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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 192
Sinopse:
«Saber mais coisas é ver mais coisas, sentir melhor, intuir melhor. É juntar à linearidade dos factos as dúzias de facetas que realmente lhes pertencem, olhar em muitos planos e na intersecção de muitos fios, com a riqueza composta que têm os olhos incríveis da mosca. Ou é preciso que o camarão minúsculo de que se alimentam as baleias seja uma interessante perspectiva no respeitante à confecção do creme de marisco para que a Antárctida se torne fascinante? Todos sabíamos como era magnífica a fermentação das uvas muito antes de se falar em biotecnologia. Estas histórias são radicalmente deslumbradas.»
Nº Páginas: 192
Sinopse:
«Saber mais coisas é ver mais coisas, sentir melhor, intuir melhor. É juntar à linearidade dos factos as dúzias de facetas que realmente lhes pertencem, olhar em muitos planos e na intersecção de muitos fios, com a riqueza composta que têm os olhos incríveis da mosca. Ou é preciso que o camarão minúsculo de que se alimentam as baleias seja uma interessante perspectiva no respeitante à confecção do creme de marisco para que a Antárctida se torne fascinante? Todos sabíamos como era magnífica a fermentação das uvas muito antes de se falar em biotecnologia. Estas histórias são radicalmente deslumbradas.»
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Edição: Abr 1997
Nº Páginas: 262
Sinopse:
«Apenas dois animais entraram no lar humano noutra qualidade que não a de prisioneiros, e foram domesticados por outros meios que não a servidão forçada: são eles o cão e o gato. Ambos partilham duas características, a saber, ambos pertencem à ordem dos carnívoros e ambos servem o homem na sua qualidade de caçadores. Em tudo o resto, e antes de mais na forma como se associam ao homem, eles são tão diferentes um do outro como a noite do dia. Não há animal doméstico que tenha alterado tão radicalmente todo o seu modo de vida, até mesmo toda a sua esfera de interesses, que se tenha tornado doméstico duma forma tão genuína como o cão; e não há animal que, no decurso da sua associação secular com o homem, tenha mudado tão pouco como o gato.»
Nº Páginas: 262
Sinopse:
«Apenas dois animais entraram no lar humano noutra qualidade que não a de prisioneiros, e foram domesticados por outros meios que não a servidão forçada: são eles o cão e o gato. Ambos partilham duas características, a saber, ambos pertencem à ordem dos carnívoros e ambos servem o homem na sua qualidade de caçadores. Em tudo o resto, e antes de mais na forma como se associam ao homem, eles são tão diferentes um do outro como a noite do dia. Não há animal doméstico que tenha alterado tão radicalmente todo o seu modo de vida, até mesmo toda a sua esfera de interesses, que se tenha tornado doméstico duma forma tão genuína como o cão; e não há animal que, no decurso da sua associação secular com o homem, tenha mudado tão pouco como o gato.»
