belo regressa a alguns dos locais captados pela objetiva de Orlando Ribeiro. Fotografando esses mesmos locais, devolve-nos uma viagem no tempo. Algumas das marcas captadas por Orlando Ribeiro ficaram, outras desapareceram. Duarte Belo mostra isso mesmo: o ficou. Um século depois do seu nascimento, este "Portugal - Luz e Sombra" é uma das melhores formas de lembrar e homenagear a singular obra de Orlando Ribeiro.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Todos vivemos segundo um mandamento implícito: "Darás aos teus filhos mais e melhor do que aquilo que recebeste dos teus pais." Este mandamento reflete o verdadeiro progresso económico e social que devemos desejar. Nos anos 70, 80 e 90, Portugal cresceu acima da média europeia e parecia estar no bom caminho mas, a partir do início do século xxi, estagnou e começámos a divergir, caindo para a cauda da Europa. Esta estagnação assenta num modelo de sociedade e de economia profundamente errado e que urge alterar, sob pena de prosseguirmos com mais 20 ou 30 anos de estagnação e pobreza. Para entendermos Portugal e o porquê de estar na cauda da Europa, é preciso fazer um bom diagnóstico e entender a fundo as causas da pobreza do país, e por isso este livro começa por diagnosticar o seu "calcanhar de Aquiles" - uma economia e uma sociedade pouco livres e pouco competitivas -, identificando, depois, as suas principais causas e consequências. Para resgatarmos Portugal a esta aparente maldição, Joaquim Miranda Sarmento defende uma atuação em quatro grandes eixos: a reforma das instituições, a valorização do capital humano, a melhoria da competitividade da economia e o confronto com a questão demográfica. Um plano político audaz, humano e urgente, aqui delineado com fluidez e detalhe. Essencial para quem não desistiu de pensar Portugal.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Todos vivemos segundo um mandamento implícito: "Darás aos teus filhos mais e melhor do que aquilo que recebeste dos teus pais." Este mandamento reflete o verdadeiro progresso económico e social que devemos desejar. Nos anos 70, 80 e 90, Portugal cresceu acima da média europeia e parecia estar no bom caminho mas, a partir do início do século xxi, estagnou e começámos a divergir, caindo para a cauda da Europa. Esta estagnação assenta num modelo de sociedade e de economia profundamente errado e que urge alterar, sob pena de prosseguirmos com mais 20 ou 30 anos de estagnação e pobreza. Para entendermos Portugal e o porquê de estar na cauda da Europa, é preciso fazer um bom diagnóstico e entender a fundo as causas da pobreza do país, e por isso este livro começa por diagnosticar o seu "calcanhar de Aquiles" - uma economia e uma sociedade pouco livres e pouco competitivas -, identificando, depois, as suas principais causas e consequências. Para resgatarmos Portugal a esta aparente maldição, Joaquim Miranda Sarmento defende uma atuação em quatro grandes eixos: a reforma das instituições, a valorização do capital humano, a melhoria da competitividade da economia e o confronto com a questão demográfica. Um plano político audaz, humano e urgente, aqui delineado com fluidez e detalhe. Essencial para quem não desistiu de pensar Portugal.
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Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 226
Sinopse:
A História de Portugal num volume! Além dos principais acontecimentos históricos apresentados cronologicamente (dos homens de Foz Côa ao 25 de Abril), minibiografias dos maiores escritores, obras de arte antigas e modernas, pormenores da vida de homens e mulheres que por algum motivo se distinguiram. E tudo contado de forma agradável e cativante, com inúmeras ilustrações a cores.
Nº Páginas: 226
Sinopse:
A História de Portugal num volume! Além dos principais acontecimentos históricos apresentados cronologicamente (dos homens de Foz Côa ao 25 de Abril), minibiografias dos maiores escritores, obras de arte antigas e modernas, pormenores da vida de homens e mulheres que por algum motivo se distinguiram. E tudo contado de forma agradável e cativante, com inúmeras ilustrações a cores.