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Edição: Jan 2007
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Sobre os Sonhos é a versão mais concisa, sem com isso perder o rigor, que Sigmund Freud fez da sua melhor obra (palavras do autor), A Interpretação dos Sonhos. Com este livro, Freud pretendeu dar ao público uma edição excepcionalmente clara da sua teoria dos sonhos, oferecendo aos leitores uma explicação de como funcionam e de qual é o papel que neles têm o desejo, os mecanismos de censura e o recalcamento. Também os sonhos das crianças, com a criatividade que lhes é inerente, são analisados neste Sobre os Sonhos, permitindo-nos reconhecer estruturas mentais que levamos para a idade adulta. Aqui, irá encontrar tudo aquilo que precisa de saber sobre como analisar os sonhos e as formas como estes transfiguram coisas e pessoas para que possa ter consciência dos desejos reprimidos e conseguir perceber melhor a sua mente. E, como não poderia deixar de ser, Freud não deixa de fora a sexualidade, realçando o erotismo que palpita nos nossos sonhos, nem a delicada arte de interpretar os símbolos oníricos.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Sobre os Sonhos é a versão mais concisa, sem com isso perder o rigor, que Sigmund Freud fez da sua melhor obra (palavras do autor), A Interpretação dos Sonhos. Com este livro, Freud pretendeu dar ao público uma edição excepcionalmente clara da sua teoria dos sonhos, oferecendo aos leitores uma explicação de como funcionam e de qual é o papel que neles têm o desejo, os mecanismos de censura e o recalcamento. Também os sonhos das crianças, com a criatividade que lhes é inerente, são analisados neste Sobre os Sonhos, permitindo-nos reconhecer estruturas mentais que levamos para a idade adulta. Aqui, irá encontrar tudo aquilo que precisa de saber sobre como analisar os sonhos e as formas como estes transfiguram coisas e pessoas para que possa ter consciência dos desejos reprimidos e conseguir perceber melhor a sua mente. E, como não poderia deixar de ser, Freud não deixa de fora a sexualidade, realçando o erotismo que palpita nos nossos sonhos, nem a delicada arte de interpretar os símbolos oníricos.
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Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 336
Sinopse:
«Tchékhov escrevia livros tristes para pessoas alegres; quero dizer com isto que só um leitor com sentido de humor será capaz de sentir a fundo a tristeza deles. Há escritores que emitem um som intermédio entre o riso abafado e o bocejo — muitos deles, a propósito, são humoristas profissionais. A outros, por exemplo a Dickens, sai uma coisa intermédia da risada e do soluço. Existe também uma variedade horrível de humor utilizada de propósito pelo autor para dar um escape puramente técnico depois de uma tempestuosa cena trágica, mas o truque nada tem a ver com a verdadeira literatura. O humor de Tchékhov é alheio a isso tudo; é um humor puramente tchekhoviano. O mundo, para ele, é cómico e triste ao mesmo tempo, e sem repararmos na sua comicidade não compreenderemos a sua tristeza, porque são inseparáveis.»
Nº Páginas: 336
Sinopse:
«Tchékhov escrevia livros tristes para pessoas alegres; quero dizer com isto que só um leitor com sentido de humor será capaz de sentir a fundo a tristeza deles. Há escritores que emitem um som intermédio entre o riso abafado e o bocejo — muitos deles, a propósito, são humoristas profissionais. A outros, por exemplo a Dickens, sai uma coisa intermédia da risada e do soluço. Existe também uma variedade horrível de humor utilizada de propósito pelo autor para dar um escape puramente técnico depois de uma tempestuosa cena trágica, mas o truque nada tem a ver com a verdadeira literatura. O humor de Tchékhov é alheio a isso tudo; é um humor puramente tchekhoviano. O mundo, para ele, é cómico e triste ao mesmo tempo, e sem repararmos na sua comicidade não compreenderemos a sua tristeza, porque são inseparáveis.»
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Edição: Ago 2009
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"Violência: Seis Reflexões Laterais", de Slavoj Žižek, analisa as raízes ocultas da violência moderna, distinguindo a violência visível (subjetiva) da violência sistêmica (objetiva/estrutural) inerente à linguagem, economia e política. O autor argumenta que a nossa obsessão com a violência direta encobre as causas estruturais que geram conflitos no capitalismo global.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"Violência: Seis Reflexões Laterais", de Slavoj Žižek, analisa as raízes ocultas da violência moderna, distinguindo a violência visível (subjetiva) da violência sistêmica (objetiva/estrutural) inerente à linguagem, economia e política. O autor argumenta que a nossa obsessão com a violência direta encobre as causas estruturais que geram conflitos no capitalismo global.
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Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 330
Sinopse:
«Tchékhov escrevia livros tristes para pessoas alegres; quero dizer com isto que só um leitor com sentido de humor será capaz de sentir a fundo a tristeza deles. Há escritores que emitem um som intermédio entre o riso abafado e o bocejo — muitos deles, a propósito, são humoristas profissionais. A outros, por exemplo a Dickens, sai uma coisa intermédia da risada e do soluço. Existe também uma variedade horrível de humor utilizada de propósito pelo autor para dar um escape puramente técnico depois de uma tempestuosa cena trágica, mas o truque nada tem a ver com a verdadeira literatura. O humor de Tchékhov é alheio a isso tudo; é um humor puramente tchekhoviano. O mundo, para ele, é cómico e triste ao mesmo tempo, e sem repararmos na sua comicidade não compreenderemos a sua tristeza, porque são inseparáveis.»
Nº Páginas: 330
Sinopse:
«Tchékhov escrevia livros tristes para pessoas alegres; quero dizer com isto que só um leitor com sentido de humor será capaz de sentir a fundo a tristeza deles. Há escritores que emitem um som intermédio entre o riso abafado e o bocejo — muitos deles, a propósito, são humoristas profissionais. A outros, por exemplo a Dickens, sai uma coisa intermédia da risada e do soluço. Existe também uma variedade horrível de humor utilizada de propósito pelo autor para dar um escape puramente técnico depois de uma tempestuosa cena trágica, mas o truque nada tem a ver com a verdadeira literatura. O humor de Tchékhov é alheio a isso tudo; é um humor puramente tchekhoviano. O mundo, para ele, é cómico e triste ao mesmo tempo, e sem repararmos na sua comicidade não compreenderemos a sua tristeza, porque são inseparáveis.»
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Edição: Jun 2011
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"O Olhar da Mente" (The Mind's Eye), de Oliver Sacks, explora a capacidade humana de adaptação através de relatos de pessoas que perderam funções visuais ou cognitivas essenciais, como a leitura, o reconhecimento de rostos ou a visão tridimensional. Sacks analisa como pacientes com lesões cerebrais reimaginam o mundo.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"O Olhar da Mente" (The Mind's Eye), de Oliver Sacks, explora a capacidade humana de adaptação através de relatos de pessoas que perderam funções visuais ou cognitivas essenciais, como a leitura, o reconhecimento de rostos ou a visão tridimensional. Sacks analisa como pacientes com lesões cerebrais reimaginam o mundo.
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 544
Sinopse:
«Apesar de curto, o período abrangido por este volume foi surpreendente. Não pelo que já se esperava, a mudança de século e de milénio, mas, evidentemente, por ra~zões inesperadas. Sejam acontecimentos graves à escala mundial, como os atentados terroristas de Nova Iorque de Setembro de 2001 e a chamada guerra do Iraque de 2003, sejam factos inéditos à nossa dimensão, como a fuga de António Guterres e a estranga demissão do Governo em resultado das eleições municipais. A destruição de Timor pelos indonésios e o seu renascimento independente cabem por inteiro neste período. Tal como a derrota das esquerdas (...) e a correspondente vitória das direitas. A entrada em vigor definitiva do euro foi igualmente facto relevante. Assim como, por razões negativas, a sucessão e a duração de processos judicionais de excepcional impacto na opinião pública (...)»
Nº Páginas: 544
Sinopse:
«Apesar de curto, o período abrangido por este volume foi surpreendente. Não pelo que já se esperava, a mudança de século e de milénio, mas, evidentemente, por ra~zões inesperadas. Sejam acontecimentos graves à escala mundial, como os atentados terroristas de Nova Iorque de Setembro de 2001 e a chamada guerra do Iraque de 2003, sejam factos inéditos à nossa dimensão, como a fuga de António Guterres e a estranga demissão do Governo em resultado das eleições municipais. A destruição de Timor pelos indonésios e o seu renascimento independente cabem por inteiro neste período. Tal como a derrota das esquerdas (...) e a correspondente vitória das direitas. A entrada em vigor definitiva do euro foi igualmente facto relevante. Assim como, por razões negativas, a sucessão e a duração de processos judicionais de excepcional impacto na opinião pública (...)»