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"Portugal não é um problema, mas indiscutivelmente tem problemas.O principal desses problemas é que ele permanece muito desconhecido aos seus. Inúmeras pessoas que vivem em Portugal desde pequenas, que o conhecem por dentro, que falam a cada passo sobre ele, de facto ignoram alguns traços principais da sua realidade."
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"Portugal não é um problema, mas indiscutivelmente tem problemas.O principal desses problemas é que ele permanece muito desconhecido aos seus. Inúmeras pessoas que vivem em Portugal desde pequenas, que o conhecem por dentro, que falam a cada passo sobre ele, de facto ignoram alguns traços principais da sua realidade."
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Das grandes conquistas e descobertas que enriqueceram a nação aos grandes protagonistas que levaram o nome de Portugal mais longe. Este livro oferece uma introdução imperdível ao povo e à cultura de Portugal, aos seus três impérios na Ásia, na América e em África e à sua busca por modernização económica, estabilidade política e parceria internacional. David Birmingham, conceituado professor de História na Universidade de Kent, narra a fascinante história do nosso país, já que, para compreender a atualidade, é preciso conhecer o passado. Ao longo de 800 anos, Portugal adquiriu autonomia política e cultural no seio da Europa, tendo deixado a sua marca em todos os cantos do planeta. Mas foi mais do que um pequeno país sobrevivente e tenaz da História moderna: foi também pioneiro em muitos dos desenvolvimentos históricos do mundo europeu, como a descoberta do caminho marítimo para a Índia, que alteraria de forma irreversível o comércio entre o Oriente e o Ocidente. Resultado de aturada pesquisa, este livro faz o retrato histórico de Portugal, da instauração da nacionalidade ao presente.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Das grandes conquistas e descobertas que enriqueceram a nação aos grandes protagonistas que levaram o nome de Portugal mais longe. Este livro oferece uma introdução imperdível ao povo e à cultura de Portugal, aos seus três impérios na Ásia, na América e em África e à sua busca por modernização económica, estabilidade política e parceria internacional. David Birmingham, conceituado professor de História na Universidade de Kent, narra a fascinante história do nosso país, já que, para compreender a atualidade, é preciso conhecer o passado. Ao longo de 800 anos, Portugal adquiriu autonomia política e cultural no seio da Europa, tendo deixado a sua marca em todos os cantos do planeta. Mas foi mais do que um pequeno país sobrevivente e tenaz da História moderna: foi também pioneiro em muitos dos desenvolvimentos históricos do mundo europeu, como a descoberta do caminho marítimo para a Índia, que alteraria de forma irreversível o comércio entre o Oriente e o Ocidente. Resultado de aturada pesquisa, este livro faz o retrato histórico de Portugal, da instauração da nacionalidade ao presente.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 436
Sinopse:
Ao longo destes 26 anos, alguns problemas ambientais revelam uma inquietante persistência na sociedade portuguesa: saneamento básico, poluição dos rios, ocupação do litoral, de bons solos agrícolas e de áreas naturais, suburbanização imparável, grandes incêndios são problemas que nunca saem da agenda por nunca se chegarem a resolver. Organizado em nove grandes temas - "Águas, esgotos e tratamento", "Resíduos: urbanos, industriais, hospitalares"; "Ares, poluições e saúde pública", "Alterações climáticas, das emissões às políticas", "Energias, das clássicas às renováveis", "Ordenamento do território e paisagem", "Conservação da natureza, floresta e biodiversidade", "Litoral e o mar" e "Cidadania, participação e informação" - este livro explica-nos o que melhorou, o que se mantém e o que piorou em matéria de ambiente em Portugal.
Nº Páginas: 436
Sinopse:
Ao longo destes 26 anos, alguns problemas ambientais revelam uma inquietante persistência na sociedade portuguesa: saneamento básico, poluição dos rios, ocupação do litoral, de bons solos agrícolas e de áreas naturais, suburbanização imparável, grandes incêndios são problemas que nunca saem da agenda por nunca se chegarem a resolver. Organizado em nove grandes temas - "Águas, esgotos e tratamento", "Resíduos: urbanos, industriais, hospitalares"; "Ares, poluições e saúde pública", "Alterações climáticas, das emissões às políticas", "Energias, das clássicas às renováveis", "Ordenamento do território e paisagem", "Conservação da natureza, floresta e biodiversidade", "Litoral e o mar" e "Cidadania, participação e informação" - este livro explica-nos o que melhorou, o que se mantém e o que piorou em matéria de ambiente em Portugal.