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Edição: Mai 2010
Nº Páginas: 536
Sinopse:
"Folhas de Erva" (Leaves of Grass), de Walt Whitman, é uma obra monumental da poesia americana que celebra a democracia, o corpo, a natureza e a conexão universal. Publicado inicialmente em 1855 e ampliado ao longo da vida do autor, o livro introduziu o verso livre e uma voz poética direta, afirmativa e profundamente humanista.
Nº Páginas: 536
Sinopse:
"Folhas de Erva" (Leaves of Grass), de Walt Whitman, é uma obra monumental da poesia americana que celebra a democracia, o corpo, a natureza e a conexão universal. Publicado inicialmente em 1855 e ampliado ao longo da vida do autor, o livro introduziu o verso livre e uma voz poética direta, afirmativa e profundamente humanista.
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Edição: Jan 2007
Nº Páginas: 300
Sinopse:
Tem tradução e prefácio de Maria Gabriela Llansol. A obra foi publicada em 1963 e pode ser considerada uma longa reflexão amorosa. O primeiro poema tem por título «Onde a mulher é secreta / O homem é inútil».
Nº Páginas: 300
Sinopse:
Tem tradução e prefácio de Maria Gabriela Llansol. A obra foi publicada em 1963 e pode ser considerada uma longa reflexão amorosa. O primeiro poema tem por título «Onde a mulher é secreta / O homem é inútil».
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Edição: Nov 2008
Nº Páginas: 330
Sinopse:
"O Amante de Lady Chatterley" (1928), de D. H. Lawrence, é um romance clássico e controverso sobre a paixão proibida entre Constance Chatterley, uma mulher aristocrática infeliz, e Oliver Mellors, o guarda-caça de seu marido paralisado, Clifford. O livro explora temas de desejo, sexualidade e luta de classes.
Nº Páginas: 330
Sinopse:
"O Amante de Lady Chatterley" (1928), de D. H. Lawrence, é um romance clássico e controverso sobre a paixão proibida entre Constance Chatterley, uma mulher aristocrática infeliz, e Oliver Mellors, o guarda-caça de seu marido paralisado, Clifford. O livro explora temas de desejo, sexualidade e luta de classes.
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Edição: Abr 1997
Nº Páginas: 274
Sinopse:
"Belos Vencidos" de Leonard Cohen é um romance experimental e erótico que narra um triângulo amoroso caótico e metafísico, envolvendo um narrador sem nome, sua esposa Edith e o mentor F. Misturando humor, espiritualidade e sátira, a trama explora a dor, o desejo e a obsessão pela santa mohawk Catherine Tekakwith
Nº Páginas: 274
Sinopse:
"Belos Vencidos" de Leonard Cohen é um romance experimental e erótico que narra um triângulo amoroso caótico e metafísico, envolvendo um narrador sem nome, sua esposa Edith e o mentor F. Misturando humor, espiritualidade e sátira, a trama explora a dor, o desejo e a obsessão pela santa mohawk Catherine Tekakwith
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Edição: Abr 1991
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Terna é a Noite" (1934), de F. Scott Fitzgerald, narra a trágica ascensão e queda de Dick Diver, um psiquiatra brilhante, e a sua esposa, Nicole, na Riviera Francesa dos anos 20. A obra, com fortes traços autobiográficos, explora a desintegração do casamento e da carreira de Dick devido à riqueza e doença mental de Nicole.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Terna é a Noite" (1934), de F. Scott Fitzgerald, narra a trágica ascensão e queda de Dick Diver, um psiquiatra brilhante, e a sua esposa, Nicole, na Riviera Francesa dos anos 20. A obra, com fortes traços autobiográficos, explora a desintegração do casamento e da carreira de Dick devido à riqueza e doença mental de Nicole.
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Edição: Dez 2007
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Aprendizagem À beira de um precipício, de cabeça para baixo, pelo seu mais ilustre professor agarrado somente pelos pés, eis que o aprendiz repete, assustado, a lição da manhã. O perigo Nada é tão perigoso como teres cumprido todos os teus deveres do dia e ainda ser manhã, teres cumprido todos os teus deveres na vida e ainda não estares morto. Uma razão para o fazeres Se não acorreres ao local, nunca poderás saber se quem grita por socorro o quer receber ou dar.
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Aprendizagem À beira de um precipício, de cabeça para baixo, pelo seu mais ilustre professor agarrado somente pelos pés, eis que o aprendiz repete, assustado, a lição da manhã. O perigo Nada é tão perigoso como teres cumprido todos os teus deveres do dia e ainda ser manhã, teres cumprido todos os teus deveres na vida e ainda não estares morto. Uma razão para o fazeres Se não acorreres ao local, nunca poderás saber se quem grita por socorro o quer receber ou dar.
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Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 170
Sinopse:
Os contos de Oscar Wilde são narrativas marcadas pela sensibilidade, humor refinado e crítica social, misturando contos de fadas com temas éticos profundos. Frequentemente exploram o altruísmo, a beleza e o sacrifício, com personagens marcantes como O Príncipe Feliz, O Gigante Egoísta e o Rouxinol.
Nº Páginas: 170
Sinopse:
Os contos de Oscar Wilde são narrativas marcadas pela sensibilidade, humor refinado e crítica social, misturando contos de fadas com temas éticos profundos. Frequentemente exploram o altruísmo, a beleza e o sacrifício, com personagens marcantes como O Príncipe Feliz, O Gigante Egoísta e o Rouxinol.
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Edição: Jan 2007
Nº Páginas: 108
Sinopse:
Ópera da compositora portuguesa Ana Seara. “Até que a morte nos separe”, revela-nos a história de um inspector da polícia assombrado por ter morto, num fogo cruzado, um inocente professor de literatura, acabando por ter um caso com uma jovem misteriosa, com quem casa e leva a morar com a sua filha cega.
Nº Páginas: 108
Sinopse:
Ópera da compositora portuguesa Ana Seara. “Até que a morte nos separe”, revela-nos a história de um inspector da polícia assombrado por ter morto, num fogo cruzado, um inocente professor de literatura, acabando por ter um caso com uma jovem misteriosa, com quem casa e leva a morar com a sua filha cega.
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Edição: Jul 2000
Nº Páginas: 324
Sinopse:
"Livre Mente" de Fernando Savater é uma coletânea de artigos que funcionam como um "diário intelectual, ético e político" do autor, reunindo textos publicados ao longo de quatro anos. A obra reflete sobre temas da atualidade, cultura, política e sociedade, marcando o pensamento de Savater no período pós-ditadura e no contexto contemporâneo.
Nº Páginas: 324
Sinopse:
"Livre Mente" de Fernando Savater é uma coletânea de artigos que funcionam como um "diário intelectual, ético e político" do autor, reunindo textos publicados ao longo de quatro anos. A obra reflete sobre temas da atualidade, cultura, política e sociedade, marcando o pensamento de Savater no período pós-ditadura e no contexto contemporâneo.
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Escrito numa linguagem clara e expressiva (mas que não trai o necessário rigor científico) e, profusamente ilustrado a cores com belíssimas fotografias e admiráveis desenhos a cores de António Cidadão, «Portugal Animal» é, ao mesmo tempo, uma obra de consulta, um guia de campo e um livro que se lê por puro prazer. Edição de muito apuro gráfico, nitidamente estampada a cores sobre bom papel. Encadernação do editor com sobrecapa impressa a cores.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Escrito numa linguagem clara e expressiva (mas que não trai o necessário rigor científico) e, profusamente ilustrado a cores com belíssimas fotografias e admiráveis desenhos a cores de António Cidadão, «Portugal Animal» é, ao mesmo tempo, uma obra de consulta, um guia de campo e um livro que se lê por puro prazer. Edição de muito apuro gráfico, nitidamente estampada a cores sobre bom papel. Encadernação do editor com sobrecapa impressa a cores.