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Edição: Mar 2014
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Com a democracia fizemos escolhas. As escolhas fundadoras da nossa jovem democracia, os choques externos sobre a nossa economia e as preferências europeias acabaram por interagir imprimindo uma dinâmica à nossa vida económica e social que puseram Portugal de joelhos.Portugal é um dos "elos mais fracos do sistema do euro". As deficiências na criação do euro converteram-nos num alvo de sucessivos ataques dos mercados financeiros, a que sucumbimos aumentando a nossa dívida externa e reduzindo drasticamente a nossa liberdade de acção presente e futura.Temos de rever as nossas escolhas fundadoras: é preciso mudar o modelo económico e social; é preciso alterar o nosso compromisso europeu.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Com a democracia fizemos escolhas. As escolhas fundadoras da nossa jovem democracia, os choques externos sobre a nossa economia e as preferências europeias acabaram por interagir imprimindo uma dinâmica à nossa vida económica e social que puseram Portugal de joelhos.Portugal é um dos "elos mais fracos do sistema do euro". As deficiências na criação do euro converteram-nos num alvo de sucessivos ataques dos mercados financeiros, a que sucumbimos aumentando a nossa dívida externa e reduzindo drasticamente a nossa liberdade de acção presente e futura.Temos de rever as nossas escolhas fundadoras: é preciso mudar o modelo económico e social; é preciso alterar o nosso compromisso europeu.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Em Porto-Sudão, nas margens do Mar Vermelho, onde desempenha vagas funções de capitão de porto, o narrador é informado de que A., seu amigo de juventude, se suicidou. Juntos, na Paris de 68, tinham desenhado sonhos de um mundo mais justo, mais aventuroso, mais poético. A. tornara-se escritor; ele refugiara-se num exílio marítimo: ambos talvez procurando escapar às garras do mundo tal como ele é. Vinte e cinco anos depois do seu último encontro, o narrador decide regressar a Paris e procurar explicações para o gesto do amigo. Descobre uma história de amor infeliz, de um vazio avassalador, de um sofrimento de corpo e espírito, que por fim parece falar a um só tempo de Paris e de Porto-Sudão, cidades de todos os naufrágios. Maravilhoso relato de um amor onde "falta um corpo cuja marca invisível continua a fazer-se sentir", Porto-Sudão foi galardoado com o Prémio Femina 1994.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Em Porto-Sudão, nas margens do Mar Vermelho, onde desempenha vagas funções de capitão de porto, o narrador é informado de que A., seu amigo de juventude, se suicidou. Juntos, na Paris de 68, tinham desenhado sonhos de um mundo mais justo, mais aventuroso, mais poético. A. tornara-se escritor; ele refugiara-se num exílio marítimo: ambos talvez procurando escapar às garras do mundo tal como ele é. Vinte e cinco anos depois do seu último encontro, o narrador decide regressar a Paris e procurar explicações para o gesto do amigo. Descobre uma história de amor infeliz, de um vazio avassalador, de um sofrimento de corpo e espírito, que por fim parece falar a um só tempo de Paris e de Porto-Sudão, cidades de todos os naufrágios. Maravilhoso relato de um amor onde "falta um corpo cuja marca invisível continua a fazer-se sentir", Porto-Sudão foi galardoado com o Prémio Femina 1994.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 224
Sinopse:
No ano em que celebra o seu nonagésimo aniversário, Germano Silva regressa à publicação em livro das crónicas jornalísticas com que brinda os leitores do Jornal de Notícias há mais de 30 anos. Nas palavras do autor, estão aqui compiladas “algumas das mais sugestivas pequenas histórias da grande História do Porto”. A elas somou um texto inédito que dá a conhecer o Porto de 1931, ano do seu nascimento, no qual Germano Silva revela que outros nascimentos houve, nesse mesmo ano, na cidade que o recebeu. Quererá isto dizer que, aos 90 anos, o Germano deixará de sujar os sapatos a percorrer os recantos da cidade e as esquinas da memória para depois nos devolver esse Porto em letra redonda? Ah, desenganem-se… […] Como as crónicas que aqui se publicam demonstram, o ocaso pode, pois, esperar sentado. E nós, se não arrepiarmos caminho para acompanhar a passada do Germano pelo Porto – e em nome do Porto –, é que ficaremos para trás. Miguel Carvalho in Prefácio
Nº Páginas: 224
Sinopse:
No ano em que celebra o seu nonagésimo aniversário, Germano Silva regressa à publicação em livro das crónicas jornalísticas com que brinda os leitores do Jornal de Notícias há mais de 30 anos. Nas palavras do autor, estão aqui compiladas “algumas das mais sugestivas pequenas histórias da grande História do Porto”. A elas somou um texto inédito que dá a conhecer o Porto de 1931, ano do seu nascimento, no qual Germano Silva revela que outros nascimentos houve, nesse mesmo ano, na cidade que o recebeu. Quererá isto dizer que, aos 90 anos, o Germano deixará de sujar os sapatos a percorrer os recantos da cidade e as esquinas da memória para depois nos devolver esse Porto em letra redonda? Ah, desenganem-se… […] Como as crónicas que aqui se publicam demonstram, o ocaso pode, pois, esperar sentado. E nós, se não arrepiarmos caminho para acompanhar a passada do Germano pelo Porto – e em nome do Porto –, é que ficaremos para trás. Miguel Carvalho in Prefácio
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 168
Sinopse:
""Quem merca penca ou tronchuda!", "Olha o Notícias, já traz o crime!", "D'agora viva...! É do nosso mar!", "Ó freguesa, não quer levar?"" No Porto de outros tempos os pregões reboavam pelas ruas, pintando um quadro típico da azáfama da cidade. Muitos conhecem o epíteto "Porto, capital do trabalho"; poucos conhecerão os ofícios que lhe deram origem... Este meu livro relembra e dá a conhecer alguns dos ofícios que ocupavam as gentes do Porto: uns entretanto desaparecidos, outros adaptados aos tempos modernos. A todos pretende render homenagem. Nestas páginas, o leitor vai também descobrir porque é que as carquejeiras merecem uma estátua, que truques usavam as leiteiras para rentabilizar o negócio ou porque é que os moleiros eram mal vistos pela Igreja. Estas e muitas outras curiosidades de ofícios desconhecidos ou quase desaparecidos que fazem parte da história da cidade.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
""Quem merca penca ou tronchuda!", "Olha o Notícias, já traz o crime!", "D'agora viva...! É do nosso mar!", "Ó freguesa, não quer levar?"" No Porto de outros tempos os pregões reboavam pelas ruas, pintando um quadro típico da azáfama da cidade. Muitos conhecem o epíteto "Porto, capital do trabalho"; poucos conhecerão os ofícios que lhe deram origem... Este meu livro relembra e dá a conhecer alguns dos ofícios que ocupavam as gentes do Porto: uns entretanto desaparecidos, outros adaptados aos tempos modernos. A todos pretende render homenagem. Nestas páginas, o leitor vai também descobrir porque é que as carquejeiras merecem uma estátua, que truques usavam as leiteiras para rentabilizar o negócio ou porque é que os moleiros eram mal vistos pela Igreja. Estas e muitas outras curiosidades de ofícios desconhecidos ou quase desaparecidos que fazem parte da história da cidade.