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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 344
Sinopse:
"Textos e Canções", de José Afonso (disponível em edições como a da Assírio & Alvim), é uma obra fundamental que reúne a totalidade do repertório cantado e textos poéticos do autor, organizado com notas de J. H. Santos Barros. A obra divide-se entre letras de canções (poesia para música) e textos escritos para leitura, evidenciando o lirismo, a métrica e o trabalho poético de "Zeca" para além da sua vertente política.
Nº Páginas: 344
Sinopse:
"Textos e Canções", de José Afonso (disponível em edições como a da Assírio & Alvim), é uma obra fundamental que reúne a totalidade do repertório cantado e textos poéticos do autor, organizado com notas de J. H. Santos Barros. A obra divide-se entre letras de canções (poesia para música) e textos escritos para leitura, evidenciando o lirismo, a métrica e o trabalho poético de "Zeca" para além da sua vertente política.
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Edição: Jul 2000
Nº Páginas: 354
Sinopse:
"Memória de Lisboa", publicado postumamente, é um álbum que combina textos de António Gedeão (pseudónimo de Rómulo de Carvalho) com fotografias da cidade, retratando uma Lisboa dos anos 70 e 80 através de uma perspetiva histórica, erudita e nostálgica. A obra foca-se em monumentos e locais emblemáticos, unindo a descrição física à vivência pessoal.
Nº Páginas: 354
Sinopse:
"Memória de Lisboa", publicado postumamente, é um álbum que combina textos de António Gedeão (pseudónimo de Rómulo de Carvalho) com fotografias da cidade, retratando uma Lisboa dos anos 70 e 80 através de uma perspetiva histórica, erudita e nostálgica. A obra foca-se em monumentos e locais emblemáticos, unindo a descrição física à vivência pessoal.
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Edição: Jan 2007
Nº Páginas: 146
Sinopse:
"Os Tarahumaras" (ou Viagem ao País dos Tarahumaras), de Antonin Artaud, é uma obra que relata a experiência mística e antropológica do autor no México em 1936. Artaud descreve o povo Tarahumara e o seu ritual do peiote como uma forma de "teatro em estado puro" e magia, buscando uma revolução interior e a cura para a civilização ocidental decadente.
Nº Páginas: 146
Sinopse:
"Os Tarahumaras" (ou Viagem ao País dos Tarahumaras), de Antonin Artaud, é uma obra que relata a experiência mística e antropológica do autor no México em 1936. Artaud descreve o povo Tarahumara e o seu ritual do peiote como uma forma de "teatro em estado puro" e magia, buscando uma revolução interior e a cura para a civilização ocidental decadente.