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Qual é melhor, o Porto ou Lisboa? O que é que o Porto tem que Lisboa não tenha? O que é que se faz em Lisboa que nunca se fará no Porto? Neste livro, o leitor vai encontrar uma batalha feroz - divertida, mas feroz - de defesa e elogio de cada uma das cidades. Ao mesmo tempo, vai poder deliciar-se com os mais violentos ataques que já se fizeram a Lisboa e ao Porto. Os responsáveis por estes elogios e por estes ataques são dois autores cujos direitos de livre circulação pelo país ficaram suspensos há dez anos. Mas eles estão de volta! António Eça de Queiroz é o paladino do Porto e o dragão vingador que se abate sobre Lisboa. António Costa Santos é o santo protector de Lisboa e a águia negra que ataca o fígado do Porto. De que é que se fala? Nada mais, nada menos do que dos mais destacados símbolos das duas mui nobres cidades. Temos, por conseguinte, uma inédita luta entre Santo António e São João, a inevitável "grande guerra" que opõe o FCP ao SLB, uma batalha fluvial entre o Douro e o Tejo, entre muitas outras picardias que têm por cenário os campos gastronómico, arquitectónico, histórico, musical e até anedótico de cada uma das metrópoles. Não fica pedra sobre pedra? Fica. No essencial, este livro é um hino às duas belas urbes que, evi-denciando as respectivas riquezas e diferenças, permite concluir, como canta esse protótipo de tripeiro-alfacinha chamado Rui Veloso, "muito mais é o que nos une que aquilo que nos separa".
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Qual é melhor, o Porto ou Lisboa? O que é que o Porto tem que Lisboa não tenha? O que é que se faz em Lisboa que nunca se fará no Porto? Neste livro, o leitor vai encontrar uma batalha feroz - divertida, mas feroz - de defesa e elogio de cada uma das cidades. Ao mesmo tempo, vai poder deliciar-se com os mais violentos ataques que já se fizeram a Lisboa e ao Porto. Os responsáveis por estes elogios e por estes ataques são dois autores cujos direitos de livre circulação pelo país ficaram suspensos há dez anos. Mas eles estão de volta! António Eça de Queiroz é o paladino do Porto e o dragão vingador que se abate sobre Lisboa. António Costa Santos é o santo protector de Lisboa e a águia negra que ataca o fígado do Porto. De que é que se fala? Nada mais, nada menos do que dos mais destacados símbolos das duas mui nobres cidades. Temos, por conseguinte, uma inédita luta entre Santo António e São João, a inevitável "grande guerra" que opõe o FCP ao SLB, uma batalha fluvial entre o Douro e o Tejo, entre muitas outras picardias que têm por cenário os campos gastronómico, arquitectónico, histórico, musical e até anedótico de cada uma das metrópoles. Não fica pedra sobre pedra? Fica. No essencial, este livro é um hino às duas belas urbes que, evi-denciando as respectivas riquezas e diferenças, permite concluir, como canta esse protótipo de tripeiro-alfacinha chamado Rui Veloso, "muito mais é o que nos une que aquilo que nos separa".
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Uma história inesquecível de sobrevivência... de como duas pessoas que perderam tudo reencontram a esperança ... e dos atos extraordinários de fé e de coragem que motivam e mantêm as famílias juntas…Com graça e compreensão Danielle Steel explora os laços ténues entre mães e filhas, maridos e esposas, membros da família e amigos ao longo da vida. Este romance leva-nos através da paisagem complexa da perda e do bem que também sempre surge associado às mais terríveis tragédias.Em síntese, uma história de triunfo e uma elegia comovente para aqueles que sofrem e sobrevivem, Porto Seguro é, talvez, seu romance mais poderoso de afirmação da vida.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Uma história inesquecível de sobrevivência... de como duas pessoas que perderam tudo reencontram a esperança ... e dos atos extraordinários de fé e de coragem que motivam e mantêm as famílias juntas…Com graça e compreensão Danielle Steel explora os laços ténues entre mães e filhas, maridos e esposas, membros da família e amigos ao longo da vida. Este romance leva-nos através da paisagem complexa da perda e do bem que também sempre surge associado às mais terríveis tragédias.Em síntese, uma história de triunfo e uma elegia comovente para aqueles que sofrem e sobrevivem, Porto Seguro é, talvez, seu romance mais poderoso de afirmação da vida.
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