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Edição: Abr 1998
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Em 1992, Álvaro Siza Vieira recebeu o prémio de arquitectura Pritzker pelos seus quase 40 anos de trabalho efectuado à margem das grandes correntes da moda e, com frequência, em condições de construção pouco adequadas. A arquitectura de Siza é, por vezes, caracterizada como «regional», devido ao seu inconfundível espírito nortenho, ao modo como se relaciona com as pessoas e com os trabalhos, apesar do crescente reconhecimento e procura internacionais. Contudo, para Siza Vieira, «regional» não é sinónimo de acomodação ou estilo, mas de percepção da paisagem que lhe adestra a sobriedade, o despojamento, as rupturas rigorosas, adquirindo por tudo isso uma abstracção própria. O percurso de Siza enquanto arquitecto, é aqui detalhadamente descrito. Começou por construir moradias no Porto e no Norte de Portugal às quais se seguiram numerosos projectos na Alemanha, Holanda, Suíça e Espanha. O edifício da Faculdade de Arquitectura do Porto, teve para ele um significado muito especial: nessa escola foi aluno de Fernando Távora, aí foi constituído o círculo de arquitectos a que chamamos hoje «Escola do Porto» e aí se tornou professor. Em 1988, foi-lhe confiada a reconstrução do Chiado, uma distinção máxima. A capital, com uma escola de arquitectura própria, elegera o «arquitecto do Porto». Brigitte Fleck é licenciada em Engenharia e Arquitectura. Participou muitos anos no planeamento urbanístico de Berlim, tendo publicado numerosos trabalhos sobre esse tema. Conhecedora desde longa data dos trabalhos de Siza, incentivou a sua participação nos concursos internacionais de construção de Berlim.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Em 1992, Álvaro Siza Vieira recebeu o prémio de arquitectura Pritzker pelos seus quase 40 anos de trabalho efectuado à margem das grandes correntes da moda e, com frequência, em condições de construção pouco adequadas. A arquitectura de Siza é, por vezes, caracterizada como «regional», devido ao seu inconfundível espírito nortenho, ao modo como se relaciona com as pessoas e com os trabalhos, apesar do crescente reconhecimento e procura internacionais. Contudo, para Siza Vieira, «regional» não é sinónimo de acomodação ou estilo, mas de percepção da paisagem que lhe adestra a sobriedade, o despojamento, as rupturas rigorosas, adquirindo por tudo isso uma abstracção própria. O percurso de Siza enquanto arquitecto, é aqui detalhadamente descrito. Começou por construir moradias no Porto e no Norte de Portugal às quais se seguiram numerosos projectos na Alemanha, Holanda, Suíça e Espanha. O edifício da Faculdade de Arquitectura do Porto, teve para ele um significado muito especial: nessa escola foi aluno de Fernando Távora, aí foi constituído o círculo de arquitectos a que chamamos hoje «Escola do Porto» e aí se tornou professor. Em 1988, foi-lhe confiada a reconstrução do Chiado, uma distinção máxima. A capital, com uma escola de arquitectura própria, elegera o «arquitecto do Porto». Brigitte Fleck é licenciada em Engenharia e Arquitectura. Participou muitos anos no planeamento urbanístico de Berlim, tendo publicado numerosos trabalhos sobre esse tema. Conhecedora desde longa data dos trabalhos de Siza, incentivou a sua participação nos concursos internacionais de construção de Berlim.
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Edição: Jul 1993
Nº Páginas: 225
Sinopse:
Nº Páginas: 225
Sinopse:
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Edição: Jul 2005
Nº Páginas: 210
Sinopse:
Em A Casa Eterna, a reconstituição quase detectivesca de uma estranha morte dá ensejo a curiosas mini-histórias e flagrantes caracterizações conotativas dos narradores. Ficava mal naquele papel de morte, de anjo transmigrador, pensava Álvaro, porém era preciso ali alguém que lhe desse a passagem, que soprasse depois sobre o seu rasto para que os grãos de terra novamente poisassem, alisados, sem máculas do tempo. E, de qualquer maneira, as mulheres que encontrara nunca tinham servido inteiramente, estoiravam com os frágeis tecidos de desgraça em que as queria envolver, levantavam-se, obscenas, com a sua saúde e as suas lavagens, a rir, conciliadas com os dias.
Nº Páginas: 210
Sinopse:
Em A Casa Eterna, a reconstituição quase detectivesca de uma estranha morte dá ensejo a curiosas mini-histórias e flagrantes caracterizações conotativas dos narradores. Ficava mal naquele papel de morte, de anjo transmigrador, pensava Álvaro, porém era preciso ali alguém que lhe desse a passagem, que soprasse depois sobre o seu rasto para que os grãos de terra novamente poisassem, alisados, sem máculas do tempo. E, de qualquer maneira, as mulheres que encontrara nunca tinham servido inteiramente, estoiravam com os frágeis tecidos de desgraça em que as queria envolver, levantavam-se, obscenas, com a sua saúde e as suas lavagens, a rir, conciliadas com os dias.
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Edição: Abr 1999
Nº Páginas: 268
Sinopse:
"Para Além do Bem e do Mal" (1886), de Friedrich Nietzsche, é uma obra fundamental que critica radicalmente a moralidade ocidental e a filosofia tradicional, propondo uma inversão de valores. Nietzsche desafia a dicotomia rígida entre bem e mal, argumentando que a moralidade cristã enfraquece a humanidade e defende a criação de valores próprios baseados na vontade de poder e no perspectivismo.
Nº Páginas: 268
Sinopse:
"Para Além do Bem e do Mal" (1886), de Friedrich Nietzsche, é uma obra fundamental que critica radicalmente a moralidade ocidental e a filosofia tradicional, propondo uma inversão de valores. Nietzsche desafia a dicotomia rígida entre bem e mal, argumentando que a moralidade cristã enfraquece a humanidade e defende a criação de valores próprios baseados na vontade de poder e no perspectivismo.
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Edição: Jul 1999
Nº Páginas: 206
Sinopse:
"Nevermind", dos Nirvana, foi o mais importante álbum de rock do princípio dos anos 90. No entanto, o seu criador, Kurt Cobain, suicidou-se três anos após o seu lançamento. Foi o acontecimento mais singular e trágico que ocorreu no mundo do rock mais recente. "Nirvana & o Som de Seattle", publicado originalmente em 1993, e agora numa nova edição, dá-nos conta dos elementos que conduziram à tragédia. O sucesso dos Nirvana atraiu as atenções para a cidade natal dos seus membros, Seattle - a base de uma geração de bandas influenciadas pelas tendências mais antigas do rock e que foi invadida pela atenção mundial dos meios de comunicação. Como é que Kurt Cobain, Chris Novosalic e David Grohl se libertaram do gueto indie (de música independente) e conquistaram o mundo? Porque razão punks conservadores os consideram uma fraude colectiva? Há alguma filosofia que una os novos ídolos de Seattle, dos Soundgarden e Pearl Jam aos Mudhoney e Hole? O grunge provocou uma revolução sexual? Como é que Seattle se tornou na nova capital do rock do mundo? E porque é que Kurt Cobain se suicidou? Algumas respostas estão neste livro, que percorre o declínio e a queda dos Nirvana e explica como o pequeno cenário do rock alternativo deu origem a bandas sonoras de filmes de Hollywood e a fantasias de adolescentes por todo o mundo.
Nº Páginas: 206
Sinopse:
"Nevermind", dos Nirvana, foi o mais importante álbum de rock do princípio dos anos 90. No entanto, o seu criador, Kurt Cobain, suicidou-se três anos após o seu lançamento. Foi o acontecimento mais singular e trágico que ocorreu no mundo do rock mais recente. "Nirvana & o Som de Seattle", publicado originalmente em 1993, e agora numa nova edição, dá-nos conta dos elementos que conduziram à tragédia. O sucesso dos Nirvana atraiu as atenções para a cidade natal dos seus membros, Seattle - a base de uma geração de bandas influenciadas pelas tendências mais antigas do rock e que foi invadida pela atenção mundial dos meios de comunicação. Como é que Kurt Cobain, Chris Novosalic e David Grohl se libertaram do gueto indie (de música independente) e conquistaram o mundo? Porque razão punks conservadores os consideram uma fraude colectiva? Há alguma filosofia que una os novos ídolos de Seattle, dos Soundgarden e Pearl Jam aos Mudhoney e Hole? O grunge provocou uma revolução sexual? Como é que Seattle se tornou na nova capital do rock do mundo? E porque é que Kurt Cobain se suicidou? Algumas respostas estão neste livro, que percorre o declínio e a queda dos Nirvana e explica como o pequeno cenário do rock alternativo deu origem a bandas sonoras de filmes de Hollywood e a fantasias de adolescentes por todo o mundo.
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